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Carreira - Design

Onde está a diferença entre júnior, pleno e sênior?

18 de setembro de 2007, 15:41

A diferença entre um designer júnior, pleno e sênior é uma dúvida da maioria dos profissionais que chegam ao mercado de trabalho e não há uma resposta exata. O que vale é estar sempre aprendendo.

Por Thiago Melo

Qual a diferença entre um designer júnior, pleno e sênior? E entre um designer sênior e um especialista? Esta é a dúvida da maioria dos profissionais que estão entrando no mercado de trabalho e sinto dizer que não há uma resposta muito exata, já que cada empresa possui os seus próprios padrões de classificação.

O tamanho da empresa também influencia muito nesta classificação. Por exemplo, se você é um sênior em uma empresa pequena, certamente terá uma experiência diferente em uma empresa grande.

Na maioria das empresas a carreira de um profissional é classificada em: Estagiário, Júnior, Pleno, Sênior, Master e Especialista. Esta classificação é feita pelo popular critério de tempo de experiência e é isso que fará você crescer na maioria das empresas.

Mas como esta experiência é avaliada?

Uma boa forma de avaliar o tempo de experiência de um profissional são os registros na carteira de trabalho, mas como no mercado de web é muito comum o registro de um profissional por PJ (Pessoa Jurídica) o que importa é ter os conhecimentos que o cargo exige. Sendo assim, a classificação é feita levando em conta treinamentos e habilidades técnicas específicas.

Como funciona a classificação?

Profissionais que estejam trabalhando há dois anos no mercado são classificados como Júnior; de dois a quatro anos Pleno, de quatro a seis anos Sênior, de seis a oito anos Master.

Profissionais com mais de oito anos no mercado são classificados como Especialistas. Estagiários podem ser contratados como Assistentes podendo ficar no cargo até dois anos antes de uma promoção.

É importante lembrar que muitos profissionais estão há anos no mercado mas não evoluíram o suficiente para mudar para um cargo superior. Nestes casos, o tempo de experiência não deve ser o critério de contratação.

Numa carreira de sucesso é importante conhecer ao máximo as funções de determinados cargos, tal como conhecimento e vocabulário técnico, etc. Desta forma o profissional sempre estará preparado para receber uma promoção. O profissional que não se dedica ao aprendizado dificilmente verá sua carreira se desenvolver e estará cada vez mais longe de conseguir boas posições dentro do seu emprego. [Webinsider]

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Sobre o autor

Thiago Melo (falecom@thiagomelo.com) é webdesigner, trabalha na Presidência da República no Blog do Planalto e mantém o blog Profissão Web., sobre o mercado de internet no Brasil.

Apoio:

  • LayerDev Serviços de Webhosting Profissional

Palavras-chave relacionadas a este texto: [ formação profissional ] [ direito ] [ contratos ] [ briefing ]

Comentários

9 pessoas comentaram o artigo "Onde está a diferença entre júnior, pleno e sênior?"

Rey Data: 18/09/2007 às 5:16 pm

Atividade:

Cidade:

A palavra é uma só, Portifólio. Basta ver o histórico de trabalhos realizados, como foram feitos e para quem foram feitos que vc já separa os experiêntes dos novatos facilmente.

Luiz Júnior Fernandes Data: 18/09/2007 às 9:17 pm

Atividade: Desenvolvedor Web

Cidade: Inhumas | GO

Complicado isso!

Muitas vezes as empresas acabam por “negligenciar” o portfólio, não levam em consideração a bagagem do profissional, e ainda geram falsas expectativas de crescimento hierárquico ao colaborador, que acaba sendo sufocado pela estática de crescimento profissional e levado à uma profunda desmotivação pelo trabalho (gerando um impacto forte na produção = círculo vicioso | não produz - não tem motivação - não cresce).

Empresas que contratam profissionais da área de TI, principalmente profissionais da área de criação (designers, analistas, programadores e afins), devem estruturar uma boa e saudável política de crescimento hierárquico, bem como disponibilizar ao grupo de colaboradores uma estrutura fiel de cargos e salários, senão não há produção e tampouco crescimento.

E o mundo é assim há tempos…

Tiago Machado Data: 19/09/2007 às 7:55 am

Atividade: Dev .NET

Cidade: Porto Alegre

Concordo com o Luiz Fernandes, porém devo adicionar que muitos profissionais não sabem ‘vender’ o seu portifólio, isso faz com que as empresas não o vejam (o portifólio).

