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Carreira - Design

Ser designer gráfico ou ganhar a vida de outro jeito?

16 de janeiro de 2008, 16:27

O mercado hoje está longe de ser o paraíso, pois nem sempre paga bem e o cliente ainda precisa ampliar sua percepção sobre o valor do design para os negócios. Vale o desejo ou é melhor ser pragmático?

Por Caroline Fülep

Posso falar da minha área de formação com convicção: desde sempre não é nada fácil ser designer no nosso país. Porém, sempre ouço falar de tantas outras áreas profissionais distantes que fiz um balanço para começar mais um ano.

As queixas mais comuns dos designers são muito conhecidas e semelhantes. O mercado não é educado com os profissionais. Nós ainda herdamos a árdua tarefa de fazer o mundo pós-revolução industrial compreender para que serve um designer gráfico. Especialmente aqui, na nossa Terra Brasilis em eterno desenvolvimento.

Que seja. Isso é um capítulo à parte. A questão agora é: por que ser um designer e não ganhar a vida de outro jeito? E garanto, há mil maneiras de ganhar a vida mais rápido do que sendo um designer. Isso vale para quem está escolhendo o curso da faculdade, ou para quem está se questionando diante das agruras do dia-a-dia. E a resposta se resume em duas palavrinhas: paixão e talento.

Há alguns anos, os formados em engenharia civil, por exemplo, saíam das faculdades direto para bancos. E não era para construir os edifícios, mas para lidar com a rotina financeira mesmo. Isso aconteceu num momento que o mercado estava desabando de tantos engenheiros. Como consequência imediata, a nova geração de aspirantes à esta profissão mudou de rumo diante da escassez de emprego. Agora, tempos depois, a engenharia está superaquecida, e onde estão os engenheiros? Para quem optou pelo que realmente gostava, há excelentes oportunidades hoje em dia.

São ciclos. Um dia é do engenheiro, outra quem sabe do designer. Este é o momento do jornalista. O curso foi o mais procurado na Fuvest. Faço o que eu gosto ou faço o que dá dinheiro? O famoso dilema me parece bem claro diante deste cenário.

Para aqueles momentos inundados de dúvidas, alguns caminhos para quem realmente gosta e acredita no design gráfico.

- Para quem escolheu ser um designer, pesquise as possibilidades de trabalho no mercado antes de mergulhar. Importante, informe-se quanto recebe em média um designer nos diversos setores. Isso pode ajudar a saber quanto se gosta de uma profissão. Além disso, passar uma temporada dentro de uma agência de design antes de cursar uma faculdade facilita a decisão. O dia-a-dia dos projetos é muito menos criação, e muito mais exaustão.

- Espiar os mercados vizinhos (moda, produto, fotografia, decoração, publicidade, etc). Como são e como trabalham estes profissionais? Há sempre o que aprender, ou até migrar para uma das profissões afins.

- Investigar os mercados distantes. Quem trabalha em outra área pode sempre contar uma maneira diferente de encarar situações similares: projetos, clientes e administração, por exemplo.

- Para quem está atuando, analise o porquê dos erros de tempos em tempos. Coloque no papel. Crescemos demais com as nossas falhas, desde que percebamos que elas aconteceram.

- Experimente de vez em quando ver o projeto pelo lado de lá. Olhos de cliente. Projeto personalizado tem que atender o objetivo do cliente. Não adianta só ser lindo de morrer. Artistas plásicos ficam em outro departamento.

- Relembre, ou estude, semiótica, arquitetura da informação, comportamento do consumidor, gestalt, marketing. Tudo que agregue mais valor ao projeto gráfico é bem vindo. Você vai se dar conta, e saber justificar, que o amarelo está ali com o vermelho não só porque são cores legais.

Um dia a procura por designers gráficos pode ser grande e portanto, muito valorizada. Quem ficar, vai ter lugar garantido. Enquanto não for, nos divertimos com o prazer de trabalhar todos os dias com o que gostamos de fazer. [Webinsider]

.

Sobre o autor

Caroline FülepCaroline Fülep (caroline@fulepdesign.com.br) é designer na FÜLEP design + arquitetura e autora do Fülepdesign.

Apoio:

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Palavras-chave relacionadas a este texto: [ formação profissional ]

Comentários

21 pessoas comentaram o artigo "Ser designer gráfico ou ganhar a vida de outro jeito?"

Victor Yves Data: 16/01/2008 às 5:19 pm

Atividade: Designer Gráfico

Cidade: Maceió

Ficar entre o dinheiro e a satisfação pessoal é sempre uma dúvida cruel na hora de escolher uma profissão e o dinheiro quase sempre ganha.

