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	<title>Webinsider</title>
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	<description>Webinsider</description>
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		<title>Estabeleça metas reais e alcançáveis</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/13/estabeleca-metas-reais-e-alcancaveis/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 14:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Zugaib</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[A vida pode ser uma loteria, mas quem sabe onde quer chegar e vai avançando a cada etapa tem mais chance de ficar com o prêmio. Na sua carreira, nada vai cair do céu se você não souber se preparar e fazer o mínimo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Todo mundo quer ganhar na loteria. Sonhar não custa nada, mesmo porque, uma mega-senazinha acumulada não faria mal a ninguém.</p>
<p>Porém, até quem acerta as seis dezenas está sujeito a fatores que não pode controlar. Fatores que podem transformar um sonho milionário, próximo da realização, em uma nuvem de vapor dissolvida pelo vento.</p>
<p>Que o digam os amigos gaúchos que, recentemente, experimentaram isso na pele. Apostaram em um bolão, ganharam, estavam com o comprovante da aposta em mãos, quase começando a gastar a grana por conta, sem imaginar que os volantes oficiais haviam sido deixados de lado, dentro da lotérica, sem o devido registro oficial.</p>
<p>Delegar para este improvável, porém não impossível dia, as condições necessárias para a construção da nossa felicidade é, como diria um provérbio árabe, pedir a Deus para proteger nossos camelos, esquecendo-nos de fazer o mínimo que nos cabe: alimentá-los, amarrá-los com segurança, vigiá-los. Camelos e sonhos, nesse caso, têm tudo a ver.</p>
<p>Quando delegamos para o acaso as chances que temos de sermos felizes, mais afastamos do que atraímos possibilidades. Como uma Alice, perdida no País das Maravilhas, a todo instante nos deparamos com encruzilhadas confusas, onde sempre vamos topar com o questionamento:</p>
<p>- Aonde você pretende chegar?</p>
<p>Se respondermos a essa questão com um “não sei”, a réplica é instantânea:</p>
<p>- Então&#8230; qualquer caminho serve para você&#8230;</p>
<p>Depois que entramos no elevador de um edifício qualquer, qualquer andar em que desembarcarmos serve. É preciso retornar e começar novamente do zero. Escolher o prédio, definir o andar e, melhor ainda, o número da sala, torna a conquista mais fácil.</p>
<p>Se você não sabe qual é o seu destino, ou ao menos a parte dele que cabe a você percorrer, tanto faz ir de carro, de ônibus, a pé ou de avião. Esse casuísmo da vida comprova que apenas desejar não basta. É preciso transformar desejo em ação, em construção, em caminhada contínua.</p>
<p>Estabelecer metas reais e alcançáveis torna a conquista dos nossos objetivos mais sustentável. Saber onde se quer chegar, visualizando a cada novo dia o tanto de caminho percorrido, faz da nossa aposta uma aposta mais acertada, nessa grande loteria que é a vida. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		<title>Seja um bom sobrinho e aprenda a trabalhar</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/12/seja-um-bom-sobrinho-e-aprenda-a-trabalhar/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[empreender]]></category>
		<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado precisa de bons profissionais e quem está chegando agora precisa praticar muito, ganhar experiência e aprender a lidar com clientes. Veja como começar bem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O ano passado foi interessante, mas este ano promete um “boom” para a área de comunicação na internet, que não é mais tendência ou “o futuro”. Hoje qualquer empresa precisa praticar o marketing digital, independente de faturamento ou número de funcionários.</p>
<p>As redes sociais crescem e influenciam ações na sociedade. Empresas aumentam sua presença na web, pois já sentiram que ações online produzem vendas reais. E com isso a verba publicitária para a web vai dando a sua leve “crescidinha”.</p>
<p>Evoluímos de uma época em todos eram webdesigners ou programadores (eu peguei este tempo) para outra com mais variações, como webwriters, designers de interfaces, programadores Flash e analistas de redes sociais.</p>
<p>Ganhamos certa visibilidade &#8211; se na minha época de faculdade eu era um dos únicos a acreditar que “fazer sites” tinha algum futuro e função da área de comunicação. Hoje, o vestibulando de publicidade sonha em trabalhar com redes sociais, Google e tudo mais.</p>
<p>O mercado em expansão precisa de bons profissionais e quem é novo precisa aprender para buscar seu espaço. Para estes, a saída é exercitar o o lado sobrinho.</p>
<p>Definição de sobrinho: ser vivo que desenvolve projetos de comunicação, programação ou suporte técnico (formatar máquinas, instalar o Word) para empresas, organizações e grupos de familiares ou amigos. Uso numa frase: &#8220;O site da minha padaria foi feito pelo meu sobrinho, ele gosta muito de internet&#8221;.</p>
<p>No entanto, vários profissionais que estão hoje nas agências começaram como sobrinhos. Esta frase é a raiz da dica: “na nossa área, você não precisa estar dentro de uma agência web para fazer projetos interessantes.”</p>
<p>Seja notado fazendo trabalhos e projetos, mesmo que nunca tenha pisado em uma empresa de comunicação.</p>
<p>Não basta ter um Twitter relevante, conhecer muita gente no Orkut e desejar aprender e trabalhar com web. Pode ser um requisito para a área, mas com este perfil existem milhares de jovens que também desejam a mesma vaga que você.</p>
<h2>Aprenda a trabalhar</h2>
<p>Estes são alguns pontos para criar e manter sua diferenciação no mercado, sendo um sobrinho.</p>
<p><strong>Um pouco de produção</strong> não faz mal a ninguém: mesmo que seu foco seja redação, atendimento ou outra área não relacionanda com arte ou produção, invista seu tempo em cursos, tutoriais ou workshops de Photoshop, Illustrator, HTML, CSS, Flash e tudo mais.</p>
<p>Não precisa ser um expert, mas pelo menos desenvolva uma visão sobre como funciona a produção e como ela afeta o produto final.</p>
<p><strong>Desenvolva sua inteligência emocional</strong>, você só vai ganhar com isto: já aprendeu alguns truques e macetes da área, fez até seu site pessoal ou blog, agora está na hora de arrumar “clientes”. Nesta fase o importante é quantidade e falo sério.</p>
<p>Seu primeiro trabalho está longe de ser sua obra prima e seu refinamento só acontecerá quando desenvolver vários projetos, posts, layouts ou estratégias.</p>
<p><strong>Cultive sua “cara-de-pau”</strong> e ofereça fazer o site da sua sala, um blog para sua turma de inglês, hot sites para as festinhas de amigos e conhecidos, páginas para empresas dos seus tios e o que mais aparecer. Aprenda a negociar, valorize seu trabalho cobrando dinheiro ou troque por lanches, bebidas ou que for. Se acreditar que o projeto será legal, faça, mesmo que de graça.</p>
<p><strong>Cuide de seu filho chamado portfolio</strong>: já executou alguns sites, seu blog cresce a cada dia em visitas e até foi convidado para escrever em outros locais. Pode ficar tranquilo que já te notaram, mas é preciso concentrar tudo em uma ferramenta e este é o seu portfolio.</p>
<p>O portfolio não é exclusividade dos diretores de arte ou redatores, basta saber montar. Quem busca planejamento, mídia ou até atendimento terá um trunfo a mais na hora da seleção.</p>
<p>O conceito de uma pasta com vários .jpegs perde espaço para uma pasta cheia de cases e resultados que aqueles conceitos geraram.</p>
<p>Por exemplo, quem busca a área de planejamento pode, através do portfolio, mostrar como chegou à ideia de um hotsite para a festa da faculdade. Se fizer uma pesquisa com os alunos, monte um gráfico; se usar um insight, mostre de onde buscou e coloque os resultados.</p>
