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Design - Redes sociais

Web design 2.0: o usuário redesenha seu site favorito

20 de outubro de 2009, 23:05

Site PHP Classes é um sucesso, tem ótima audiência, mas parte do público não gosta do design. E agora todos vão poder propor novas soluções e mudar tudo democraticamente.

Por Manuel Lemos

Muito se falou sobre web 2.0, tanto que o assunto em si se tornou enjoativo. Porém, vale a pena voltar ao assunto para explicar uma nova iniciativa destinada a melhorar o design de sites a partir do contributo do seus usuários.

Mas afinal o que é mesmo web 2.0?

Nota-se que o significado do conceito de web 2.0 não ficou claro para todos que se entusiasmaram ou não com as ideias associadas.

Só para esclarecer, web 2.0 é um conceito criado por Tim O’Reilly e seus pares para descrever um conjunto de novas práticas em sites de internet, muitos dos quais sobreviveram à bolha da internet que estourou no principio deste século.

Uma das principais práticas da web 2.0 é dar oportunidade ao usuário para participar, seja com conteúdo, opiniões, etc., e assim se tornar relevante.

Na web 2.0, o usuário deixou de ser um mero consumidor de informação produzida por uma minoria que comanda cada site como ocorre em sites da web 1.0. O usuário passou a ser potencialmente um produtor de conteúdo interessante para pessoas com os mesmos interesses que frequentam os mesmos sites.

Relação entre a web 2.0 e o web design 2.0

Transpondo o conceito de web 2.0 para a área de design de sites, web Design 2.0 é uma evolução de como o design de sites é feito hoje em dia, aquilo que se poderia chamar web design 1.0.

Hoje em dia, o design da maior parte dos sites é criado por uma só pessoa, ou quando muito, um pequeno grupo de pessoas. Em muitos casos o design é criado pelo próprio dono do site, que na verdade é o único programador do próprio site, e nem sequer é uma pessoa com formação própria na área de design.

Esta circunstância cria uma situação de insatisfação perante alguns dos seus usuários, os quais não concordam com o sentido estético e/ou funcional de quem criou o design do site.

Por vezes os sites são úteis, mas por divergência em relação ao seu design, acabam por perder empatia da parte dos usuários mais sensíveis a essas questões.

Se o número de pessoas insatisfeitas se tornar significativo, não há  dúvida que é preciso mudar o design. Mas quem vai fazê-lo?

Mudar de design ou de designer para outro, por si só não garante que o  novo design que será produzido vai agradar mais do que desagradar. Esse  problema ocorreu recentemente com o Facebook e o YouTube.  Ambos os sites decidiram mudar de design, mas muitos usuários se  manifestaram energicamente contra a mudança.

Em suma, este é o cerne do problema dos sites com web design 1.0. Os  donos dos sites decidem como o design vai ser e pouco ou nada importa o  que os usuários reclamam.

Como evoluir para uma abordagem de web design 2.0?

Para resolver este problema há que aprender com o progresso trazido pelas práticas da web 2.0 e transpor para a área de design, ou seja  passar a bola para os usuários para que eles deixem de ser um problema  de reclamações e passem a ser parte da solução.

Um detalhe que se pode notar é que os usuários de um site que mais reclamam do seu design são muitas vezes profissionais que trabalham nessa área. Então, nada mais apropriado que deixar esses usuários proporem novos designs.

E depois, como determinar qual o melhor design? Se você tem um site que  se destina a agradar os seus usuários, nada mais óbvio que deixar os  usuários escolherem qual a melhor proposta e ficar com a mais votada.

Não haja dúvida que por mais votada que seja uma proposta de design, sempre existirão usuários insatisfeitos que não vão gostar dessa proposta. Mas pode ter a certeza que se a proposta escolhida não for a mais votada pelos usuários, logicamente o número de usuários insatisfeitos será maior.

