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	<title>Webinsider &#187; ipad</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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		<title>Webinsider</title>
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	<itunes:author>Webinsider</itunes:author>
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		<title>Quando todas as superfícies serão interfaces</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/06/05/quando-todas-as-superficies-serao-interfaces/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2012 18:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Murer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Dados e processamento na nuvem + conectividade em alta velocidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é nada fácil a tarefa de refletir sobre o futuro quanto o assunto é tecnologia. Os melhores colunistas e pesquisadores procuram fugir do tema, considerando o terreno perigoso e arriscado. De fato, ninguém falava em tablets PCs até a Apple lançar o iPad e ninguém escrevia sobre Cloud Computing até a Amazon colocar no ar sua oferta do serviço. </p>
<p>Mas vou ignorar os riscos e escrever sobre o que acredito ser a próxima onda, capaz de realmente revolucionar a forma como usamos diferentes objetos em nosso cotidiano. Ao contrário de ser um exercício de futurismo, vou basear minha reflexão em alguns dispositivos já em testes e algumas transições tecnológicas em curso, as quais darão suporte para esta inovação. Acredito, estamos nos aproximando de um tempo onde &#8220;todas as superfícies serão interfaces&#8221;.</p>
<h2>O efeito da nuvem</h2>
<p>Para alguns de nós parece trivial escrever alguma coisa e o texto não ficar &#8220;armazenado&#8221; em nosso notebook, tablet ou PC. Usar o Evernote, Twitter ou Facebook é justamente isto. Os dados vão para a nuvem. Mas não só o texto, as fotos ou vídeos estão na nuvem, também o &#8220;aplicativo&#8221; ou software está aos poucos sendo levado para nuvem. Esta transferência do processamento da informação, dos bits e bytes que você está usando para nuvem é parte da nova era da computação, a qual está ajudando a deixar mais leves o hardware que estamos utilizando e em alguns casos fazendo com que o hardware desapareça por completo. </p>
<h2>Conectividade em todo lugar</h2>
<p>Hoje vivemos a era da conectividade global. Está cada vez mais difícil encontrar um lugar onde não exista alguma rede disponível. Redes cada vez mais estáveis e velozes. Com a chegada do 4G, vamos poder deslocar cada vez mais processamento e cálculos para nuvem. Sem dúvida, redes velozes e robustas são peças chave para interfaces mais complexas e inteligentes, com alto grau de interatividade e navegabilidade.  Para os usuários, isto implica em poder realizar mais atividades simultâneas em diferentes formatos: texto, vídeo, áudio, 3D, realidade aumentada e virtual, tudo ao mesmo tempo agora.</p>
<h2>Superfícies interfaces</h2>
<p>Atualmente o que temos são tecnologias computacionais com diferentes tipos de interfaces; entretanto, a chegada dos tablets PCs com a <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/touch-screen/" rel="externo">telas de toque</a> e as pesquisas com interfaces &#8220;projetadas&#8221; aponta para um futuro muito diferente. Vamos agora pensar nos dois pontos citados anteriormente: dados e processamento na nuvem e conectividade em alta velocidade. </p>
<p>Então imagine tecnologias capazes de &#8220;projetar&#8221; uma interface sobre qualquer superfície e mais, processar informações remotamente usando as redes de alta velocidade disponíveis. Isto nos leva a uma nova era, onde de fato qualquer superfície poderá ser uma interface, até mesmo seu corpo. </p>
<p>Neste futuro possível, nada de cardápios nos restaurantes, já que a superfície da mesa irá apresentar o cardápio. Nada de comprar televisores, porque a parede da sua casa será um televisor. Carros poderão ser vendidos sem painel, já que você poderá projetar e customizar o painel de seu interesse e nada de comprar um celular, já que você poderá projetar o teclado na sua própria pele e chamar seu colega. </p>
<p>Finalmente, estou listando abaixo alguns links para esta nova tecnologia, a qual irá mudar radicalmente como nos relacionamos com os objetos de nosso cotidiano.</p>
<p><a href="http://oblong.com/" rel="externo">Oblong</a><br />
<a href="http://research.microsoft.com/en-us/projects/illumishare/default.aspx" rel="externo">Illumishare</a><br />
<a href="http://www.chrisharrison.net/index.php/Research/OmniTouch" rel="externo">OmniTouch</a></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/02/14/seu-corpo-plataforma-hiper-conectada/">Seu corpo plataforma hiper-conectada</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/04/o-carro-do-futuro-nao-vai-ter-motorista/">O carro do futuro não vai ter motorista</a></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que faz aplicativo mobile dar certo e outro não?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/04/12/o-que-faz-aplicativo-mobile-dar-certo-e-outro-nao/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/04/12/o-que-faz-aplicativo-mobile-dar-certo-e-outro-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 02:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Rossini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo mobile]]></category>
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		<category><![CDATA[ipad]]></category>
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		<category><![CDATA[smartphone]]></category>

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		<description><![CDATA[O imponderável também atua para o sucesso (ou não) de um aplicativo, mas de qualquer forma há três palavras-chave para que isso aconteça: que seja inédito, útil e divertido. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Du.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Du-111x300.jpg" alt="" title="Du" width="111" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-26411" /></a>Com uma quantidade tão grande de aplicativos disponíveis, umas das principais perguntas que nos fazemos quando vamos criar um projeto mobile, sendo empresa, produtora ou freelancer, é: “Mas como vou conseguir fazer esse negócio dar certo? Como vou fazer com que os usuários baixem meu aplicativo?”</p>
<p>Bom, sou interaction designer e professor dos cursos de design mobile no <a href="http://iai.art.br/" rel="externo">iai</a> e vou tentar passar um pouco da minha experiência para todos os que pretendem criar um app e também tentar responder essas perguntas.</p>
<p>Para começar temos que pensar que desenvolver um projeto mobile envolve uma grande quantidade de horas, ou seja, dinheiro. Então minha primeira dica é: gaste uma boa (ótima) parte desse tempo em pré-produção, que seria basicamente o planejamento de ideias, estrutura e design.</p>
<p>A parte da programação em si, geralmente, é a mais cara do projeto e a que leva mais horas. Mas a história é que, não importa se você tem um código extremamente complexo, que, sei lá, frite um ovo a distância. Se não for algo interessante, fácil de usar, ou até mesmo bonito, o usuário não vai comprar seu aplicativo e você perdeu muito dinheiro no processo.</p>
<p>Portanto, pense nessas três palavras: ideia, estrutura e design. São elas que vão tornar seu aplicativo algo ruim, médio, bom ou maravilhoso. Mas por quê?</p>
<p>Vamos começar pelas ideias! Parece óbvio que você tem que ter ótimas ideias para fazer um aplicativo legal, mas a verdade é que isso não está tão claro ainda na cabeça das pessoas. Isso porque a ideia de ter um aplicativo mobile é algo relativamente novo e quando boa parte das empresas pensa em entrar nesse mundo, a primeira ideia é colocar a web no smartphone, ou seja, basicamente transformar o site atual que eles têm em um app.</p>
<p>Trata-se de uma ideia totalmente errada, pois para isso existem os browsers nos aparelhos, que por sinal funcionam deveras bem.</p>
<p>Para entender como ter as ideias certas para um aplicativo, é necessário entender antes o que é um aplicativo e o que é um smartphone, seja iOS, Android, Windows Phone ou Blackberry. Simples assim!</p>
<p>A primeira coisa que você, que entrou nessa área, tem que entender é: um aplicativo é um software, um programa de computador assim como o que você tem no seu desktop. A diferença é que existem limitações para esse software no smartphone (capacidade de hardware, tamanho de tela, limitações do sistema operacional), assim como também existem vantagens, grandes vantagens.</p>