<p>A faculdade não tem todas as respostas, se especialize.</p>
<p>O consumidor a cada dia fica mais resistente ao marketing, que por sua vez exige constante profissionalização. Não existe mais a figura do redator ou diretor de arte que faz tudo. Pois se fizer, não fará bem.</p>
<h2>Aprofunde</h2>
<p>A criação de interfaces envolve detalhes e minúcias que não são familiares a quem está acostumado a montar peças gráficas. Assim como o atendimento &#8211; se você entende muito de folder, mas pouco de web, o máximo que irá conseguir será  trazer um projeto de “site-folder” para a agência.</p>
<p>A faculdade fornece o básico, mas o mercado quer mais em troca de uma chance. Pense nisto e comece a estudar um pouco da área que pretende atuar. Reserve  algumas horas do dia para conhecer mais, ler e produzir. Isto tudo fora de tarefas ou provas da academia.</p>
<p>Estude algo que gosta bastante, pois assim não será um trabalho e sim uma diversão. #sobrinhofeelings para todos. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		<title>Os heróis das matinês</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/11/os-herois-das-matines/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/11/os-herois-das-matines/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 21:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto Elias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TV, vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Festival Tom &#038; Jerry foi um dos maiores sucessos nas matinês do cinema Metro. Conheça os responsáveis por aquela alegria.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Os cinemas de antigamente tinham o saudável hábito de promover sessões nas manhãs dos finais de semana, destinados aos meninos e adolescentes. Numa época em que a televisão ainda era incipiente, essas sessões, chamadas de “matinês”, faziam a alegria da garotada. A palavra vem do francês. Derivada de <em>matin</em>, <em>matinée</em> significa literalmente na parte de manhã, embora as matinês dos cinemas se referissem às sessões vespertinas como um todo.</p>
<p>E sem dúvida alguma no meu espírito, a matinê de maior sucesso que eu assisti foi o <strong>Festival </strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tom_and_Jerry_%28MGM%29" rel="externo"><strong>Tom &amp; Jerry</strong></a>. O interessante é que existe uma expressão de língua inglesa, que se refere ao que se chama de “<em>unsung hero</em>”, que é aquela pessoa cujo devido valor nunca foi reconhecido ou que foi esquecido pelo tempo. Pois bem, o cinema Hollywoodiano está cheio deste tipo de herói, e eu vou agora citar três deles: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/William_Hanna" rel="externo">William Hanna</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Joseph_Barbera" rel="externo">Joseph Barbera</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Scott_Bradley" rel="externo">Scott Bradley</a>. Os dois primeiros ainda tiveram alguma sorte, por causa dos seus trabalhos posteriores na TV, mas Bradley nunca foi sequer comentado, a não em uma recente edição em DVD de alguns desses desenhos.</p>
<p>As matinês do Festival aconteciam na cadeia dos cinemas Metro, todo primeiro domingo do mês. Eram duas sessões, a segunda terminando próximo da hora do almoço. Lá em casa, um dos meus tios, casado com a irmã da mamãe, pedia licença aos meus pais, para me levar ao Festival, já que ele mesmo era fã dos desenhos. O que, aliás, era compreensível: os grandes estúdios americanos, Warner, Universal (Walter Lantz) e M-G-M, que tinham departamentos separados para animação, dedicavam o seu trabalho mais para o público adulto do que para as crianças.</p>
<p>Eu tinha cerca de 5 a 6 anos, quando assisti aos Festivais. Esse meu tio gostava da segunda sessão, e principalmente de assisti-la do balcão superior do Metro-Tijuca. Na minha frente, eu via um mar de crianças impacientes para a sessão começar, e agitadas durante a exibição do costumeiro jornal da tela. Naquela época, o boletim da censura precedia a exibição dos filmes. Eu hoje posso jurar que a maioria daquela criançada, assim como eu, éramos todos analfabetos ou no início da alfabetização. Mas, quando o slide da censura aparecia com o nome do primeiro desenho, a mudança no ambiente era extraordinária. E quando o leão da Metro surgia na tela, anunciando o desenho, havia um verdadeiro furor dentro do cinema.</p>
<p>Descrever hoje como isso acontecia é quase impossível. A presença da figura dos personagens na tela (veja na captura abaixo) despertava uma excitação de tal nível, que era difícil conseguir ouvir a trilha do filme. Muitas crianças se levantavam. Eu mesmo tinha que levantar o assento da poltrona, para enxergar a tela. E, ao final de cada desenho, a criançada batia palmas com entusiasmo. E esta rotina de gritos e palmas corria durante toda a sessão, em todos os Festivais que eu assisti.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-6852" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/image0013.jpg" alt="image001" width="419" height="316" /></p>
<p>Eu tenho certeza de que esses Festivais marcaram as vidas de muita gente. Na época da faculdade, lá por volta de 1971, eu trouxe alguns desses desenhos para exibição, e foi uma daquelas raras vezes em que o auditório do CBPF, onde rolava o nosso cineclube, ficou totalmente lotado!</p>
<h2>Os responsáveis por essa alegria</h2>
<p>Os estúdios americanos instalaram departamentos de animação, para fornecer complementos, na forma de curtas-metragens, para os exibidores. O estúdio de animação da M-G-M foi montado com esta finalidade. E contratou dois ex-animadores do Disney, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hugh_Harman" rel="externo">Hugh Harman e Rudolf Ising</a>, para fazer os desenhos. E no início o produto principal do estúdio incorporava elementos das <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Silly_Symphonies" rel="externo">Silly Simphonies</a> de Walt Disney, e muito pouca criatividade além disso. A seu favor, estavam os objetivos institucionais da Metro, que não admitiria filmes com mau acabamento, e de fato os desenhos da Metro tinham uma cor Technicolor de fazer inveja.</p>
<p>Foi uma dessas felizes coincidências que fez William Hanna, que tinha vindo com Ising e Joseph Barbera, que tinha vindo dos estúdios nova iorquinos de Paul Terry, se encontrarem no estúdio de animação da Metro, para criar juntos novos personagens.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-6853" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/image002.jpg" alt="image002" width="420" height="317" /></p>
<p>William Hanna (sentado) e Joseph Barbera, em foto tirada já na época dos desenhos produzidos para TV.</p>
<p>A primeira idéia, que parecia batida para os padrões da época, os fez criar uma dupla de gato e rato, o primeiro com o nome de Jasper. O primeiro desses desenhos foi “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Puss_Gets_the_Boot" rel="externo">Puss Gets The Boot</a>”, de 1940, onde se nota o design ainda primitivo de Tom:</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-6854" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/image0035.jpg" alt="image003" width="420" height="315" /></p>
<p>Os executivos da M-G-M não se interessaram pelo projeto, mas os exibidores pediram mais. Em curto espaço de tempo, o design do personagem mudou e os desenhos adquiriram uma dinâmica poucas vezes vista no cinema. A série toda ganhou <span style="text-decoration: underline">sete estatuetas Oscar</span> e foi o espaço mais lucrativo da M-G-M, mesmo quando o estúdio entrou em declínio financeiro.</p>
<h2>As causas do sucesso</h2>