Acho que nasci mesmo para ser designer, me sinto realmente feliz com o que faço, não me canso de ler sobre, mas já cheguei a pensar algumas vezes em largar tudo e partir para uma profissão da moda e menos sofrida.

Temos muito trabalho ainda pela frente mas vejo claramente que a tendência será a conscientização do mercado em relação a profissão e os valores que ela consegue agregar.

Parabéns pelo artigo e obrigado por ser uma designer apaixonada pelo que faz.

Fábio Sousa Data: 17/01/2008 às 12:07 am

Atividade:

Cidade:

Acho que o principal indicativo para uma pessoa decidir ou não pelo ofício do desenhador, basta olhar ao redor: praticamente tudo o que o ser humano utiliza, interagi ou frui foi projetado ou desenvolvido por um designer/desenhista industrial.

Olha só como é interessante isso: se você faz design, terá sempre que criar algo para melhorar a vida das pessoas, seja com objetos físicos, gráficos, marcas, internet e etc.. Ao observarmos como o mundo foi configurado pelo design, percebemos que oportunidades de trabalho não faltarão, bastando cada um se adaptar, estudar ou mesmo criar o seu filão.

Um grande abraço,

.faso

Eisenhower Silva Data: 22/01/2008 às 5:20 pm

Atividade: Designer Digital Benq Mobile

Cidade:

As pessoas associam o design ao produto pronto e belo, e desconhecem a parte projetual e tudo o que torna a profissão fantástica (somos todos suspeitos para falar dela hehehhe). Com isso somos vistos/tratados como artistas e so cabe a nós mesmos mudar este ponto de vista, pois trabalhamos em prol de melhorias nos processos e atividades cotidianas das pessoas, na facilidade de comunicação entre empresas e seus consumidores, entre produtos e seus usuários, e isso um artista não faz. Bem, pra finalizar, ser designer é optar pela busca de satisfação pessoal e profissional, o dinheiro é conseqüência do esforço, bom trabalho e do aperfeiçoamento constante.

Guilherme Serrano Data: 25/01/2008 às 3:00 am

Atividade: Designer

Cidade: Passo Fundo

(Caroline, estou adorando teus textos, indo de um em um aqui do Webinsider para passar esse tempo de insônia. hahaha)

Eu acho que a pessoa que escolhe uma carreira exclusivamente pelo retorno financeiro que esta poderá lhe trazer está traçando o caminho do fracasso e o que é pior: com mínimas chances de alcançar o dinheiro que buscava.

“Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” Confúcio

No segundo ano de faculdade penei, grana curta e aquelas reclamações de que “o povo que não está preparado para o design”, hoje penso o contrário e estou ganhando relativamente bem trabalhando como freelancer. Acredito que o design é que não está preparado para o povo, e não o contrário. Afirmar que alguma coisa não está pronta para aceitar design é um erro… (menos se tratando de clientes MALAS demais, né? haha)

Ronaldo Data: 28/01/2008 às 8:55 am

Atividade: Designer de Interfaces

Cidade: São Paulo

Simples, na dúvida ganhe a vida com o que dá dinheiro, com o que te poupa preocupações e incertezas. Eu tenho 25 anos, mas não me imagino com 30 sendo designer, é muita instabilidade e eu acho que nunca viveria em paz. Nunca dormiria tranquilo. A solução que encontrei? Partir para Desenvolvimento (mais respeitado, mais justo, melhor visto e mais valorizado pelo mercado) em paralelo, continuo criando meus games, estudando pintura digital, 3d.. mas a diferença agora é que o faço por hobie. ;)

Rossana Messiano S.Affonso Grivol Data: 01/02/2008 às 5:39 pm

Atividade: corretora de imóveis

Cidade: São Paulo- SP

Embora eu ñ seja designer gráfico,não consegui me conter e tive q “palpitar” onde a Caroline diz:-” …O mercado não é educado com os profissionais”.
Com certeza!!! Infelizmente o nosso país não é educado não só com os designer, mas com muitas outras profissões.
Estudamos,nos preparamos,reciclamos,enfim,fazemos de tudo para honrar a profissão que escolhemos;só q qdo voce vai p/o mercado recebe um “balde de água gelada” e c/muitas pedras de gelo junto,diga-se de passagem. Não é justo não é mesmo?!
Mas bem feito pra nós que tentamos ser mto bons,excelentes até,no que fazemos:- deveríamos ter escolhido ser “jogador de futebol”(piada).Que pena q o nosso país ñ respeita,ñ ampara, a maioria de nossos bons profissionais!
Parabéns pelo artigo! Muito Bom! E parabéns à todos os bons designers com todo o meu respeito e admiração.
Abraço

Thiago Valenti Data: 21/02/2008 às 4:05 pm

Atividade: Designer gráfico

Cidade: Balneário Camboriú - SC

Pior é quando se é designer, e não se concorda que o design auxiliar à propagação do consumo desenfreado, à gestão de um marketing escrupuloso, à eterna mentalidade tacanha dos “empreendedores” em usurpar dinheiro dos afoitos consumidores, e ao fato de que, quem sabe, nunca seremos valorizados como achamos um dia acontecerá.

