Produtoras já não temem as ferramentas gratuitas
27 de agosto de 2007, 12:25Produtoras resistiam em utilizar ferramentas gratuitas para seus clientes com receio de encolher o valor do produto final que ofereciam. Mas o mercado valoriza soluções open source, sempre em evolução.
Por
A economia tradicional possui uma regra não-declarada que diz que preço e qualidade são diretamente proporcionais. Quanto melhor um automóvel, mais caro ele é. Quando maior o valor de um apartamento, melhor a qualidade do imóvel. Seguindo essa lógica, nada do que é dado de graça tem grande valor.
Na internet, essa regra durante muito tempo foi validada pelos players do mercado. Produtoras web, por exemplo, resistiam em utilizar ferramentas gratuitas para seus clientes com receio de diminuir o valor do produto final que estavam oferecendo.
Depois da divulgação da famigerada Web 2.0, a situação mudou um pouco. O mercado parece ter perdido o receio de utilizar ferramentas gratuitas ao perceber que o que importa de fato é a qualidade do produto e não o valor que se paga por ele.
Como negar, por exemplo, a eficácia de uma ferramenta como o Google Analytics? É necessário mesmo desenvolver um CMS próprio para um site quando há tão boas opções open source disponíveis? Quem hoje em dia ainda pensa em ter um servidor próprio para streaming de vídeos depois do advento do YouTube?
Claro que cada caso é um caso e deve ser analisado de acordo com suas peculiaridades. Um internet banking dificilmente vai usar um Joomla para gerenciar seu site, mas já vemos portais feitos em Wordpress e campanhas de grandes anunciantes baseadas no YouTube.
Empresas e profissionais não devem ter medo de usar ferramentas gratuitas somente pelo fato de serem de graça. Como tudo na vida, basta pesar os prós e os contras e analisar a situação que trará o melhor custo benefício. [Webinsider]
.



1° Cesar Zeppini Data: 27/08/2007 às 1:06 pm
Atividade: Publicitário
Cidade: Indaiatuba-SP
O mais provável que irá acontecer é que irão existir padrões de tipos de serviços na internet. Como o Walmar disse, pensou em vídeo, pensou YouTube. Foto? Flickr. E assim por diante..
Usar essas ferramentas como complemento dos websites será algo comum e usual.
Claro que concorrentes vão surgindo, mas nada como ser o PRIMEIRO.