<p>William Hanna não desenhava nem era animador. Mas, como ele mesmo relata em sua história, era estudioso de música e havia aprendido com Ising a fazer uma das coisas mais importantes do cinema: o ritmo da edição! O ritmo nada mais é do que a cadência de troca entre vários planos (tomadas de câmera), durante uma determinada seqüência. Faz-se uma contagem do tempo do plano (minutagem) e altera-se o ritmo para o filme andar mais rápido ou mais lento, diminuindo-se ou aumentando-se o tempo de cada plano. Esse aspecto é extremamente importante na linguagem do cinema, e a edição (montagem) dos planos pode arruinar ou salvar filmes, se decisões erradas forem tomadas a este respeito. Desnecessário dizer, e aí basta olhar os desenhos de Tom &amp; Jerry, que Hanna era um artesão de grande estatura, na hora de criar o ritmo dos desenhos.</p>
<p>Joseph Barbera era desenhista, e a sua principal virtude era saber desenhar a <strong><span style="text-decoration: underline">pose</span></strong> exata de cada personagem. A pose é importante, porque é ela quem dará a graça da expressão corporal incluída na anedota (“<em>gag</em>”) desenvolvida pelo roteiro do desenho. A partir das poses (inicial e final) toda a animação das seqüências é feita. Essa animação é entregue aos técnicos animadores. O perfil, os maneirismos, e as piadas visuais desses desenhos, entretanto, são devidos à maestria de Barbera.</p>
<p>Os dois juntos mostravam uma compreensão correta do que é o cinema, antes de se tornar animação e foi isso, em última análise, que fez Tom &amp; Jerry ser o sucesso que foi.</p>
<p>No cinema de animação até então feito, os seus grandes mestres faziam de tudo, às vezes até mesmo a animação dos personagens. Ao dividirem este trabalho, Hanna e Barbera conseguiram otimizar a execução de cada desenho e até mesmo aumentar a produção do estúdio, sem deixar cair a qualidade entre um desenho e outro!</p>
<p>E se isso não bastasse, ambos ainda contariam com a genialidade de <strong>Scott Bradley</strong>. Compositor, arranjador e regente, Bradley tinha a seu dispor a orquestra do estúdio, e a usou com grande proficiência. A fanfarra (clique abaixo para ouvi-la) da abertura dos desenhos da M-G-M, e particularmente as de Tom &amp; Jerry, eram absolutamente fantásticas e ajudavam a criar o clima de expectativa de momentos de diversão que estavam por vir.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/tom-jerry-fanfarra.mp3">Fanfarra dos desenhos Tom &amp; Jerry</a></p>
<p>Mas Bradley fez muito mais do que isso. De forma inteligente, se valeu do fato de que a M-G-M tinha uma das maiores e melhores produções de filmes musicais e inseriu constantemente temas desses filmes, na forma de citações, nos desenhos do estúdio.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-6855" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/image0041.jpg" alt="image004" width="420" height="315" /></p>
<p>O que ainda é extraordinário na obra de Bradley é que ele quase nunca repetia seus próprios arranjos. A própria fanfarra de Tom &amp; Jerry foi apresentada com muitas variações, de acordo com o desenho, ora mais rápida, ora com mais percussão, e vai por aí.</p>
<h2>A influência de Tex Avery</h2>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tex_Avery" rel="externo">Tex Avery</a> foi um dos maiores artífices da comédia em desenhos americanos. Seu trabalho na Warner foi pontuado pela sua contribuição na criação de Bugs Bunny (Coelho Pernalonga), mas a sua criatividade atingiu o ápice quando Avery entrou para a Metro. Dotado de uma imaginação fértil, com a consciência profunda das limitações dos desenhos animados do tipo “<em>cartoon</em>”, Avery investiu na desestruturação dos personagens e da própria película onde o filme é fotografado.</p>
<p>O exagero nas expressões faciais e a saída dos seus atores do fotograma do filme podem ser vista nestas duas capturas de “<em>Northwest Hounded Police</em>”:</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6856" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/image0062-300x228.jpg" alt="image006" width="420" height="319" /></p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6857" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/image0081-300x229.jpg" alt="image008" width="420" height="321" /></p>
<p>Avery fez uma aposta com Hanna e Barbera sobre quem conseguia colocar mais ritmo nos desenhos. A influência de Avery nas expressões e poses pode ser observada num número enorme de desenhos da série:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6858" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/image0102.jpg" alt="image010" width="420" height="316" /></p>
<p>Em sua biografia, Avery aponta para um fato singular dos desenhos da Metro: seu produtor, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fred_Quimby" rel="externo">Fred Quimby</a>, era um homem sem nenhum senso de humor. Mas, foi Quimby quem deu a retaguarda necessária para que todos os melhores desenhos fossem feitos, com praticamente nenhuma interferência, o que é compreensível, já que ele mesmo foi o recipiente, como produtor, de vários Oscars.</p>
<div id="attachment_6859" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-medium wp-image-6859" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/image0113-300x168.jpg" alt="image011" width="420" height="228" /><p class="wp-caption-text">Tex Avery, ao centro, mostrando uma parte do storyboard de “Red Hot Riding Hood”, uma paródia hilária de Chapeuzinho Vermelho, de Disney. À sua esquerda, Fred Quimby.</p></div>
<p style="text-align: center">
<h2>O fechamento do estúdio</h2>
<p>Uma dessas coisas difíceis de se entender é como se fecha um estúdio tão produtivo como este de animação da M-G-M, justamente no seu momento de maior criatividade. A M-G-M, como um todo, estava perdendo dinheiro e bilheteria, agravado com a perda do controle da sua cadeia exibidora (menos no Brasil e outros lugares), e com isso os chefões de Nova York decidiram fechar o estúdio de animação. Fizeram isso, segundo Barbera, com apenas um telefonema! Mas, quando chegaram depois a Hollywood, descobriram que o estúdio de animação dava, na realidade, lucro. E quando tentaram reverter o fechamento, Hanna e Barbera já tinham ido embora, e levando com eles todo o estafe, para o seu estúdio de filmes para a televisão</p>
<p>Os frustrados executivos da Metro ainda tentaram reverter a situação, contratando diretores como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gene_Deitch" rel="externo">Gene Deitch</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chuck_jones">Chuck Jones</a>. Ambos bons em suas artes, mas incapazes de encarnar de volta o espírito de Tom e Jerry, revelados por Hanna e Barbera. Com o fracasso, a série se encerrou para sempre na M-G-M.</p>
<p>Hanna e Barbera, por seu turno, tiveram uma promissora evolução na televisão mundial, criando personagens, que se tornaram o status dos seus criadores e do estúdio, e séries que foram enorme sucesso na década de 1960 e o são até hoje, quando reprisadas.</p>
<p>Menos sorte teve Tex Avery, que, depois de passar pelo estúdio de Walter Lantz, onde, aliás, fez ainda criações excepcionais, tentou a sorte na indústria de propaganda, mas seus projetos neste setor acabaram por levá-lo ao ostracismo e ao esquecimento.</p>
<h2>A herança de censura de Tom &amp; Jerry</h2>
<p>Na mais absoluta falta de respeito com o público e com seus criadores, os herdeiros dos desenhos da série Tom &amp; Jerry promoveram toda a sorte de cortes ou de banimento de desenhos inteiros, praticamente acusando seus cineastas de extremo sadismo e preconceito racial. As últimas coletâneas em vídeo doméstico, lançadas pela Warner, contendo esta censura, dispararam o protesto veemente de colecionadores e fãs, e obrigando o estúdio a não se omitir quanto à preservação de outros lançamentos do gênero.</p>
<p>O mundo de Tom &amp; Jerry se deu, na maior parte do tempo, abaixo da cintura dos personagens humanos. Este é um toque de genialidade dos seus criadores, mas que não impediu os censores de ignorar isso e fazer o corte que desejavam:</p>
