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	<title>Webinsider &#187; Criação</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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	<managingEditor>falecom@webinsider.com.br (Webinsider)</managingEditor>
	<webMaster>falecom@webinsider.com.br (Webinsider)</webMaster>
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	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Webinsider</itunes:author>
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		<item>
		<title>Propaganda em lata</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Feb 2013 20:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernand Alphen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[O lucro vem da escala.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com os ideais planando no espaço sideral, muitos publicitários sonham com a reinvenção da forma de pensar a comunicação. Com boa vontade que transborda de energia, querem – queremos – chacoalhar as estruturas, sacodir a poeira de práticas viciadas e cansadas. As hipóteses são formuladas com lucidez e sensibilidade e as soluções e modelos são flexíveis, artesanais, caprichados. Constroem-se catedrais, tinindo de novo e muitos sucumbem ao charme de sorrisos sinceros.</p>
<p>E porque a caretice domina o mercado (publicitário e de marketing), dá gosto de ver.</p>
<p>Mas se inocência não for condição para o idealismo, a esperteza consciente evita muitas frustrações.</p>
<p>Fazer comunicação para uma marca tem uma parte moderada de invenção, uma dose razoável sob medida e grandes sortimentos de enlatado.</p>
<p>Em outras palavras, a propaganda exige – 1. fazer algo um pouco novo – 2. que esse algo um pouco novo esteja dentro do briefing da marca – 3. que se tire da gaveta um caminhão de recursos pré-fabricados.</p>
<p>E sabem onde é que se ganha dinheiro, na propaganda?</p>
<p>Qualquer MBA mediano sabe que o lucro vem da escala. É a primeira lição do capitalismo para cabaços: o enlatado, o pré-fabricado, o modelinho, a matriz conceitual e todas as pesquisas quantitativas, os ferramentais de mídia, os relatórios passe-partout, tudo aquilo que você pode usar (e acochambrar) para qualquer cliente, são a mina de ouro. </p>
<p>E isso vale até para as análises, os discursos coringas, os salamaleques de circunstância. Vale também para muito do que chamam de criação mas que no fundo não passa de um infindável requentar de ideias. Quantas vezes o Luciano Huck, O Faustão não gritaram as mesmas imbecilidades nas suas vidas, seguindo roteiros publicitários “criados” e portanto cobrados?</p>
<p>Sim, na propaganda assim como nos clientes, para ter sucesso, precisa vender enlatado com cara de feito em casa. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/17/a-venda-online-e-a-experiencia-de-compra/">A venda online e a experiência de compra</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/12/15/o-preconceito-o-banal-e-o-criativo/">O preconceito, o banal e o criativo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/21/para-o-estudante-de-propaganda/">Para o estudante de propaganda</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/04/25/especialistas-em-classe-c/">Especialista em classe C</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/05/03/fe-na-mentira/">Fé na mentira</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A criatividade não depende exclusivamente de dispositivos</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/01/28/a-criatividade-nao-depende-exclusivamente-de-dispositivos/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/01/28/a-criatividade-nao-depende-exclusivamente-de-dispositivos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 10:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Tostes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de imersão tecnológica ainda é possível criar na ponta do lápis. E os resultados podem ser muito interessantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os homens já usaram muita coisa para se expressar, em pinturas nas paredes, gravações nas pedras, esculturas, formas de barro, penas e tinteiros. Mas a invenção do lápis no Século XVI foi marcante para a evolução da palavra escrita e do desenho.</p>
<p>O computador acelerou este processo nos jogando na era da informação e trazendo uma aceleração constante de nossas vidas.</p>
<p>Mesmo no meio de mouses, teclados, tablets, smartphones, o lápis ainda insiste em continuar por perto, junto com papéis, blocos, agenda, cadernos.</p>
<p>Ainda devemos muito a esse objeto simples, união perfeita de madeira e grafite que tão bem se adaptou ao toque de nossos dedos.</p>
<p>Em cinza e cores seus traços são o melhor exemplo da força da simplicidade. A melhor ideia ou discurso sempre encontrará em suas pontas a melhor e mais rápida expressão.</p>
<p>Tudo pode começar daí. De um risco a uma obra de arte, de números e um plano para chegar à Lua ou de poucas palavras compondo frases que atravessarão séculos.</p>
<p>Na sua forma simples de ser o lápis nos dá uma lição de tempo, fragilidade e durabilidade.</p>
<p>Em sua forma e prática ele ensina que criatividade e simplicidade é tudo:</p>
<p>O começo e o fim de coisas que desafiam o tempo e simplesmente permanecem.</p>
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<p><a href="http://vimeo.com/57563664">Surpreenda</a> from <a href="http://vimeo.com/user3882114">Teresa Moraes e Roberto Tostes</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/17/a-criacao-envolve-o-corpo-a-mente-e-a-alma/">A criação envolve o corpo, a mente e a alma</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/28/a-curiosidade-e-a-vitamina-da-criatividade/">A curiosidade é a vitamina da criatividade</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/02/13/inspiracao-e-bom-senso-no-processo-de-criacao/">Inspiração e bom senso no processo de criação</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A criação envolve o corpo, a mente e a alma</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/01/17/a-criacao-envolve-o-corpo-a-mente-e-a-alma/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/01/17/a-criacao-envolve-o-corpo-a-mente-e-a-alma/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 15:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Tostes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[criação de conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os projetos e processos criativos vão muito além da técnica. O que enriquece as obras, as peças e os trabalhos são os toques pessoais, as visões de cada profissional e a capacidade de sentir e inovar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/01/lapis2.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/01/lapis2.jpg" alt="lápis coloridos" title="Criação e criatividade" width="300" height="200" class="alignleft size-full wp-image-33947" /></a>Todos que trabalham com criação, imagem e/ou texto, sabem que uma das coisas fundamentais do processo é fazer, refazer, fazer e fazer de novo.</p>