Nada de ficar restringindo o poder de decisão a um comitê constituído por uma elite de pessoas que não representam a comunidade de usuários do site. Há muitos anos li num livro que “um camelo é um cavalo desenhado por comitê”. A comunidade de usuários espera um cavalo, mas o comitê vai  ficar com design do camelo porque é que representa os interesses da  elite que constitui o comitê.

Esta ideia de web design 2.0 é a democracia levada ao extremo. Todos podem propor novos designs se quiserem, e todos podem votar nos designs propostos.

Resumindo, web design 2.0 é permitir aos usuários de um site proporem novos designs, mas deixar a decisão para todos os outros que não propuseram nada, mas serão afetados pela mudança de design.

Web Design 2.0 ou crowdsourcing?

Na verdade este tipo de iniciativa é também conhecido por crowdsourcing. Crowdsourcing é uma palavra inventada pelos editores da revista Wired. Resulta da combinação da palavra crowd (multidão) com outsourcing (terceirização), ou seja terceirizando trabalho criativo para um grande número de pessoas que se vão candidatar ao serviço.

Existem vários sites que já intermedeiam a terceirização da criação de serviços de design, como por exemplo o 99designs e crowdSpring.

No entanto, a terceirização de trabalho criativo tem suscitado críticas violentas por parte da comunidade de profissionais da criação.

Entre as críticas destaca-se o fato de que muitas vezes muitos profissionais concorrem e apenas um ganha. Em alguns casos nem sequer o vencedor tem compensação financeira decente pelo serviço. Em tese isso afastaria os melhores profissionais que não gostariam de gastar tempo em algo que têm poucas chances de ganhar.

Outra crítica é que quem decide qual proposta de design é a melhor é normalmente o dono do site. O seu sentido estético e funcional é o que vai prevalecer quando é tomada a decisão sobre qual é o melhor.

Porém, a abordagem que descrevo sobre web design 2.0 pretende ir mais além e resolver pelo menos em parte os problemas suscitados por estas críticas.

Primeiramente, se o design é para um site, quem deve decidir deve ser os usuários do site, não apenas o dono. Caso contrário, podem continuar ocorrendo reclamações de usuários insatisfeitos. A decisão deve ser democrática para não haver espaço para reclamações de injustiça.

A compensação financeira dita “decente” tem de existir. Tendo em conta que é um concurso, o prêmio tem de ser superior à média paga no mercado para se tornar aliciante aos profissionais mais qualificados que podem vir a concorrer.

Para além disso, sempre que possível deverá existir compensação para quem não ganhou mas ficou bem qualificado. Isso pode ocorrer através de prêmios de menor valor, que até podem não ser financeiros.

Seja como for, sempre haverá reclamações de profissionais que temem que estas iniciativas de crowdsourcing reduzam as suas chances de conseguir trabalho diretamente com as empresas interessadas em contratar serviços de design.

O mesmo acontece com profissionais de desenvolvimento de software que temem a concorrências de empresas de outsourcing da India ou China, ou ainda de sites tipo Rent-a-Coder que servem para leiloar projetos entre quem estiver disposto a pagar menos.

O assunto é polêmico. É impossível agradar a todo mundo. Porém o fato é que crowdsourcing está aí e todos têm que se adaptar à nova realidade.

No entanto, tendo em conta que a idéia de web design 2.0 que descrevo tenta resolver algumas das reclamações, sempre é um passo adiante no sentido de agradar a mais profissionais.

Concurso de Web Design 2.0 no site PHPClasses

Essa foi precisamente a ideia que tive para resolver as queixas recorrentes em relação ao design do site PHPClasses. Para quem não conhece, é um site que criei há 10 anos para distribuir componentes prontos de  programação em linguagem PHP contribuidos pelos seus usuários.

Com mais de 800 mil usuários registrados de todo mundo, e entre 20 mil  a 30 mil  visitas por dia, é natural que regularmente o site receba criticas e ofertas para desenhar as suas páginas, que por vezes vêm por e-mail, mas ultimamente têm aparecido mais no Twitter.