<div id="attachment_6860" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-6860 " src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/image0135.png" alt="image013" width="420" height="358" /><p class="wp-caption-text">“Mammy Two Shoes&quot;, banida pela censura, por alegação de estereótipo racial.</p></div>
<p style="text-align: center">
<h2>A lembrança do Festival</h2>
<p>O cinema Metro-Tijuca era luxuoso e tinha projeção e som exemplares. Ao entrar no cinema, as pessoas pisavam num carpete forrado com um tecido que nos dava a sensação de se estar andando num tapete de espuma. Lá dentro, o ar condicionado perfeito, as poltronas criteriosamente dispostas na platéia, e o escurecimento paulatino das luzes, quando a projeção começava e as cortinas se abriam, nos fazem lembrar dele até hoje.</p>
<p>Uma réplica do cinema, em escala reduzida, foi montada por Ivo Raposo, na cidade de Conservatória, Rio de Janeiro, e está aberto à visitação pública em horários a combinar com seus visitantes. Uma cópia do pôster anunciando o Festival Tom &amp; Jerry pode ser visto na entrada do cinema:</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-6861 aligncenter" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/poster-t-j.jpg" alt="poster-t-j" width="420" height="315" /></p>
<p style="text-align: center">
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		<item>
		<title>E-commerce: muita audiência e pouca venda</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/11/e-commerce-muita-audiencia-e-pouca-venda/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/11/e-commerce-muita-audiencia-e-pouca-venda/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 13:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Dicovsky</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[web standards]]></category>

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		<description><![CDATA[As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço do comércio eletrônico no Brasil. Aprenda a explorar esse nicho e aplique métricas no seu site.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Já conquistamos o ciberespaço? Onde está o desenvolvimento da nossa ainda adolescente internet comercial?</p>
<p>Onde estamos errando em nossas estratégias, em nossos projetos? Qual é o valor de termos 50, 100, 500 mil visitas por mês em nossos sites se não conseguimos transformá-las em vendas?</p>
<p>O tempo das métricas baseadas apenas em grandes audiências acabou.  O que importa é a efetividade dos projetos. Qual é a nossa real taxa de conversão?</p>
<p>Olhemos apenas para três vetores: mobilidade, redes sociais e vídeos. Todos interligados, aqui e agora. Em qualquer lugar. Mas a tecnologia é apenas ferramenta. Saber usá-la em favor dos nossos resultados comerciais é o grande desafio.</p>
<p>Antes de mais nada, para gerenciar algo é preciso medi-lo, já dizia Peter Drucker. Mas a realidade é bem diferente e vem comprometendo o sucesso de projetos web e, mais especificamente, de projetos de comércio eletrônico.</p>
<p>A verdade é que um grande número de empresas não utiliza nenhum sistema de web analytics para gerenciar o que acontece em seus sites.</p>
<p>A WA Consulting analisou mais de 300 empresas listadas no Anuário da Revista Exame Maiores e Melhores de 2008. Cerca de 50% delas não usavam nenhuma ferramenta de Web Analytics baseada em tags, pequenos códigos de programação inseridos nas páginas dos sites e que permitem acompanhar os eventos que ocorrem, incluindo as suas origens e, principalmente, se os usuários atingiram seus objetivos.</p>
<p>Para que o leitor entenda como formatar o projeto de uma loja online que consiga trazer resultados em vendas, permita-me uma abordagem mais técnica.</p>
<p>Para ser bem sucedido, ele deve ser concebido em três etapas: o site ou a interface propriamente dita, a estrutura de atendimento para suas conversões e contatos, conhecido como <em>Back Office, </em>e<em> </em>somente depois implementar as ações de mídia e divulgação para atrair tráfego.</p>
<p>E para conhecer o escopo da loja virtual é necessário fazer as perguntas certas e dominar as variáveis envolvidas.</p>
<p>Qual é a proposta de valor da empresa? Como a empresa está posicionada e se diferencia dos concorrentes? Quem são os compradores? Como e quando eles compram? Qual é o comportamento dos usuários?</p>
<p>Respondendo bem às perguntas acima, podemos então definir os objetivos que serão buscados com o projeto.</p>
<p>Parece óbvio, mas muitas vezes não está evidente, porque muitas conversões, como é o caso, por exemplo, das compras, são iniciadas na internet e são concluídas no ponto-de-venda ou começam em meios offline e terminam na internet. Temos que, pelo menos, tentar medir e conhecer estes processos e caminhos.</p>
<p>Depois de conhecer bem a realidade do projeto, passamos a listar os requisitos, as funcionalidades e conteúdos que usaremos para que os usuários se tornem clientes ou prospects e atinjam os objetivos desejados.</p>
<p>Feito isso, podemos transitar do intangível, planejado e pensado, para o tangível, o que começa com a arquitetura de informação, na qual definimos a estrutura de navegação, os elementos que estarão presentes, suas posições e pesos respectivos e a rotulação, nomes que daremos aos elementos presentes.</p>
<p>A fase seguinte é o desenvolvimento e programação, onde com o avanço da convergência é imperativo pensarmos em plataformas que sejam escaláveis e que possam ser levadas para outros meios.</p>
<p>Quando então definirmos os objetivos e os funis de conversão, guias que desenhamos para que os usuários possam alcançar seus objetivos, devemos pensar na estrutura de medição através de ferramentas de Web Analytics.</p>
<p>Terminado o desenvolvimento, instalamos e configuramos o software de medição. Depois vem a fase de testes, que deve ser ampla e detalhada.</p>
<p>Agora sim, nossa nave está pronta para explorar o ciberespaço. Mas temos que dividir nosso olhar entre o gato e o peixe.</p>
<p>Aperfeiçoamentos e manutenções são constantes e nunca podem ser esquecidos. Temos que conhecer os usuários detalhadamente e em profundidade. Só assim conseguiremos criar projetos centrados nos usuários.</p>
<p>Projetos com usabilidade. Mas apenas a usabilidade não resolve o problema. Temos que converter. Temos que persuadir. Usabilidade mais persuasão é igual à persuabilidade.</p>
<p>Este é o conceito que define o sucesso ou fracasso de um projeto de e-commerce. Sem seguir esta cartilha seu consumidor vai entrar na loja, circular, circular e ir embora com o carrinho vazio. E não é isso que você quer, é? <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p>Conheça os planos de hospedagem da <a href="http://www.hostlayer.net.br/?ref=webinsider_l1" target="_blank">HostLayer</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Manual prático para gestão de crises</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/10/manual-pratico-para-gestao-de-crises/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 17:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Bramont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Redação, edição]]></category>

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		<description><![CDATA[Terremotos, acidentes aéreos, recall de veículos, imagens públicas. Tudo requer gerenciamento de conflitos e irá envolver a comunicação interna e externa da sua empresa e dos seus funcionários. Comece por aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O mundo ainda está em choque pelos desastres no Chile e no Haiti. Consumidores ainda se perguntam o que houve com a Toyota. Nestes momentos difíceis, técnicas específicas de gestão e comunicação devem ser aplicadas.</p>
<p>Comecemos com as quatro etapas pelas quais qualquer crise passa.</p>
<ul>
<li>Descoberta – a primeira reação;</li>
<li>Divulgação – falar o quê?;</li>
<li>Medidas reativas – o quê fazer e quando fazer;</li>
<li>Estabilização – volta à normalidade.</li>
</ul>
