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	<title>Webinsider &#187; livros</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Webinsider</itunes:author>
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		<item>
		<title>Sobre e-books, contos de fada e a cultura irrestrita</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/29/sobre-e-books-contos-de-fada-e-a-cultura-irrestrita/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/29/sobre-e-books-contos-de-fada-e-a-cultura-irrestrita/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 16:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Tostes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[e-books]]></category>
		<category><![CDATA[livro digital]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado dos livros digitais ainda dá os primeiros passos, mas já tem um grande potencial para revolucionar a forma de se disseminar a informação, o conhecimento e as boas histórias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta história está apenas começando e muita coisa ainda vai acontecer. Se a personagem chapeuzinho vermelho parece representar os leitores perdidos no meio de uma floresta nova e misteriosa (e-books, e-pubs tablets, e-readers, etc.), as editoras também podem ocupar o lugar da vovozinha, que aguarda a chegada da netinha. O próprio lobo mau poderia ser representado pelos grandes grupos editorias ou os gigantes digitais de venda direta na web.</p>
<p>Mas os tempos são outros e todos já sabemos que a realidade não se divide mais entre o bom e o mau.</p>
<p>Os leitores atuais são exigentes e sabem o que querem. Por causa da variedade de oferta e de tipos de produtos, sabem escolher melhor o que compram e avaliar os preços que estão pagando.</p>
<p>E em termos de oportunidades de títulos editoriais e bons preços, a história dos livros em versão digital mais parece a fábula da lebre e da tartaruga.</p>
<p>É claro que  os aplicativos são a lebre da história, oferecendo opções atrativas, multimídia, e a preços baratíssimos, para não falar de versões grátis que alcançam milhões de downloads.</p>
<p><strong>Dizer que as pessoas não querem gastar com livros é bobagem, pois nunca se teve tanta informação disponível e se leu tanto na internet.</strong></p>
<p>Mas o que encontramos de opções baratas de livros digitais são apenas de autores antigos e disponíveis gratuitamente ou títulos que já caíram no domínio público.</p>
<p>A oportunidade de aproveitar este mercado crescente parece ser grande e oportuna para países com problemas  de educação e acesso a leitura como o Brasil.</p>
<p>E o final deste conto não precisa terminar na hora de fechar o livro.</p>
<p>Com a internet acessível por computadores, lan houses e celulares, podemos  aproximar leitores e autores de qualquer parte do mundo.</p>
<p>É a chance de usar o poder da web e das redes sociais para fazer isso de forma criativa e direta, sem tratar o livro como objeto isolado e fechado.</p>
<p>É quase como se o mundo de ficção pudesse estender suas asas para outro universo, permitindo maior troca de ideias, diálogo e interação direta.</p>
<p>Podemos estender as possibilidades da história contada para outros campos (produtos, aplicativos, objetos, vídeos, sites, outras áreas de criação).</p>
<p>Vemos nos grandes sucessos atuais de livros, filmes e novelas que tudo acontece em várias mídias, pois as pessoas gostam de se envolver, torcer e sofrer com as personagens preferidas.</p>
<p>Se a internet aproxima tanto editores, livrarias, autores e leitores, deve existir muitas oportunidades de aumentar a oferta e baratear custos para todos. Assim mais gente pode ler e escrever, e mais fácil será distribuir e publicar novos títulos e autores.</p>
<p>Como nos contos em que brinquedos tomam vida de repente, os livros talvez queiram continuar contando histórias, mas também sonhem em falar, cantar, pular e dançar.</p>
<p>Ou de serem lidos de qualquer forma e em qualquer tela, em pé, na rua, no trem, no escuro.</p>
<p>Digital ou impresso o valor da literatura ainda continuará dependendo da palavra escrita e da história  bem contada. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/22/como-melhorar-um-pdf-e-transforma-lo-em-e-book/">Como melhorar um PDF e transformá-lo em e-book</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/12/06/e-books-formatos-sao-embalagens-o-valor-esta-no-conteudo/">E-books: formatos são embalagens, o valor está no conteúdo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/08/08/da-literatura-fantastica-as-solucoes-estrategicas/">Da literatura fantástica às soluções estratégicas</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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<ul>
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</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O melhor investimento para a sua carreira é o conhecimento</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/07/o-melhor-investimento-para-a-sua-carreira-e-o-conhecimento/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/07/o-melhor-investimento-para-a-sua-carreira-e-o-conhecimento/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 11:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e ensino]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem lê bastante tem uma evolução profissional mais estável, tem novas visões sobre temas relevantes aos seus negócios e melhor fluência para expressar ideias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos numa era em que a boa formação cultural e muita informação são essenciais. Nada melhor para obtê-las do que sendo leitor assíduo, pois quem pratica a leitura está fazendo o mesmo com a consciência, o raciocínio e a visão crítica.</p>
<p>A leitura tem a capacidade de influenciar nossa maneira de agir, de pensar e até mesmo de falar. Com a prática da leitura tudo isso é expresso de forma clara e objetiva e, certamente, as pessoas que não possuem o hábito de ler ficam presas a gestos e formas rudimentares de comunicação.</p>
<p>Tudo isso é comprovado por meio de pesquisas, as quais revelam que, na maioria dos casos, pessoas com ativa participação no mundo das palavras possuem um bom acervo léxico e, por isso mesmo, entram mais fácil no mercado de trabalho, ocupando cargos gerenciais e de diretoria.</p>
<p>Porém, conter um bom vocabulário não é a única maneira de “<strong>vencer na vida</strong>”, pois é preciso ler e compreender para poder opinar, criticar e modificar situações.</p>
<p>Diante de tudo isso, sabe-se que o mundo da leitura pode transformar, enriquecer culturalmente e socialmente o ser humano. Não podemos compreender e sermos compreendidos sem sabermos utilizar a comunicação de forma correta e, portanto, torna-se indispensável a intimidade com a leitura.</p>
<h2>Benefícios da leitura</h2>