Em 2008, quando o site fez nove  anos, decidi que daí para frente iria me focar na iniciativa de permitir aos usuários propor novos designs.

À partida a ideia parece simples, mas na prática existem requisitos funcionais que complicam a sua implementação. Os usuários terão a liberdade de alterar templates de HTML, CSS e imagens. Mas é necessário que o HTML contenha certos elementos obrigatórios para manter  funcionalidades essenciais ao site, como menus de navegação, publicidade, logotipos do site e da empresa, etc..

Para resolver o problema, foi criado um editor visual que permite que designers possam criar as suas propostas de templates em HTML e já vejam como é que fica, dando a possibilidade de inserir os elementos obrigatórios na disposição que entenderem.

Mais informações podem ser encontradas neste artigo que explica como funciona o envio de propostas de temas de design.

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Não é exatamente o processo de apenas enviar um arquivo de PhotoShop com a proposta de design que muitos designers estão habituados. Porém usando ferramentas de conversão de arquivo de PhotoShop em HTML, qualquer designer pode enviar a sua proposta sem demasiado esforço adicional.

Compensação para os vencedores

Criar um bom design dá trabalho. Não seria justo se os candidatos vencedores apenas levassem palmadinhas nas costas pelo seu trabalho.

Os vencedores terão direito a prêmios. O autor do design escolhido receberá um prêmio de USD $3000, para além de um simpático (e raro) elePHPant, que é mascote da linguagem de PHP sob a forma de boneco de  pelúcia.

Para além disso, os autores dos designs mais votados a seguir ao vencedor também terão direito a prêmios fornecidos por patrocinadores da iniciativa como a Microsoft, O’Reilly, Packt e Manning. A lista completa pode ser encontrada na página do concurso.

Como participar?

Esta é a primeira edição deste concurso. Por enquanto, apenas o template HTML principal, CSS e ícones que afetam todas as páginas do site podem  ser alterados. No futuro espera-se que ocorram novas edições do concurso para melhorar o design de cada um dos tipos de página que são mais visitadas.

Tentei procurar por iniciativas semelhantes mas não encontrei nada  exatamente igual. Aliás, se alguém sabe de iniciativas parecidas, agradeço que divulguem para que se possa aprender com a abordagem de outros.

Portanto, é natural que por ser a primeira edição, algumas coisas poderão não correr tão bem como se deseja. Mas só vamos saber isso  depois de realizar a esta edição.

O prazo de envio de propostas para esta edição termina no fim de novembro. Em dezembro será feita a votação. Em janeiro será  usado o design vencedor. Quem estiver interessado em participar, pode começar indo na página de envio de propostas.

Como ajudar?

Para além de concorrer ou simplemente ir votar nas propostas de design,  se você gostou desta iniciativa, ajude a divulgar. Quem sabe isso  empolgue os donos de outros sites, que você gostaria que também fossem  redesenhados pelos usuários, e eles adotem a ideia. [Webinsider]
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Sobre o autor

Manuel Lemos (mlemos@acm.org) é desenvolvedor e edita o PHPClasses.org

Apoio:

  • LayerDev Serviços de Webhosting Profissional

Palavras-chave relacionadas a este texto: [ programação ] [ usuário final ] [ comunidades ] [ conteúdo colaborativo ] [ trabalho a distância ] [ inovação ]

Comentários

8 pessoas comentaram o artigo "Web design 2.0: o usuário redesenha seu site favorito"

Rubira Data: 21/10/2009 às 3:28 am

Atividade:

Cidade:

Fiquei feliz em saber que o PHPClasses foi criado por um brasileiro. Juro que não sabia disso. Parabéns pois eh um excelente site! Boa sorte com a iniciativa! abssss

Rodrigo Data: 21/10/2009 às 8:07 am

Atividade: Desenvolvedor Web

Cidade: Recife

Primeiramente parabéns pela iniciativa, mesmo não sabendo de algo do tipo, sabemos que alguém tem que dar o primeiro passo, e se tratando de “web colaborativa” é quase certo que essa moda pegue porém como foi colocado no texto é preciso se conscientizar que colaboração também é trabalho e esse deve ser recompensado a altura. Ficam aqui as minhas vibrações positivas para que essa empreitada dê certo .