<h2>Descoberta -  a primeira reação</h2>
<p>Imagine-se diretor de marketing de um laboratório farmacêutico que acaba de lançar a revolucionária pomada analgésica Bramont. Produto nas lojas, merchandising no BBB, propaganda com algum som irritante e bolinhas coloridas simulando a cura de sua dor, enfim, tudo anda bem.</p>
<p>De repente, você recebe uma ligação de uma pessoa que perdeu o dedão do pé depois de ter usado sua pomada. Será um caso isolado? Contamos ao mercado? Tentamos abafar?</p>
<p>A primeira e principal dica é: aja de forma transparente e não tente esconder o problema.</p>
<p>Adotando essa postura proativa, você terá a chance de se antecipar a boatos, suposições e aproveitadores de plantão. Poderá &#8220;pautar&#8221; a imprensa, influenciar (quem sabe?) o teor das matérias a respeito e terá a chance de preparar seus canais de comunicação (centrais de teleatendimento, equipe de relações públicas, canais alternativos) para fazer ecoar a mensagem desejada.</p>
<p>Se, no exemplo da pomada, sua empresa se fingir de morta, é grande o risco de a informação vazar e se disseminar com o apoio das mídias sociais e da internet. Aí, depois de a história espalhar pelo mundo, será tarde e caro demais: anúncios, informes publicitários e comunicados públicos.</p>
<p>Assim que descobrir alguma crise ou alguma potencial crise, aja rapidamente, antecipe a divulgação e paute a imprensa com a mensagem que você deseja transmitir.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2>Divulgação – falar o quê?</h2>
<p>No terremoto recente no Chile, a Marinha chilena recebeu um alerta norte-americano sobre potenciais ondas enormes e não o transmitiu com a oficialidade e cuidado que o caso requeria.</p>
<p>Resultado? Quase uma centena de mortos por conta da demora no atendimento às vítimas que estavam em cidades costeiras e ilhas.</p>
<p>Para ser didático, vou dividir as comunicações em:</p>
<p>a) Internas (público: dentro da organização)</p>
<p>b) Externas (para a população, clientes etc)</p>
<p>Já deve ter sido montada uma &#8220;sala de guerra&#8221; (também chamada de gabinete de crise, QG etc.), na qual devem estar à disposição meios de comunicação (televisão, telefone, internet e fax) e reunidas pessoas-chave que tomarão as decisões necessárias. Mantê-las no mesmo espaço reduz a demora na retransmissão de informações e agiliza o processo decisório.<strong> </strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>2.1 &#8211; COMUNICAÇÃO INTERNA</strong></p>
<p>As comunicações internas devem ser rápidas, simples, precisas e oficiais. A experiência que tive com comunicados dessa natureza mostrou-me:</p>
<p>a)      Criar um “boletim” é indispensável, que terá duas categorias: ordinário (envio freqüente e sistematizado) e extraordinário (quando algo anormal acontecer);</p>
<p>b)      Cada boletim deve ser numerado e escrito em uma 1 página (atitude que evita erros em transmissão de fax ou quebra de textos);</p>
<p>c)       A comunicação deve ser dividida em blocos:</p>
<p style="padding-left: 30px;">a. Fatos/problemas que ocorreram;</p>
<p style="padding-left: 30px;">b. O que já foi feito e resultados;</p>
<p style="padding-left: 30px;">c. Projeções;</p>
<p style="padding-left: 30px;">d. Possíveis causas;</p>
<p style="padding-left: 30px;">e. Sugestão de próximos passos;</p>
<p style="padding-left: 30px;">f. Data/hora da coleta de dados;</p>
<p style="padding-left: 30px;">g. Responsável pela informação.</p>
<p>Os itens <strong>d</strong> e <strong>e</strong>, por necessitarem de mais tempo para análise e prognóstico, podem ser enviados posteriormente, se sua elaboração for atrasar a divulgação da mensagem.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>2.1.1 &#8211; Fatos/problemas ocorridos</strong></p>
<p>Devem ser comunicados em ordem cronológica, sem referências externas ou equações. Quem ler deve conseguir repassar o recado de forma instantânea, sem a necessidade de interpretá-lo ou elaborar cálculos.</p>
<p>Veja um exemplo inadequado de mensagem e, depois, um mais interessante:</p>
<p><strong>Exemplo inadequado</strong>: <em>Às 8 horas do dia 06/03/2010, ocorreu um terremoto (mais forte que o no Haiti) nas cidades costeiras de Salas. Estima-se que 50% da população está desabrigada e que 10% morreu.</em></p>
<p><strong>Exemplo adequado</strong>: <em>Hoje, sábado, às 8 horas (4 horas atrás), ocorreu um terremoto de 9,1 pontos na escala Ritcher (escala que vai de 2 a 10)  nas cidades de Cochabamba, Burritos, Cabrón e Velasquéz, localizadas no estado de Salas. Estimam-se 25 mil desabrigados e 5 mil mortos</em>.</p>
<p>Falar do dia em número (&#8221;06/03/2010&#8243;) obrigará o leitor do comunicado a olhar o calendário, além de facilitar eventual erro na digitação.</p>
<p>Mencionar apenas a hora absoluta (&#8221;8 horas&#8221;) não dá a noção de obsolescência da mensagem. Não explicitar as cidades atingidas (&#8221;cidades costeiras de Salas&#8221;) também obriga o leitor a procurar algum mapa e, mesmo assim, poderá causar dúvidas de interpretação.</p>
<p>Por fim, mencionar percentuais pode levar a interpretações diferentes, pois emissor e receptor da mensagem podem pesquisar o mesmo dado (população total) em bases de dados diferentes.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>2.1.2 &#8211; Ações adotadas e resultados obtidos</strong></p>
<p><em> </em></p>
<p>As ações adotadas devem vir desprovidas de adjetivos e priorizar os aspectos técnicos (quem fez, quem autorizou, quando fez, resultados concretos obtidos, objetivo, quanto tempo vai durar etc.) das ações.</p>
<p><strong>Exemplo adequado</strong>: <em>Foram enviados hoje, sábado, às 9 horas (3 horas atrás), 01 mil soldados e 01 mil bombeiros para as cidades citadas acima, conforme autorização do Ministério da Defesa. Os soldados terão a função de conter eventuais atos de violência e ajudar bombeiros na remoção de escombros. Estão equipados com fuzis com balas de borracha. Os bombeiros terão a função de resgatar pessoas. Estão equipados com material próprio para remoção, escalada e itens para primeiros socorros e imobilização. A chegada dos soldados e bombeiros está prevista para 14 horas de hoje, sábado (daqui a 1 hora). Assim que chegarem ao local, será enviada uma nova mensagem</em>.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>2.1.3 &#8211; Projeções</strong></p>
<p>As projeções devem ser acompanhadas da fonte e, em alguns casos, de uma explicação resumida do método utilizado para que o decisor possa responder caso indagado.</p>
<p>Uma vez citada uma projeção, ela deve ser mencionada até não ser mais necessária, indicando se houve mudança ou não na estimativa.</p>
<p>Os dados mais importantes (no exemplo, número de mortos, desabrigados, reabrigados, previsão de novos terremotos e cidades atingidas) devem ser inseridos num quadro à parte, o qual será atualizado constantemente.</p>
<p><strong>Exemplo adequado</strong>: <em>Não há previsão de novos terremotos (fonte: Ministério do Meio Ambiente, 12h15, 1 hora atrás). Há previsão de chuva leve, que prejudicará um pouco o resgate mas não deve provocar novas mortes (fonte: Ministério da Defesa, 12h15, 1 hora atrás). Mantêm-se as estimativas de mortos &#8211; 5 mil &#8211; mas elevaram-se as estimativas de desabrigados &#8211; de 25 para 30 mil (fonte: Ministério da Defesa, mediante estudo de outros terremotos e pela analise da densidade populacional das cidades atingidas)</em>.</p>
<p>Os demais itens (possíveis causas, sugestão de próximos passos, data/hora da mensagem e responsável pela informação) são de elaboração intuitiva e dispensarei comentários mais detalhados.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>2.2 &#8211; COMUNICAÇÃO EXTERNA</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A comunicação externa deve ficar centralizada em uma única pessoa, que participará do gabinete de crise, deve ser treinada em relacionamento com a imprensa e, de preferência, ter a imagem identificada com a organização/pessoa que estiver passando pelo momento de crise. Dessa forma, evitam-se contradições e consolida-se a coerência na mensagem, no tom e na abordagem.</p>
