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Criação

O que ajuda um viral a viralizar de fato

22 de abril de 2009, 16:22

Espalhando ideias pela internet: muitas táticas ajudam a propagar conteúdos. Fora o frescor da criação, normalmente dão mais certo quando são sucintos, têm linguagem simples, usam tags e SEO.

Por Charles Cadé

Muitas táticas ajudam a propagar ideias de forma viral. O diferencial é atingir grande número de pessoas rapidamente, bem como ser relativamente barato comparado a outras formas de divulgação.

Além disso, por serem replicadas por usuários comuns, as ideias (ou peças) têm credibilidade - ou pelo menos algum respaldo - para os contatos dessas pessoas, já que são enviadas por quem os conhece, se adequando aos gostos e interesses desse público.

Obviamente, uma ideia ruim dificilmente ganhará escala (a não ser como alvo de chacota, ironia). Por isso, um bom conceito deve guiar a criação do que será divulgado.

Conteúdo sucinto geralmente é mais convidativo. Textos curtos (até 600 palavras) e vídeos menores (com até 3 minutos) possuem apelo maior para serem recomendados. Não esqueça de usar uma linguagem simples, já que dificilmente alguém vai recomendar algo pouco acessível (a não ser que seja para um público segmentado). Assim, o remetente poderá compreender a mensagem e espalha-la.

A recomendação de conteúdo obviamente ocorre quando a pessoa avalia que a mensagem será útil para quem a recebe, mas também para quem recomendou. Se irá aumentar sua reputação, se está prestando serviço de utilidade pública, se será visto como uma pessoa divertida ou alguém que está antenado com o que há de mais novo na internet etc.

Quanto mais intensa a emoção causada, mais as pessoas vão querer falar sobre isso. Entretanto, optar por temas polêmicos é arriscado (não confundir com ideias inusitadas). Até porque desperta posições antagônicas (por vezes extremadas), bem como pode gerar muitos comentários negativos, avaliações ruins (o número de estrelas nos vídeos do YouTube, por exemplo) etc.

E, mesmo que alguém aprecie, ela pode ter receio de enviar para seus contatos. Isso porque não quer ficar atrelada a conteúdo de “gosto duvidoso”. Se optar por enviar, pode escolher um número bem mais restrito de contatos.

Atentar para o SEO (Search Engine Optimization) é de grande importância. Por isso, utilize bem os títulos. O mesmo vale para o uso das tags (etiquetas). Pense como a pessoa irá buscar essas informações, que palavras ela irá utilizar para encontrar o que procura.

No caso de vídeos, transcreva o texto que foi apresentado. Além disso, opte pelos sites de compartilhamento mais acessados, que oferecem meios simples de recomendá-lo para seus contatos, nas mais diversas ferramentas da web 2.0 (Twitter, Orkut, blogs etc). Isso lhe auxiliará a atingir grande audiência, ainda mais se for citado entre os mais vistos ou listado como recomendação de conteúdo relacionado.

Além disso, também torna possível uma medição mais eficaz, demonstrando o sucesso do vídeo. Em casos especiais, pode-se optar por páginas de menor audiência global para se atingir nichos específicos. Veja aqui algumas características dos vídeos virais de maior sucesso.

O assunto é bem amplo e não se encerra com essas sugestões. Fique à vontade para contribuir nos comentários. [Webinsider]

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Sobre o autor

Charles Cadé (contato@charlescade.com) é jornalista, assessor de comunicação, consultor de projetos online e mantém o site Charles Cadé.

Apoio:

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Palavras-chave relacionadas a este texto: [ TV, vídeo ] [ comunidades ] [ blogs ] [ viral ] [ aplicativos web 2.0 ] [ SEO ]

Comentários

3 pessoas comentaram o artigo "O que ajuda um viral a viralizar de fato"

Welton Matos Data: 22/04/2009 às 5:04 pm

Atividade: Design, blogueiro, twitteiro

Cidade:

Bom eu costumo usar todas as ferramentas frees: orkut, myspace, wordpress. Umas bem legais como o flickr e em destaque na midia.. tipo twitter. Procuro sempre posicionar bem meus link no google. Welton Matos, podem pesquisar, tenho uma página quase toda minha… coisas útei e inuteis, mas eu nem ligo adoro é ser visto. Como disse Oscar Wilde A única coisa pior do que falarem de você é não falarem de você”. Não me importo se estou sendo visto no youtube ou no limão. Eu uso essas ferramentas. Mostram minha trasnparência. ADORO A REDE POR ISSO!

Raphael Data: 22/04/2009 às 5:37 pm

Atividade: Planner

Cidade: Goiânia

Parabéns pelo artigo, a base de qualquer ação interativa daqui há alguns anos será a capacidade que os comunicadores terão de “vender” sua mensagem.

O que o usuário ganha vendo seu vídeo, site ou ação interativa? e repassando para sua rede social?

mel oliveira Data: 26/04/2009 às 1:16 pm

Atividade: publicitaria

Cidade: salvador

Não existe uma receita de “como viralizar um conteúdo”. Mesmo que se façam todas essas recomendações acima, não se pode garantir que um material vai mesmo virar uma febre nas redes sociais etc.

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