<p>Este processo mexe tanto com o nosso lado humano, quanto instintivo, animal.</p>
<p>Insistimos e continuamos produzindo, Às vezes contra tudo e todos,  autocríticas, desestímulos, obstáculos, contra o próprio tempo.</p>
<p>Por isso é importante estarmos conscientes dos quatro sentidos fundamentais que alimentam esta energia criativa :</p>
<h2>Olho nos olhos</h2>
<p>As visões de cada pessoa são diferentes e cada olhar é único.  Mas é muito importante ampliar nossa capacidade de visão, análise e contexto.</p>
<p>Temos de perceber os  instantes como fotógrafos, captar os movimentos como cineastas, entender as cores e emoções como artistas.</p>
<p>Temos que  recompor e organizar realidades, extrair o que há de melhor em uma cena.</p>
<p>Pratique o olhar do viajante, de quem sempre descobre algo novo, ou veja com olhos de criança, que vê magia nas pequenas coisas.</p>
<p>O saber olhar nos permite sempre aprender alguma coisa.</p>
<h2>Em Mãos</h2>
<p>Coisas e acontecimentos também são feitas para se tocar. Temos que nos apropriar delas e deles em forma e conteúdo.  A força, o volume, a proporção, a energia de um gesto.</p>
<p>A mão que afaga, que acena, que cumprimenta, que se despede.</p>
<p>Tocamos o mundo o tempo todo e não sabemos o quanto as mãos estão próximas do que vivemos.</p>
<p>Toque mais, alise, abrace, pegue, sinta a textura, o tato. Envolva-se.</p>
<h2>Pelos Ouvidos</h2>
<p>Gostamos tanto de música e quantas vezes não prestamos atenção nos sons do mundo. A chuva, os o pássaros, o vento, os outros, a respiração, o choro, o grito de alegria.</p>
<p>Parar e sentir o ruído de tudo que nos cerca nos faz mais inteiros, como parte de alguma coisa maior.</p>
<p>Escute com calma, preste atenção no que os outros dizem, indo lá no fundo de cada palavra.</p>
<p>E claro, escute também a si mesmo. Cante no banheiro e fora dele, leia em voz alta, fale sozinho.</p>
<h2>No Coração</h2>
<p>O que seria das coisas sem paixão, emoção? Apaixone-se mais,  por ideias, pessoas, uma foto, uma melodia, um quadro, uma cidade, uma rua ou casa. Abra o coração, faça espaço.</p>
<p>Cometa o excesso de ir ao limite, de se equilibrar até na ponta do abismo e  poder ver um pouco do que há do outro lado. Troque o menos por mais. Erros e enganos dirão o caminho certo, chova ou faça sol, calor ou frio.</p>
<p>Lá no fundo a intuição sempre tem uma resposta para nossas dúvidas.</p>
<p>Crie. Recrie.</p>
<p>Seja múltiplo, multiplique-se, doe-se, esqueça e relembre, faça e refaça.</p>
<p>Nascemos em branco e temos toda a vida para podermos nos reescrever, recriar  e reconstruir milhares de vezes. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/12/11/para-as-ideias-decolarem-sua-mente-precisa-estar-aberta/">Para as ideias decolarem, sua mente precisa estar aberta</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/28/a-curiosidade-e-a-vitamina-da-criatividade/">A curiosidade é a vitamina da criatividade</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/19/impressione-se-mais-para-se-tornar-uma-pessoa-melhor/">Impressione-se mais para se tornar uma pessoa melhor</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A marca e o uso de imagens nos negócios imobiliários</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/29/a-marca-e-o-uso-de-imagens-nos-negocios-imobiliarios/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/29/a-marca-e-o-uso-de-imagens-nos-negocios-imobiliarios/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 23:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Cenamo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[banco de imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase 75% das pessoas que procuram imóveis começam pela internet. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/iStock_000021217956Medium.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/iStock_000021217956Medium.jpg" alt="" title="iStock_000021217956Medium" width="450" height="299" class="aligncenter size-full wp-image-33072" /></a>A área de imóveis é um mercado extremamente competitivo. Por isso é fundamental para os empresários que trabalham com imóveis o desenvolvimento de uma boa imagem de marca, para ajudá-los a diferenciar-se da concorrência. </p>
<p>Qualquer empresário sabe que uma boa marca pode ser uma ferramenta muito útil e um importante ativo para atrair novos clientes. Sejam impressas ou online, suas mensagens devem transmitir a alma da empresa, sua atualidade e confiança, já que a compra de um imóvel é uma decisão que envolve muito dinheiro &#8211; e na qual as primeiras impressões representam muita coisa.</p>
<p>É muito importante que os empresários do setor imobiliário pensem no seu marketing. A marca é seu alicerce, sua identidade visual, aquilo que simboliza quem são, o que fazem e o que os diferencia dos outros.</p>
<p>Colocar a marca em todos os canais de marketing e em todos os impressos é obrigatório. Cartões de visita, papéis de carta, folders, anúncios online e sites, tudo deve ter a mesma linguagem gráfica. Quando um cliente reconhece o seu logotipo isso é muito valioso em termos de sucesso da imagem da  marca. </p>
<p>Embora os impressos continuem sendo importantes no ramo de imóveis, muitas imobiliárias utilizam seus sites para as ações mais vigorosas de construção da marca. A internet é inegavelmente uma ferramenta vital para os corretores de imóveis e para os clientes em potencial, e é capaz de abrigar um conjunto praticamente ilimitado de ideias de marketing.</p>