Sou designer e a cada dia penso que não estamos aqui para “desenvolver melhores produtos para as pessoas”, mas sim pra alimentar uma maquina de investimentos sem um porque, sem uma razão.

Mario Amaya Data: 26/02/2008 às 5:30 pm

Atividade:

Cidade:

O subtítulo do artigo diz que o cliente precisa entender melhor o valor do design para os negócios. Mas o texto não volta a esse ponto essencial. Então, permita-me completar com uma observação derivada de mais de 15 anos de profissão…

Salvo as honrosas exceções, o cliente é desprovido de educação e cultura visual, e além disso, está acostumado a ditar tudo que quer da própria cabeça, sem espaço/tempo para sugestões, estudos e questionamentos por parte do fornecedor (nós).

A combinação desses dois fatores resulta na avalanche de briefings insossos, refações sem noção, prazos insanos e exigências absurdas que precisamos encarar de tantos clientes, dia após dia.

Negociar preço justo é apenas uma parte da questão. Temos que aturar desconfianças injustificadas, enfrentar uma ignorância tão espessa que às vezes nem dá para começar uma discussão sobre conceitos, e temos de fazer certas coisas que sabemos não serem a melhor solução de design, mas o cliente bate o pé e acabamos executando essas gambiarras porque senão ele corre ao primeiro concorrente que tope fazê-lo.

Eis outro problema. Ficamos sem coragem de dizer ao cliente não para nada. Não nos atrevemos a dizer “não, este projeto não pode usar a fonte Arial” ou “não recomendo amarelo canário como fundo da home page”, porque pairam os espectros do designer descartável e do concorrente topa-tudo, em parte reflexo da inflação do mercado de trabalho.

Essa é a situação desfavorável que a maioria dos profissionais encontra. Como disse, há honrosas exceções. Somente daremos a virada geral na situação e transformaremos a exceção na regra com um constante e paciente esforço de educar o cliente e conquistar sua confiança em nossa capacidade de resolver seus problemas de maneira original.

E claro, temos de torcer e contribuir para a melhoria da educação geral no país, para termos que lidar cada vez menos com pessoas que podem até ter um diploma valioso, um cargo confortável e uma bela carreira em sua empresa, mas que em questões de design são completamente xucras e só querem o designer como a mão que desenha em seu lugar - de preferência para entregar tudo na segunda-feira pela manhã…

Carlos Henrique Data: 28/02/2008 às 1:56 am

Atividade: Designer

Cidade: Brasilia

Muito bom o artigo.. motivador.. sou recém formado.. e consegui meu primeiro trabalho fora do estado onde eu moro em um interior de minas tenho todas essa duvida citadas no artigo e vejo claro a desvalorização da profissão pelo menos onde estou. As pessoas não tem conciencia do que é um designer. Mas como nossa amigo Victor falo ae é muito legal ver a pessoa apaixonada pelo design e lutando por ele.. acho que se cada um fazer a sua parte vamos conseguir nossa valorização e concientizar o mercado do que se trata um profissional de designer.. Eu estou não luta.. eu vou continuar até onde minha autoestima permitir rs!!….