Lembrem-se além de construir um bom portifólio devemos ‘vende-lo’/valoriza-lo.

Abraço,
Machado

Elisa Kondrasovas Data: 20/09/2007 às 12:02 am

Atividade: Designer multimídia

Cidade: São José dos Campos, SP

Gente, portfólio diz muito sobre o trabalho produzido pelo profissional, mas não define se o cara é experiente ou não. Portfolio não mostra a mentalidade da pessoa, se aquele profissional é pró-ativo, intra-empreendedor, se sabe trabalhar em equipe, quanto tempo levou pra produzir aqueles trabalhos, etc.
Nada substitui uma boa conversa.
E eu ainda questiono se não existe o fator sorte na jogada. Quem trabalha na área sabe que nem tudo são flores, e nem sempre podemos fazer o que julgamos ser certo. Já tive que engolir muito pitaco de cliente…

Fábio N Sarmento Data: 28/09/2007 às 10:20 am

Atividade: Analista de Sistemas Sênior

Cidade: São Paulo

Para um gestor de RH identificar o seu nível , você tem que saber vender o seu peixe, e saber mostrar que você tem defeitos que são sobrepostos por qualidades e apresentar somente qualidades, se possivel mostre que você é melhor do que ele. Isso é assustador, mas funciona, o ideal é vc intimidar o entrevistador, é você mostrar que você esta acima dele e que ele precisa mais de você do que vc dele, sacou ? Ok ok posso estar sendo um pouco curto e grosso , mas na prática é assim que funciona.

As empresas não quero um Chiuaua pra cuidar da segurança do seu prédio, eles querem um lutador de sumô com 300Kg, e é isso que um coordenador de TI quer, um Analista, coordenador tenha todas as suas qualidades dentro do seu nivel e se possivel mais qualidades do que o pedido , por que ai ele estara sempre um passo a frente para o proximo nivel. Entra Estagiário e sai Sênior.

E concordo com os companheiros acima , a chave do nível é o Portfolio, é ele quem vai dizer em que nível você está e que nivel poderá chegar e que valores poderá agregar.

Francisco Canuto Data: 19/10/2007 às 12:46 am

Atividade: WEB Designer

Cidade: Fortaleza

Pessoal, achei muito interessante a matéria e geralmente não faço comentários, apenas faço a leitura dos mesmos. Mas me interessei pelo assunto e resolvi fazer este comentário.

Estou de acordo com a companheira: Elisa Kondrasovas, pois uma boa conversa vale muito mais para conhecer o profissional e assim classificá-lo, já que dependendo da empresa, a classificação poderá ser diferente.

Mas não descarto o portifólio.

Henrique Adolfo Data: 15/12/2008 às 9:45 am

Atividade: System Engineer Plenus

Cidade: Recife

Em uma multinacional, com sede nos EUA, o senior, equivale ao nosso gestor de projetos ou nivel de supervisao de equipes tecnicas, o perfil e definido como: portador de elevado nivel de conhecimento tecnico com perfil administrativo de lideranca, pois eh o coordenador e orientador das atividades desenvolvidas pelos niveis abaixo e/ou pode ter ingerencia horizontal, dependendo das qualificacoes administrativas.

O plenus,tem quase a mesma identificacao funcional, porem sem a necessidade ou presenca de lideranca de equipe como prerrogativa.

Detalhe: a empresa ao qual refiro-me tem no Brasil 3000 (tres mil) analistas de Sistemas e de Suporte.

Jadson Data: 02/04/2009 às 12:30 pm

Atividade: Gravador a laser

Cidade: São Paulo

Nossa, eu trabalho há 7 meses numa empresa de gravação á laser mesmo sem ser registrado eu achava que eu era “Pleno” pelo conhecimento que eu ja havia adquirido, agora me sinto até rebaixado…

Anderson Data: 08/04/2009 às 2:33 am

Atividade:

Cidade: São José dos Campos

Oi Td bom ? ^^ Estou com uma duvida, sou aux, Técnico JR , faz 7 meses que estou na função.
a duvida eh a seguinte…. com quanto tempo posso passar p/ pleno ? me falaram que depois de 1 ano na função a empresa eh obrigada a mudar o cargo.

T++ Vlw abraços ^^

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