Iris Data: 21/10/2009 às 9:41 am

Atividade: Arquitetura da Informação

Cidade: Porto Alegre

Achei bacana sua proposta de democratização do webdesign mas vc está esquecendo que antes do site ser desenhado tem a arquitetura de informação envolvida que faz justamente a ponte entre a necessidade do usuário final e o desenvolvimento do website. É interessante esta iniciativa em concursos que instiguem o surgimento de novos profissionais mas não é uma prática que deve ser globalizada pois a incidencia de conflitos pode se tornar maior a medida que um grupo de profissionais especializados em design resolvem reorganizar um website. Há excelentes empresas com excelentes arquitetos de informação que com certeza irão gerar um prototipo muito fiel e provavelmente mais adequado às propostas do produto ou serviço oferecido pelo website a ser estruturado. Isto tem um custo também e o retorno pode ser tão ou mais atraente quanto um grupo de designers focados em imagem intentando uma interface amigável ao usuário final.

Jose Prandini Data: 21/10/2009 às 9:57 am

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Primeiramente, parabéns sobre a abordagem séria e concisa sobre o assunto.
Como tema extremamente polêmico, penso que vale a pena discutir aqui alguns conceitos (e principalmente dúvidas…):

- Bons profissionais em design e usabilidade são capazes de apresentar a melhor solução possível? - lembrando que “a melhor solução possível” é voltada aos objetivos do site, que nem sempre existem para agradar a maioria, mas sempre para viabilizar finalidades de comunicação + funcionalidades.

- Vox Populi, Vox Dei? ou seja, a opinião da maioria é sempre responsável pela melhor solução técnica? Sem sermos contrários a princípios democráticos, podemos lembrar a imensa maioria de líderes corruptos e incompetentes eleitos pelo voto legítimo. A principal razão para isso é a eleição desses governantes por pessoas sem a formação específica para esse tipo de escolha. O paciente é o usuário final dos conhecimentos médicos, mas como seria se esse principal interessado em uma cirurgia (e ainda seus familiares) pudesse opinar e ditar condutas à equipe médica?

- Bons profissionais são aqueles que levam em conta o feedback gerado pelo site, agregam sugestões pertinentes e conseguem adequar bons princípios de comunicação ao produto final, como um bom médico ouve seu paciente com atenção, e ao final, decide profissionalmente como será seu tratamento.

Manuel Lemos Data: 21/10/2009 às 7:29 pm

Atividade:

Cidade:

Rubira, porém eu sou Português. Sempre me confundem com o Manoel Lemos do BlogBlogs, e vice-versa. Mas como vivo no Brasil há mais de 10 anos mesmo sendo Português de nascença, não deixo de ser Brasileiro de coração.

Iris, o site já existe há 10 anos e tem uma arquitetura de informação própria à qual milhares de usuários estão habituados.

É difícil demonstrar que mudar a arquitetura de informação do site seja mais bom do que mau. Por exemplo, mudar as coisas de lugar pode irritar profundamente usuários que estão habituados a achar as coisas num dado lugar.

Seja como for, isto é uma iniciativa experimental. Por enquanto apenas o template de HTML (cabeçalho e rodapé) de todas as páginas pode ser mudado.

No futuro avaliaremos os resultados para determinar como permitir a alteração de outras páginas.

Em qualquer dos casos, arquitetos de informação não estão excluídos de participarem, mesmo que seja em parceria com designers.