<p>A leitura é extremamente importante para todos nós, não apenas por ser fundamental em nossa formação intelectual, mas também por permitir a todos nós um acesso ao mundo das informações, das ideias e dos sonhos. Sim, pois ler é ampliar horizontes e deixar que a imaginação desenhe situações e lugares desconhecidos e isto é um direito de todos.</p>
<p>A leitura permite ao homem se comunicar, aprender e até mesmo desenvolver, trabalhar suas dificuldades. Em reportagem recente, uma grande revista de circulação nacional atribuiu à leitura, a importância de agente fundamental para a transformação social do nosso país. Através do conhecimento da língua, todos têm acesso à informação e são capazes de emitir uma opinião sobre os acontecimentos. Ter opinião é cidadania e essa parte pode ser a grande transformação social do Brasil.</p>
<p>Os benefícios da leitura são cientificamente comprovados. Pesquisas indicam que crianças que têm o hábito da leitura incentivado durante toda a vida escolar desenvolvem seu senso crítico e mantêm seu rendimento escolar em um nível alto. O analfabetismo, um dos grandes obstáculos da educação no Brasil está sendo combatido com a educação de jovens e adultos, mas a tecnologia está afastando nossas crianças dos livros.</p>
<p>Permitir a uma criança sonhar com uma aventura pela selva ou imaginar uma incrível viagem espacial são algumas das mágicas da leitura. Ler amplia nosso conhecimento, desenvolve a nossa criatividade e nos desperta para um mundo de palavras e com elas construímos o que gostamos, o que queremos e o que sonhamos.</p>
<p>Portanto, garantir a todos o acesso à leitura deve ser uma política de Estado, mas cabe – principalmente – a nós dedicar um tempo do nosso dia a um bom livro, incentivar nossos amigos, filhos ou irmãos a se apegarem à leitura e acima de tudo utilizar nosso conhecimento para fazer de nossa cidade, estado ou país, um lugar melhor para se viver. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/08/08/da-literatura-fantastica-as-solucoes-estrategicas/">Da literatura fantástica às soluções estratégicas</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/28/a-curiosidade-e-a-vitamina-da-criatividade/">A curiosidade é a vitamina da criatividade</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/12/17/a-educacao-precisa-ensinar-mais-e-ser-menos-mecanica/">A educação precisa ensinar mais e ser menos mecânica</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual leitor de e-book comprar?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/12/29/qual-leitor-de-e-book-comprar/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Dec 2012 14:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Testamos]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[e-books]]></category>
		<category><![CDATA[Kindle]]></category>
		<category><![CDATA[livro digital]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[Vale a pena comprar já? O tablet serve para ler livros? Kindle é melhor?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que eu estava com a ideia de fazer esse videozinho para ajudar quem estivesse indeciso em relação a comprar um leitor de e-book. </p>
<p>Aproveitei que tivemos uma série de notícias sobre o assunto &#8211; chegada da Amazon, etc &#8211; para tirar a ideia da cabeça.</p>
<p>Neste vídeo eu falo sobre: </p>
<ul>
<li> 1. Vantagens do livro digital;</li>
<li> 2. Diferença entre leitores de e-book e tablets para consumo de livros;</li>
<li> 3. Diferença de leitores genéricos e &#8220;proprietários&#8221; como Kindle e Kobo;</li>
<li> 4. Por que prefiro o Kindle;</li>
<li> 5. Vantagens do Kindle para quem estuda e pesquisa.</li>
</ul>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VYAeKPiC9S8?version=3&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VYAeKPiC9S8?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/15/o-livro-se-renova/">O livro se renova</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/02/23/como-escrevi-meu-e-book-e-publiquei-na-amazon/">Como escrevi meu e-book e publiquei na Amazon</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
<p>Acesse a <a href="http://ad.doubleclick.net/clk;261759762;85845762;d;pc=[TPAS_ID]" rel="externo">iStockphoto</a>. O maior banco de imagens royalty free do mundo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>E-books: formatos são embalagens, o valor está no conteúdo</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/12/06/e-books-formatos-sao-embalagens-o-valor-esta-no-conteudo/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/12/06/e-books-formatos-sao-embalagens-o-valor-esta-no-conteudo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 15:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erick Santos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[e-books]]></category>
		<category><![CDATA[e-pub]]></category>
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		<category><![CDATA[kobo]]></category>
		<category><![CDATA[livro digital]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=33236</guid>
		<description><![CDATA[Muito se discute sobre livros impressos ou digitais, quando o importante é disseminar a informação e os conteúdos. E o Brasil tem avançado nessa diversificação de mídias e meios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/12/kindle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-33237" title="modelos de kindle" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/12/kindle.jpg" alt="" width="600" height="354" /></a></h2>
<h2>O formato mp3 e a liberdade de escolha</h2>
<p>Diante de tantas teorias conspiratórias sobre o que significará o advento dos e-books e como isso irá impactar os hábitos de leitura (e de comércio) de nosso país, tendo a ignorar a paranoia e me concentrar em duas coisas: quero saber como proporcionar a experiência de uma leitura agradável dentro do suporte digital e entender a fundo o modelo de negócio da distribuição digital antes de entrar no bonde. Ou no ônibus.</p>
<p>Explico essa coisa de transporte coletivo: já ouvi de grandes empresas que pretendem ser protagonistas do mercado de e-books que ele é como um ônibus que vem em nossa direção. Nós podemos escolher entre estarmos dentro dele ou ficarmos na sua frente e sermos atropelados. Sem entrar no mérito da piada ou da constatação óbvia do que está ocorrendo, o que os editores têm de vantagem é saber o que aconteceu com o mercado da música ao ignorar as tendências.</p>
<p>O surgimento de programas de troca de arquivos como o Napster mostrou que o novo formato da indústria da música seria a liberdade de escolher quais músicas ouvir. Poderíamos fugir dos singles, das músicas de trabalho lançadas com videoclipes, ou dos álbuns que nos obrigavam a engolir faixas sem graça por conta de uma ou outra música de nosso interesse.</p>
