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OpenOffice 2 é opção gratuita ao MS Office

23 de novembro de 2005, 0:00

Testamos a segunda edição do concorrente gratuito do Microsoft Office, recém–lançada. Possui qualidades e pontos a melhorar, mas pode ser usada tranqüilamente. Veja algumas dicas para melhorar o desempenho.

Por Paulo Rebêlo (reportagem)

Parecia que não ia ter fim. Após dois anos de desenvolvimento e uma dúzia de versões experimentais, finalmente sai a segunda edição do Open Office (OO), o principal concorrente do Microsoft Office em pacotes de escritório. Para quem ainda não conhece, o OO foi criado a partir do antigo Star Office, desenvolvido pela Sun, mas que hoje é vendido pela empresa, apesar de ter praticamente as mesmas funcionalidades do OO.

O Open Office é completamente gratuito, ocupa menos da metade do espaço do concorrente da Microsoft e não possui formatos proprietários de arquivo, ou seja, você não fica dependendo do Windows. O pacote inclui editor de textos, planilha, apresentações, banco de dados e utilitário para equações matemáticas. Tudo à distância de um download com 80 Mb e em 36 idiomas, incluindo português do Brasil.

Para quem testou as edições beta anteriores, não há mudanças significativas na versão final. No entanto, a grande sacada é invisível ao usuário: a adoção do padrão “OpenDocument” para os arquivos criados no OpenOffice. Trata–se de um formato novo, não–proprietário, diferentemente da extensão .doc da Microsoft e que poderá ser utilizada por uma infinidade de programas e qualquer plataforma  Windows, Linux, MacOS, FreeBSD etc.

Mas o Open Office também tem suas falhas graves. Não há um cliente de e–mail para concorrer com o Outlook e, apesar de possuir quase todas os recursos básicos  para usuários domésticos  do Microsoft Office, alguns detalhes e funções avançadas ficaram de fora. A função de “contar palavras” do editor de textos, por exemplo, é pobre e sem informações extras. Um obstáculo considerável para quem depende de textos, relatórios e outros documentos grandes para trabalhar.

Dicas de velocidade

– Se você tem 256 Mb de RAM em diante, duas dicas podem melhorar a performance do Open Office. Abra qualquer dos programas e vá ao menu Ferramentas.

– Na opção de “memória”, aumente o cache gráfico para 64 Mb e o “memória por objeto” para 8 Mb e salve as configurações. Você notará a diferença após algum tempo de uso.

– Ainda em “Ferramentas”, vá na opção de “Java” e desative. Aparentemente, o módulo de Java é desnecessário para a maioria dos usuários e sobrecarrega demais o sistema. [Webinsider] (com Folha de Pernambuco)

Sobre o autor

Paulo Rebêlo (rebelo@webinsider.com.br) é subeditor do Webinsider.

Apoio:

  • LayerDev Serviços de Webhosting Profissional

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Comentários

3 pessoas comentaram o artigo "OpenOffice 2 é opção gratuita ao MS Office"

Juan Jiménez Araya Data: 24/09/2006 às 5:27 pm

Atividade: Representante autónomo

Cidade: São Paulo

Meu Office Outlook é ilegal, então me obriga a procurar uma nova tecnologia, faz tempo que venho estudando a possibilidade de migrar, ou Open Oficce, hoje es a minha melhor alternativa.

Adão Data: 08/12/2006 às 11:39 pm

Atividade: Alfaiate

Cidade: Juiz de Fora

Muito obrigado pela dica, apliquei e deu certo ficou muito bom mesmo, é o que eu estava precisando. Valeu Paulo Rabêlo
Adão.

Dicas de velocidade

– Se você tem 256 Mb de RAM em diante, duas dicas podem melhorar a performance do Open Office. Abra qualquer dos programas e vá ao menu Ferramentas.

– Na opção de “memória”, aumente o cache gráfico para 64 Mb e o “memória por objeto” para 8 Mb e salve as configurações. Você notará a diferença após algum tempo de uso.

– Ainda em “Ferramentas”, vá na opção de “Java” e desative. Aparentemente, o módulo de Java é desnecessário para a maioria dos usuários e sobrecarrega demais o sistema. [Webinsider] (com Folha de Pernambuco)

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