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Paulo Roberto Elias
Áudio e vídeo

Vídeo componente, DVI e HDMI

03 de abril de 2009, 10:10

Conheça os cabos de vídeo usados para o sinal de alta resolução.

Por Paulo Roberto Elias

A maioria dos entusiastas de vídeo sabe que a qualidade dos cabos e conectores tem grande influência sobre a performance geral do sistema, e, em última análise, sobre a qualidade final da imagem. Itens como blindagem, fios de cobre livres de oxigênio, soldas e conectores banhados com ouro são frequentemente inspecionados, na escolha de uma marca ou tipo de cabo.

O objetivo deste texto é compilar as características dos diversos cabos e conectores, que podem ser usados para a transmissão de vídeo em alta definição: cabos de vídeo componente (analógico), DVI e HDMI (digitais). Outros tipos de conexão digital, como o Firewire ou iLink, não serão cobertos neste artigo.

1. Cabos de Vídeo Componente

A conexão padrão para o vídeo de alta definição é o conjunto de cabos chamado de vídeo componente, mas ele vem sofrendo uma discriminação injustificada, pelos proponentes dos algoritmos de proteção contra cópia, por causa da sua natureza analógica, isto é, é uma saída de um sinal previamente decodificado.

O sinal de vídeo componente não é igual ao RGB, usado tempos atrás, para transmissão de crominância e luminância individualmente. Este último, também analógico, transmitia sinais separados para as cores Vermelha (R ou Red), Verde (Green ou G) e Azul (Blue ou B), que são as cores fundamentais do espectro de luz visível. O uso de RGB se baseia no fato de que o olho humano tem receptores de luz mais sensíveis a estes comprimentos de onda, e a combinação das várias matizes de cores é obtida pelo casamento de Vermelho, Verde e Azul, em amplitudes diferentes.

O sinal RGB exige uma largura de banda passante muito alta, e é portanto inadequada a mídias onde há necessidade de compressão do sinal, como, por exemplo, o DVD. Nestes casos, usa-se uma variante, chamado de vídeo componente. O sinal de vídeo componente é composto pelas seguintes informações:

1 – Azul: Pb (sinal analógico) e Cb (sinal digital);

2 – Vermelho: Pr (sinal analógico) e Cr (sinal digital);

3 – Luminância: Y (sinais analógico e digital).

A luminância é a medida fotométrica (ou elétrica), resultante da combinação de todas as três amplitudes (sinal monocromático). O sinal de luminância, na conexão do vídeo componente, carrega a informação completa da imagem e um pulso de sincronismo com os sinais de Azul e Vermelho, que contém a diferença de cores. O sinal de vídeo componente é transmitido por 3 cabos de vídeo standard:

image0011.jpg

Os cabos são conectados neste tipo de entrada, no receptor:

image0031.jpg

Cada cabo usado na conexão de vídeo componente deve ter o melhor isolamento (blindagem) possível, e a impedância do mesmo deve ficar próxima de 75 ohms. A blindagem de boa qualidade é conseguida através de uma malha trançada, ao redor do conduíte principal, isolado em plástico. Cabos de má qualidade diminuem significativamente a relação sinal/ruído e por isso devem ser evitados.

A conexão de vídeo componente tem excelente performance na reprodução de um sinal de vídeo de alta definição, lembrando que uma parte desta qualidade é também devida ao processador interno do transmissor, encarregado de converter uma fonte digital (por exemplo, o DVD), em sinal analógico. Aqui, é importante notar que a compressão padrão do DVD é de 4:2:2 (YCbCr), o que significa dizer que, para cada 4 bits de luminância, apenas 2 bits de informação de cor são codificados. A conversão digital para analógico é otimizada, de forma a compensar a maior compressão dos sinais de cores.