<p>A discussão sobre a pirataria ocupou o palco principal, com diversas campanhas sobre como ela destruiria o emprego de quem produzia cultura (algo que também afetou os videogames, os livros acadêmicos etc.). A popularização do formato digital do MP3 mostrou que acima dos fetiches de capas de disco e encartes estava o conteúdo. A música era o elemento mais importante e poderia ser distribuída em pequenos pedaços como uma pizza (metáfora que me agrada mais), não shows completos ou compilações conceituais, mas aos poucos. Nós poderíamos (e já podemos) experimentar um pedaço antes de decidir levar tudo pra casa e correr o risco de se arrepender depois. Foi daí que vieram iniciativas como a da Apple com o iTunes, a loja de música que vendia faixa a faixa por 1 dólar cada, e tocadores de música portáteis como o iPod. Estava provado que havia sim outros caminhos para a distribuição musical do futuro.</p>
<p>O problema é que os detentores dos direitos dos artistas e bandas demoraram muito a entender isso. A resistência que a Apple enfrentou dos editores musicais (as gravadoras), e os casos em que os próprios autores musicais processaram programas como o Napster, mostraram que ninguém queria entender que a distribuição digital facilitaria o acesso e a divulgação de seus conteúdos, e que a tal pirataria (ou o compartilhamento de arquivos) já vinha ajudando muitos artistas a atingirem seus públicos.</p>
<h2>Disponibilidade, outra palavra-chave.</h2>
<p>Acredito que o primeiro passo para pensarmos a edição de conteúdo digital é disponibilizarmos os nossos conteúdos (o que fica impresso no papel e que é o que diferencia os livros de revistas, anotações ou álbuns de figurinhas de prêmios, aqueles com que eu nunca ganhei nada) em todos os locais onde os leitores queiram consumi-los. Então que venham os audiolivros, os eletronicolivros e toda a sorte de alguma-coisa-livros que sirvam para levar os textos a quem quiser lê-los. E é esse o nosso papel como editores e não adianta temermos empréstimos de livros, fotocópias e digitalizações de títulos que nunca foram ao formato digital. Essas reproduções alcançaram mais leitores (o principal intuito de um escritor e de um editor que queira resultados a longo prazo) do que as frágeis e viciadas estruturas de distribuição, que tirando um ou outro varejista mais visionário, ainda se mantêm na era do best-seller.</p>
<p>Isso nos leva ao debate do espaço de exposição. Com pouco espaço e escassos recursos para lidar com muitos fornecedores, os livreiros se concentram naquilo que terá maior potencial comercial, um retorno mais imediato. No campo das vendas virtuais, esses espaços mudam e as ferramentas de busca passam a ser os olhos do comprador e o bom papo do vendedor, tudo de uma só vez.</p>
<p>Daí a ótima possibilidade que a distribuição digital oferece. Se o conteúdo estiver acessível a cada pessoa que possua um celular, que possua um e-reader com preço acessível ou mesmo um tablet com seus preços nada acessíveis, um autor que acaba de ser publicado tem exposição potencial muito maior que qualquer autor de livraria (mesmo os best-sellers). Afinal são mais de 20 milhões de smartphones no Brasil, apesar do número de tablets e e-readers ainda seja muito menor.</p>
<h2>Livros nas lojas de “1,99”.</h2>
<p>Mesmo que o Brasil possua condições de distribuição e uma base consumidora para livros digitais (pessoas com acesso aos conteúdos digitais, seja por PCs, tablets, celulares, e-readers e, em breve, em videogames) semelhantes à de um mercado maduro com os EUA, o que acontecerá com os autores independentes ou ainda ligados a pequenas editoras?</p>
<p>O sonho eterno é vender muito de uma hora para outra. Para isso, bastaria apenas baixar o preço de um romance para R$ 1,00 e conquistar o maior público possível como Amanda Hocking conseguiu. Acontece que não é tão simples assim. O que aconteceu com ela é o mesmo que acontece com jogadores de futebol que dão certo, são necessárias muitas experiências frustradas para que uma funcione. O preço de um livro não pode ser sempre tão barato que precise vender muito para compensar a produção. Isso fatalmente levaria a produções cada vez menos custosas, autores mal remunerados e todo o potencial da grande distribuição ira pelo ralo. Mas nada impede que autores independentes e pequenas editoras consigam muito mais visibilidade do que o mercado impresso lhes oferece. Só não vale pensar que esse é o segredo, Amanda Hocking deve ter feito algo certo (um bom livro para o seu público leitor, principalmente) senão não conseguiria tanto êxito.</p>
<p>Pensando na divulgação e em conquistar um voto de confiança dos leitores que querem experimentar algo legal sem grandes riscos, criamos a coleção <a href="http://editoradraco.com/contos/" rel="externo"><strong>Contos do Dragão</strong></a>. A estratégia foi mantermos um preço básico de 1 dólar (ou R$ 2,99 no Brasil) e vendermos contos avulsos já publicados em nossas coletâneas e também inéditos. O sucesso da coleção tem mostrado que não há preconceito com o formato entre os brasileiros, e que a disponibilidade, quando unida a uma edição cuidadosa, pode ser a porta de entrada para romances e mesmo para a venda de livros impressos. A própria Amazon sempre martela que a venda de e-books ajuda na venda dos impressos. A única coisa que posso dizer pela experiência real que temos é que ela não atrapalha, só complementa. Os produtos são diferentes e têm sido acessados por públicos diferentes. Quem quiser uma edição para manter em sua estante com carinho irá atrás do papel. O importante é lembrar que <strong>ambos são apenas embalagens diferentes para esse conjunto de palavras e imagens que chamamos de livros.</strong></p>
<h2><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/12/bus.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-33238" title="bus" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/12/bus.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a>A nova relação entre autores e editores</h2>
<p>Dizem que em breve os editores precisarão reforçar (em alguns casos retomar) seu papel de curadores de conteúdo. Outro fator é o consumidor entender a importância de sua participação se quisermos um mercado de literatura de gênero profissionalizado e centrado na criação, não na venda de produtos.</p>
<p>As editoras têm se preocupado com os seus autores best-sellers criando conteúdo para ser publicado diretamente nos grandes varejistas, como a Amazon em seu sistema Kindle Direct Publishing, por exemplo, terceirizando o processo editorial e agindo eles mesmos como autores-editores. Em grande maioria, são autores muito lucrativos, como Dan Brown.</p>