<p>Atualmente, um bom website e uma boa presença na web têm um grande impacto sobre os clientes. </p>
<p>Segundo dados recentes de pesquisa, quase 75% de todas as pessoas que procuram um imóvel para comprar ou alugar começam sua busca pela internet. </p>
<p>Assim, um site para uma imobiliária não é mais uma mera opção, é algo obrigatório!</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/iStock_000002694005Medium.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/iStock_000002694005Medium.jpg" alt="" title="iStock_000002694005Medium" width="450" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-33076" /></a>Mas um bom site não é tudo. As imobiliárias que mais se destacam hoje estão produzindo conteúdo de qualidade e publicando em blogs e em outras mídias sociais.</p>
<p>Um bom exemplo são as iniciativas pioneiras da <a href="https://www.facebook.com/Tecnisa" rel="externo">Tecnisa</a>, nas redes sociais: hoje a empresa conta com quase 70.000 fãs no Facebook!</p>
<p>Diversas empresas, como <a href="http://www.cyrela.com.br/sp" rel="externo">Cyrela</a> e <a href="http://www.coelhodafonseca.com.br/" rel="externo">Coelho da Fonseca</a>, entre outras, estão compartilhando seu conhecimento sobre o mercado, além de dar dicas sobre como comprar, vender, além de contar tudo o que há para ver e fazer nas vizinhanças ou nas cidades onde elas operam. </p>
<p>Quanto mais conteúdo elas criam, melhor elas ficam na internet e mais clientes atraem. </p>
<p>Quando falamos de conteúdo, claro que uma imagem sempre valerá mais do que mil palavras: assim como os compradores que procuram uma casa só vão ligar para a imobiliária se gostarem das fotos, também darão preferência às imobiliárias que oferecerem o melhor conteúdo. </p>
<p>Sites de busca como o Google tornam extremamente fácil achar fotos ou ilustrações relevantes para colocar no site da imobiliária. Mas lembre-se: só porque você pode encontrar, copiar e colar não significa que pode usar essas fotos.</p>
<p>Toda imagem tem seus direitos autorais e realmente é ilegal e antiético usar sem permissão qualquer imagem que você encontre na web. Ao contrário do que se pensa, quando uma pessoa coloca uma imagem na internet não quer dizer que ela abriu mão dos seus direitos autorais.</p>
<p>Fotos de bancos de imagens com licenças Royalty Free são uma excelente alternativa para as imobiliárias. Essas fotos são criadas tanto para uso comercial quanto não-comercial e pode-se escolher entre milhões e milhões de arquivos. </p>
<p>Como essas imagens são produzidas para serem utilizadas mais de uma vez e com diversas finalidades, elas geralmente têm o fundo livre para a aplicação de textos ou de recursos gráficos, tornando-as ideais para uma grande variedade de aplicações.</p>
<p>Empresas como a <a href="http://portuguesbrasileiro.istockphoto.com/" rel="externo">iStockphoto</a> inspecionam cuidadosamente cada imagem recebida em seus servidores, para garantir os mais altos padrões de qualidade. </p>
<p>Garantem também que nenhum dos arquivos armazenados nelas viole direitos autorais de ninguém. </p>
<p>Com uma enorme seleção de imagens, vídeos e clipes de áudio, muitos dos quais podem ser comprados pelo equivalente a um dólar, não é de espantar que a iStockphoto e outros bancos de imagens tenham se tornado a principal alternativa para imobiliárias e outras empresas que buscam equilíbrio perfeito entre qualidade, custo e utilidade. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/08/24/crowdsourcing-combina-com-negocios/">Crowdsourcing combina com negócios</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/10/17/criacao-e-design-voce-faz-suas-pecas/">Criação e design: você faz sua peças?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/05/12/o-fotografo-seculo-21/">O fotógrafo do século 21</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/12/22/marketing-digital-imobiliario-avancou-em-2011/">Marketing digital imobiliário avançou em 2011</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/08/27/mercado-de-luxo-vai-alem-da-moda-e-combina-com-a-internet/">Mercado de luxo vai além da moda e combina com a internet</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Planejamento encastelado</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/18/planejamento-encastelado/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/18/planejamento-encastelado/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Nov 2012 13:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernand Alphen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=32724</guid>
		<description><![CDATA[O planejamento de uma agência de comunicação perdeu a conexão, transformou pessoas em consumidores e ideias em números.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se o Planejamento nasceu de necessidades ou ambições associadas a evoluções do mercado de comunicação, e se idealistas criaram necessários dogmas e métodos, a especialidade continua indefinida, maleável apesar de convicta, sensorial apesar de exata. </p>
<p>E talvez resida precisamente nesses paradoxos a pedra angular que faz do Planejamento uma sustentação do negócio de comunicação hoje e amanhã.</p>
<p>A disciplina polariza-se entre duas visões, aparentemente antagônicas mas muitas vezes concomitantes: a primeira atribui importância prima na quantificação das observações, a segunda dá maior relevância à intuição. Mas a evolução do negócio de comunicação que apartou as duas entregas clássicas – ideia (Criação) nas agências “tradicionais” e execução (Mídia) nas de “mídia” – forçou o Planejamento a assumir um papel que o distanciou da realidade e prática da comunicação.</p>
<p>Foi assim nos principais mercados do mundo, mas não é assim nos periféricos. A reflexão sobre o mercado no Brasil oferece uma possível alternativa para enfrentar os desafios presentes do Planejamento e por conseguinte, do negócio de comunicação.</p>
<h2>A gênese do Planejamento</h2>
<p>Se primeiro veem os fatos, se uma marca deve cerca-se de certezas para elaborar, prever, ambicionar seu futuro, ou se antes deve vir o ideário, se uma marca deve defender uma Missão e perseguir uma Visão, são duas questões que dividem opiniões e críticas.</p>