<p>Em entrevistas, o porta-voz da empresa deve priorizar frases curtas, que facilitem compreensão e repetição pela imprensa. Se não houver novidades e a pressão por novas informações aumentar, o porta-voz pode se valer de uma técnica: repetir cronologicamente o que aconteceu, falar o que está sendo feito e falar estatísticas atualizadas.</p>
<p>A comunicação deve ser sempre sóbria e tranquila. Deve-se ter muito cuidado para não gerar trocadilhos infelizes – exemplo: num terremoto, dizer que &#8220;a situação está agitada&#8221; e com entrevistas &#8220;em off&#8221;.</p>
<p>Dependendo da abrangência da crise, os canais de comunicação devem ser adaptados para facilitar o acesso à informação e contato com afetados e parentes dos afetados.</p>
<p>Linhas exclusivas de telefone gratuitas devem ser ativadas, com scripts simples e diretos.</p>
<p>À medida em que novas perguntas forem chegando, pode-se montar um FAQ (perguntas mais frequentes) e disponibilizá-lo no site da organização. Mensagens internas não devem ser divulgadas externamente: o estilo racional e direto desses comunicados pode, aos olhos de terceiros, parecer descaso ou falta de compaixão.</p>
<p>Por motivos óbvios, deve ser cancelado qualquer evento social, promocional ou publicitário que envolva a organização ou seus representantes.</p>
<p>No próximo artigo, falarei sobre as primeiras ações de gestão e estabilização de uma crise, ou seja, as medidas reativas (3) e a estabilização (4). <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Para melhorar a audiência no Google News</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/09/para-melhorar-a-audiencia-no-google-news/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/09/para-melhorar-a-audiencia-no-google-news/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 17:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Okabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Redação, edição]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma série de pequenas práticas pode fazer sua notícia ter milhões de cliques. Seja você repórter ou editor, vale a pena ficar de olho e aprender como funciona o cluster de notícias do Google. Não adianta apenas linkar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.konfide.com.br/marketing-digital/images/stories/artigos/googlenews/google-news.jpg" alt="google-news" width="411" height="319" /></p>
<p style="text-align: left;">O Google News revolucionou a forma de consumir notícias porque integra as fontes de notícias num único lugar e as agrupa de forma bem organizada.</p>
<p>São manchetes de mais de 1.500 fontes de notícias em português, organizadas segundo o assunto e exibidas de acordo com o interesse de cada leitor.</p>
<p>Entender como funciona o Google News é importante para qualquer jornalista, pois ter suas notícias indexadas em boas posições pode ser a diferença entre milhares de visitas ou depender do tráfego do seu próprio portal.</p>
<p>Muitos jornais e portais se declaram abertamente contra o Google News, mas depois percebem que não podem ficar de fora.</p>
<p>Não me recordo a última vez que abri um jornal. E a nova geração vai nos perguntar qual a lógica de entregar um monte de notícias em papel&#8230;</p>
<p>O Google News agrupa as notícias em <strong>tópicos</strong><strong> </strong>de acordo com a similaridade das notícias. O desafio é conquistar a primeira posição de um tópico. Uma maneira de ganhar visibilidade é ter o thumbnail da imagem da notícia em destaque.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.konfide.com.br/marketing-digital/images/stories/artigos/googlenews/google-news-cluster.jpg" alt="google-news-cluster" width="447" height="131" /></p>
<p style="text-align: left;">Existem diversos fatores para a notícia ser escolhida como a primeira do cluster, porém, um dos principais fatores é a rapidez com que a notícia é veiculada – pois isso caracteriza como &#8220;um furo jornalístico&#8221; do ponto de vista do Google News.</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com o <a href="http://www.seomoz.org/blog/google-news-for-traffic-links-and-rankings" target="_blank">SEOMoz</a>, outros fatores também são importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Título da notícia</strong><strong> </strong><strong>SEM</strong><strong> </strong><strong>link</strong> &#8211; Utilize tags H1,H2 ou H3 e não      utilize links no título</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Identificador numérico na URL</strong> &#8211;      Mantenha alguma identificação na URL que torne-a única. Combinações de      datas e palavras-chave são boas práticas. Veja o exemplo:<br />
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/<strong>2010/03/02/</strong>chilenos-acampam-em-aeroporto-do-rio-voos-sao-retomados-<strong>915978006</strong>.asp</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Limite de 30 dias</strong> &#8211;      O Google News mantém a notícia armazenada durante 30 dias. Neste período é      importante criar notícias complementares.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Imagens</strong><strong> </strong>- Publicar notícias com <strong>fotos</strong> aumentam as chances de ter a      notícia destacada no pequeno thumbnail ao lado da notícia.</li>
</ul>
<p><strong>Google News e Busca Universal</strong></p>
<p>A busca universal é um conceito no qual os resultados de busca misturam conteúdos de diversos tipos, dependendo da combinação de palavras-chave.</p>
<p>Os conteúdos mais comuns de serem encontrados nos resultados de busca universal são: fotos, vídeos, Google Maps e o Google News.</p>
<p><strong>Quando o Google decide incluir o Google News nas primeiras posições?</strong></p>
<p>Em momento de grande pico de buscas como Michael Jackson, Terremoto no Haiti, Copa do Mundo etc., o Google News é colocado no topo dos resultados de busca.</p>
<p>Note que na busca abaixo, podemos visualizar três cluster de notícias, sendo a notícia em maior destaque: &#8220;<a href="http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hhvsc4qIw05aiSlcEg0Ir7MXumvg" target="_blank">Chile: militarizada por causa de saques, Concepción lembra uma &#8230;‎ &#8211; </a>&#8221;</p>
<p><img src="http://www.konfide.com.br/marketing-digital/images/stories/artigos/googlenews/google-news-busca-universal.jpg" alt="google-news-busca-universal" /></p>
<p>A notícia é da fonte AFP (Agence France-Presse) que em um acordo de licença inovador disponibiliza notícias com muita rapidez ao Google News e, com isso, conquista com frequência a primeira posição do cluster. (Fonte: <a href="http://searchengineland.com/afp-google-settle-over-google-news-copyright-case-10926" target="_blank">Search Engine Land</a>)</p>
<p>Fiz algumas experiências e monitorei o Google News em momentos de grandes volumes de busca.</p>
<p>Percebi que a notícia principal permanece grande parte do dia inalterada, ou seja, a notícia que conquista esta posição terá como prêmio um tráfego muito elevado.</p>
<p>Porém, percebi que o thumbnail era alterado com uma frequência muito maior. Isso mostrou que o uso de imagens nas matérias pode ser um diferencial para conseguir destaque no Google News.</p>
<p>Note que dois vídeos do Youtube são apresentados imediatamente abaixo do Google News.</p>
<p><strong>Como</strong><strong> fica o jornalista?</strong></p>
<p>O desafio do jornalista é deixar o apego das maneiras tradicionais de jornalismo e ficar aberto para as novas tendências do jornalismo online.</p>
<p>O Google News é apenas a ponta do iceberg, as grandes mudanças estão ocultas para maioria das pessoas.</p>