<p>Como editor, quero mesmo que os autores passem a ser mais valorizados em nosso mercado, falando especificamente da literatura de gênero, o meu campo de atuação. Quero poder oferecer adiantamentos e contratos que os permitam ser autores, acima de tudo. Além disso, tenho como visão editorial trazer autores que construam um catálogo variado, pois mesmo quando se trabalha um nicho há muitos caminhos que podemos seguir. Quanto mais rápido deixarmos de ter autores amadores que escrevem nos seus tempos livres para termos profissionais que se dedicam a isso, maior será o conteúdo interessante à disposição de um público que já tem e-readers, celulares, etc. e tem saciado sua fome por coisas legais comprando de fora, em edições de Portugal, em inglês, ou mesmo lendo traduções de fãs.</p>
<h2>Fronteiras cada vez mais tênues</h2>
<p>Por falar em traduções, não existe mais o longínquo sonho de se publicar lá fora. Ele virou uma realidade, é simples. Os profissionais brasileiros serão exportados quando nós quisermos. Em vez de um agente oferecendo nossos conteúdos para outros países em feiras, nós, os editores que apostamos em obras brasileiras, vamos traduzir esses títulos e alcançar todos os mercados do mundo. Virtualmente não há limites, as barreiras físicas foram derrubadas e após um pouco de esforço todos serão lidos por leitores no mundo inteiro. Se não estivermos seguros com nossas traduções, temos ainda os mercados lusófonos na Europa (Portugal), África e Ásia. E nunca podemos esquecer que há brasileiros no mundo inteiro.</p>
<p>O ônibus já chegou e isso implica numa mudança de posicionamento de todo o mercado. Precisamos ter a consciência de que só faremos parte da vida de leitores se produzirmos conteúdo que seja acima de tudo bem editado e honesto. A fórmula da sobrevivência é possuir uma produção constante e regular, e que possua qualidade na mesma medida, pois uma reputação que se constrói durante anos se destrói bem mais rápido.</p>
<p>Todos estão otimistas com o Brasil. Ouvi uma americana dizer que o Brasil é o lugar para se estar, por conta de nossa economia emergente e do momento dentro do contexto mundial. Os e-books aumentarão muito o nosso alcance, sim. Venderemos para todo o mundo, traduziremos as nossas obras diretamente e alcançaremos públicos nunca imaginados. Mas precisaremos entender todos os novos trâmites de distribuição, aqui dentro e lá fora, e oferecer e-books tão bons de ler quanto os livros impressos, sem perder de vista os preços adequados para uma cadeia de produção remunerada adequadamente. Essas são algumas das paradas do ônibus e, sem oba-oba, acho que ele pode nos levar a passeios novos e interessantes.</p>
<p>Publicado originalmente no blog <a href="http://paginasnoturnas.wordpress.com/2012/06/15/e-books-no-brasil-o-livro-do-futuro-e-o-conteudo/" rel="externo">Páginas Noturnas</a>. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/15/o-momento-pos-convergente-dos-livros-digitais/">O momento pós convergente dos livros digitais</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/27/e-books-vieram-para-ajudar-na-disseminacao-do-conhecimento/">E-books vieram para ajudar na disseminação do conhecimento</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/30/o-dia-do-escritor-e-o-sonho-do-mercado-editorial/">O dia do escritor e o sonho do mercado editorial</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O sucesso das empresas 2.0 depende das mídias sociais</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/13/o-sucesso-das-empresas-2-0-depende-das-midias-sociais/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/13/o-sucesso-das-empresas-2-0-depende-das-midias-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2012 16:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Webinsider</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Indicamos um livro que relata aspectos práticos e teóricos para desenvolvimento de negócios por meio das mídias sociais e mostra melhores práticas comprovadas pelo mercado para uso empresarial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/livro_midias_sociais.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-32630" title="Monitoramento e métricas de Mídias Sociais: do estagiário ao CEO" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/livro_midias_sociais.jpg" alt="" width="210" height="265" /></a>Para se manterem competitivas e na vanguarda das suas áreas de atuação, as empresas precisam monitorar e ter uma gestão eficiente das mídias sociais.</p>
<p>E foi dessa necessidade que o <a href="http://www.scup.com/pt/" rel="externo">Scup</a> lançou o livro <em>“Monitoramento e Métricas de Mídias Sociais: do estagiário ao CEO”</em><em>, </em>produzido pela DVS Editora, um guia prático para toda a empresa aprender a usar as redes de forma estratégica e eficiente. O livro propõe uma metodologia de trabalho e análises completas nas redes sociais e tem como objetivo disseminar as melhores práticas deste universo, para todos os profissionais que atuam ou se interessam pelo tema. A publicação é de autoria de Diego Monteiro e Ricardo Azarite, especialistas em social media.</p>
<p>Este livro tem dois papéis. O primeiro, focado em gestão e negócios, é revelar a importância do monitoramento de mídias sociais para profissionais de qualquer área e posição. O segundo, focado em aspectos do dia a dia, é apresentar uma metodologia útil para quem trabalha com mídias sociais, tirando estratégias do papel.</p>
<p>“As informações provenientes das redes são extremamente relevantes para todas as áreas e níveis hierárquicos das organizações. Devem dominá-la os profissionais de marketing, recursos humanos, logística, atendimento ao consumidor entre outros. Isso porque uma informação coletada na rede pode ser útil, de maneiras diferentes, a todos os setores de uma organização”, afirma Diego Monteiro, cofundador do Scup e coautor da publicação.</p>
<p>A publicação é dividida em duas partes &#8211; aspecto de negócios e aspecto técnico de monitoramento e métricas. A primeira revela a importância do monitoramento e detalha as etapas e dificuldades de uma empresa que deseja dialogar com os clientes no mundo digital. A todo o momento, o debate é ilustrado por depoimentos de profissionais da área que atuam em instituições como Vivo, Philips, Grupo Fleury, FAAP e outras.</p>
<p>“Percebemos que as empresas contratavam a nossa plataforma, mas não sabiam a melhor maneira de usar a ferramenta e de analisar o comportamento colhido de acordo com os dados provenientes do monitoramento. Tudo o que a ferramenta proporciona deve ser utilizado a favor do desenvolvimento da organização, e, por isso, usamos as histórias desses clientes para contar os problemas e as soluções”, analisa Monteiro.</p>
<p>A partir desse cenário, os autores unem os pontos até chegarem à metodologia de trabalho chamada SMC (Social Media Cycle), apresentada no livro e que caracteriza a ideia do Scup de atrelar estratégia à rotina diária de mensuração de resultados. “Queremos que todo o mercado esteja conectado, trocando informações e crescendo juntos. A metodologia basicamente une informações e experiências para alavancar o padrão de monitoramento de redes sociais”, explica Monteiro.</p>