<p>Para alguns, a ciência se constrói sobre certezas observadas. Mas desde o dia em que constatou-se que a própria observação alterava o objeto observado – como em qualquer pesquisa, por mais discreta, bem moderada e analisada que seja – todo fato coletado passou a vir acompanhado de ressalvas que condicionavam as conclusões à condições de laboratório, portanto de duvidosa extrapolação para a realidade.</p>
<p>No entanto a vivência comprova que a ortodoxia pseudocientífica pode desembocar em estratégias de comunicação conservadoras, covardes ou que não conseguem tirar as marcas de um crescimento vegetativo. E como é fácil identificar, nas mais simples peças publicitárias, esse pensamento cartesiano ou quando muito genérico, incapaz de arrepiar o mais sensível dos consumidores!</p>
<p>Para outros, no entanto, certezas só podem ser obtidas a partir de uma intenção, de hipóteses inspiradas de musas criativas. A partir desse salvo conduto corajoso, é que a observação passa a corroborar o mistério da iluminação preliminar.</p>
<p>Mas essa espécie de criação antes da Criação, pouco técnica mas não menos intelectualizada, castiga uma Criação com referências elevadas, tendências mirabolantes e estímulos eruditos. E como é fácil reconhecer, na mais prosaica das reuniões de briefing, o transe dos planejadores confrontado ao desespero pragmático dos criativos.</p>
<p>Ambos os pontos de vista – “primeiro pesquisamos” ou “primeiro intuímos” – são métodos intercambiáveis, dependendo tão somente daquilo que cai no colo antes – os dados ou as ideias: na falta de dados, vamos às ideias; na falta de ideias, vamos aos dados.</p>
<p>Sobretudo, ambos os caminhos, enferrujam o difícil equilíbrio operacional de uma agência de comunicação. O planejamento-comme-il-faut que coleciona dados com obsessão, censura a liberdade e o planejamento-enfant-terrible que capricha nas metáfora, isola-se sem serventia.</p>
<h2>Planejamento: o triunfo do hip</h2>
<p>O eixo fundador, no entanto, passou por enormes transformações nas últimas décadas que, além de impactar no modelo de negócio, teve forte influência sobre uma certa visão do papel do Planejamento nas agências de comunicação.</p>
<p>A mais notável – e que talvez tenha deixado de frequentar os debates – é a separação entre o negócio de “criar estratégias e mensagens” e o negócio de “planejar e comprar mídia”. Nesse processo, no entanto, a disciplina de Planejamento esquartejou-se: do lado das agências de comunicação ficaram os planejadores mais “criadores” e do lado das agências de mídia, aqueles mais “matemáticos” (ou o Planejamento limita-se a ser um Planejamento de canais).</p>
<p>Qualquer agência minimamente influente no mercado defende um planejamento parasita da Criação, distante da execução e principalmente alienado do comportamento de consumo de meios.</p>
<h2>Planejamento: garantia e sonho para os clientes</h2>
<p>O cliente flutua ao sabor dessa idiossincrasia.</p>
<p>Por um lado, brilham aos olhos dos clientes as ricas técnicas de pesquisa, cada vez mais profundas, rápidas, e pretensamente analíticas. O Planejamento que comprova os insights – mesmo que óbvios – é um escudo contra as incertezas. Por outro, a construção de um raciocínio mais elaborado, comportamental e filosófico, compensa as metas terrenas dos profissionais de marketing. O Planejamento quase sempre brilha nas apresentações aos clientes e é cada vez mais comum triunfar em detrimento até mesmo da própria ideia criativa.</p>
<p>Nunca dantes o Planejamento conheceu tamanho prestígio. O profissional, nerd ou hip, é valorizado, super-valorizado, over-valorizado. O Planejamento é a grande estrela da sala de reunião e fideliza os clientes. Desde que o contrato entre uma agência e um cliente deixou de se dar pelo viés do relacionamento pessoal, o Planejamento é o elo perdido. É a ponte, muito mais lógica, muito mais inspiradora, entre o cliente e a agência. Da porta para fora das agências, o Planejamento salva as crises.</p>
<h2>Planejamento muleta</h2>
<p>Se o Planejamento tem seu papel circunspecto a uma crescente e sólida interface com o cliente (origem, inclusive da sua gênese), será esse, no entanto, seu destino? Voltar a ser o que foi? Só uma interface “pensadora” entre o cliente e a agência?</p>
<p>O planejamento não pode ser relegado a um mero papel de vitamina intelectual pois sua importância seria um luxo extravagante. O planejamento não pode ser a muleta a serviço dos calcanhares de Aquiles de uma agência de comunicação: uma Criação autista ou um atendimento acéfalo.</p>
<h2>Brasil: o sonho do possível</h2>
<p>O Brasil, como todo país periférico ao eixo fundador, ostentou por décadas uma adaptação publicitária de seus clichés de cartão postal. A propaganda brasileira era um brilho de alegria adolescente e maliciosa nas estratégias das marcas globais. Os pródigos publicitários brasileiros davam um sopro positivo e desenvolto nas campanhas, contribuindo de forma marginal a uma imagem mais universalista, democrática e sem preconceitos para as marcas. Esse ar mestiço, com o sorriso frouxo, era recebido com boa vontade para aliviar os debates dos fóruns internacionais das agências. Era também, muitas vezes, o trunfo “fora da caixa” e exótico.</p>
<p>A contribuição era, no entanto, mais facilmente retribuída nos festivais de propaganda do que nas estratégias globais das marcas. A propaganda brasileira, nos anos 80, colecionou centenas de prêmios mas raríssimas aparições na mídia do eixo fundador.</p>
<p>Afundado em políticas retrógadas que levaram o país a enormes gaps culturais e econômicos, crescimentos pífios, inflação galopante, indicativos educacionais decepcionantes e estagnação dos investimentos publicitários, o Brasil adernava e com ele todas as ambições de uma geração de profissionais acostumados com louros internacionais mas para marcas provincianas.</p>
<p>Na chamada década perdida (80), o Brasil quebrou duas vezes. O PIB bruto cresceu 17% no período, mas representou uma queda acumulada de 4% no dado per capita, sem melhorar a distribuição de renda e portanto sem aumentar o mercado consumidor interno. Já o investimento publicitário era equivalente a 0,5% do PIB, em média – bem menos do que os 1,2% atuais.</p>