<p>E é justamente em cima dessas vantagens que você tem que se apegar nas horas de brainstorm do seu novo projeto.</p>
<h2>Explore as vantagens</h2>
<p>Mas quais são essas vantagens? Primeiro, o smartphone está no bolso da pessoa, em qualquer lugar, a qualquer hora, no trânsito, no trabalho, na cama ou até no banheiro. Abuse dessa vantagem, mostre algo que só a mobilidade pode oferecer.</p>
<p>Uma vantagem que passa despercebida é o fato de que esses aparelhos são pessoais, ou seja, o aplicativo também é da pessoa, e estando dentro do smartphone dela você pode interagir diretamente com ela. Por exemplo, o usuário pode interagir com outras pessoas. E não qualquer pessoa, mas com os contatos dele, sejam amigos ou familiares, o que torna sua relação com o aparelho ainda mais estreita. Ele pode personalizar a home com o que acha interessante, pode utilizar as fotos que tirou, ou até mesmo tirar novas fotos.</p>
<p>Se ele está em São Paulo, por que interessa a ele saber dos restaurantes de Manaus? O aplicativo pode saber a posição geográfica do usuário &#8211; utilize isso, mostre ao seu cliente (sim, agora ele também é seu cliente) o que é interessante a ele! Quer coisa mais legal que isso, eu ter um aplicativo especialmente para mim?</p>
<p>Agora junte essas vantagens com a ideia genial! Sim, com essa concorrência você tem que ter um conjunto de ideias geniais ~hehe~.</p>
<p>Eu tenho três palavras-chave que eu costumo dizer no curso, são elas: inédito, útil e divertido.</p>
<h2>O inédito</h2>
<p>Devido à enorme diversidade, é bem capaz que você encontre o que estiver procurando em uma das lojas de aplicativos. Então torne seu aplicativo único, insira ideias novas, coisas que só ele pode fazer. </p>
<p>Às vezes algo único no aplicativo, por mais simples que seja, é o que vai fazer ele dar certo.<br />
Existem diversos exemplos desse tipo de solução, um deles é o iBeer, um dos primeiros apps a vender mais de um milhão de cópias, a 1 dólar, ou seja, quem o publicou ficou milionário. </p>
<p>Para quem não conhece o iBeer, o que ele faz é simplesmente encher seu iPhone de cerveja. Você vira o aparelho, a cerveja desce como se estivesse sendo bebida, e ouve-se um barulho de arroto no fim. Acabou. É isso e o cara ficou milionário! Mas por que? É viral, as pessoas mostram aos amigos &#8211; “Olha esse negócio que legal! hahahaha”. </p>
<p>Por mais lúdica que seja a ideia, é o que faz as pessoas falarem “Nossa, nunca tinha visto isso antes”. E isso por si já é uma grande ideia, ser único.</p>
<p>Agora você me diz, “Mas como vou colocar uma feature idiota dessas no aplicativo sério, institucional que estou fazendo?”. Não é ser algo idiota, é simplesmente ser algo único, algo que só seu aplicativo faz entre seus concorrentes, uma funcionalidade simplesmente diferente.</p>
<h2>O útil</h2>
<p>É a funcionalidade que faz as pessoas precisarem do seu aplicativo, e principalmente o manterem no device. </p>
<p>As pessoas cansam muito rápido das coisas e fazer algo que a pessoa venha a utilizar frequentemente, ou ocasionalmente, é dar o motivo para que ela não queira deletar aquele conteúdo. Um exemplo banal: um aplicativo médico que gerencia as consultas do usuário, avisa quando você tem que voltar ao médico, quais exames levar, endereço e telefone. A pessoa vai utilizá-lo uma, duas vezes por ano, mas ela sabe que vai precisar daquilo, portanto, não vai se livrar tão facil do programa.</p>
<p>E sabe o que é legal nisso? Um aplicativo é uma forma de publicidade única, isso porque o usuário escolhe consumir essa publicidade, ele que baixou o app. Ou seja, tornando o projeto útil, você dá um motivo a mais pro usuário se apegar à sua marca, a sua empresa. Sua empresa vai se tornar uma ferramenta para ele e inconscientemente ele se apega a sua empresa. Legal, né?</p>
<h2>O divertido</h2>
<p>É um dos principais fatores de sucesso das app stores. O que seria delas sem jogos? É o que faz o usuário pegar o smartphone nas horas vagas, para passar o tempo e esfriar a cabeça. E você dar ao usuário essa oportunidade é uma grande receita de sucesso, é o motivo para que ele baixe e goste do app. As vezes pode ser o tempero que falta, o que vai fazer o negócio explodir.</p>
<p>Porém tem um porém ~hehe~: desenvolver um jogo é algo complicado, que demanda muito mais tempo e dinheiro, tanto de desenvolvimento, quanto de planejamento. Ou seja, se você errar na tacada, o tiro sai pela culatra.</p>
<p>Mas divertido não quer dizer apenas isso, quer dizer o prazer que o usuário pode ter em navegar no seu aplicativo. É aquela estrutura legal, fácil, aquela forma de falar que torna o negócio divertido e agradável. É tornar seu projeto sinônimo de interatividade!</p>
<p>Se eu tivesse que escolher uma palavra para definir o que é um aplicativo, eu diria interatividade. </p>
<p>Pense comigo, o usuário não quer saber mais sobre a sua empresa, ele quer seu aplicativo por algum motivo especial. Ele não quer ler, ele quer fazer. Vou repetir, ele não quer ler, ele quer fazer! Igual a uma criança quando pega o iPad e fica passando o dedo e apertando e girando e mexendo, é assim que seu usuário tem que se sentir, uma criança brincando com o brinquedo. Divertido.</p>
<p>E mais do que qualquer ideia linda, se seu aplicativo for difícil, não tem dinheiro no mundo que o faça dar certo. Mas já que ficou muito extenso, deixa a continuação para um próximo post. O objetivo com esses textos é traçar o caminho inteiro da projeção de um novo aplicativo, desde o mundo das ideias, passando por estrutura, apresentação para cliente, arquitetura, fluxograma, design mobile e regras de interface dos devices. Até lá! <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>De Gutenberg a Zukerberg, pouca coisa mudou</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/04/11/de-gutenberg-a-zukerberg-pouca-coisa-mudou/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 23:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Sant'Iago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Mas é um iPad, não é um computador...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Desliguem seus aparelhos eletrônicos, computadores, pagers, videogames”. Mas nada sobre iPad, o que levou uma senhora a tecer este comentário do subtítulo acima. Ouvi a frase em um vôo internacional, coincidentemente ou não, quando estava a caminho de um evento de inovação na Suíça, o <strong>Lift 2012</strong>.</p>
<p>(Pagers. Quem hoje em dia ainda anda com um pager?)</p>
<p>Apesar de todos os discursos de que os tablets vão substituir os computadores, pessoas como a minha colega de vôo ainda os enxergam como coisas diferentes. Aliás, o pessoal da segurança dos aeroportos também, afinal você precisa tirar o notebook de sua mochila para o raio-X, mas o iPad não.</p>
<p>É um conceito interessante este de inovação. O que é inovação? Social media é inovação? </p>
<p>“Sim, mudou a forma das pessoas se relacionarem, entre si e com empresas. Mas não consigo ficar atualizado com todo o que acontece, ainda mais com o conteúdo gerado pelas pessoas via Twitter e Facebook, principalmente” você pode dizer.</p>
<p>Essa é uma grandes queixas hoje em dia: “<em>information overload</em>”.</p>
<p>E se eu te disser que este problema existe desde sempre e gente como Platão reclamava, em 370 antes de Cristo, que “Nossa habilidade em escrever nos impedirá de lembrar de tudo” ou então Seneca, um dos mais célebres advogados e filósofos do Império Romano, que afirmou “a abundância de livros é uma distração”. Uau!</p>
<p>Anais Saint Jude, diretora do BiblioTech Program na Universidade de Stanford, fez uma <a href="http://videos.liftconference.com/video/4622173/perspective-on-information" rel="externo">brilhante apresentação no Lift</a>, com o título “From Gutenberg To Zuckerberg” e mostrou que não é de hoje que a humanidade sofre com o excesso de informação. E também que o fenômeno das redes sociais vem de muito antes do experimento dos seis graus de separação, de Milgram. </p>
<p>O século 17, com suas diversas inovações, como a descoberta da América, as teorias de Copérnico e principalmente o surgimento da prensa de Gutenberg, trouxe uma troca de informações comparável ao que vivenciamos hoje. Claro, entre os séculos 14 e 17 era a troca de correspondências entre mercadores de Veneza até os Iluministas franceses, que cumpriam o papel do Twitter e Facebook, ao trazer notícias em informações em “tempo real. </p>
