A dificuldade de escolher o melhor curso de TI
01 de junho de 2009, 16:28Escolher o curso ideal para desenvolvimento profissional é sempre uma charada. Há muita informação desencontrada, muito apelo comercial e muitos cursos parecidos om nomes diferentes. O que fazer?
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A primeira ação é definir interesses. É necessário planejar, focar, estudar e aproveitar as oportunidades do momento. Ter clareza e analisar o timing do mercado é essencial para um resultado satisfatório. Para se ter uma ideia, o setor de Tecnologia da Informação é o que concentra o maior índice de mal-entendidos.
A maioria das dúvidas estão relacionadas às definições e ao conteúdo dos cursos.Existem cerca de 1.300 novos cursos técnicos e superiores voltados à TI que são semelhantes, mas com denominações diversas, como Engenharia da Computação, Ciências da Computação, Sistemas da Informação, Administração e Sistemas, Logística, Gestão com TI e muitos outros.
A área de TI vai desde o desenvolvimento de hardware, aí considerando as centenas de componentes eletrônicos que dele fazem parte, até o software necessário para uma simples aplicação doméstica. Tudo isso passa pelo estudo de sistemas operacionais, compiladores e programação, lógica e algoritmos, redes com e sem fio, banco de dados, engenharia de software, sistemas multimidia, realidade virtual, computação gráfica e, principalmente, aplicações de gestão empresarial.
Por apresentar maior segmentação, a área de TI é uma das mais dinâmicas e procuradas no mercado. Apresenta também um diferencial relevante: a oferta de cursos técnicos de qualidade. São inúmeras opções que se multiplicam a cada ano.
Além dos cursos técnicos, existem os cursos de certificações, que são considerados verdadeiros “abre-portas” no mercado de trabalho. Os cursos oferecem vantagens relativas à duração e ao valor do investimento. Para preparação é preciso que estudantes e profissionais definam seus interesses. Selecionar o que gosta, o que tem facilidade, o que e porque o quer.
Não adianta entrar no segmento de tecnologia, por exemplo, se não tiver um inglês (no mínimo básico) ou não existir entrosamento algum com matérias exatas. Portanto, para não correr o risco de acabar como muitos profissionais frustados e insatisfeitos, é preciso autodefinir seus gostos.
Após esta fase, inicia-se o processo de escolha do curso e instituição a ingressar. Nesta etapa, a pesquisa é fundamental. Levantar informações sobre os cursos, cronogramas, histórico das instituições, procurar fóruns e assistir ao máximo de palestras relacionadas à área de atuação almejada. Vale consultar sites do governo, como do Ministério da Educação (MEC) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e os sites oficiais das redes de ensino.
Neles, encontramos uma infinidade de informações esclarecedoras como notas e classificação das instituições, além de fóruns com profissionais da área. Vale um conselho: procure conversar com pessoas que trabalham na área pretendida, tomar conhecimento da rotina de trabalho e quanto mais se interar do assunto, melhor!
Da mesma forma, vale a dedicação quando for encontrar uma oportunidade de trabalho. Antes de candidatar-se, estude a empresa, saiba tudo sobre o cargo que busca, assim você, munido de informações, se sentirá mais confiante e seguro.
Descubra qual o papel que você quer desempenhar como profissional. Por isso, não perca o foco e não deixe de encarar o mercado de trabalho real. Analise as oportunidades e procure adaptar-se ao negócio. Por mais que o mercado seja concorrido e saturado, sempre haverá vagas destinada aos melhores. E aos jovens, aproveitem e conquistem as oportunidades cedidas. Já aos mais experientes, saibam que nunca é tarde.[Webinsider]
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1° Marcia Data: 02/06/2009 às 3:58 pm
Atividade: estudante de biblioteconomia
Cidade: RJ
Olá Ernesto,
Tenho grande interesse em conhecer melhor essa gama de atividades ligadas às tecnologias de informação. Como estudante do 5º período de Biblioteconomia e com a “audácia” de confeccionar sites (caseiros, simplinhos) de forma amadora( porque sou curiosa), tenho pensado em me envolver com Arquitetura de Informação. O seu artigo aconteceu em boa hora, pois me vejo tentada a partir para o ambiente da web, mas não sei com certeza qual (quais) especialização seria adequada para a minha formação. Que tal falar um pouco disso, ampliando o artigo da Katyusha Souza (”Biliotecário é também Arquiteto da Informação, sabia?”) publicado no Webinsider há alguns poucos anos?
Um abraço,
Marcia