10° Karla Data: 02/03/2008 às 1:41 am

Atividade: Designer

Cidade: São Paulo

Bom…pra começar quero parabenizar o artigo…confesso que esse tema tem sido bastante discutido entre eu e meus amigos. Fico muito triste por alguns e inclusive por mim mesma algumas vezes quando nos pegamos pensando se realmente nossos sonhos de faculdade valeram a pena, mas depois sacudimos a poeira e tocamos em frente.
Acho que o maior problema para todo designer começa pelo simples fato de a profissão não ser regulamentada ainda, o que ao meu ver é um absurdo…como podemos exigir de um cliente o reconhecimento de nossa profissão se nem mesmo possuímos o reconhecimento de um orgão, como o de publicidade por exemplo.
Outro ponto que também leva o profissional as vezes a se questionar se ainda vale a pena continuar nessa área é também o respeito que os clientes, ou até mesmo pessoas que não são clientes tem pelo profissional da área.
Vejo diversos cliente querendo ditar, ou melhor, dirigir a criação sem respeitar a opinião do próprio profissional ao qual ele está contratando para exatamente pensar por ele toda a questão de arte e comunicação, que suponho o cara não tenha e portanto foi por isso que contratou a pessoa ou agência.
Vejo, e isso acontece comigo sempre, diversas criação se perdendo, caindo no limbo, pelo simples fato do cliente não querer um profissional que pense para ele a criação mas o que ele quer mesmo é um simples fazedor de coisas, alguém que manipule o software e crie aquilo que está passando pela cabeça dele. Veja bem, não estou aqui generalizando existem muitos clientes bons, que compreendem o significado design, mas infelizmente ainda falta mesmo é uma educação maior das pessoas que solicitam os serviços, e muito mais ainda respeito com nós mesmos para não aceitar tais absurdos.

Abraço a todos

11° gleidson Data: 02/04/2008 às 9:00 pm

Atividade: Técnico administrativo

Cidade: brasilia

gostaria de uma opnião de alguém que esta na área de design.
sou formado em produção gráfica digital e não exerço a função e nem sou bom nessa area na verdade mas gosto de ver o trabalhos de outros designers e acho legal, e gostaria de saber de vocês se eu invisto nessa area fazendo cursos para me especializar e ser um bom design ou parto para outra profissão.

obrigado!

12° Adriano Silva Data: 28/04/2008 às 10:48 pm

Atividade:

Cidade:

Bela abordagem Caroline, muitos as vezes deixam de fazer o que realmente lhe dão prazer apenas pelo retorno financeiro, se esquecendo que não é isso que realmente conta. Claro que o dinheiro é de vital importância, mas nada supre o prazer de trabalhar com o que realmente gostamos, NADA.

13° Dado Rodrigues Data: 30/04/2008 às 12:58 pm

Atividade: Designer Gráfico

Cidade: São Paulo

Concordo totalmente com você Caroline. Acho que é a paixão pelo design que nunca permitiu que eu debandasse em retirada na busca de um retorno financeiro mais a altura das minhas necessidades. Sou publicitário na área de criação há 14 anos mas escolhi ser designer gráfico por minha aptidão e hoje ainda insisto em atuar nessa área, porque é isso que me traz satisfação profissional. Mas confesso ser muito difícil quando tenho que “apertar o cinto” principalmente por ter uma família que, em parte, depende de mim. Mas vamos indo, aos trancos e barrancos esperando uma virada nessa situação. Acreditar, eu acredito.

14° Alex Data: 05/08/2008 às 11:28 pm

Atividade: Tecnico de Designer Gráfico(Cursando)

Cidade: Rio de Janeiro

Gostaria primeiro de parabenizar pela matéria,
muito boa abordagem.
Eu faço o curso técnico de designer gráfico a um ano
e pouco. Sei lá ! As vezes eu tenho medo, apesar de gostar do que faço, eu no momento estou sem recursos.Como nunca trabalhei, sou muito inseguro.
será que tem como vc me dar um conselho em relação a isso ?Deixei meu email . Muito Obrigado !
e mais uma vez parabéns !

Obs: A pessoa deve fazer o que realmente gosta , independente do dinheiro.

Abço a todos. ;)

15° Ronaldson Nunes de Oliveira Data: 09/09/2008 às 3:14 pm

Atividade: técnico em computação gráfica

Cidade: Jaboatão dos Guararapes - PE

Estava penquisando sobre design gráfico, suas vantagens e desvantagens quando vi esse artigo e com certeza não podia deixar de opinar! Sou de Pernambuco e como todo o resto do país tenho as mesmas dúvidas e incertezas sobre essa profissão. Estou para iniciar meu curso de Design Gráfico numa faculdade particular daqui, mas são tantos os motivos pra eu desistir e só um para continuar: PAIXÃO PELO QUE FAZ, NÃO SOU NENHUM EXPERT EM SOFTWAREs p/ EDIÇÃO GRÁFICA AINDA, MAS GOSTO MUITO DESTA PROFISSÃO, trabalhei como estagiário numa gráfica e lá pude ver como a profissão é desvalorizada então resolvi que devia investir mais e montar um portfólio legal pra tentar entrar numa agencia, é o que estou tentando fazer atualmente… Mas ta dificil… O curso vai começar em novembro 2008 e as dúvidas só aumentam… O que eu faço? vou em frente e vejo no que dá?

