A próxima eleição já tem um pé na web 2.0
17 de julho de 2009, 14:08Redes sociais, ao que tudo indica, vão tocar fogo nas próximas eleições para a presidência da República, a julgar pelo movimento que os candidatos já colocaram online.
Por
Recebi agora por e-mail o que seria o livro proibido, que conta a história dos escândalos do mensalão e usa a figura do Presidente Lula como seu principal articulador.
Não li o livro ainda, não conheço o autor e então não posso falar da profundidade do conteúdo e sua relevância. Mas este agora não é o foco.
O que acho pertinente destacar é que o formato do conteúdo e sua abordagem me fizeram refletir sobre como poderá ser o tom da próxima campanha eleitoral para a Presidência da República e quais serão as estratégias para entregar conteúdo e promover engajamento na Rede de forma ampla.
O ponto que desejo enfatizar é o formato de conteúdo para o marketing político 2.0: livros, filmes, manifestos, causas legítimas, debates em comunidades, mashups… principalmente nos grandes centros, esses poderão ser o combustível para tocar fogo na redes!
E isso já começa a ser desenvolvido nos bastidores dos partidos. Os candidatos já estão começando o monitoramento das redes sociais e o planejamento de sua presença digital.
Aécio Neves, um dos presidenciáveis do PSDB, criou projeto com cara de conteúdo político 2.0, inclusive com parceria com o Google e com direito a cobertura de blogueiros..
Outro tucano na corrida, José Serra, foi pro Twitter e escreve regularmente sobre suas ideias e situações do cotidiano, usando uma linguagem simples e de aproximação com as pessoas. Na minha opinião, até então, está mandando bem.
E nosso presidente não fica de fora, aproveita a máquina, vai criar blog, Twitter e perfil no Orkut e ainda ganha um filme sobre a sua comovente estória.
Ou alguém duvida que o filme Lula, o Filho do Brasil não é panfleto em ano de eleição? [Webinsider]
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1° irado Data: 17/07/2009 às 3:46 pm
Atividade: observador atento
Cidade: são paulo
um meu gerente - há uns 40 anos atrás - comentou, a propósito da “troca da guarda” presidencial (um militar por outro):
“mudam as moscas, a m*&%$ é sempre a mesma”.
considerando-se o (des)govêrno atual e os anteriores, considerando-se o Congresso Nacional que temos, venho considerando que não vale a pena movimentar-me pra ler algo em qualquer blog ou twitter ou seja lá onde for. O que precisamos mesmo é de uma campanha séria, nos seguintes têrmos:
a) mandem-se todos pra casa (Senadores, Deputados et caterva, inclusive assembléias estaduais, vereadores, reitores universitários), enfim TODO MUNDO VAI EMBORA.
b) proibe-se essas criaturas, alijadas que estão, de re-candidatarem-se a qualquer cargo público pelos próximos 50 anos; espera-se que a maioria esteja morta, passado o período de quarentena.
c) aos novos eleitos proibe-se mais do que UMA reeleição.
o motivo é simples: essas criaturas que se entronizaram no poder estão lá há tanto tempo que consideram como “coisa sua” (”cosa nostra”?) o que deveria ser o Estado, impessoal e voltado para a Nação (coisa que não temos hoje, o Estado serve à canalha).
Imagino que, com essas ações simples, deixaremos de ter escândalos ou, pelo menos, êsses deixam de ser inimputáveis graças à “.. não sabia, ninguém me contou, foram os aloprados..”
finalmente:
Se o país é democrático, por que sou OBRIGADO a votar?