<p>Qual a última coisa que você faz quando acorda? Se for como eu, é pegar o celular ou o iPad e checar o Twitter e Facebook. Novidade? Que nada, Voltaire já acordava ditando cartas, como podemos comprovar na famosa pintura “<a href="http://www.superstock.com/preview.asp?cart=&#038;cartx=&#038;cartasp=&#038;imagex=31&#038;searchnum=&#038;pbtop=&#038;pbx=&#038;image=463-4648" rel="externo">Le Lever de Voltaire</a>”.</p>
<p>Mas inovação está em todos os lugares. Até mesmo onde não pensamos. O dinheiro, por exemplo. Até a revolução industrial, o trabalho era algo que não existia. Você gerava recursos para sua própria sobrevivência e trocava, por exemplo, seus vegetais por um porco que iria abater para sua refeição.</p>
<p>Você já ouviu falar de <a href="http://bitcoin.org/" rel="externo">bitcoin</a>? É uma moeda virtual criada em 2009 baseada no conceito de P2P e que até hoje gera muita controvérsia, tendo inclusive sendo combatido nos EUA por senadores e órgãos governamentais. </p>
<p>Adriana Jeffrieis, repórter do The New Yorker Observer, mostrou todos os lados desta controvérsia, que foi capa de revistas como FastCompany e Forbes, além de tema de um episódio recente da séria The Good Wife.</p>
<p>Sem dúvida a internet mudou muito o mundo, mas muitas coisas já estavam por aí, pois fazem parte da natureza humana. Recomendo a vocês acompanhar os <a href="http://videos.liftconference.com/" rel="externo">vídeos da Lift 2012</a> que estão sendo postados no site vídeos.liftconference.com pois tenho certeza que irão curtir, pra usar um termo bem popular. </p>
<p>Se tiver que escolher apenas um para assistir, não perca a apresentação do <a href="http://videos.liftconference.com/video/4668738/the-open-source-satellite" rel="externo">coreano Hojun Song</a>, que construiu um satélite em casa e que irá para o espaço em agosto. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p>Texto publicado na revista <a href="http://www.proxxima.com.br/portal/revista/" rel="externo">ProXXIma</a>.</p>
<p>…………………………</p>
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		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Raspberry Pi</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/03/15/raspberry-pi/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/03/15/raspberry-pi/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 13:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Murer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[hardware]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Raspberry Pi]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[O Raspberry Pi e o novo iPad juntos são o retrato da nova era pós PC.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe algo revolucionário acontecendo no mundo da tecnologia e isto é tão sutil, que não estamos conseguindo perceber. Por outro lado, está bem diante dos nossos olhos, como um belo nascer do Sol numa praia deserta. </p>
<p>Uma semana antes do lançamento do novo iPad, uma organização sem fins lucrativos chamada Raspberry Pi Foundation, lançava um “PC” básico, chamado de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Raspberry_Pi" rel="externo">Raspberry Pi</a>. Sim, ele não tem nada de um “PC” tradicional, é somente uma placa de circuito impresso, simples, bem pequena, mas que faz exatamente tudo que um PC faz, com uma diferença: custa entre US$ 25,00 a US$ 35,00. </p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Raspberry-Pi11.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Raspberry-Pi11-300x224.jpg" alt="" title="Raspberry-Pi11" width="300" height="224" class="alignleft size-medium wp-image-25463" /></a>Semelhante ao bom e velho <a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/03/21/arduino/">Arduíno</a>, a fundação tem como alvo as escolas, que poderão comprar e ensinar computação para seus alunos. </p>
<p>Evidentemente que o alcance do pequeno notável é bem maior do que isso. Uma pausa. </p>
<p>No dia 7 de março, Tim Cook, CEO da Apple, lançou o novo iPad. Um milhão de pixels a mais de resolução (agora com 2048&#215;1536), processador duas core A5X, acesso a rede Wi-Fi 4G, com um valor de saída de US$ 499,00 e claro, o design mais desejado do planeta. </p>
<p>Ao que parece os dois equipamentos são iniciativas completamente diferentes, mas este é o ponto chave. Esta oposição, esta polarização do hardware marca uma nova era na história da computação. </p>
<p>Afinal ambos os equipamentos possuem as características básicas que fundamentaram a computação pessoal: processamento, conectividade, programação e interface (uma ressalva aqui para interface do Raspberry Pi, a qual é rudimentar, baseado em código, mas não deixa de ser uma interface). </p>
<h2>Polarização</h2>
<p>Esta era pós-PC, que podemos chamar de a “era da polarização&#8221;, será marcada por duas plataformas de hardware muito distintas. Uma totalmente aberta, programável, livre de restrições mercadológicas e bem acessível para toda a população e outra para elite, com poder aquisitivo suficiente para experimentar o que existe de melhor e mais sofisticado em termos de aplicativos, games, e-learning e produtividade. </p>
<p>Para aquecer ainda mais nossa discussão, e fundamentar a polarização computacional, segundo o Internet World Stats, somente 32.7% da população mundial possui acesso à internet. Não tenho dúvidas que estamos passando por um momento decisivo, questionando a forma como temos alfabetizados nossos jovens. </p>
<p>Alfabetizar para o futuro significa dar aos jovens não somente o conhecimento das disciplinas clássicas, mas adicionar no curriculum atual uma formação em alguma área computacional. Sem algum tipo de hardware, para dar sustentabilidade a este tipo de ensino, isto é impossível. </p>
<p>O Raspberry Pi tem uma nobre missão pela frente: a de diminuir o abismo que existe no planeta quando o assunto é acesso à internet e conhecimento computacional. Não quero polemizar, mas seria bem interessante se parte do dinheiro que a Apple está ganhando com a venda do novo iPad fosse direcionado para programas de aquisição de Raspberry Pis para comunidades de todo planeta. </p>
<p>Historicamente, Steve Jobs e Steve Wozniak quando começaram a Apple numa garagem, construíram “mais ou menos” um Raspberry Pi.  Fico feliz em pensar que na área de ciências da computação este tipo de “milagre digital” é possível. </p>
<p>Fico feliz em pensar que em alguma comunidade distante da África do Sul ou do Rio de Janeiro, dois jovens estão debruçados sobre um Raspberry Pi, criando a próxima revolução digital. Resta saber qual será o nome da companhia. Framboesa e maçã já estão tomados. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		<title>Tablet para ler jornal&#8230; em 1994</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/03/13/tablet-para-ler-jornal-em-1994/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/03/13/tablet-para-ler-jornal-em-1994/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 23:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Kulpas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[Aparelho poderia ter chegado bem antes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de um aparelho móvel para acessar um jornal já tem 15 anos. O vídeo abaixo mostra um experimento do final de 1994. O vídeo do laboratório da Knight-Ridder era ficção-científica na época.  </p>
<p>Em retrospectiva, o que impediu o surgimento do tablet como hardware de mídia nos anos 90? Limitações tecnológicas? É claro que que os processadores, softwares, elementos de hardware e baterias eram menos avançados, mas em meados dos anos 90 os laptops já estavam na segunda e terceira geração.</p>
<p>Questões sociais ou culturais? A geração jovem da década de 1990 foi otimista, corajosa e confiante na relação com novas tecnologias. Era o público ideal para uma safra extraordinária de inovações.</p>
<p>Sobra o velho culpado, o vilão caricato de qualquer revolução. Follow the money. O capital na forma de um sujeito gordo, de fraque, cartola e monóculo.</p>
<p>Geração após geração, brigando com unhas e dentes (e propinas, subornos e lobbies) contra qualquer inovação que arranhe o status quo. </p>
<p><iframe width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/gCeOM0XwXsY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
