Rede social ajuda empreeendedores do bambu
11 de janeiro de 2009, 23:00Para isso servem as redes sociais: o bom e velho bambu, em alta no século XXI, cresce rápido em todas as regiões do Brasil. Há muitos empreendedores em torno dele criando oportunidades.
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A recém criada rede social do Bambu é um ponto de encontro de pessoas e comunidades de prática e rede de informações, relacionamentos e divulgação para agricultores, pesquisadores, botânicos, arquitetos, engenheiros, artistas, construtores, designers, decoradores, ecologistas, artesãos, gastrônomos, músicos, médicos, educadores e todos os interessados no cultivo e produção, no manejo sustentável, no consumo consciente ou na utilização variada, profissional ou amadora, do bambu, milenar planta multiuso que tem mais de 1.200 variedades e mais de 4.500 utilizações catalogadas em todo o mundo.
O bambu tem surgido como alternativa viável para iniciativas no campo da geração de renda e do empreendedorismo social no desenvolvimento local por conta de seu crescimento rápido em todas as regiões do Brasil aliado a uma multiplicidade de usos que vão desde o artesanato caseiro até a utilização na construção civil.
Um dos exemplos dessas iniciativas é o programa “Desenvolvimento do Ciclo do Bambu no Brasil” criado em Minas Gerais com apoio da Fundação Avina em parceria com a Vale do Rio Doce.
Outro exemplo é a criação de uma rede nacional de pesquisas do bambu no CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, que aportou recursos de R$ 1 milhão e 800 mil para apoiar projetos de pesquisa e desenvolvimento que busquem a inovação e a difusão de conhecimento ambiental e de tecnologias de utilização dos bambus nos setores da construção civil, da indústria de móveis e de outros artefatos.
Em apenas 30 dias de existência a rede social do Bambu já congrega mais de 180 integrantes entre pesquisadores e professores com doutorado e mestrado no assunto, além de arquitetos, paisagistas, plantadores de bambu, músicos, artesãos e designers, de países como Colômbia, Equador, México, EUA e Inglaterra.
A rede social do Bambu se expande rapidamente pelo perfil multidisciplinar, informal e colaborativo, conta com representantes de toda a cadeia produtiva e também atrai interessados dos mais variados como estudantes, guias de turismo ecológico, ambientalistas e ativistas do desenvolvimento sustentável.
Como em outras redes, cada membro pode manter um blog, incluir fotos (já foram incluídas mais de 500), vídeos e criar suas próprias comunidades e fóruns de discussão, sempre como tema aquele que, segundo o professor Khosrow Ghavami, será o material do século 21. [Webinsider]
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1° Ejidio Data: 13/01/2009 às 4:58 pm
Atividade: palestrante
Cidade: São Paulo
Achei muito interessante este projeto. E quanto ao meio ambiente?