<p>A obra reúne depoimentos e casos reais de grandes clientes da empresa, com tabelas, gráficos e números e outras informações e análises de grande relevância para as áreas de Business Intelligence e CRM. Ainda, traz direcionamentos e dicas para a prática do SAC 2.0, atividade cada vez mais adotada por empresas de todos os segmentos.</p>
<h2>Sobre o livro</h2>
<p><strong>Monitoramento e métricas de Mídias Sociais: do estagiário ao CEO<br />
Autores: </strong>Diego Monteiro e Ricardo Azarite<br />
<strong>Editora:</strong> DVS Editora<br />
<strong>Páginas:</strong> 216<strong><br />
ISBN:</strong> 978-85-88329-81-2<br />
<strong>Preço:</strong> R$ 45,00</p>
<p><strong>Link do livro na editora: </strong><a href="http://www.dvseditora.com.br/lancamentos/midias-sociais.html" rel="externo">www.dvseditora.com.br/lancamentos/midias-sociais.html</a></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/04/as-midias-sociais-aumentam-a-competitividade-do-seu-negocio/">As mídias sociais aumentam a competitividade do seu negócio</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/19/a-profissionalizacao-da-social-media/">A profissionalização da social media</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/17/tendencias-na-web-2012-e-o-ano-da-social-media/">Tendências na web: 2012 é o ano da social media</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Da literatura fantástica às soluções estratégicas</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/08/da-literatura-fantastica-as-solucoes-estrategicas/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/08/da-literatura-fantastica-as-solucoes-estrategicas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 17:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Kasse</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mensagem]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[produção de conteúdo]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrever uma boa história e realizar um projeto de planejamento estratégico da informação com excelência exigem técnicas e aplicações muito semelhantes para o seu desenvolvimento. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou um profissional cuja carreira segue duas vertentes: a da análise de conteúdos, edição e planejamento estratégico da informação e a da literatura.</p>
<p>Pode parecer dois perfis muito distintos, entretanto, não são.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/08/o_andarilho_das_sombras.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/08/o_andarilho_das_sombras-200x300.jpg" alt="O Andarilho das Sombras - Eduardo Kasse" title="O Andarilho das Sombras" width="200" height="300" class="alignright size-medium wp-image-30123" style="float:right; margin-left:10px; margin-bottom:10px;" /></a>Quando crio uma história, um conto ou um romance como o meu livro <strong><em><a href="http://eduardokasse.com.br/index.php?acao=livros" rel="externo">O Andarilho das Sombras</a></em></strong>, preciso estruturar um planejamento dos cenários, das personagens e da “mensagem” que eu desejo passar. Para isso eu estudo fatos históricos, características físicas, como a aparência de cada um, cronologia, etc. Somente dessa maneira a narrativa fica concisa e fluente.</p>
<p>No planejamento estratégico da informação é a mesma coisa. Para criar uma solução de qualidade é preciso conhecer e entender muito bem diversas características como:</p>
<ul>
<li>Público-alvo;</li>
<li>Produtos, serviços ou mensagem a ser divulgada;</li>
<li>Expectativas e necessidades do cliente;</li>
<li>Expectativas e necessidades do cliente do cliente;</li>
<li>Diferenciais competitivos;</li>
<li>Pontos fortes e fracos;</li>
<li>Mercado e cenários econômicos;</li>
<li>Abrangência;</li>
<li>Tipos de mídias envolvidas;</li>
<li>Projeto de interação;</li>
<li>Concorrentes;</li>
<li>Parceiros, etc.</li>
</ul>
<p>Ou seja, somente com essa análise detalhada é possível criar um conteúdo que – <em>apesar do termo já estar batido</em> – realmente agregue valor.</p>
<p>Não são raras as vezes que pegamos textos, informes, releases e até mesmo institucionais de empresas que parecem colchas de retalhos, remendados com informações parciais, ao invés de seguir uma sequência informativa adequada.</p>
<p>Por isso, criar conteúdos está muito além so simples &#8220;sair digitando&#8221;.</p>
<h2>A abstração da fantasia aplicada ao cotidiano</h2>
<p>Para trabalhar com literatura é preciso unir uma <strong>redação impecável + criatividade + pesquisas + imaginação</strong>.</p>
<p>Para uma solução estratégica também é preciso projetar muito bem esses quatro pontos.</p>
<p>Mas, muitos vão dizer: onde entra a imaginação em um trabalho que está totalmente focado no “mundo real”?</p>
<p>Ela é altamente necessária, pois vivemos uma época de transição, ou seja, mesmo com todos os indicadores quantitativos e qualitativos, está cada vez mais complicado definir adequadamente quais serão os cenários futuros.</p>
<p>Por isso, a imaginação pode ajudar a pensar em panoramas diversos, seja para o “Plano A” ou para os “Planos B, C, D&#8230;”, enfim, quanto mais ângulos de visão, maiores as chances de acerto, ou mesmo, de criar alternativas.</p>
<p>É isso aí! <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/03/escritores-e-o-mundo-digital-uma-simbiose-que-da-certo/">Escritores e o mundo digital, uma simbiose que dá certo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/05/04/a-economia-criativa-e-boa-para-os-profissionais-da-informacao/">A economia criativa é boa para o profissional da informação</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/02/28/seja-um-atirador-de-elite-na-hora-de-produzir-conteudo/">Seja um atirador de elite na hora de produzir conteúdo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/02/09/quem-deve-criar-conteudo-para-sites-e-blogs-corporativos/">Quem deve criar conteúdo para sites e blogs corporativos?</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Processo, de Kafka, na organização das empresas</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/06/o-processo-de-kafka-na-organizacao-das-empresas/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/06/o-processo-de-kafka-na-organizacao-das-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 01:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda organização, pública ou privada,  cujo poder jorra torrencialmente de forma unidirecional, geralmente no sentido descendente, é kafkaniana por excelência. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/08/kafka_2.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/08/kafka_2-221x300.jpg" alt="" title="kafka_2" width="221" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-30057" /></a>Um dos livros mais angustiantes que já li foi <strong>O Processo</strong>, de Franz Kafka (1883-1924). É um pesadelo acordado.  Nessa obra, o personagem Joseph K. é acusado de um crime que ignora, julgado e condenado arbitrariamente.  </p>