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		<title>Modelos de cobrança para jogos mobile pode evoluir</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/03/11/modelos-de-cobranca-para-jogos-mobile-pode-evoluir/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 23:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cavallini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[sem fio]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Desenvolvedores de games para smatphones e tablets podem estar escolhendo um modelo de cobrança pouco atraente para o usuário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez este post só interesse para desenvolvedores (ou nem para eles), em todo caso, vamos lá.</p>
<p>Eu defendo que a compra de jogos não é uma compra de um bem de posse, mas de momentos de diversão. Ou seja, ao invés de um produto, estamos comprando um serviço. A compra de um jogo é mais próxima da entrada de um cinema do que da compra de um produto qualquer.</p>
<p>Um dos fortes indícios para comprovar minha tese está no fato dos jogos serem mais baixados que aplicativos não jogos mas permanecerem menos no celular. Mesmo com boas avaliações, a maioria dos jogos cumpre um papel temporário de divertir.</p>
<p>Não descarto a compra por impulso, é claro que ela existe, mas acredito que o processo de compra para jogos é muito mais complexo do que parece.</p>
<p>Faço isso sem base de pesquisa. É apenas a minha opinião, formada por pura percepção e acompanhamento que faço com pessoas (heavy users ou não) e vendas de alguns desenvolvedores que tenho contato.</p>
<p>Acredito que o processo envolve um cálculo mental muito parecido com o que acontecia no mercado de games de console americano. Como um jogo de 50 dólares pode ser jogado por dezenas (ou centenas) de horas, seu preço por hora é muito mais em conta que uma entrada de cinema, tornando-o mais atrativo. Pode parecer loucura, mas com a economia estável, esse tipo de cálculo é feito mesmo que a pessoa não se dê conta disso.</p>
<p>O processo de compra é muito importante para os desenvolvedores. Entender o consumidor é fundamental, pois hoje existem muitas formas de conseguir receita no jogo. Por isso, escolher a melhor forma de cobrar e ter o melhor equilíbrio de custo benefício (preço diversão) irá definir o sucesso ou fracasso comercial do jogo.</p>
<p>É muito comum escutar desenvolvedores e especialistas fazendo afirmações do tipo:</p>
<blockquote><p>Os jogos de celular são muito mais baratos que outros jogos
</p></blockquote>
<p>Mas na cabeça do consumidor, a questão não é o valor absoluto e sim uma questão de custo benefício.</p>
<p>O componente de custo leva em conta a quantidade de horas de diversão. E o componente de benefício, a satisfação de jogar. E esta questão é ainda mais complexa, levando em conta o gosto pessoal de cada um.</p>
<p>Veja, não que exista cálculos em Excel, chutando número de horas, com pesos e medidas, mas mentalmente, o jogador monta uma expectativa para cada jogo.</p>
<p>Outra afirmação:</p>
<blockquote><p>Este jogo custou uma fortuna para ser produzido</p></blockquote>
<p>O processo de compra é egoísta. Isso pode mudar em alguns casos, mas é raro. Se a “fortuna” não trouxer benefício real para o jogador (como gráficos maravilhosos, por exemplo), não faz diferença. Divulgar investimentos aumenta a expectativa em relação ao jogo, isso é bom para divulgar e atrair atenção, mas pode ser ruim se o jogo não cumprir com as expectativas.</p>
<p>Outra afirmação muito comum:</p>
<blockquote><p>2 ou 4 dólares é muito pouco dinheiro</p></blockquote>
<p>Se o ponto fosse este, as pessoas não deveriam pensar muito antes de gastar. Mas na prática, é muito comum as pessoas resistirem à compra, mesmo achando um jogo que parece ser legal.</p>
<p>Na prática, o jogador tem uma verba finita e uma quantidade de slots a ser preenchida por ela.</p>
<p>Eu explico o que quero dizer com slots. Tirando raras exceções, as pessoas têm uma verba finita para comprar diversão. Não importa se falamos de adolescentes que recebem mesada, de crianças que precisam mendigar (aprovar) cada compra com os pais ou de pessoas que compram através de gift cards (redeem codes, muito comum entre brasileiros que compram na App Store). Até mesmo se considerarmos quem tem bastante grana e não tem um número fixo estipulado para gastar, em sua maioria serão pessoas que costumam ter uma medida limite do que consideram gastar muito ou pouco.</p>
<p>Então, com essa verba se define mentalmente um número limitado de slots. Imagina que sua verba seja cerca de 10 dólares. Se o ticket médio de jogos para celular costuma ser 1 dólar, significa que existem 10 slots a serem preenchidos.</p>
<p>Por isso, não basta um app ser bom ou custar míseros 2 dólares. O preenchimento de um slot com uma compra significa um slot a menos para preencher até a grana acabar. Um slot preenchido significa um slot a menos. Parece jogo de palavras, mas na percepção do jogador, faz toda diferença do mundo.</p>
<p>Imagine que um adolescente ganhou um cartão de 15 dólares e que este valor deve durar dois meses. Decidir comprar um jogo de 6 dólares para o iPad levará em conta que sobrarão 9 dólares até entrar uma grana nova na conta. Com os 9 dólares restantes, para comprar apenas mais um jogo neste mesmo valor. Será que o jogo vai “durar” um bom tempo? Será que o jogo vale tudo isso? Com 6 dólares ele poderia comprar 3 jogos de iPhone, será que não compensaria mais?</p>
<p>Mesmo que esse processo mental dure apenas alguns segundos, defendo que ele existe e que o processo de compra é assim complexo.</p>
<h2>E que lição podemos tirar disso?</h2>
<p>Como eu disse, escolher a melhor forma de cobrar e ter o melhor equilíbrio de custo benefício irá definir o sucesso ou fracasso comercial do jogo.</p>
<p>Apesar da maioria dos jogos para celular estarem usando o conceito de freemium — ou seja, jogue um pouco de graça e pague para jogar o jogo completo — a divisão entre o que é gratuito e o que é pago pode variar muito.</p>
<p>Quando o freemium começou a se popularizar, a divisão mais comum era disponibilizar um número de fases do jogo de graça e o mesmo completo por um preço único.</p>
<p>Mas agora, estão aparecendo vários jogos com a mecânica de moedinhas virtuais. O problema é, diferente do uso comum presente nas redes sociais, a mecânica que muitos jogos estão usando não é atrativa para o consumidor.</p>
<p>Um exemplo, o jogo DragonVale para iPhone. A graça do jogo é colecionar dragões. É possível jogar até uma parte sem comprar nada, mas depois ele se torna chato e repetitivo se não botar a mão no bolso.</p>
<p>Os dragões mais valiosos são muito difíceis de se obter através de cruzamento. Conseguir gemas (a moeda) jogando é muito lento (cerca de 5 por dia), tornando o jogo enfadonho demais.</p>
<p>Para comprá-los, é preciso usar de 250 a 2.500 gemas. Acontece que o pacote com 700 gemas custa 25 dólares e o com 1.500 gemas 50 dólares. Faça as contas: para usufruir do jogo completo seria necessário gastar mais de 100 dólares.</p>
<p>Outro exemplo, o Spice Bandits, também para iPhone. Um tower defense que você pode comprar novas armas e updates das armas existentes. A moeda são pontos ganhos no jogo chamados de Spices. Inevitavelmente, uma hora começa a ficar impossível continuar sem botar a mão no bolso (ou cansativo, jogando repetidamente as mesmas fases para ganhar apenas 1 spice). O problema é que o super pacote de spices custa 20 dólares.</p>
<p>Em ambos, os pacotes de menor preço só estendem a diversão por poucas horas. Então, na cabeça do consumidor, mesmo pagando o preço equivalente a um bom jogo de iPad (cerca de 4 ou 6 dólares) ele não estaria levando nem 1/3 do jogo completo.</p>
<p>O que fica é uma sensação de jogo caça-níquel, que quer te viciar para levar a maior quantidade de grana possível.</p>
<p>Eu nunca me uso de parâmetro para nada, mas neste caso, talvez seja um bom exemplo. Costumo comprar muitos jogos para iPhone e iPad, adorei os dois jogos citados mas não gastei um único centavo com eles. O ponto é que eu pagaria fácil 4 ou 6 dólares por cada um deles se soubesse que teria o jogo por completo.</p>
<p>Se o meu raciocínio estiver correto, esses desenvolvedores estão cometendo um grande erro. Para eles, vale conhecer a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Curva_de_Laffer" rel="externo">Curva de Laffer</a> e entender que, se o preço pelo jogo completo fosse menor, muito mais gente estaria comprando e com isso, a arrecadação final seria muito maior.</p>
