Crie um jogo bom e envolvente… e faça muitas vendas
30 de abril de 2006, 0:00Jogar é uma das mais antigas atividades de lazer. Advergame é quando você consegue criar um jogo capaz de conquistar público, para assim poder passar embutida uma ação de marketing e relacionamento.
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O mercado de jogos eletrônicos movimenta impressionantes US$ 30 bilhões por ano em todo o planeta. A informação é da Associação Brasileira de Mídia Interativa (AMI), com base em pesquisas realizadas pelo setor. O Brasil está na rabeira desse mercado, com uma participação inexpressiva, considerando que os Estados Unidos, líder absoluto, Japão, Reino Unido, França e Alemanha detêm 91% dos negócios.
Os 9% restantes estão distribuídos entre os demais países que têm empreendedores atuando no ramo, mas esbarram na crônica falta de investidores. São necessários milhões de dólares para desenvolver programas de alto nível, especialmente aqueles que reúnem milhões de pessoas de todas as partes do mundo em acirradas disputas na internet.
Os jogos de caráter promocional, ao contrário dos jogos complexos (que possum alto nível gráfico, requerem habilidades especiais e são programas pesados), tendem a caber no orçamento que as empresas destinam à comunicação. E, tão importante quanto, ocupam pouca memória e trafegam com desenvoltura pela rede. Essas características, aliadas ao baixo custo de produção, permitem aos advergames conciliar de forma lúdica entretenimento e informações que podem decidir uma compra ou ajudar o cliente a explorar com mais ênfase determinados produtos e serviços.
Há uma respeitável parcela de população sensível ao apelo desse tipo de comunicação. Os telefones celulares estão nas mãos de adolescentes e jovens ingressando na maturidade, que respiraram todo o nascimento da revolução tecnológica que tomou conta do dia–a–dia.
Os games, cada vez mais incorporados aos microcomputadores e celulares, já são parte do processo de socialização de grupos que gostam de e podem consumir. A utilização de jogos como instrumento de orientação para a compra ou fidelização à marca é um caminho.
Os advergames podem oferecer informações institucionais importantes ao público. O roteiro pensado de modo a gerar cumplicidade, ainda que econômico por causa das limitações orçamentárias e de tamanho do arquivo. Se a companhia detentora de determinada marca pratica a responsabilidade social, que isso faça parte do jogo criado para divulgar os produtos, ainda que em referências rápidas, que possam sugerir posterior aprofundamento no trabalho que é feito.
Jogar é uma das mais antigas atividades de lazer. Está no DNA da humanidade, que tem a competição pela sobrevivência estabelecida como meta primordial. A sociedade moderna herdou jogos simples e outros complicadíssimos, forjados nas mais diversas épocas e partes do mundo que até hoje desafiam a capacidade de entendimento das pessoas. A força de atração que exercem não arrefece, seja qual for o mecanismo de execução, e pode ser aproveitada para impulsionar os negócios. No Brasil, cerca de 6 milhões de usuários utilizam o tempo na web para jogar.
Os jogos trazem embutidas a satisfação da vitória e a experimentação da capacidade de criar estratégias. Nos jogos individuais, a concentração no objeto é o ponto forte de criação de vínculo. Jogar é envolver, criar ilusionismo, subjugar, articular alianças e manter–se em evidência. Os advergames, quando acertam na comunicação, são um importante suporte ao marketing de vendas ou de relacionamento. [Webinsider]



1° gilvan Data: 27/07/2006 às 3:46 pm
Atividade: trabalho
Cidade: Jundiaí
ond q eu posso faser um curso de jogos