<p>Aliás, Kafka tinha uma obsessão:  retratar personagens vítimas das circunstâncias ou de sistemas despóticos de poder.  </p>
<p>Em a <strong>Metamorfose</strong>, outro exemplo, o protagonista Gregor Samsa simplesmente desperta transformado em um grande inseto.</p>
<p>Kafka é tido como um dos autores mais influentes da literatura ocidental.  No entanto (os críticos que me perdoem a audácia), a influência deste celibatário escritor não foi mapeada em toda a sua extensão. </p>
<p>Essa interferência transcende os limites fantasiosos dos livros. </p>
<p>O modelo kafkaniano de status quo foi adotado e perpetuado pela sociedade, tendo se infiltrado, inclusive, nas células familiares e mitocôndrias organizacionais.</p>
<p>Toda organização, pública ou privada,  cujo poder jorra torrencialmente de forma unidirecional, geralmente no sentido descendente, é kafkaniana por excelência. </p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/08/franz-kafka.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/08/franz-kafka-150x150.jpg" alt="" title="franz-kafka" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-30058" /></a>Empresas e instituições, que tomam decisões arbitrárias, ignoram o diálogo e o direito à defesa em seus processos diversos, na relação com os mais variados stakeholders, emulam com maestria a obra desse escritor germânico,  consciente ou inconscientemente, todos os dias.</p>
<p>Basta olhar ao redor. Os exemplos pululam como pipocas no microondas.</p>
<p>Não estranhe se um dia acordar com &#8220;um dorso duro e inúmeras patas&#8221;. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/08/01/as-pessoas-juridicas-fariam-melhor-se-agissem-como-pessoas-fisicas/">As empresas fariam melhor se agissem como pessoas físicas</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/27/quando-foi-que-voce-parou-de-sonhar/">Quando foi que você parou de sonhar?</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O dia do escritor e o sonho do mercado editorial</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/07/30/o-dia-do-escritor-e-o-sonho-do-mercado-editorial/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/07/30/o-dia-do-escritor-e-o-sonho-do-mercado-editorial/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 16:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[e-books]]></category>
		<category><![CDATA[escritores]]></category>
		<category><![CDATA[Kindle]]></category>
		<category><![CDATA[livro digital]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=29787</guid>
		<description><![CDATA[A produção literária nacional tem tido pouco crescimento e dois fatos ainda atrapalham muito a evolução do mercado: o brasileiro lê pouco e poucos autores têm qualidade e diferenciais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comemoramos no último dia 25 o Dia do Escritor. Bom, comemorar talvez não seja bem o termo, ao menos aqui no Brasil. A despeito do advento de novas formas para a distribuição de conteúdo escrito, a vida para quem quer publicar um livro por aqui continua árdua. Apesar do e-book, dos PDFs, livros publicados em blogs e outras inovações, lançar o seu próprio trabalho é um desafio. As novas formas para produção e consumo de livros facilitaram em muitos aspectos o processo de publicação e, de certa forma, baratearam alguns custos. Mas até mesmo pela baixa penetração que estes novos formatos possuem no mercado nacional, sentir-se escritor ainda passa pelo lançamento de um trabalho pelas vias tradicionais.</p>
<p>Quando comecei a colaborar com o Webinsider, lá pelo ano de 2010, um dos meus primeiros artigos tratou sobre o mercado editorial. Naquela época, a grande coqueluche do momento eram os tablets e e-readers. Os entusiastas das novas tecnologias acreditavam que seria o fim do “terrível império” das editoras, que sumariamente destruíam os sonhos dos ingênuos autores que ousavam enviar um original para avaliação.</p>
<p>Passados dois anos, pouca coisa mudou. O mercado de e-books e e-readers avançou, embora não tenha se consolidado por aqui, mas o resultado final continua pouco atrativo. O mercado editorial, como um todo, também não avançou. E as razões continuam as mesmas: seja livro de papel ou digital, o problema está no consumo: o brasileiro lê pouco. Logo, não há como um negócio se desenvolver sem que haja demanda também em desenvolvimento para tal.</p>
<h2><strong>Estatísticas tristes</strong></h2>
<p>Os números não mentem.  Foi divulgada no início de julho uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe/USP) sob encomenda do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel). Os resultados, embora positivos, ainda mostram o quanto estamos deficientes no quesito leitura.</p>
<p>Os dados mostram que em 2011, foram comercializados 469,5 milhões de livros, o que representa um aumento de 7,2% em relação ao ano anterior. Porém, o próprio sindicado admite que esta balança positiva foi alavancada por compras de livros técnicos e profissionalizantes pelo governo.  O crescimento de vendas diretamente ao consumidor cresceu tímidos 3,02%. Na prática, foi registrado um resultado praticamente idêntico ao de 2010. Levando em conta que pesquisas anteriores (2008) apontam que o brasileiro lê em média 1,3 livro por ano, podemos deduzir que este índice não sofreu grandes alterações. Talvez tenha até piorado. Em relação aos e-books, sua participação permanece tímida. A função principal dos tablets ainda é jogar Angry Birds e acessar o Facebook.</p>
<h2>E o autor, o que tem com isso?</h2>
<p>O livro é caro porque as pessoas leem pouco ou as pessoas leem pouco por que o livro é caro? Ambas as alternativas estão corretas, mas olhando para questões culturais e históricas do nosso povo, é bem mais razoável aceitar que o preço de livro é mais consequência que causa.</p>
<p>A lógica é simples: população com baixo nível educacional, que lê pouco. Livros em baixa tiragem são bem mais caros de se produzir, sem falar na cadeia de distribuição que reduz consideravelmente a margem das editoras (conforme expliquei em artigo anterior). E como o mercado não é aquecido (pouca gente lendo), as editoras são obrigadas a selecionar muito bem o que será publicado. Existem modelos alternativos de sucesso, como a produção sob demanda da Multifoco, empresa cuja criação e desenvolvimento eu tive o prazer de acompanhar diretamente ou de mercados de nicho como o do portal Jovem Nerd, que vem lançando títulos de sucesso e campeões de venda sem depender do modelo e dos canais de distribuição <em>mainstream</em>. Mas estes ainda são uma exceção à regra.</p>
