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Desenvolvimento - Usabilidade e AI

A revolução do simples na programação

21 de novembro de 2002, 0:00

Em tempos bicudos a gente acaba emagrecendo, o que tem suas vantagens. Tamanho não é documento: este talvez seja o menor artigo que já publicamos, mas se você deszipar vai ver muito recheio.

Por Maratimba

Poizé. Com o fim do estouro da bolha, o mercado foi simplificado. Nêgo passou a exigir que um sujeito só fizesse tudo. A ótica é totalmente errada. Por outro lado, essa onda da simplificação tem um outro lado, extremamente interessante. Que é o de aproveitar melhor os recursos.

No campo da programação, a gente tinha o PHP. Um ASP Open–Source. Até aí morreu maria. Acontece que muita gente desenvolveu coisas úteis com base nisso.

O Jagunço mesmo tá brincando de tag–a com intenção de ver até onde a linguagem vai. E agora o Yahoo! anuncia que vai trocar a plataforma proprietária em C/C++ por uma alternativa PHP.

É claro que para fazer isso, eles vão precisar de escalabilidade. Problemaço. Então, o Jagunço me aparece com o smarty, que ele achou na apresentação do engenheiro do Yahoo!.

O negócio é um simples “template engine”, “uma biblioteca que ajuda a separar lógica e apresentação”, segundo o moço. Ou seja, o PHP fica parrudo e começa a brincar como gente grande.

Ou nas palavras do Jagunço, a questão interessante e que mesmo usando coisas do “povão”, como php, dá para dispor de um template engine decente. Isso é um tapa na cara no discurso da Vignette sobre o template engine deles. Ainda hoje, o cachorro grande nesse mercado, cobrando milhão de dólares pela licença de um CMS.

Veja bem: eu disse ‘milhão’, ‘dólares’ e ‘licença’. [Webinsider]

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Sobre o autor

Andre Passamani, o Maratimba, faz parte da Colmeia.

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Palavras-chave relacionadas a este texto: [ web standards ] [ programação ]

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