16° Mandy. Mori Data: 18/12/2008 às 2:29 pm

Atividade:

Cidade: Matsusaka

Meus Parabens pelas suas palavras!

Eu ainda estou naquele periodo de decisao, que profissao escolher!
Ja pensei em tantas coisas,design grafico me interessa, mas a insegurança de decidir o futuro ainda me ocupa tempo, muitas dúvidas!

Talvez escolher ser uma Designer, nesta hora eu encontrarei alguns obstaculos.Mas a vida é cheia de obstaculos. Estamos aqui p/ vence-los e aprendermos,se a nossa volta tudo que encontramos sao criaçoes de pessoas que escolheram criar…Pq nao ne?
O que vale realmente é a . PAIXAO!

Vou levar um tempo ainda p/ decidir.
Mas suas palavras de uma certa maneira me deixou curiosa em conhecer mais sobre esta PROFISSAO.

Arigatoo *

17° Michel Data: 12/02/2009 às 8:40 pm

Atividade:

Cidade: salvador

poxaaa quero parabenizar este artigo,pow sem palavras isso me ajudou muitoo , eu estou fazendo um curso de com putação grafica no senai e em junho já tinha planejado tudo + me bateu um desanimo com essa questão + agora estou decidido
Desingn Grafico ai vou euuuuuuuuuuuuuu

É o que eu Amoo mesmo abraçossssssssss

18° Rodrigo Data: 21/02/2009 às 4:38 pm

Atividade: à procura de uma

Cidade: Rio de Janeiro

Gostei muito do artigo, Caroline. Ele é bem realista, mas ao mesmo tempo, deixa uma mensagem de otimismo e motivação pra quem, como eu, já pensou em entregar os pontos. Sou recém formado e tenho pouca experiência profissional, fiz apenas dois estágios curtos. Preferi me concentrar nos estudos e pesquisas a padecer no dia-a-dia dos estagiários de design e acabar ferrando com a minha bolsa. Vejo que o mercado está a procura de profissionais de nível técnico, e não de designers, vide as exigências para conseguir um trabalho em agências e/ou estúdios, e até pra arrumar um freela. Além de criatividade e dinamismo, presentes em qualquer classificado, vem abaixo a exigência de sólidos conhecimentos em flash, photoshop, ou modelagem 3D, por exemplo. “Procura-se designer de After Effects” vi num anúncio dia desses. Se o mercado não é educado parte da culpa é nossa, porque não soubemos educá-lo e ainda não o fazemos bem. Não nos apresentamos como gestores de projetos que realmente somos, e tornamo-nos operadores de software num instante. Fica aí meu desabafo e muito obrigado pelo artigo!

PS: mês que vem começo um curso de After Effects.

19° Adelmo Data: 17/03/2009 às 6:20 pm

Atividade: Estudando

Cidade: Salvador

Li tudo aqui, até os comentários. Eu estava na mesma situação de alguns que comentaram, ou seja, estou prestes a querer ingressar em designer gráfico, mas a questão do salário me deixa com um pé atrás. Aprendi que em qualquer carreira que siga você pode ser bem sucedido, basta querer e se esforçar, além de saber que é realmente aquilo que você quer e confiar no seu potencial, pois são esses fatores que te darão confiança. Deixar de fazer o que quer e gosta só por causa de dinheiro não vale a pena, o que vale é você fazer o que realmente gosta, pois o seu trabalho acaba que por uma diversão.

20° José Antonio Data: 01/04/2009 às 2:13 pm

Atividade: Designer Gráfico

Cidade: Salvador

Pelo visto o problema da profissão de Designer Gráfico parte mais pelo não reconhecimento de um Conselho Regional como o CREA.
Não temos um órgão que regulamente e proteja a profissão.
É triste ver profissionais de nível superior se igualar aos de nível médio ou até mesmo fundamental.
É triste não ter um piso salarial e diferenciação profissional com quem fez somente um rápido curso de informática.
É triste ser um profissional num país que o vê como uma mão-de-obra para somente desenhar e não planejar.
Ainda espero dias melhores!

21° camila Data: 21/06/2009 às 12:39 am

Atividade: estudante

Cidade: belem

gostei do artigo sobre desing,eu também estou naquela fase de dulvidas. Conheci o desing num site, depois fiz um curso de informática onde alguns programas de edição eram usados no desing gráfico e no web desing. Me apaixonei pela área, mas confesso que estava insegura sobre seguir o que realmente eu gosto de fazer. Esse artigo me mostrou que é melhor você trabalhar numa área em que você se sinta bem,Do que se sentir infeliz no emprego.O importante é você amar o que você faz .

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