2. Cabos DVI (Digital Vídeo/Visual Interface)

A primeira versão da conexão DVI era analógica (DVI-A), portanto capaz de transmitir sinais RGB. A partir daí surgiu a versão digital (DVI-D) e posteriormente a versão integrada (DVI-I), que transmite simultaneamente os sinais digital e analógico. As duas últimas versões, DVI-D e DVI-I, existem também em duas versões: a versão Single Link (SL), que é capaz de transmitir sinais de até 1920 x 1200 pixels @ 60 Hz, suficiente portanto para 1080i de definição; a extensão para Dual Link (prevista no conector DVI padrão), aumenta a capacidade do sinal para até 2560 x 1600 pixels @ 60 Hz. Cada um desses links consiste de quatro pares trançados de fios, passando sinais de Vermelho, Verde e Azul (RGB) e mais um de sincronismo (clock), com capacidade para até 24 bits de resolução.

Os conectores DVI-A, DVI-D e DVI-I, SL e DL, diferem em pinagem:

Conectores “Fêmea”:

Conectores “Macho”:

image004.png

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Esta diferença é importante, para se evitar a transmissão de sinais analógicos e digitais, em receptores que não sejam compatíveis com os mesmos. Embora a conexão DVI-A possa ser usada para sinais de alta resolução, a conexão DVI-D prevê a passagem de sinal sem necessidade de conversão, e é normalmente isenta de ajustes posteriores no receptor. A conexão DVI-D pode transmitir vídeo componente digital sem problemas.

3. Cabos HDMI (High-Definition Media Interface)

A conexão HDMI é uma evolução do DVI-D, para ampliar a faixa passante de transmissão de vídeo e permitir a transmissão de sinais de áudio de alta resolução. O padrão HDMI é estabelecido por um consórcio de fabricantes, que estabelecem a atualização de suas versões, para atender a aplicações específicas.

Da versão 1.0 até 1.2, a capacidade de transmissão de dados (bandwidth) do sistema HDMI é de 720p a 1080p, @ 60 Hz, em nível de definição de cores a 24 bits. Mas, na sua última encarnação, ainda em fase de implementação pelos fabricantes, o cabo HDMI versão 1.3 promete funcionalidade ainda maior: imagem até 1440p, até 120 Hz, em 48 bits de definição de cores.

A idéia básica do conector HDMI é extremamente atraente: passar áudio e vídeo, de forma completa e automática, entre o gerador do sinal (por exemplo, um aparelho de DVD ou Blu-Ray) e o seu receptor (por exemplo, display LCD ou plasma). Para conseguir isso, o sistema HDMI é bidirecional, isto é, assim que tudo é ligado, o receptor diz ao gerador que tipo de aparelho ele é, e o gerador então faz um auto setup e manda o sinal de áudio ou vídeo de melhor performance.

O HDMI consiste de um único cabo e uma única pinagem:

Conector “macho” de cabo:

Aplicação HDMI em receptor:

image012.jpg

image014.jpg

O sistema HDMI é de fato fascinante, porque simplifica a ligação para qualquer quantidade de componentes, e porque tudo o que o usuário precisa é apenas um cabo. Mas, a idéia poderia atrair mais adeptos, se não fossem alguns problemas:

1 – A estabilidade do sinal transmitido é precária: quando o sinal é perdido, o usuário é obrigado a “resetar” o sistema, ou seja, tem que desligar a fonte do sinal e religá-la, forçando a sua recaptura e o handshake (troca de informações) pelo receptor;

2 – Dependendo das circunstâncias, o receptor pode mandar de volta sinais, durante o handshake, que acabam por incapacitar o gerador de mandar outros sinais, de forma permanente;

3 – Dependendo da implementação de decodificadores do receptor (por exemplo, para alguns codecs de áudio digital), o sinal transmitido pode provocar a geração de mensagem de erro (por ex.: “HDMI audio not supported”), o que acaba se tornando uma dor de cabeça, em função da impossibilidade de retirar a mensagem do sistema;

4 – A ausência de decodificadores de áudio pode também tornar a saída de áudio do gerador inútil, já que o receptor, para se proteger de ruído de alta freqüência, emudece a saída de áudio;

5 – O HDMI serve de base para a aplicação do HDCP (High Definition Copy Protection), que é uma estratégia perversa, para desabilitar a reprodução de conteúdo na fonte, caso o receptor não seja aquiescente ao HDCP.

E finalmente, o sinal HDMI, dependendo de como é gerado e como é recebido, pode não trazer nenhuma diferença de performance, em relação aos seus antecessores, o que, convenhamos, é bastante frustrante, em função do seu potencial em especificações.