<p>Não fosse mais um lugar comum, o país do futuro (sempre postergado), no entanto, despertou na virada do milênio, quando percebeu que sua força residia no mercado interno em detrimento de sua vocação de exportador de matéria prima e mão de obra. Na contramão do eixo fundador, o Brasil emergia quando o consumidor despertou de dentro do cidadão.</p>
<p>O Brasil dos anos 2010 é o país de uma nova classe média ingênua e ávida, combinação perfeita para nutrir todas as esperanças de corporações saturadas em seus mercados de origem.</p>
<p>A economia brasileira ganhou destaque recentemente, quando passou a ser a sexta maior economia do mundo – ultrapassando UK. Apesar de ser um marco, essa mudança andou junto com outras importantes: entre 2000 e 2010 o PIB per capita deflacionado cresceu mais de 30% e o índice de Gini caiu 10%. No começo da década, as classes C e D representavam 37% da massa de renda brasileira, enquanto a classe A respondia por 30%. Hoje, esse número é, respectivamente, 59% e 16%.</p>
<p>No entanto essa Meca consumista ainda apresenta enormes obstáculos estruturais. O desafio das marcas transcende em muito as calejadas estratégias globais acostumadas a tudo planejar com método, racionalidade e antecipação calculada. As alternativas pasteurizadas não vencem uma população acostumada a usar de enorme criatividade para vencer os desafios da sobrevivência. As saídas “mínimo-denominador-comum” são frias para um consumidor empoderado.</p>
<p>A solução fácil é portanto recorrer a gritarias varejistas, endossos de celebridades locais e uma mídia repetitiva e massiva, mas os consumidores só aderem às ofertas e esnobam as marcas magistralmente.</p>
<p>Distribuindo conteúdos de comunicação mastigados para o estômago “global” ou recorrendo a apelos varejistas vulgares, as marcas globais enfrentam enormes desafios no país para conquistar o coração dos consumidores.</p>
<h2>A defesa do negócio da propaganda no Brasil</h2>
<p>Fruto das vicissitudes de um país economicamente oprimido por décadas, o mercado brasileiro de comunicação, passou ao largo da especialização excessiva. As agências brasileiras ainda oferecem às marcas um serviço abrangente que inclui, por exemplo, serviços de inteligência e compra de mídia. Essa oferta ampla permite uma visão holística da comunicação, que vai do impacto broadcast de uma mídia de massa ao engajamento dos consumidores com os conteúdos das marcas nas mídias digitais.</p>
<p>Frente à explosão dos meios e formatos, acompanhada de uma adesão rápida e entusiasmada da população, inclusive e sobretudo a chamada nova classe média (até pouco tempo atrás, a internet era um território quase completamente povoado pelas classes A e B. No entanto, desde 2005, a classe média cresce seu volume de usuários em 30% ao ano. Nesse contexto, 2011 foi um ano simbólico: a internet brasileira passou a ser composta por 50% de usuários da classe média) à internet, as agências de comunicação brasileiras nunca abriram mão de sua operação de mídia.</p>
<p>Parecia vital não permitir a entrada no país das agências especializadas na compra de mídia. O mercado garantiu assim, não somente uma rentabilidade segura, mas principalmente uma inteligência e um pulso permanente com a realidade do consumo de meios, canais e conteúdos. Assim, sem perder a capacidade de conjugar mensagem e meio no desenho das estratégias de comunicação das marcas, as agências de comunicação brasileiras permanecem um parceiro estratégico para os anunciantes, apesar de obedecer às imposições globalizantes ou varejistas.</p>
<p>Do total de investimento publicitário brasileiro, em 2011, 88% foi intermediado através de agências de propaganda clássicas. Essa proporção se mantém desde que a lei 4.680 que veda a entrada de bureaus de mídia no país foi promulgada em 1965.</p>
<h2>Planejamento: o triunfo do hip II</h2>
<p>No Brasil, assim como em mercados desenvolvidos, e apesar de ainda beneficiar-se de todos os recursos de inteligência de mídia, o Planejamento das agências conectou-se muito cedo com as tendências internacionais. Assim como lá, o Planejamento padece de pulso, sentido de urgência e principalmente pragmatismo. Tendo rejeitado com veemência o Planejamento nerd, sonhou com briefings mais inspirados e idealizados.</p>
<p>A promessa da lua enternece o sapo, mas no mundo real, sapo é sapo e príncipe é príncipe. O Planejamento das agências brasileiras fala inglês e joga cricket.</p>
<h2>Planejamento: o sonho do possível</h2>
<p>Como se pode planejar a comunicação de uma marca sem conhecer a dinâmica do consumo de mídia? Encastelando-se atrás de dados, abstraindo-se da prática, criando metodologias cada vez mais abstratas, místicas, intelectualizadas, etéreas?</p>
<p>Esse parece ser o nó górdio a ser rompido pelo Planejamento das agências na próxima década: equilibrar-se entre a improviso e a ortodoxia, aplicar a inteligência com uma dose equalizada de imaginação e pragmatismo.</p>
<p>O Planejamento de uma agência de comunicação, para além de seu recente papel de sedução junto aos clientes, também deve saber voltar-se para a própria agência, descendo de seu pedestal científico ou filosófico, fazendo decolar dados ou aterrissar insights. De sua torre elevada, a pitonisa ficou distante, pedante e recitativa. Perdeu timing e principalmente conexão, transformou pessoas em consumidores e ideias em números.</p>
<p>Em tempos de multiplicação exponencial de meios e formatos de comunicação, talvez o Planejamento possa liderar o retorno de uma certa inteligência de mídia às agências. Talvez essa volta seja necessária tanto para o negócio quanto para trazê-lo de volta ao mundo real.</p>
<p>É a hora de deixar de tergiversar com ares proféticos. É hora de entrar na sala de máquinas, sujar as mãos de graxa, interessar-se novamente pelos canais que conectam pessoas de carne, osso e humores com as coisas – e não só as marcas – que elas desejam possuir.</p>