<p>E por último, mas não menos importante, esta é uma crítica ao medo que os desenvolvedores têm de testar modelos novos. Óbvio que existe uma pressão grande para ter retorno de investimento, mas justamente por isso que eu acho importante testar vários modelos. A graça destas plataformas é justamente esta. Podemos testar até acertar a mão. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>Texto publicado originalmente no <a href="http://www.coxacreme.com.br/2012/03/05/modelo-de-receita-dos-jogos-e-a-curva-de-laffer/" rel="externo">Coxa Creme</a>.</p>
<p>…………………………</p>
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		<title>E-books didáticos mas nem tanto</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/02/27/e-books-didaticos-mas-nem-tanto/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 01:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[e-books]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e ensino]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>

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		<description><![CDATA[Propaganda faz cirurgia estética para tornar os textbooks da Apple mais atraentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Apple é mesmo a cara do Steve Jobs. Pode ser ao mesmo tempo genial e não ter escrúpulos quando a meta é vender e ganhar um mercado.</p>
<p>Fiquei muito mal impressionado com a propaganda &#8211; abaixo &#8211; sobre o novo campo de atuação da empresa: livros escolares digitais.</p>
<p>O que há de novo e verdadeiramente relevante nesse produto? Uma coisa: reduz muito o peso que o estudante leva na mochila.</p>
<p>Agora, assisto a propaganda e me lembro de outro produto, pré-internet, que fez certo sucesso e desapareceu: o CD-ROM. (Lembram da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Encarta" rel="externo">Enciclopédia Encarta</a>?)</p>
<p>A retórica é a mesma: falar para pais que não entendem nada do assunto e que ficam deslumbrados com animações.</p>
<p>E fica a pergunta: onde está a interatividade do produto? Esses meninos vão poder aprender uns com os outros, entre pares, que é o novo da comunicação em redes digitais, que é o que está por trás da transformação trazida por Wikipédia, YouTube e Flickr, para citar alguns?</p>
<p>Resposta: não existe. Esses produtos não se ligam entre si. Esse tipo de &#8220;livro&#8221; não serve para isso.</p>
<p>A traição deste comercial é vender algo genuinamente ultrapassado e obtuso com uma roupagem nova, siliconada.</p>
<p>As &#8220;novidades&#8221; que eles colocam dentro desses livros, os estudantes já encontram pesquisando na rede há muito tempo. Não é novidade.</p>
<p>E o que é entregue junto mas não está explicado é uma plataforma de venda de livros digitais. (Leia, se quiser, o <a href="http://www.zdnet.com/blog/bott/apples-mind-bogglingly-greedy-and-evil-license-agreement/4360" rel="externo">post deste advogado</a> especializado em licenças de uso falando sobre o software de produção de livros lançado pela Apple.) </p>
<p>Em uma das falas de professores defendendo o produto, há uma que argumenta que o livro físico perde a função. E o que a gente faz com o livro digital da Apple: devolve e recebe o dinheiro de volta?</p>
<p>Aliás, será que dá para emprestar esse livro? Ou revender para um sebo? Ou passar adiante para um amigo? Não sei e gostaria de saber.</p>
<p>O comercial é intelectualmente desonesto, inclusive por se fazer passar por documentário quando a gente sabe que as falas foram escolhidas para vender o produto. Não há poréns&#8230;</p>
<p>Acho que essa iniciativa é uma furada e, mais, ele tem cara daqueles produtos que governos compram de baciada só porque parece ser a &#8220;grande novidade do momento&#8221;. Como se isso fosse resolver o problema do aprendizado. </p>
<p>Ps. 1: Quem está &#8220;pensando diferente&#8221;, &#8220;fora da caixa&#8221; nesse quesito da educação são os finlandeses &#8211; <a href="http://www.theatlantic.com/national/archive/2011/12/what-americans-keep-ignoring-about-finlands-school-success/250564/" rel="externo">leia aqui</a> &#8211; e até os americanos estão tentando repetir a fórmula.</p>
<p>Ps. 2: Tem um professor no comercial que fala que usar livros impressos é condenar os estudantes a usarem tecnologia de ensino dos anos 1950. OK, ele está se referindo a livros didáticos, mas, antes dos didáticos, como as pessoas estudavam?</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/KJxZG2Nv4KA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como escrevi meu e-book e publiquei na Amazon</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/02/23/como-escrevi-meu-e-book-e-publiquei-na-amazon/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/02/23/como-escrevi-meu-e-book-e-publiquei-na-amazon/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 19:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vladimir Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[e-books]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[livro digital]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Redação, edição]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo caminho para autores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, que fique claro que acredito que o mercado de livros eletrônicos é um caminho sem volta. Alguns autores, editoras e leitores são contra esse movimento e respeito a opinião de todos eles. Mas a minha opinião é: abraçar esse movimento de corpo e alma é o correto a se fazer neste momento.</p>
<p>Há argumentos válidos nos dois lados do campo de batalha, mas enquanto leitor e autor, eu acredito e apoio os livros eletrônicos por alguns motivos:</p>
<ul>
<li><strong> Espaço e peso</strong>. É fácil armazenar e carregar consigo inúmeros livros. Isso parece uma tolice, mas não é. Pense no espaço ocupado por livros na sua casa e o peso deles a cada mudança. Pense no peso e espaço dos livros na sua mochila, pasta ou mala durante uma viagem ou no caminho entre a casa e o trabalho;</li>
<li><strong>Preço</strong>. OK, o quesito preço nem sempre é tão relevante, uma vez que há editoras cobrando mais caro pelos digitais que os impressos. Alguém pode me explicar isso?;</li>
<li><strong>Durabilidade</strong>. Um livro eletrônico é tecnicamente eterno e não estraga;</li>
<li><strong>Pesquisa e referência</strong>. Em muitos dispositivos, anotações feitas no leitor de e-books são automaticamente sincronizadas com o computador. Imagine a comodidade de estudar e referenciar textos dessa forma. Eu faço isso o tempo todo! Pense também nos profissionais da área de saúde procurando referências no sistema de busca em vez de fazer isso manualmente;</li>
<li><strong>Dicionário</strong>. Grande parte dos leitores tem um dicionário dentro do próprio livro. Basta selecionar uma palavra e ver imediatamente seu significado;</li>
<li><strong>Democratização de conteúdo</strong>. Livros, mesmo em domínio público custam dinheiro e não necessariamente estão disponíveis em todas as bibliotecas. Mas graças a iniciativas como o <a href="http://www.gutenberg.org/" rel="externo">Projeto Gutenberg</a> e similares ao redor do mundo, estas obras podem estar nas mãos de todos que têm algum tipo de leitor de livros digitais. E tenha em mente que um celular, tão popular nos dias de hoje, pode ser um leitor!</li>
</ul>
<p>Não acredito que os livros de papel acabarão tão cedo, mas os números nos Estados Unidos e Europa confirmam que o modelo digital veio pra ficar. Acredito tanto nisso que <a href="http://vladimircampos.com.br/livros/" rel="externo">meu mais recente livro</a> foi publicado apenas em formato digital. </p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/02/rapa_nui.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/02/rapa_nui.jpg" alt="" title="rapa_nui" width="200" height="267" class="alignleft size-full wp-image-24833" /></a>E o objetivo deste artigo é justamente compartilhar com autores independentes e leitores como foi meu caminho até a publicação e também como adquirir o livro.</p>
<h2>Como comecei</h2>
<p>Já escrevo há bastante tempo. Comecei com a poesia, passei para os contos, cheguei ao blog e neste intervalo publiquei um livro (em papel) cujo título era &#8220;O Futuro do Turismo&#8221;. O futuro descrito no livro é nosso atual presente, portanto, é uma obra sem objetivo nos dias atuais. Mas a experiência de publicação foi maravilhosa.</p>
<p>O outro livro que publiquei esta semana também está relacionado ao turismo, uma das minhas maiores paixões, diga-se de passagem. Chama-se <strong>Rapa Nui</strong> e descreve todo o processo da viagem para Ilha de Páscoa, que está situada no meio do Pacífico. </p>