Considerações finais

A transmissão de sinais de alta definição de vídeo pode ser conseguida com notável eficiência, com a simples implementação de cabos de vídeo componente de boa qualidade.

A transmissão por DVI-D ou HDMI traz vantagens, como a passagem do sinal digital da fonte (quando for o caso), permitindo inclusive o upsampling do mesmo, como por exemplo, no sinal de DVD, de 4:2:2 para 4:4:4. Se isto vai trazer alguma vantagem na percepção da qualidade da imagem, só mesmo testando e comparando com o sinal analógico.

O sistema DVI-D e o sistema HDMI são totalmente compatíveis, exceto pela não transmissão de áudio pelo primeiro. Entretanto, adaptadores DVI-HDMI conseguem passar áudio, apesar desta limitação, dependendo do gerador e do receptor.

A transmissão de sinais de vídeo de alta qualidade, por cabeamento analógico, não traz qualquer ameaça de pirataria como vem sido freqüentemente alegado pelos estúdios, e mesmo que trouxesse, esta certamente não seria a melhor maneira de extração e cópia de conteúdo, pois que, em geral, estas fontes são implementadas com o uso de programas de computador. [Webinsider]

.

Sobre o autor

Paulo Roberto EliasPaulo Roberto Elias é professor aposentado da Faculdade de Medicina da UFRJ, hobbyista em áudio e vídeo, Mestre em Ciências (M.Sc.) e Ph.D. em Bioquímica. Manteve, até recentemente, o site Miragem, cujos artigos podem ser lidos aqui.

Apoio:

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Palavras-chave relacionadas a este texto: [ TV, vídeo ] [ arquivo miragem ]

Comentários

14 pessoas comentaram o artigo "Vídeo componente, DVI e HDMI"

Marcel Data: 03/04/2009 às 11:27 am

Atividade: Administrador de Rede

Cidade: Porto Alegre

Esse artigo foi perfeito e essencial para a minha compra do DVD. Achei simples e informativo. Valeu mesmo.

Marcelo Graciolli Data: 04/04/2009 às 5:23 pm

Atividade: Designer

Cidade: São Paulo

Nossa que artigo demais. Geralmente não se vê imagens nos artigos da Webinsider, mas este aqui esta perfeito. Nem todos mundo lê apenas texto e consegue um bom entendimento. Parabéns pessoal !!!

Paulo Roberto Elias
Demais seu artigo. Parabéns

Paulo Roberto Elias Data: 05/04/2009 às 7:23 am

Atividade:

Cidade:

Obrigado, de coração, a todos que estão lendo e nos incentivando. Este é mais um artigo retirado e adaptado do site Miragem, que eu mantinha até recentemente. Espero que os próximos a serem postados sejam também do agrado de todos, e que possam, de alguma forma, serem úteis a quem lê

Abraço do
Paulo Roberto Elias.

Rogério Rodrigues Data: 07/04/2009 às 1:07 am

Atividade: Ag. Penitenciário

Cidade: Recife

Parabéns pelo artigo; primeira vez no site e gostei muito. Paulo diante de tantas opções de marcas e preços de cabos HDMI, gostaria de uma sugestão sua para um sistema de 1.3.

Paulo Roberto Elias Data: 07/04/2009 às 12:00 pm

Atividade:

Cidade:

Caro Rogério,

Eu não posso, em sã consciência, indicar marcas e modelos que eu nunca testei, concordas?

Existem empresas de credibilidade, como por exemplo a Videosonic (http://www.videosonic.com.br/) ou a Ezaki (http://www.ezaki.com.br/), e muitas outras, que fornecem cabos de preços variáveis, porém todos confiáveis.

Existe um certo exagero, por parte de certos fabricantes, de super valorizar seus cabos HDMI, e cobrando por isso preços, de certa forma, absurdos.

Existem, por outro lado, fabricantes idôneos (na minha opinião), que cobrarão preços elevados, porém o produto é consistente e de qualidade que, ao ver de muitos, poderá justificar o preço cobrado. Este é o caso, por exemplo, da Absolute Acoustics (http://www.absolute-acoustics.com.br/).

