Ofereça interatividade e não TV de cachorro
11 de março de 2009, 12:07Se as empresas desejam falar para seus públicos, que abram portas e janelas para a interação, a troca e a conversa. Do contrário é o zero a zero do cachorro na padaria olhando para forno de frango assado.
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Quando você convida pessoas para um banquete em sua casa, qual o objetivo?
Provavelmente você deseja que os convidados desfrutem de momentos agradáveis e que cresça na cabeça deles uma relação entre momentos prazerosos e você, como o anfitrião.
Em um espaço de festas e confraternização, novas amizades nascem e assuntos interessantes surgem. Em todos estes momentos, o anfitrião estará presente.
- Conheci fulano na festa de ciclano (anfitrião).
- Lembra da festa do ciclano (anfitrião)? Foi lá que ouvi falar sobre aquele assunto.
Quem é convidado para uma festa e vive bons momentos torna-se favorável à imagem do anfitrião.
Transportando este cenário para a comunicação empresarial, como uma empresa pode, através da comunicação, atuar como um bom anfitrião?
Seria criar eventos para todos seus clientes? Interessante, mas o custo é inviável. Imagine uma empresa de atuação nacional tentar realizar algo parecido.
Usa a comunicação tradicional? Há anos este modelo “empurra” mensagens, gritando no ouvido e interrompendo os clientes. Gerar diálogos? Criar momentos agradáveis? Bom, esta é uma limitação deste tipo de comunicação.
Na sua base, ele vem de “um” e é despejado em “todos”.
O banquete da comunicação tradicional está mais para aquelas TVs de cachorro. Estamos falando do forno de assar frango da padaria, do ponto de vista do cachorro.
Um banquete que você pode ver a cor dos frangos dourando, ouvir o bichinho tostando, mas sem experimentar, interagir, entender e participar.
Pior que ainda tem gente que acredita que assim está criando “desejo”, onde passar vontade nos pobres mortais é um jeito “sacana” de criar este tal de “desejo”.
Mas voltando ao banquete. Como oferecer uma refeição farta de informações para seus clientes, com um custo baixo? Interatividade é a resposta.
Abra canais, com portas e janelas largas para todos entrarem e deixe-os criarem a informação. O impulso para a compra não virá da própria empresa, mas das conversas e dos momentos agradáveis que você como anfitrião está oferecendo.
Médias e grandes empresas que não estão investindo pelo menos 10% de sua verba em ações interativas perdem a cada segundo clientes e oportunidades. [Webinsider]
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1° Leonardo Picciani Data: 11/03/2009 às 2:11 pm
Atividade: Analista de Sistemas
Cidade: Rio de Janeiro
Raphael,
O tópico é interessante e bem atual. Mas acho que ficou um pouco parecido com o forno de padaria que você citou. Você consegue citar uns exemplos práticos de como fazer isso de forma eficiente? Quem está fazendo? Como está fazendo? Até o “como não se deve fazer” seria interessante.
Um abraço.