<p>Começo narrando a escolha do destino, descrevo o processo de aquisição das passagens e hotéis, conto em detalhes o ocorrido durante a viagem e termino onde termina a viagem, ou seja, no retorno para casa.</p>
<p>Resolvi escrever o livro pois sempre compartilho minhas viagens com os ouvintes e leitores através de Twitter, Facebook e Flickr e quando retorno gravo um episódio do podcast especificamente sobre aquele destino. E por mais que eu compartilhe cada momento com as pessoas, existem sempre os que me pedem mais informações sobre este ou aquele assunto. Ou seja, o livro é o diário completo com todos os detalhes.</p>
<h2>Como escrever um e-book</h2>
<p>Meu primeiro livro foi escrito no Word e posteriormente impresso para uma revisão. Na ocasião, escolhi meu pai, de quem, imagino, herdei o hábito pela leitura e escrita. O livro Rapa Nui nasceu e foi revisado de uma forma completamente diferente.</p>
<p>Utilizo há algum tempo o <a href="http://www.literatureandlatte.com/scrivener.php" rel="externo">Scrivener</a>, que foi criado por um escritor que estava insatisfeito com os aplicativos existentes no mercado. </p>
<p>É uma ferramenta ao mesmo tempo muito poderosa e simples de usar. O texto é dividido em capítulos e é possível trabalhar separadamente em cada um deles. Também é possível incluir material de consulta e criar fichas técnicas de cada personagem. Eu nem saberia aqui descrever todas as possibilidades. Em realidade é possível fazer quase tudo sem se preocupar com a formatação final. Quando a obra está concluída, é possível então trabalhar no seu formato final.</p>
<p>Não existe &#8211; ainda! &#8211; uma versão do Scrivener para iPad, mas é possível sincronizar os textos em formato TXT puro com aplicativos como o WriteRoom, meu preferido para a tarefa de escrever no iPad. O <em>tablet</em> para mim é também uma ferramenta de trabalho, usada em várias ocasiões durante a criação deste livro.</p>
<p>Grande parte do texto foi escrito no iPad que me acompanhou durante a viagem. Para que a informação não se perdesse no tempo, antes de dormir eu fazia questão de anotar tudo que havia transcorrido naquele dia. Mas o iPad não serviu apenas como forma de coletar a informação. Já no processo de revisão (que chamo de transpiração), eu nem sempre estava na frente de um computador e em muitas ocasiões o texto foi sim trabalhado e formatado no iPad.</p>
<p>Uma vez terminado o texto e a revisão, percebi que outra pessoa precisava ler &#8220;os originais&#8221;. Para que o material no Scrivener não sofresse alterações sem minha &#8220;aprovação&#8221;, converti o livro e transferi para o iPad da minha esposa, que leu tudo e realizou diversas correções e sugestões com as ferramentas de grifo e comentários do leitor iBooks da Apple. Quando ela terminou, trabalhei nas correções no Scrivener seguido visualmente as sugestões feitas no iPad.</p>
<h2>Divulgação e venda</h2>
<p>O Scrivener exporta arquivos finais nos mais diversos formatos, incluindo o Kindle da Amazon. E pela simplicidade no processo, o Kindle foi escolhido como meu padrão principal de publicação e venda. Porém um outro formato bastante popular e utilizado por vários leitores é o ePub, que também adotei. Mais abaixo explicarei as diferenças em mais detalhes.</p>
<p>Sou relativamente conhecido pelo que escrevo aqui no Webinsider, por conta do <a href="http://www.vladimircampos.com/blog/index.php/vcp/" rel="externo">meu podcast</a> e também em virtude da mais recente empreitada, o <a href="http://itechhoje.com.br/" rel="externo">iTech Hoje</a>. Mas estou longe, muito longe de ser uma celebridade ou alguém popular. Portanto, minha condição por si só não garantiria a divulgação e venda do livro. Então optei por usar e abusar das redes sociais.</p>
<p>O livro não tem nenhuma foto, apesar de se passar num dos mais belos lugares que conheci até então. O que eu fiz disponibilizar 73 fotos em um <a href="http://www.flickr.com/photos/vladcampos/sets/72157629341628013/" rel="externo">álbum específico do Flickr</a>, cada qual contendo uma pequena passagem do livro relativa àquela foto. </p>
<p>Além disso, há um link para <a href="http://vladimircampos.com.br/livros" rel="externo">página de aquisição da obra</a>. Este álbum é aberto e público, portanto pessoas que venham a contemplar as fotos podem vir a se interessar pelo livro.</p>
<p>No <a href="http://www.twitter.com/vcpodcast" rel="externo">Twitter</a>, <a href="http://www.facebook.com/vcpodcast" rel="externo">Facebook</a> e até mesmo <a href="http://instagr.am/p/R6X6R/" rel="externo">Instagram</a> eu já vinha divulgando meu progresso na produção do texto, provocando dessa forma alguma curiosidade nos prováveis futuros leitores. Quando o livro foi publicado, evidentemente utilizei todos os meios sociais à minha disposição para divulgar a obra.</p>
<h2>Aquisição e leitura</h2>
<p>Na Amazon o processo é muito simples. Para os que já estão familiarizados com o Kindle, basta <a href="http://www.amazon.com/Rapa-Diários-Viagem-Portuguese-ebook/dp/B007B6QS5C/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1329740810&amp;sr=8-1" rel="externo">visitar este endereço e adquirir o livro</a>. </p>
<p>Para os não familiarizados, vamos à explicação que, tenho certeza, abrirá um novo mundo de possibilidades na compra e leitura de livros digitais. Hoje em dia é possível ler estas obras no computador, no telefone e no <em>tablet</em>. Vejamos como.</p>
<p>O primeiro passo é criar uma conta no site da Amazon. No topo da tela do site, procure pelo texto &#8220;<a href="https://www.amazon.com/ap/signin?_encoding=UTF8&amp;openid.assoc_handle=usflex&amp;openid.return_to=https%3A%2F%2Fwww.amazon.com%2Fgp%2Fyourstore%2Fhome%3Fie%3DUTF8%26ref_%3Dgno_signin&amp;openid.mode=checkid_setup&amp;openid.ns=http%3A%2F%2Fspecs.openid.net%2Fauth%2F2.0&amp;openid.claimed_id=http%3A%2F%2Fspecs.openid.net%2Fauth%2F2.0%2Fidentifier_select&amp;openid.pape.max_auth_age=0&amp;openid.ns.pape=http%3A%2F%2Fspecs.openid.net%2Fextensions%2Fpape%2F1.0&amp;openid.identity=http%3A%2F%2Fspecs.openid.net%2Fauth%2F2.0%2Fidentifier_select" rel="externo">Hello. Sign in</a>&#8221; e escolha a opção &#8220;No, I am a new customer&#8221;. Um pequeno cadastro precisa ser preenchido. Infelizmente neste ponto será preciso saber um pouco de Inglês. Há algumas semanas circulam boatos de que a Amazon estaria vindo para o Brasil, portanto, quem sabe, em um futuro próximo este cadastro passe a apresentar uma opção em Português. Ao meus olhos parece muito mais que um boato, dada a crescente quantidade de livros eletrônicos disponível em português atualmente na Amazon. Vamos torcer para que a Amazon chegue logo ao Brasil!</p>
<p>Sigamos adiante! Alem do equipamento chamado Kindle, a Amazon disponibiliza um aplicativo gratuito também chamado Kindle para uma infinidade de dispositivos. Alguns exemplos são: iPhone, iPad, Android, BlackBerry, Windows Phone 7, Mac e Windows. <a href="http://www.amazon.com/gp/feature.html/ref=dig_arl_box?ie=UTF8&amp;docId=1000493771" rel="externo">Nessa página é possível escolher o aplicativo correto e instalar no seu dispositivo</a>. O aplicativo é gratuito, independente da plataforma.</p>
<p>Há muita crítica em torno da Amazon em virtude de sua cada vez maior dominação no mercado editorial digital. Outra crítica é que o formato de livros da Amazon é proprietário e as obras vendidas por eles só podem ser lidas no Kindle. Eu entendo e concordo com parte das críticas, mas não há como negar que a simplicidade do processo atrai cada vez mais novos leitores.</p>
<p>Tudo é feito em prol da comodidade. Além de ler e armazenar seus livros, a Amazon permite também que comentários e grifos feitos na página onde você parou sejam automaticamente sincronizados entre dispositivos. Sendo assim, se você começou a ler o livro no iPad, pode continuar no computador ou no celular.</p>
<h2>Bom para o autor independente</h2>
<p>Outra vantagem da Amazon é a simplicidade no lado do autor independente, como é o meu caso. O processo de publicação é muito simples e o controle da quantidade de unidades vendidas é igualmente simples. Sei imediatamente quando alguém comprou uma cópia do meu livro. Já a remuneração do autor passa por uma série de regras, de acordo com o valor do livro, país de aquisição e nacionalidade do escritor. Mas não é nenhum bicho de sete cabeças.</p>
<h2>Publicar na Apple é mais complicado</h2>