<p>A notícia não deve ficar &#8220;presa&#8221; ao veículo tradicional (portal), mas ser promovida através do <a title="Twitter" href="http://www.konfide.com.br/marketing-digital/twitter/o-que-e-o-twitter.html" target="_blank">Twitter</a>, Facebook, Youtube e outras redes sociais.</p>
<p>Grande parte do conteúdo da internet é de baixa qualidade e pouco confiável, cabe aos jornalistas assumirem seu papel nesta nova terra de oportunidades e tornarem a internet mais relevante. Ou continuarem a usar &#8220;velhos mapas&#8221; para tentar descobrir novas terras. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p>Conheça os planos de hospedagem da <a href="http://www.hostlayer.net.br/?ref=webinsider_l1" target="_blank">HostLayer</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O fator Google</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/08/o-fator-google/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/08/o-fator-google/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Sant&#39;Iago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[banners]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O próximo grande negócio é o banner e vai mexer com o nosso mercado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Quando falamos sobre Google os números são sempre superlativos, revolucionários e inquestionáveis: propriedade mais visitada do mundo, maior site de buscas do mundo, dono do segundo maior site de buscas e maior site de vídeos do mundo (YouTube), dono da maior rede social do Brasil, revolucionou a publicidade com seus programas AdWords e Adsense, desafiou o mercado publicitário mundial ao não pagar comissão às agências, oferece a maioria de seus produtos gratuitamente e por aí vai.</p>
<p>O poder do Google no mercado publicitário realmente é muito grande, talvez somente comparável ao das grandes emissoras de TV abertas norte-americanas (The Big 5) anos atrás.</p>
<p>Ouso dizer que o Google é mais poderoso até mesmo que a poderosa Organizações Globo, afinal, quem teria coragem de desafiar o modelo imposto ao mercado publicitário brasileiro há mais de 40 anos de comissão e BV, criado nos corredores das emissoras de TV e veículos de mídia impressa, tendo a Globo como seu maior, mais influente e ferrenho defensor?</p>
<p>Porém, o foco aqui não é discutir esse modelo, mas sim avaliar o quanto o Google é importante para o mercado publicitário brasileiro, em especial o interativo, claro.</p>
<p>Ao aportar em nosso país no segundo semestre de 2005 o Google criou sozinho uma nova indústria e um novo modelo de agências: o SearchEngine Marketing e as agências especializadas em links patrocinados e otimização de sites ( SEO). Que outro site ou empresa conseguiu essa proeza? </p>
<p>E ao recusar-se a seguir o modelo vigente de BV e comissão, desafiou o mercado a sair do seu marasmo para buscar soluções mais criativas e a comprometer-se com os resultados dos seus clientes, o que a meu ver foi extremamente positivo, pois abriu oportunidade para o nascimento de diversas empresas, muitas delas hoje sendo cobiçadas por grupos internacionais. Enfim, podemos dizer que o Google fez surgir o mercado de performance no Brasil, graças ao Adwords. </p>
<p>Além disso, o Adwords foi responsável por uma Inclusão Publicitária, ao injetar dinheiro novo no mercado publicitário ao permitir que uma infinidade de pequenas e médias empresas pudessem gerenciar sozinhas suas campanhas, com “verbas” mínimas. </p>
<p>O sucesso foi tão grande que o Projeto Intermeios teve que criar uma nova categoria para incluir esses investimentos. O único lado negativo é que o Google recusa-se a colaborar e incluir seus números no Intermeios, o que como eu não canso de dizer, iria provar que o mercado de publicidade online já é o quarto maior meio do Brasil, atrás apenas de TV aberta, jornais e revistas.</p>
<p>Se a Microsoft virou sinônimo de instant messaging com o MSN (Live) Messenger, o Google “inventou” as redes sociais no Brasil com o Orkut, fenômeno que dispensa apresentações e lidera folgado o mercado em número de usários. Mesmos os mais vanguardistas e “trend-setters” que só falam em Twitter, Facebook, Formspring, Foursquare e hoje torcem o nariz para o Orkut, tiveram (muitos ainda tem) seu perfil na rede mais popular. Foi ali que deram seus primeiros passos em Social Media. </p>
<p>Inclusive, na minha opinião, o Orkut tem um dos formatos publicitários mais eficientes do mercado, que é um “banner” gigante que domina a tela do usuário quando ele sai do Orkut. Não tem como não ver e é muito menos intrusivo do que os famigerados pop-unders, aquelas janelas medonhas que abrem por trás de seu navegador, como um pop-up, sem você perceber.</p>
<p>Agora o Google prepara uma nova revolução, que com certeza vai mexer com nosso mercado mais uma vez. Não, não estou falando de mobile marketing, onde o Google fez um ousado investimento ao comprar a AdMob, rede especializada em comercialização de espaços publicitários em celulares e aplicativos.</p>
<p>Estou falando de algo mais prosaico e que pode surpreender muita gente: nas palavras de seu CEO Eric Schmidt, <a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=CEO_do_Google_revela_seus_planos" rel="externo">reproduzidas recentemente no Meio&#038;Mensagem</a>, &#8220;Nosso próximo grande negócio é banner. O que precisamos ver é o quão bem sucedido o Google pode ser nisso&#8221; .</p>
<p>Uau! E pensar que os especialistas vem matando o banner há pelo menos 10 anos&#8230; <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Riscos de segurança na computação em nuvem</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/08/riscos-de-seguranca-na-computacao-em-nuvem/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilo Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cloud Computing não tem apenas vantagens, também tem furos de segurança e de confiabilidade. Saiba quais são antes de contratar o serviço e aprenda a cobrar depois.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><em>* Com Leonardo Silva</em><br />
___________________</p>
<p>É praticamente impossível imaginar as empresas sem o suporte tecnológico em suas operações, sejam elas ligadas ao objetivo fim do negócio ou não.</p>
<p>Porém, como contraponto às facilidades proporcionadas pela tecnologia, aumenta-se também os riscos relacionados principalmente à confidencialidade e integridade das informações, disponibilidade dos dados, atendimento a regulamentos e leis etc.</p>
<p>A exposição a esses riscos cresce significativamente diante de tecnologias emergentes, como é o caso do <em>Cloud Computing</em> (em português “Computação em Nuvem”), que é a utilização de recursos tecnológicos, por meio de uma rede privada (link dedicado) ou pública (internet), acessados remotamente.</p>
<p>Dentre os principais serviços oferecidos pelas empresas fornecedoras dessa nova tecnologia destacam-se:</p>
<p>§        <em> IaaS (Infrastructure as a Service</em> <em>- infra-estrutura como serviço)</em><em> </em>– Exemplo: utilização de servidores.</p>
<p>§        <em> PaaS (Plataform as a Service &#8211; Plataforma como serviço)</em> – Exemplo: utilização de plataforma web, e-mail etc.</p>
<p>§        <em> SaaS (Software as a Service &#8211; Software como serviço)</em> – Exemplo: utilização de softwares de vários tipos, como ERP.</p>
<p>O SaaS, por exemplo, funciona da seguinte forma:  a empresa usuária X deseja utilizar um ERP, mas não quer expandir seu hardware, adquirir um banco de dados ou manter uma equipe interna para dar suporte à ferramenta.</p>
<p>Então ela busca no mercado empresas que forneçam o SaaS e escolhe a empresa fornecedora Y, que já possui a infraestrutura pronta e simplesmente interliga a sua estrutura à da empresa contratante.</p>
<p>Esse modelo permite que a empresa usuária sequer precise saber onde de fato fisicamente estão instalados os servidores que processam os seus dados, a exemplo de como já acontece com os serviços conhecidos de e-mail online.</p>