<p>Aliás, ouso dizer que a dificuldade dos autores em publicar se reflete em um obstáculo anterior, que é o das editoras e seus editores encontrarem trabalhos que realmente possuam potencial e qualidade para se tornarem livros viáveis comercialmente.</p>
<p>Boa parte dos originais que chegam às editoras, infelizmente, não atende aos padrões mínimos de qualidade para serem publicados. Tenho passagem por três empresas do ramo e afirmo que, se ainda assim, não abríssemos brechas, concessões e colocássemos os nossos revisores e editores para trabalhar pesado, mais da metade dos títulos não poderiam estar nas prateleiras, pois chegam às editoras em condições “textuais” impublicáveis.</p>
<p>Dessa forma, existe uma cadeia que não se completa em dois momentos: o primeiro é o momento da venda do livro, pois o consumo é baixo, independente do formato. O outro ponto de estrangulamento é o da própria escassez de bons autores com trabalhos que tenham potencial para ingressar e obter sucesso neste mercado tão fechado.</p>
<p>Poucas pessoas estão funcionais e dispostas a produzir. Deste seleto time, temos que considerar uma parcela (significativa) de equivocados: pelas deficiências educacionais e pelo baixo índice de leitura, escrevem terrivelmente mal. Ou seja, do grupo de brasileiros que se pretende escritor, podemos arriscar que 90% não possui qualificação técnica para a função (e me refiro unicamente a saber escrever em bom português). Dos felizardos que, seja por sorte ou por esforço próprio, conseguiram aprender a escrever, um grupo ainda menor produzirá textos que realmente serão do agrado do grande público.</p>
<p>Estes são dois “gargalos” que comprometem um crescimento mais significativo do mercado editorial brasileiro.  E não me perguntem sobre uma solução, pois não tenho. Acredito que um dos caminhos está na busca de modelos alternativos de produção e distribuição. Mas de qualquer forma, enquanto o consumo de livros for baixo, será difícil publicar. Como atitude preventiva, da próxima vez que alguém lhe disser que gostaria de publicar um livro, replique de imediato: e se você começar lendo um livro? <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/03/escritores-e-o-mundo-digital-uma-simbiose-que-da-certo/">Escritores e o mundo digital, uma simbiose que dá certo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/20/e-books-o-brasileiro-ja-aderiu-a-essa-interface/">O livro se renova</a></li>
<li><a href="webinsider.uol.com.br/2012/04/15/o-livro-se-renova/">A boa recomendação é a melhor propaganda</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O momento pós convergente dos livros digitais</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/07/15/o-momento-pos-convergente-dos-livros-digitais/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 00:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo F B Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade, AI, UX]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura da informação]]></category>
		<category><![CDATA[e-books]]></category>
		<category><![CDATA[interfaces]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[storytelling]]></category>

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		<description><![CDATA[O e-book ganha identidade e começa a ampliar as capacidades do livro. O modelo comercial tende a ser a oferta de aplicativos freemium em tablets, onde se pode comprar expansões facilmente.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A mídia é uma forma de modular a experiência humana. No nascimento de uma nova mídia, como o tablet, há um primeiro momento onde as mídias já existentes convergem como conteúdo. Ao permitir uma experiência única com a informação, uma modulação que não existe nas mídias predecessoras, ela ganha identidade e se torna pós convergente.</em><br />
&#8230;</p>
<p>Com um ato que começou na pré-história em pinturas rupestres, seres humanos vêm continuamente buscando novas formas de contar suas experiências e se comunicar. Livros, rádio, televisão, internet, cada nova mídia canibaliza a anterior e agrega para si o conteúdo, mas apresenta algo de novo. </p>
<p>O livro digital surgiu oferecendo pouco: mais leves e mais baratos (uma vez que você compre o aparelho que o comporta). Atualmente, passa por uma crise de identidade, afinal, <a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/10/24/livros-o-pirata-o-e-book-e-o-livro-aplicativo/">o que é um e-book</a>? </p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/alice.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/alice-225x300.jpg" alt="" title="alice" width="225" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-29418" /></a>É uma mera convergência de mídia, substituindo o papel por um monitor? O livro &#8220;<a href="http://itunes.apple.com/us/app/alice-for-the-ipad/id354537426" rel="externo">Alice for the iPad</a>&#8221; da <a href="http://www.atomicantelope.com/" rel="externo">Atomic Antelope</a> mudou essa perspectiva: o aplicativo faz a história original de Alice no País das Maravilhas se tornar interativa e reativa na tela do iPad. </p>
<p>É o primeiro caso de <a href="http://www.acva.net.au/blog/detail/seven_theses_on_the_concept_of_post-convergence" rel="externo">pós convergência</a> para os livros digitais, onde a nova mídia é explorada para criar uma experiência impossível nos livros tradicionais (de papel, audíveis ou digitais). </p>
<p>Muitos seguiram a tendência e novos títulos aparecem todos os dias, porém, <a href="http://revolucaoebook.com.br/criador-do-famoso-ebook-de-alice-acha-que-editoras-nao-se-preocupam-com-design/" rel="externo">falta inovação</a>. É um novo momento para a editoração e autoria de livros, onde não bastam mais as palavras.</p>
<p>O recém lançando livro-app nacional &#8220;<a href="http://itunes.apple.com/us/app/fadas/id494620974" rel="externo">Fadas &#8211; O Despertar do Caos</a>&#8220;, do <a href="http://www.bogeybox.com/" rel="externo">estúdio BogeyBox</a>, nasce nesse novo momento. Nele, busca-se oferecer uma experiência imersiva num mundo de fantasia, explorando a narrativa em quatro contextos: a leitura, o mapa, o compendium e as transmissões. </p>
<p>Na leitura, são contados episódios da história, explorando a linearidade do texto tradicional, mesclado a imagens animadas e reativas, incrível trilha, efeitos sonoros e vídeos cinematográficos. No mapa, a narrativa se torna geográfica, espacial, localizada e indexada, é possível entender o contexto onde os episódios acontecem e como se relacionam com o mundo. </p>
<p>O compendium explora a descrição pontual e enciclopédica: artigos com foco em determinada cidade, personagem ou raça expandem o conteúdo sensível do universo, permitindo um acesso minucioso aos conceitos apresentados. Por último, no contexto Transmissões, a perspectiva social da história é explorada, os leitores podem se conectar pelo Facebook e comentar, supor, falar com os autores, criticar e receber novas informações.</p>