<p>No caso da Apple, que entrou no mercado de livros eletrônicos juntamente com o advento do iPad, o processo de publicação é infelizmente algo imensamente complicado. A empresa utiliza um padrão aberto conhecido como ePub, mas publicar um livro na loja da Apple é extremamente burocrático e trabalhoso. Além disso, cobram dos autores uma taxa de US$ 99 (até a última vez que chequei) para abrir uma conta. Na minha opinião este é um custo muito elevado para autores independentes. Principalmente pelo fato da empresa já reter parte do valor de face do livro (exatamente como a Amazon faz).</p>
<p>Então optei por um processo manual para permitir que as pessoas possam ler o livro em formato ePub, seja no iPad ou em outro dispositivo compatível com esse formato.</p>
<p>Os dispositivos que adotaram o ePub são inúmeros: iPad, iPhone e iPod Touch (através do aplicativo iBooks e outros aplicativos disponíveis na loja da Apple); <a href="http://www.barnesandnoble.com/u/nook/379003208" rel="externo">Nook</a>; <a href="http://store.sony.com/webapp/wcs/stores/servlet/CategoryDisplay?catalogId=10551&amp;storeId=10151&amp;langId=-1&amp;identifier=S_Portable_Reader&amp;facetlist=true&amp;XID=O:sony%20reader:dg_read_msnsrch:e&amp;qs=sony%20reader&amp;k_id=06aa7055-5d25-4089-136e-0000638fb89b" rel="externo">Sony Reader</a>; <a href="http://www.kobo.com" rel="externo">Kobo</a>; <a href="http://www.positivoalfa.com.br/" rel="externo">Positivo Alfa</a> e tantos outros. Cada qual conta com um processo diferente de inclusão e leitura dos livros, mas o fato é que todos &#8220;entendem&#8221; o formato ePub.</p>
<p>Porém, apesar de ser um formato amplamente adotado pela indústria, o ePub, na minha opinião, carece de uma loja centralizada e por essa razão dificulta muito a vida dos pioneiros leitores da era digital.</p>
<p>E justamente a falta dessa loja centralizada me fez optar por um processo manual de venda deste formato. No caso de optar por este formato, o meu leitor precisará me fazer um pagamento via PayPal ou depósito bancário e em seguida eu envio a cópia do livro. Gostaria muito de um processo mais simples no futuro. Os leitores merecem!</p>
<p>Existem no mercado outros formatos menos populares e em especial nos Estados Unidos há uma batalha entre a Amazon com o Kindle e a Barnes and Noble com o Nook. </p>
<p>Fora do mercado estadunidense, tenho conhecimento de que a população de alguns países tende a adotar leitores nacionais, como é caso do Canadá e Espanha. Mas como eu disse no início do texto, acredito que este é um caminho sem volta. Depois de filmes e música, o conteúdo impresso, mais hora, menos hora, também migrará para o formato digital, goste você ou não. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		<title>O que poderíamos aprender com Steve Jobs</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2011/10/06/o-que-poderiamos-aprender-com-steve-jobs/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 02:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mark Ducasble</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[empreender]]></category>
		<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
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		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[Além de ter criado produtos pioneiros, fica também o exemplo para quem busca a inovação, tem sensibilidade, fé e coragem para montar os projetos nos quais acredita. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como entrar em um mercado saturado, com a participação de diversos players sólidos e estruturados, com anos de expertise naquele segmento, dominado por uma grande corporação com mais de 35% do share? </p>
<p>Como, além de entrar no mercado, conseguir se tornar sua grande referência em apenas um ano, mudando completamente o status quo e tornando conceitos de alta tecnologia em passado com apenas um produto, mudando a direção de mercados multibilionários e transformando líderes de mercado em meros coadjuvantes? </p>
<p>A resposta é simples: acreditando no poder da mudança, com muita coragem, fé incondicional, extrema sensibilidade e um bocado de inovação.</p>
<p>Muitos enxergam a genialidade de Steve Jobs em produtos como o iPod, o iPhone ou o iPad. Outros, por serem adeptos dos Macs há décadas. Alguns sabem que seu trabalho transcendeu a interatividade com dispositivos digitais e foi além, em trabalhos realizados com a Pixar, que criaram experiências e sensibilizaram tanto crianças como adultos, revolucionando (também) o mercado cinematográfico.</p>
<p>Steve Jobs não era um ícone &#8220;só&#8221; por isso. Steve Jobs transcendia o conceito que eu tinha de ser humano. Sempre entendi que suas verdadeiras lições eram:</p>
<h2>Ter fé</h2>
<p>Steve Jobs não acreditava somente nas pessoas, mas tinha verdadeira fé. Tinha fé de que tudo acontecia por um propósito, que todos tinham potencial para mais, para atingir coisas maiores, para não se limitar ao que era possível, mas que buscassem ir além. Limites existiam pela comodidade, pelo lugar comum e pelo conformismo, e eram seu maior inimigo. </p>
<p>Steve Jobs não era um tirano, mas entendia que, às vezes, para promover a mudança, precisava ser radical, agressivo, obstinado – por vezes até cruel. Era um visionário, mas compreendia que dependia de uma estrutura maior para conseguir ir além. Entendia a participação de cada um em um esquema. Era um homem lutando contra mil e para tal precisava ser mais firme, mais forte, mais convincente e mais ousado. Tinha muita fé em si, pois precisava ser a prova de que era possível conseguir o impossível. E assim o fez, várias vezes. Por acreditar em si e por acreditar em cada um dos que o cercavam, estabeleceu novos parâmetros, novos modelos e mudou a percepção de grandiosidade e qualidade de um planeta inteiro, várias vezes.</p>
<h2>Buscar a inovação</h2>
<p>Para Steve Jobs inovação não era apenas um conceito abstrato, um nome bonito ou uma hype qualquer. Inovação era um estado de espírito, uma outra forma de perceber as coisas, um jeito diferente de enxergar o mundo. Enquanto todos trilhavam um caminho, ele se perguntava o porquê de caminhar. Steve Jobs entendia que inovar não era inventar algo novo, mas usar vários elementos impensados para (re)construir algo que já existia. Era proporcionar experiências que transcendessem a realidade, que promovessem um sentimento maior, sensações únicas. A base de sua genialidade não estava em criar, mas em convergir soluções e ideias em prol de uma experiência única, simples e perfeita. </p>
<p>Ele era um apaixonado pela diferença. Não pelo simples fato de ser diferente, mas pela grandiosidade da vida, que permitia que para cada destino houvesse milhões de caminhos e possibilidades. Era tão genial que o maior traço de sua humildade era reconhecer o que havia de melhor em outras pessoas e outras soluções e utilizar ambos em suas obras. Tudo em busca de uma experiência que buscava a perfeição.</p>
<h2>Ter sensibilidade</h2>
<p>Um grande líder não precisa perguntar, ele sempre sabe a resposta – ele a sente, a inala, a percebe. Steve Jobs enxergava além, percebia as coisas de forma diferente. Estava sempre um passo à frente, pensando no futuro. Ele entendia o ser humano em cada nuance, conseguia sentir exatamente o impacto de cada experiência proporcionada e, por isso, sempre entendia qual era a melhor forma de realizar. </p>
<p>Não precisou de pesquisas para entender que a simplicidade é o cerne da evolução, que as grandes experiências são as mais simples, elas transformam a todos e a todos permite serem tocados pela mudança. Steve Jobs tocou corações do mundo inteiro porque se permitiu ser tocado e entendeu o poder que essas transformações teriam e as oportunidades que passaram a ser possíveis. Sentia qual era a melhor direção. Não precisava buscá-la, ela existia ali, dentro dele próprio, esperando apenas que ela se revelasse.</p>
<h2>Ter coragem</h2>
<p>Steve Jobs era um rebelde por natureza, um inconformado, um mestre destemido, um agente do caos. Era, em sua essência, um arauto da mudança. Entendia a amplitude de sua responsabilidade e defendia com todas as forças sua posição. Teve a clareza de entender o momento de recomeçar, de buscar outras alternativas e de lutar contra o que havia construído. Abstraiu cada um de seus erros e os transformou em aprendizado, em conhecimento, em diferencial. </p>
<p>Entendia que para mudar as coisas precisava assumi-las de forma incondicional, independente de quantos inimigos fizesse ou quantos insatisfeitos batessem à sua porta. Era um espírito disruptivo, pronto para romper qualquer paradigma para ir além, para conseguir mais, para mudar o mundo. Sabia que o preço era alto, mas tinha prazer em pagar cada centavo e lutar cada batalha. Tinha a coragem para fazer o certo, não meramente estar certo. Entendia que a ele cabiam as principais decisões e responsabilidades. Nunca fugiu de nenhuma delas.</p>