<p>Vamos rir da metafísica estudada nas escolas, nos livros e nos estéreis wokshops. Fazer mais e pensar menos. Sonhar com o possível. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/09/20/gente-ou-contigente/">Gente ou contigente?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/21/para-o-estudante-de-propaganda/">Para o estudante de propaganda</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/04/25/especialistas-em-classe-c/">Especialista em classe C</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2009/07/17/a-redencao-da-politica/">A redenção da política</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Processos para alcançar inovação nas agências</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/10/10/processos-para-alcancar-inovacao-nas-agencias/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 01:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Alves Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[agências]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
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		<category><![CDATA[metodologia ágil]]></category>

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		<description><![CDATA[Criatividade e pesquisas custam caro. Vale combinar anúncios tradicionais sem riscos com outras ações realmente ousadas - e trabalhar cliente, agência e fornecedores com processos ágeis que permitam lançar, medir os resultados e adaptar rapidamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diferente da invenção e da melhoria, a inovação é um jeito novo de fazer alguma coisa gerando mais valor. Portanto inovação só existe quando uma ideia nova traz resultados de negócios.</p>
<p>Como resultados de negócios dependem do ecossistema do mercado em que se está trabalhando, se alguém levar uma novidade que já está estabelecida em um mercado para outro no qual ela não existe e conseguir gerar valor fazendo isso, estará inovando tanto quanto aquele que introduziu a novidade pela primeira vez.</p>
<h2>Inovação é diferente de invenção</h2>
<p>Uma invenção é uma ideia nova, que pode não trazer nenhum resultado de negócios. Por exemplo, o italiano Antonio Meucci inventou o telefone para poder comunicar-se de um andar a outro de sua casa com sua esposa que sofria de reumatismo. Ele vendeu seu protótipo a Alexander Graham Bell, que não somente patenteou a invenção em seu nome como criou um novo mercado, gerando muito valor.</p>
<p>O telefone de Meucci era uma invenção. O telefone de Bell era inovação. O celular de John F. Mitchell da Motorola foi outra inovação que passou por muitas melhorias até que Steve Jobs inovasse novamente com o iPhone.</p>
<h2>Inovação em cada etapa da cadeia de valor</h2>
<p>Se a inovação está relacionada ao mercado, então é possível inovar em cada etapa da cadeia de valor. É possível inovar desde a matéria prima utilizada, como a Apple que usa alumínio para fazer o corpo do MacBook Air, inovando também no processo de produção &#8211; de tal forma que seus concorrentes <a href="http://www.theverge.com/2011/11/21/2578088/ultrabook-aluminum-unibody-alternatives-rumors" rel="externo">só podem usar alumínio nos aparelhos mais caros</a>.</p>
<p>É possível inovar nas características do produto, adequando-o às necessidades do consumidor de uma forma diferente e muito melhor, aumentando o preço e as vendas. E nem sempre é preciso olhar para o consumidor para inovar, pode-se inovar no processo de produção reduzindo os custos, assim a empresa aumenta o valor do produto sem aumentar seu preço.</p>
<h2>O papel das agências na inovação</h2>
<p>As agências trabalham na definição do posicionamento de mercado dos produtos, na criação dos anúncios veiculados e outros tipos de ação que levem o consumidor a conhecer, desejar e comprar o produto. Por exemplo, enquanto a maioria dos anúncios de desodorantes masculinos apelavam de forma quase lírica para os homens, mostrando mulheres sensuais (como o memorável <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QDlGnKul6KE" rel="externo">AXE angels falls</a>), Old Spice inovou apelando <a href="http://www.youtube.com/watch?v=z-m6Ua9Iqkg" rel="externo">de forma nonsense para as mulheres</a>, já que são elas que compram de fato os desodorantes.</p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QDlGnKul6KE?version=3&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QDlGnKul6KE?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/z-m6Ua9Iqkg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Processos para inovação nas agências</h2>
<p>Inovar, portanto, não é um dom, um talento inato. É fruto de muito trabalho e às vezes de tentativa e erro. É preciso ter processos definidos na agência para que a inovação aconteça. Obviamente, de início, se inovar é gerar valor por ser diferente e melhor, então é preciso saber muito bem o que é que está acontecendo, com o que as pessoas estão acostumadas, o que é o normal.</p>
<p>Para isso é preciso investir não somente em criatividade, mas também em pesquisa, alocando tempo para que os profissionais entendam o que acontece no mercado das marcas com que estão trabalhando. E como tempo para pesquisa de qualidade custa caro, não é qualquer marca que pode inovar, nem qualquer job em qualquer agência que pode ser inovador.</p>
<h2>Inovar é arriscado, mas tem maior potencial</h2>
<p>Sobretudo a inovação inclui riscos, porque aquilo que é diferente e ainda não foi testado pode trazer resultados positivos ou negativos. O cliente está disposto a apostar com a agência em uma ideia nova? É preciso ter bem claro para todos que inovação, por estar intimamente ligada aos resultados, é a conseqüência da ótima execução de uma boa ideia.</p>
<p>Se o cliente precisa ter garantia de que os resultados serão positivos, é melhor manter sua comunicação dentro do status quo, daquela linguagem que já está estabelecida, do convencional, e deixar outras marcas inovarem e seguir a inovação delas correndo &#8220;no vácuo&#8221;, como fazem os pilotos de Fórmula 1, até aparecer uma boa oportunidade de ultrapassagem.</p>
<h2>Processos ágeis para inovar nas campanhas</h2>