Muita gente se sente mais confortável com cabos mais caros, mais a transmissão de dados por qualquer cabo que seja bem construído, pode ser feita, até a versão 1.3, com absoluta segurança, resguardadas as limitações e percalços do padrão, que foram mencionadas no meu artigo.

Para saber se o cabo que você está usando não é bom, uma das dicas é ver se o sinal está sendo interrompido com freqüência. A queda de sinal constante sugere baixa blindagem e/ou componentes internos de condutividade duvidosa.

A propósito: não existe esta coisa de cabo 1.3, porque a pinagem de todas as versões é a mesma!

Márcio Dantas Data: 07/04/2009 às 1:35 pm

Atividade: Arquiteto de Sistemas

Cidade: São Paulo

Olá,

Gostei do artigo e queria tirar uma dúvida com o Paulo ou colegas que visitarem a matéria.

Há dois anos eu passei a utilizar o sistema de gravação de TV por assinatura da operadora SKY. Ele não tem saída HDMI,mas grava muito bem e funciona perfeitamente para gravar programas por horários e outros, principalmente para meus filhos.

Mas passei a olhar para outra operadora, a NET, com mais curiosidade sobre o serviço oferecido, pois no aparelho deles, além de gravar, tem saída HDMI e alguns canais HD, como a Globosat HD, Rede Globo HD, entre outros.

Após adquirir o aparelho, percebi que mesmo ligado no HDMI, a qualidade de imagem dos outros canais que não são transmitidos em HD pareceu ser um pouco pior do que a imagem que eu tinha no aparelho da SKY e que passava para a TV de LCD via cabos video componente.

Será que isso é somente uma má qualidade do cabo de HDMI deizado pela operadora?

Não tenho que reclamar dos canais que são HD, mas os demais… me parece que a SKY conecada via video componente tinha uma melhor qualidade.

Agradeço quem puder comentar sobre o assunto.

Grato,
Márcio Dantas

Thiago Brandão Data: 07/04/2009 às 2:09 pm

Atividade: Gerente de compras

Cidade: Vitoria-ES

Comprei um cabo de video componente no valor de R$15,00, existem outros cabos no mercado com valor superior, gostaria de saber se vc me indicaria um outro cabo e se a qualidade de imagem deste cabo seria muito superior ao que já possuo….Obrigado!!!

Thiago Brandão Data: 07/04/2009 às 3:12 pm

Atividade: Gerente de compras

Cidade: Vitoria - ES

possuo um DVD que decodifica os discos de 480i ou 480p para 1080, e possuo uma TV ultra slim que recebe um sinal de 480i, qual seria o sinal final de imagem???Obrigado.

Paulo Roberto Elias Data: 08/04/2009 às 9:12 am

Atividade:

Cidade:

Ao Márcio Dantas,

Irrespectivo dos outros leitores darem a sua opinião neste espaço, eu gostaria de deixar a minha:

Se o cabo HDMI deixado pela operadora fosse de má qualidade, o sinal mais provável de sofrer com isso seria justamente o de alta definição, porque exige um bitrate maior. Como isso não acontece, a explicação está em outro lugar:

O maior problema das operadores de sinal fechado é usar uma banda passante definida, para apertar ali um monte de canais, que fazem parte dos seus respectivos pacotes.

No ambiente digital, a solução adotada esbarra no aumento excessivo da compressão do sinal de cada emissora. E isto, aparentemente, se torna ainda mais crítico, quando o sinal de HDTV começa a fazer parte deste pacote de canais. Segundo um engenheiro que trabalhou na Net, com quem eu falei no ano passado, não há banda passante para sinal HD suficiente no sinal da Net.

Ora, se isto é verdade, então o sinal digital aberto leva imensa vantagem sobre o das operadoras, porque por ali a emissora tem um espaço que é só dela!

E também explica a dificuldade da Net (e vamos ver o mesmo brevemente na Sky, imagino) de colocar no sinal deles todas as emissoras abertas com sinal HD, ao mesmo tempo.