Jose, esse aspecto da ocorrência de fraude é pertinente. Aliás, eu pensei mencioná-lo, mas acabei desistindo porque o artigo já estava longo.

Seja como for, o site dispõe de métodos algorítmicos já usados noutros concursos do site para detetar e anular tentativas de fraude.

Sobre o problema da compra de votos e do voto inconsciente, penso que no Brasil é particularmente mais grave porque ao contrário de outros países o voto é obrigatório. Mas não me vou alongar sobre isso porque foge ao tópico do artigo.

Sobre levar em conta o feedback dos usuários do site, isso é o que mais tendo sido feito durante 10 anos de vida do site. Este concurso é resultado desse feedback.

As melhores sugestões sempre vieram de usuários. Ainda ontem anunciei uma melhoria do sistema de busca que proporciona uma melhor interface que a que o Google fornecia anteriormente.

http://www.phpclasses.org/blog/post/105-Improved-site-search-for-every-user.html

Seja como for, muitas vezes é dificil porque os usuários que reclamam são vagos. Falam coisas tipo “é dificil de navegar”, ou “eu não acho nada que queria”.

Aí quando pergunto como acham que poderia ser melhorado, eles não conseguem dar ideias ou explicar qual é o problema. Assim fica difícil.

Mas pode ficar sossegado que os poucos que conseguem dar boas ideias são ouvidos e com tempo as boas sugestões são implementadas.

Obrigado a todos pela força.

Daniel Gomes Lopes Filho Data: 24/10/2009 às 9:02 am

Atividade: Gerente de projeto

Cidade: Brasilia

Parabéns pela iniciativa que amplia a participação e discussões sobre o tema.
Corroboro da opinião da Iris, pois vivo esse problema diariamente. Quando a visão estética do leiaute consegue se sobrepor aos objetivos principais do site/portal.(exemplo: quando o site/portal é de serviço e o leiaute privilegia como se fosse de notícias).
Acrescento ao tema do seu artigo a questão do próprio usuário alterar online a visualização do site, o que me parece a tendência web 2.0 quanto à apresentação. Estou particularmente interessado no momento em produzir uma arquitetura de referência, porém em que a camada de design proveja funcionalidades que permita ao usuário ajustar alguma forma de acesso aos conteúdos. Cito, como exemplos, as possibilidades de trocar skin, de selecionar e de posicionar as abas e menus de navegação, assim como remanejar elementos visuais de conteúdo, tais como calendários, agendas, portlets de conteúdos e assim por diante.

Abraços,

Daniel Lopes Filho (http://www.linkedin.com/in/daniellopesfilho)

Manuel Lemos Data: 27/10/2009 às 12:35 am

Atividade:

Cidade:

Daniel, não sei no que você está pensando quando fala em “leiaute”. Layout é uma palavra inglesa que significa “disposição”, no caso disposição dos elementos numa página de um site.

Então é apenas uma questão estética. Também envolve aspectos funcionais que de certa forma afetam aspectos da arquitetura da informação.

O editor visual que foi desenvolvido permite configurar alguns desses aspectos, como disposição de menus, publicidade, logotipos, etc..

Mas poderia configurar bem mais coisas. Por enquanto apenas se pode configurar isso porque foi o que os usuários deram a entender que querem mudar.

De resto o editor visual é Open Source e faz parte de um pacote em PHP de geração e validação de formulários. Caso esteja interessado em estudar, pode achar aqui:

http://www.phpclasses.org/formsgeneration

Alex Frachetta Data: 11/11/2009 às 12:42 pm

Atividade:

Cidade: São Paulo

Eu achei que você ia falar do http://www.bbc.co.uk/, que nos deixa escolher qual conteúdo o usuário quer ver na Home.

Mas aí depois eu pensei que essa funcionalidade é mais relativa ao conteúdo do que a forma em si.

Anyway, ótimo artigo.

Avisos
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