<p>Steve Jobs era único, um espírito inigualável. Sabia que sua responsabilidade ia além de produtos diferenciados (e por que não únicos). Sabia que seu papel era ser uma prova de que é possível ir além, transcender, atingir o impossível. Transformar tudo em que se acredita em apenas mais uma forma de se ver as coisas. Ensinar que a mudança depende de cada um, de crer em si próprio e se permitir acreditar no outro. </p>
<p>Um exemplo de que nenhum homem nasce gênio, mas que só se atinge tal status por causa das pessoas que o cercam. E, fundamentalmente, ensinar que para vencer é preciso cativar cada uma das pessoas, envolvê-las em experiências únicas e permitir-lhes participar ativamente de cada mudança, de cada novo mundo que se constrói a cada dia.</p>
<p>Steve Jobs era &#8220;o cara&#8221;. Não somente o cara dos iGadgets, mas o cara de uma geração. O cara de uma revolução. A revolução das mudanças, a revolução contra o lugar comum e contra os paradigmas. A revolução da interatividade, do comportamento e do relacionamento humano, que aproxima pessoas de formas nunca antes pensadas. De forma diferente. <strong>[Webinsider]</strong><br />
…………………………</p>
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		<title>A palavra-chave para o futuro da Apple</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2011/10/06/a-palavra-chave-para-o-futuro-da-apple/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 00:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[produtos]]></category>

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		<description><![CDATA[Genialidades e distorções à parte, o segredo é mais humano e prático do que a gente costuma imaginar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o mercado, nada muda com a morte de Steve Jobs. </p>
<p>Em termos de inovação, porém, o futuro da Apple reside em apenas uma palavra-chave: <strong>conivência</strong>.</p>
<p>Grandes empresas de tecnologia como Apple, Google, Facebook e Microsoft funcionam como nações presidencialistas e sem um federalismo forte. Não importa quantos prefeitos e governadores reivindiquem decisões. A decisão final sempre irá passar pelo crivo do presidente.</p>
<p>Você pode ter dez ministros corruptos. Eles só continuam no cargo se você for conivente. O mesmo vale para programadores e engenheiros de software. A conivência com falhas é universal para cargos e funções.</p>
<p>Desde que Bill Gates deixou o cotidiano da empresa para se dedicar apenas à filantropia, o mundo nunca mais viu sequer um grande produto da Microsoft. Trinta anos depois, a Microsoft tornara-se uma empresa sem orientação clara e definida, mesmo tendo alguns dos melhores engenheiros do mundo.</p>
<p>Quem ainda escuta alguma coisa do Yahoo? Perdemos as contas de quantos presidentes e CEOs começaram a dar as cartas, sempre com as decisões questionadas ou emperradas por vários &#8220;governadores&#8221;. Qual foi o último grande produto do Yahoo, aliás?</p>
<p>Temos a America Online (AOL) que durante anos foi sinônimo de internet e há anos ninguém sabe quem dá as cartas por lá. Aliás, muita gente nem sabe que a AOL ainda existe.</p>
<p>O Huffington Post surgiu do zero e só se transformou no gigante que é hoje por causa de um nome: Ariana Huffington. Para o bem ou para o mal, nada acontece sem passar por ela. Ariana tirou do sério ninguém menos que o editor-executivo do New York Times, Bill Keller. Ele deixou o jornal em setembro de 2011.</p>
<p>Facebook e Google, com seus milhares de programadores e engenheiros geniais e incríveis, não colocam nada no mercado sem o aval de seus presidentes-fundadores. Nada. </p>
<p>Todas essas pessoas são diferentes entre si, mas têm algo em comum além da inteligência: elas <strong>não são coniventes com a mediocridade</strong>. </p>
<p>E não há nada de sobrenatural ou sagrado nisso.</p>
<p>Não são coniventes com produtos que não mostrem algo de novo e inovador ao mundo. Mesmo que não funcione hoje – e a Apple é um ótimo exemplo – mas que apresente um conceito não explorado que irá funcionar amanhã. E se funciona hoje, que funcione do jeito mais eficiente e simples que se pode conseguir com a tecnologia disponível hoje.</p>
<p>A celeuma sobre a genialidade de Steve Jobs deixa passar a questão mais prática e humana na inovação: a conivência com resultados, produtos e ações medíocres. </p>
<p>Todo esse blá blá blá de &#8220;campo de distorção da realidade&#8221; que o Steve Jobs tinha, bom, é de fato um assunto ótimo de comentar, estudar e procurar entender. No dia a dia, na hora de fazer acontecer, Steve Jobs podia ser tudo, menos conivente com falhas e mediocridade. Daí surgiram, inclusive, todos os relatos de ex-funcionários da Apple que foram profissionalmente humilhados em público na empresa. </p>
<p>É por isso que é inútil questionar, hoje, se Tim Cook – o novo CEO da Apple – é um substituto à altura. Não se trata disso. Antes de mais nada, o que o mercado e os usuários vão descobrir, em breve, é se Tim Cook conseguirá manter a política de não-conivência com falhas que a Apple parece ter perdido em 2011.</p>
<p>Steve Jobs deixou o comando da Apple bem antes de morrer. Quando ele apareceu no keynote de lançamento do iPad, foi uma grande surpresa. Mas a questão era clara: o iPad foi o último produto verdadeiramente abraçado por Jobs, do rabisco (conceito) ao lançamento. Era um filho, como tantos outros. </p>
<p>Desde então, o fragmentado comando da Apple passou a ser bem mais conivente.</p>
<p>Essa conivência permitiu a Apple lançar um sistema operacional feito o Mac OS X Lion, um produto longe de ser bem acabado e mais longe ainda das expectativas da própria empresa.</p>
<p>A mesma conivência tem levado a Apple a demorar inexplicáveis meses para corrigir bugs simples do Lion. A mesma conivência permite à empresa fazer um barulho enorme para lançar um iPhone 4S. Que é o mesmo telefone – inclusive, com as mesmas medidas e peso – trazendo um hardware repaginado.</p>
<p>Com a política de não-conivência de Jobs, particularmente também duvido que os novos Macbooks (Air e Pro) tivessem sido lançados, nesta versão de 2011, apenas como meras repaginações de hardware. Sem absolutamente nada de novo, nada de inovador em relação às edições anteriores, nada para encher os olhos. Um (des)feito inédito em toda a história da linha de Macbooks.</p>
<p>É memorável o e-mail (leia <a href="http://techcrunch.com/2008/08/06/full-steve-jobs-mobileme-e-mail/" target="_blank">aqui</a>) que Steve Jobs enviou aos funcionários da Apple, em 2008, quando lançaram o serviço MobileMe. Havia tantos bugs que Jobs mandou tirar tudo do ar até os programadores resolverem. Deixou milhares de usuários na mão, mas quando o MobileMe voltou a ser oferecido, tornou-se um dos melhores recursos para quem depende do Macbook para trabalhar.</p>
<p>E do MobileMe surge a atual grande aposta da Apple: a migração para o iCloud, por onde vamos guardar na &#8220;nuvem&#8221; nossos arquivos, músicas, filmes e bibliotecas do iTunes, iPhone, iPad e tantos outros aparelhos. </p>
<p>Com Steve Jobs, as coisas funcionavam assim. Como também funcionam para Larry Page, Sergey Brin, Mark Zuckerberg, Ariana Huffington e como funcionou para Bill Gates até um tempo atrás. </p>
<p>E como funcionam para tantos outros presidentes. Porque eles não são meros presidentes de uma firma. A empresa é a vida deles, a essência e razão de existir. Um produto medíocre não é apenas uma falha comercial, não representa apenas um prejuízo financeiro, não é algo para se colocar a culpa em terceiros. É uma falha de competência deles. Representa um atestado de conivência com a mediocridade. </p>
<p>E a última coisa que um profissional acima da média aceita é ser <strong>vinculado a resultados medíocres</strong>.</p>
<p>Ninguém sabe, ainda, até que ponto Tim Cook será conivente com falhas de um punhado de pessoas que talvez estejam ali para &#8220;fazer carreira&#8221; e pagar as contas no final do mês.</p>
<p>Ele é ex-funcionário da IBM, que durante anos enfrentou o mesmo dilema e levou mais tempo ainda para se reerguer. Como usuário, igual a qualquer outro, eu apenas torço que ele tenha aprendido alguma coisa lá. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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