<p>O ideal, geralmente, é ter um portifólio de ações que incluam uma porção de anúncios tradicionais sem muito risco e uma porção de ações realmente ousadas, e trabalhar em conjunto, cliente agência e fornecedores, através de processos e metodologias ágeis que permitam lançar, medir os resultados e adaptar as ações rapidamente, reduzindo assim o risco e aumentando o resultado a partir da inovação. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/09/25/agile-creativity-o-processo-de-gerenciamento-agil-nas-agencias/">Agile Creativity: o processo de gerenciamento ágil nas agências</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/11/06/quem-se-beneficia-das-metodologias-ageis/">Quem se beneficia das metodologias ágeis?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/02/inovacao-e-conforto-com-a-pagina-em-branco/">Inovação é conforto com a página em branco</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/04/a-mediocridade-como-objetivo-da-maioria-das-empresas/">A mediocridade como objetivo da maioria das empresas</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		<title>Podcast: case Webinsider, mais de uma década de história</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/07/05/podcast-case-webinsider-mais-de-uma-decada-de-historia/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2012 19:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Alvarenga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse podcast contamos um pouco sobre o processo de evolução do site, desde o início das atividades em 2000 até a sua mais recente reformulação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse podcast, eu, o <a href="http://webinsider.uol.com.br/author/eduardo_kasse/" rel="externo">Eduardo Kasse</a>, o <a href="http://webinsider.uol.com.br/author/vicente-tardin/" rel="externo">Vicente Tardin</a> e o <a href="http://twitter.com/kauelinden">Kauê Linden</a> da Hostnet conversamos sobre os processos de reestruturação e planejamento estratégico do Webinsider.</p>
<p>Ouça e comente!</p>
<p></p>
<p><a href="http://feeds.feedburner.com/imixpod"><img class="alignleft size-full wp-image-361" title="1311189583_Social_RSS" src="http://www.imixcomunicacao.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/07/1311189583_Social_RSS.png" alt="" width="31" height="31" /></a> <a href="http://www.imixcomunicacao.com.br/imixpod/insidermix7.mp3"><img class="alignleft size-full wp-image-362" title="1311190019_Downloads" src="http://www.imixcomunicacao.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/07/1311190019_Downloads.png" alt="" width="32" height="32" /></a><a href="http://itunes.apple.com/us/podcast/id451837645"><img class="alignleft size-full wp-image-319" title="1310679092_noatun" src="http://www.imixcomunicacao.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/07/1310679092_noatun-e1311266934437.png" alt="" width="32" height="32" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		<title>A propaganda de apertar parafusos</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/04/05/a-propaganda-de-apertar-parafusos/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 12:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernand Alphen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[agências]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando a separação de tarefas se reflete desastrosamente nas campanhas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falemos dos silos, das gavetas secretas, das caixinhas impermeáveis, das agendas lacradas que coabitam numa agência de comunicação. O assunto é cansado e recorrente, e sua resposta, retórica: integração é uma panaceia.</p>
<p>Mas nenhuma integração é remédio, nem pode haver ordem poderosa o suficiente, tampouco metodologia bastante criativa para vencer as resistências culturais e de vaidades individuais que criaram os feudos. Integração é uma questão de bom senso e boa vontade.</p>
<p>A Verdade Mística é que inventamos a separação das áreas de uma agência. Nós é que resolvemos dizer que mídia-é-mídia-que-não-tem-nada-a-ver-com-planejamento-nem-com-criação-ah-não-criação!-nem-me-fala-é-outra-coisa-que-é-quase-o-avesso-do-atendimento-pelo-amor-de-Deus!</p>
<p>No começo, parecia uma boa ideia, porque dava foco e separação de tarefas. Ajudava também a dar valor para o trabalho. Enfim justificava o trabalho. Mas isso era na época em que a especialização estava na ordem do dia: Chaplin em “Tempos Modernos”?</p>
<p>No fundo e hoje mais do que antes, será que nosso trabalho é apertar parafuso? Será que nossas habilidades são tão restritas? Será que somos tão debilitados e deformados?</p>
<p>Com um pouco de recuo, é fácil perceber que a separação dos poderes se reflete desastrosamente na mídia: existem campanhas que são claramente campanhas lideradas pela mídia, outras pela criação, outras pelo planejamento, outras pelo atendimento. Não fosse triste, seria divertido fazer as apostas. Campanhas com janelas de oferta: quem manda é a mídia. Campanhas com filmes de um minuto difíceis de entender: criação. Campanhas com cenas da vida e papo-cabeça em off: planejamento. Campanhas demo de produto: atendimento.</p>
<p>Claro que existem talentos: jeito pra fazer desenhinhos, piadas, filosofias, cálculos ou salamaleques. Mas um bom diretor de arte, redator, planejador, mídia ou atendimento não faz um bom profissional de comunicação.</p>
<p>Seremos iconoclastas e polivalentes ou não seremos a agência do futuro. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Jon Burgerman e o uso de ilustrações em interfaces</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2011/05/16/jon-burgerman-e-o-uso-de-ilustracoes-em-interfaces/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 18:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[interfaces]]></category>

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		<description><![CDATA[Conversamos com o designer e ilustrador Jon Burgerman sobre o uso de ilustrações em interfaces, arquitetura de informação e design atrativo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com muita felicidade que venho publicar uma entrevista que realizei com o designer e ilustrador britânico <a href="http://www.jonburgerman.com" rel="externo">Jon Burgerman</a>. Depois de ver uma matéria dele na 30º edição da revista Computer Arts Brasil, tive a ideia de convidá-lo para falar um pouco sobre a aplicação de ilustrações em interfaces, para que as pessoas tenham oportunidade de conhecer um excelente designer e também ver que o design e a arquitetura da informação podem andar lado a lado.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/jon.png"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/jon.png" alt="jon" title="jon" width="450" height="242" class="alignnone size-full wp-image-17660" /></a></p>