A propósito, eu participei uma vez de um seminário sobre DTV, e ouvi de um dos participantes de que as TV’s por assinatura estão recheadas de pessoas que as usam somente para assistir TV aberta, seja por preferência, seja por dificuldade de receber o sinal analógico.

Eu entendo que, para essas pessoas, o sinal aberto da TV digital é a melhor maneira de ter a melhor qualidade possível, ao menor custo possível.

Se as emissoras de televisão aberta tiverem o bom senso e a sensibilidade de aumentar o escopo para uma grade de programação que objetive alcançar um público desinteressado na TV aberta atual (justamente aquele que procura o provedor por fora), então a DTV tem tudo para dar certo.

10° Paulo Roberto Elias Data: 08/04/2009 às 9:20 am

Atividade:

Cidade:

Ao Thiago Brandão,

Amigo, se você tem um cabo que te custou 15 reais e ele funciona sem problemas, então considere-se uma pessoa de sorte!

Até 1080i, o cabo de vídeo componente é plenamente satisfatório, ressalvados os casos onde o equipamento que envia este sinal não ser de boa qualidade.

No caso dos aparelhos de leitura de DVD, o upscaling até 1080i por vídeo componente foi derrubado anos atrás, por imposição dos estúdios norte-americanos. Por isso, para upscaling de DVD só com o uso de cabo HDMI.

E neste caso, a sua TV seria obrigada a ter entrada e resolução suficiente (720 linhas, pelo menos), para se beneficiar deste tipo de sinal.

Caso contrário, a imagem seria a mesma de uma TV comum (standard, a 480i).

11° Márcio Dantas Data: 09/04/2009 às 9:43 pm

Atividade: Arquiteto de Sistemas

Cidade: São Paulo

Paulo,

Obrigado pelo retorno e por explicar sobre o que ocorre. Entendi e vou ter que ter paciência e aturar isso tudo.

Mas quanto à usar o serviço da tv paga para assistir canais abertos … estou longe disso, tem muitos programas bons e acabo ficando com estes, além filmes.

Espero que a operadora melhore a banda. Vamos aguardar.

Grato.

12° Paulo Roberto Elias Data: 10/04/2009 às 9:09 am

Atividade:

Cidade:

Marcio,

Não há de que. Eu também faço uso de TV por assinatura, porque a DTV aberta ainda é muito limitada na programação, a maioria da qual eu não tenho hábito de assistir.

Por outro lado, acho pouco provável que, em algum momento, as operadoras consigam rivalizar a qualidade do sinal de HDTV ou até do sinal standard, das emissoras abertas.

Para mim, o ideal seria não ter que me aborrecer com instalação e manutenção de antenas, mas diante das circunstâncias, não há opção neste momento que resolva isso.

13° Andre henrique Data: 15/04/2009 às 7:18 pm

Atividade:

Cidade:

por favor , eu tenho uma tv 42″ LCD e um aparelho de dvd normal , resumindo ai qual cabo seria melhor para uma otima imagem ????
obs : minha tv nao eh full hd , e sim akela de 1366 x 768 p , meu dvd eh um gravador de dvd com entradas S-video , video componente e a av normal …
outra pergunta ,
existe ai uns aparelhos de dvd com entrada HDMI .. a imagem ira melhorar significativamente nessa minha tv ou nao ?
abrigado ..

14° Paulo Roberto Elias Data: 16/04/2009 às 8:21 am

Atividade:

Cidade:

Caro André,

A sua TV LCD tem qualidade para reproduzir o sinal de alta definição, embora não seja “Full HD”. A diferença está no número de linhas (resolução vertical), que na sua é menor, mas ainda assim acima do mínimo necessário, que são 720 linhas.

A entrada que melhor atenderia à sua TV seria HDMI, mas, dependendo do processador interno da TV, a entrada de vídeo componente funciona muito bem, até o limite de sinal HDTV de 1080i.

Se você pretende investir num DVD player novo, considere aqueles que fazem upscaling na saída HDMI, e aí sim você vai ver uma diferença de performance bastante acentuada. O upscaling é ajustável, para sinais de 720p, 1080i e 1080p, e você escolhe aquele que vai te dar a melhor performance possível para a sua TV.

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