<p>A narrativa é expansível, pois novos capítulos e histórias paralelas podem ser acrescentados. Apostando no modelo de negócio &#8220;freemium&#8221;, o prólogo do livro-app é oferecido de forma gratuita, novos capítulos e conteúdo adicional serão oferecidos para venda na forma de in-app purchases a preços baixos. Esse modelo é <a href="http://macmagazine.com.br/2012/01/18/isuppli-confirma-a-tendencia-modelo-freemium-e-o-mais-lucrativo-e-vai-dominar-as-lojas-de-apps/" rel="externo">eficaz</a> atualmente e permite que o usuário entenda o que é oferecido e se interesse pelo universo, tendo mais facilidade na hora de investir nessa forma de entretenimento.</p>
<p>Hoje, as pessoas pensam de modo diferente, a própria tentativa de se lembrar de algo é interrompida por uma vontade imediata de buscar palavras-chave no Google. Nossa forma de interagir com a informação se tornou rápida e multi-dimensional: um estudo não se começa com um bom livro-referência, pela introdução, mas com uma pesquisa na Wikipédia, vídeos relacionados no Youtube e o que dizem sobre isso no Facebook ou Twitter. </p>
<p>Comunicar-se com pessoas acostumadas com isso é então uma tarefa fundamentalmente diferente da que se tinha com os livros de papel: o novo livro deve permitir diversos caminhos e formas de informação e criar a imersão não só com palavras encadeadas, mas também abusando de ilustração, som, vídeo e interatividade. </p>
<p>Gamification se torna importante como forma de incentivo à leitura, tornando-a divertida e criando expectativa para os futuros desdobramentos. A integração com as redes sociais torna o livro passível de existir plenamente no contexto onde ele é discutido. </p>
<p>Essa nova plataforma, o tablet, abre possibilidades para que se comunique idéias de uma forma mais ampla que texto puro. Livros são feitos para criar um foco de nossa atenção compartilhada e aprofundar nosso entendimento do mundo e um do outro, não há nada de sagrado na impressão. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/02/15/conhece-a-revista-orsai/">Conhece a revista Orsai?</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/15/o-livro-se-renova/">O livro se renova</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/03/escritores-e-o-mundo-digital-uma-simbiose-que-da-certo/">Escritores e o mundo digital, uma simbiose que dá certo</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/12/livros-digitais-agora-sim-um-produto-interessante/">Livros digitais: agora sim um produto interessante</a></p>
<p>…………………………</p>
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		<title>Escritores e o mundo digital, uma simbiose que dá certo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2012 17:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Tostes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[e-books]]></category>
		<category><![CDATA[escritores]]></category>
		<category><![CDATA[livro digital]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há como negar ou fugir: o sucesso ou o fracasso de um escritor depende intrinsecamente da relação dele com a internet. Portanto, é melhor fazer direito para alcançar os resultados positivos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/caneta1.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/caneta1.jpg" alt="" title="Caneta" width="250" height="195" class="alignleft size-full wp-image-29020" /></a>A revolução está cada vez mais veloz na web e nas telas e, agora, começa a afetar também aqueles que vivem de palavras e papel.</p>
<p>Não dá mais para ficar trancado na torre ou se isolar do mundo. O escritor agora precisa mostrar a cara e interagir.</p>
<p>Gostando ou não, a grande batalha está sendo travada na web. Independente  de credos e ideologias,  esta é a arena dos nossos dias, dos fatos que vão definir nossos futuros e nossas vidas.</p>
<p>Portanto, escritor, escreva a sua história e marque seu espaço na web:</p>
<h2>1. Conecte-se</h2>
<p>É essencial sentar ou digitar num computador, laptop, tablet e até um smartphone. De qualquer forma precisamos estar ligados no que acontece neste universo, para ver e ser visto, ler e ser lido.</p>
<h2>2. Produza</h2>
<p>Digitar é preciso. Aproveite  a vantagem e a possibilidade de  escrever  e gere ideias  e textos onde estiver,  em qualquer lugar a qualquer momento.</p>
<p>Produza desde textos longos à crônicas, posts, comentários, até textos de poucos caracteres no Twitter.</p>
<h2>3. Exponha-se</h2>
<p>Para ficar conhecido você tem que mostrar quem é e o que pensa.  Coloque seus textos em blogs, revistas, websites, escreva  cartas, grave vídeos ou sua voz em podcasts e leituras de sua obra. Na web você está no meio de uma mídia contínua. Crie a sua própria e faça seu público.</p>
<h2>4. Sem intermediários</h2>
<p>Você está só. Quem decide o que fazer da sua vida não são mais as editoras, os agentes literários, as livrarias ou qualquer tipo de intermediário.  Se já encontrou ou está procurando seu público, siga em frente e escute. Cada voz é única e vale por milhões. Com tudo de bom e confuso que vier, o canal a partir de agora é direto. Aceite da mesma forma vaias e aplausos.</p>
<h2>5. Publique-se</h2>
<p>O desafio da distribuição e das vendas continua, mas nunca foi tão fácil publicar. Os meios digitais chegam aos tablets, PCs, Macs,  netbooks, laptops e até celulares de diversas formas. – e-books, e-pubs, PDFs e  os tradicionais livros de papel que podem ser produzidos por demanda  &#8211; em pequenas tiragens.</p>
<p>É a oportunidade de se publicar como nunca se fez antes. Você pode até mostrar a coisa em processo, ouvir opiniões, mudar de ideia, fazer co-criações, enfim, muitas possibilidades.</p>
<h2>6. Divulgação/ Interação</h2>
<p>Na internet  é fundamental  fazer as conexões certas, com pessoas que você conhece, confia,  admira ou reconhece o trabalho.</p>
<p>Monte aos poucos sua própria rede, de contato em contato, trocando, interagindo, sem problemas de tempo, espaço e disponibilidade que costumamos ter.</p>
<p>Construa e aperfeiçoe seu canal próprio de distribuição, que será multiplicado por muitos outros e terá muito valor.</p>
<h2>7. Estratégia</h2>
<p>Todos os itens anteriores dependem de uma linha geral, de um rumo. Isso envolve seus estilos, suas ideias, seus sonhos. Mas quanto mais organizado e focado melhor.</p>
<p>Você pode sobreviver sozinho, mas também pode ser orientado por outras pessoas. Seja como for, nunca passe totalmente o controle.</p>
<p>A decisão final e as grandes decisões devem ser suas.  Na web o tempo é instantâneo e passa ainda mais rápido.</p>
<p>Seja como for, não adie seus planos. Comece de alguma forma, mas faça agora.</p>
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