<p>Jon trabalha com um estilo próprio de ilustrações e tem conseguindo aplicar seus trabalhos nos mais diversificados produtos. Ddesenvolveu trabalhos para clientes como Adidas, Puma, Rip Curl, Sony e Pepsi. </p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/5.png"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/5.png" alt="5" title="5" width="450" height="298" class="alignnone size-full wp-image-17662" /></a></p>
<p>Além disso, colaborou com o game Little Big Planet e criou o aplicativo para iPhone <a href="http://www.jonburgerman.com/Work/comments/inkstrumental/" rel="externo">Inkstrumental</a> que permite o compartilhamento de músicas.</p>
<p>É um prazer tê-lo nessa breve entrevista. Admiro seu trabalho e acredito que contém uma boa dose de bom design.</p>
<p><a href="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.347346.WEBINSIDER.UOL.COM./B5674618;sz=150x190;pc=[TPAS_ID];ord=[timestamp]?" rel="externo" title="Fotos de qualidade e preços acessíveis de verdade"><img alt="Fotos de qualidade e preços acessíveis de verdade" src="/upload/2-150x190.gif" /></a><strong>– Você trabalha com ilustrações muito bem e conseguiu aplicá-las de uma forma muito atrativa. Você acredita que o estudo e aplicação de ilustrações em uma interface podem promover um sentimento maior de imersão ao usuário em relação ao conteúdo?</strong></p>
<p>Jon Burgerman – Pessoas precisam de uma forma de entender como se usa ou aplica ou interage com as coisas. Personagens e ilustrações podem prover isso quando necessário. Eu penso que nos relacionamos melhor com outras pessoas, mesmo que essas &#8220;pessoas&#8221; não sejam pessoas, mas personagens ou seres.</p>
<p><strong>- Que dificuldades você vê na aplicação de ilustrações em interfaces?<br />
</strong></p>
<p>Jon Burgerman – Aonde elas não são necessárias só confundem. Menos é mais e elas só devem ser usadas quando necessárias e vitais.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2.png"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2.png" alt="2" title="2" width="447" height="139" class="alignnone size-full wp-image-17661" /></a></p>
<p><strong>– Notamos em alguns projetos uma falta de preocupação em combinar arquitetura de informação com um design atrativo. Como você vê isso?<br />
</strong></p>
<p>– Sim, normalmente um aspecto se impõe sobre o outro. É um problema comum, mas quando os dois são casados perfeitamente é ótimo e você nem nota a diferença entre um e o outro.</p>
<p><strong>– Como você vê o uso de ilustrações em interfaces hoje em dia? E como você acha que essa combinação pode evoluir?<br />
</strong></p>
<p>– Quando as duas são combinadas perfeitamente e as ilustrações agem como uma forma integral de permitir ao humano entender e usar a interface sem pensar a respeito, é sublime.</p>
<p>Mais sobre Jon Burgerman:</p>
<ul>
<li> <a href="http://www.jonburgerman.com" rel="externo">Site</a></li>
<li> <a href="http://twitter.com/jonburgerman" rel="externo">Twitter</a></li>
<li> <a href="http://www.flickr.com/photos/jonburgerman" rel="externo">Flickr</a></li>
</ul>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Inspiração e bom senso no processo de criação</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2011/02/13/inspiracao-e-bom-senso-no-processo-de-criacao/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2011/02/13/inspiracao-e-bom-senso-no-processo-de-criacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 00:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Espírito Santo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho do planejador é inspirar a si mesmo e ao time envolvido no processo para achar perguntas, respostas e caminhos que vão nortear a propaganda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/inspiration.png"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/inspiration.png" alt="inspiration" title="inspiration" width="220" height="220" class="alignnone size-full wp-image-15100" /></a>Se fosse preciso escolher uma única ferramenta indispensável para planejar propaganda, você já se perguntou qual seria? Qual é a última ferramenta da qual você abriria mão para continuar fazendo seu trabalho?</p>
<p>É um exercício interessante pensar sobre o assunto, pois frequentemente inúmeras novas ferramentas para prever tendências e o comportamento das pessoas, pesquisas, dados e &#8220;métodos infalíveis&#8221; de envolvidos no processo de planejamento de propaganda acabam interferindo na essência do trabalho do planejador e comprometendo a eficácia de muitas campanhas.</p>
<p><a href="http://ad.doubleclick.net/jump/N5192.347346.WEBINSIDER.UOL.COM./B5674618;sz=150x190;pc=[TPAS_ID];ord=[timestamp]?" rel="externo" title="Fotos de qualidade e preços acessíveis de verdade"><img alt="Fotos de qualidade e preços acessíveis de verdade" src="/upload/2-150x190.gif" /></a>Essencialmente o trabalho do planejador é inspirar. Inspirar a si mesmo, em primeiro lugar e ao time envolvido no processo para achar perguntas, respostas e caminhos que vão nortear a propaganda até o seu destino final de conquistar o consumidor.</p>
<p>A inspiração pode vir de infinitas fontes e insights, desde o relatório completo da pesquisa em profundidade até o comentário da vovó</p>
<p>Embora não sejam sinônimos, inspiração e transpiração guardam uma relação de proporcionalidade, em que quanto maior for a sua capacidade de observar os problemas de diferentes ângulos e abordagens e depurar toda informação desnecessária, maior a probabilidade de obter melhores resultados finais após todo processo de transpiração. </p>
<p>Afinal, inspiração e bom senso precisam andar juntos na propaganda. E embora a inspiração possa ter várias fontes, o bom senso exige ser cultivado briefing a briefing, job a job.</p>
<p>Pense nisso. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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