<p>O grande paradigma dessa facilidade está relacionado ao sigilo, disponibilidade e segurança dos dados processados. Como se manter confortável e seguro dentro desse contexto estritamente virtual?</p>
<p>As empresas que contratam os serviços de Cloud Computing desejam, além de um serviço prestado com excelência e dentro dos níveis acordados, segurança, sigilo, confidencialidade e disponibilidade dos seus dados.</p>
<p>Já as empresas fornecedoras de serviço desejam possuir um diferencial que traga conforto aos clientes e, consequentemente, expandir a sua carteira. A partir daí, nasce a necessidade de se conhecer os riscos existentes e tomar ações reais para gerenciá-los.</p>
<p>A adoção de controles internos (políticas e procedimentos) para garantir o êxito das operações chaves do processo executado é uma das maneiras mais comuns para gerenciar os riscos, mas apenas isso não basta.</p>
<p>Mesmo que a empresa fornecedora de serviços possua uma área de qualidade e/ou de auditoria interna, é necessário um diagnóstico externo e com independência para a obtenção de um resultado mais significativo e com isenção, o que pode dar maior conforto à empresa usuária.</p>
<p>Sob esse aspecto, temos a aplicação das certificações como ISO/IEC 20000, quanto à utilização das boas práticas no gerenciamento de serviços de TI, e o SAS 70 para os controles internos adotados para o gerenciamento de riscos.</p>
<p>O CobiT<em><sup> </sup></em><sup> </sup>(Control Objectives for Information and Related Technology , que é um framework de boas práticas para Governança de TI, mantido pelo ITGI – IT Governance Institute), possui um direcionamento para tratar os riscos, gerenciando-os de quatro maneiras:</p>
<p>1)    Mitigação – tomando ações para diminuir a possibilidade de que ele aconteça;</p>
<p>2)    Transferindo – compartilhando o risco com um parceiro de negócio ou a contratação de um seguro;</p>
<p>3)    Aceitando – confirmando e monitorando os riscos, tendo um plano de ação pronto para respondê-los quando necessário;</p>
<p>4)    Evitando – adotando uma opção diferente que evite completamente o risco.</p>
<p>Os riscos relacionados à tecnologia não devem ser encarados como “casualidade” e tampouco se deve contar com a sorte para evitá-los.</p>
<p>Os riscos são uma realidade irreversível, principalmente hoje, no mundo digital, onde as fronteiras não possuem limites mensuráveis.</p>
<p>Tão emergente quanto a busca por soluções capazes de agregar valor, desempenho e qualidade, é a necessidade de encontrar alternativas que garantam conforto quanto à segurança dos dados processados e dos controles internos adotados pela empresa fornecedora, que garantam a continuidade das operações. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Regras para doação eleitoral pela internet</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 04:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Amélia Menna Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Eleições 2010: se você pretende fazer doações online para seu candidato, usando seu cartão de crédito, é bom ficar de olho nos direitos e deveres de todas as partes envolvidas, além das responsabilidades de cada um.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Segue a bula da arrecadação de doação eleitoral por cartão de crédito (Resolução 23.216).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Página web: </strong>somente registrada sob o “.br”</p>
<p><strong>Período de arrecadação: </strong>até a data das eleições, inclusive segundo turno. O <strong>site</strong> deve desabilitar aplicativo de arrecadação no dia seguinte à data da eleição.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Quem pode arrecadar por cartão de crédito e débito: </strong>candidatos (inclusive vice e suplentes), comitês financeiros e partidos políticos.</p>
<p><strong>Quem pode doar:</strong> somente pessoa física, proibido o parcelamento. Proibida doação por cartão corporativo ou empresarial ou emitido no exterior.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Requisitos para arrecadação por candidatos</strong></p>
<ul>
<li>Requerer registro candidatura e obter CNPJ</li>
<li>Abrir conta bancária específica para movimentação financeira de      campanha</li>
<li>Receber da Justiça Eleitoral os números de recibos eleitorais</li>
<li>Contratar operadora de cartão e instituição financeira para      habilitação de recebimento de recursos</li>
<li>Criar página web específica para recebimento dessas doações</li>
<li>Autorizado uso de terminal de captura de transações por cartão      de crédito e débito</li>
</ul>
<p><strong>Requisitos para arrecadação por Diretórios Partidários (Nacional e Estadual)</strong></p>
<ul>
<li>Registro dos diretórios nacional/estadual/distrital no TSE e      anotação dos diretórios partidários nacional/estadual/distrital</li>
<li>Abrir conta bancária especial para recebimento de recursos,      vinculada ao CNPJ</li>
<li>Criar página web específica para recebimento dessas doações</li>
<li>Contratar operadora de cartão e instituição financeira para      habilitação de recebimento de recursos</li>
<li>Receber da Justiça Eleitoral os números de recibos eleitorais</li>
</ul>
<p><strong><em>Penalização</em></strong><em>: Desaprovação das contas</em></p>
<p><strong>Recibo Eleitoral</strong></p>
<ul>
<li>Emissão obrigatória em modelo padronizado</li>
<li>Recibo eletrônico dispensa emissão da via do beneficiário da      doação</li>
<li>Recibo preenchido manualmente no caso de doação por terminal de      cartão de crédito</li>
</ul>
<p><strong>Dados obrigatórios do recibo</strong></p>
<p>Registro, número do recibo eleitoral; número do documento; tipo de doação; espécie do recurso; quantidade de parcelas; número do CPF do doador; nome do doador; data da doação; valor da doação; número da autorização</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Penalização:</em></strong><em> </em><em>consideradas doações não identificadas, recursos são transferidos ao Tesouro Nacional</em></p>
<p><strong>Fraudes ou erros: </strong>não enseja responsabilização nem rejeição de contas eleitorais, se cometidas sem conhecimento de candidatos comitês financeiros e partidos políticos</p>
<p><strong>Prestação de Contas: </strong>todas doações por cartão devem ser lançadas individualmente e as taxas cobradas pelas administradoras são consideradas despesa de campanha.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Responsabilidade Operadoras Cartão de Crédito</strong></p>
<ul>
<li><strong>Com candidatos, comitês financeiros e partidos      políticos: </strong>informar      o detalhamento das doações recebidas com a identificação do CPF do doador</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Com o TSE: </strong>envio de arquivo eletrônico padronizado contendo CNPJ do candidato, comitê financeiro ou partido político; data da operação; número da operação; valor bruto da operação de débito; valor bruto da operação de crédito. <strong>[Webinsider]</strong></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mídias sociais para leigos, fácil de entender</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/07/midias-sociais-para-leigos-facil-de-entender/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/07/midias-sociais-para-leigos-facil-de-entender/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 12:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando seu cliente perguntar sobre redes e capital social, Twitter e Facebook, diga a ele que é possível crescer com conteúdo interessante, talento e constância. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Com o advento da internet surgiram diversas ferramentas de comunicação mediadas pelo computador que possibilitam a troca de informações entre as pessoas. </p>
<p>As redes sociais são o maior exemplo dessa interação. O sucesso do Orkut, Twitter, Facebook, Flickr, MySpace, Fotolog, Linkdln, Sonico, além dos blogs, se deve não apenas porque facilitam o contato entre as pessoas com assuntos de interesse em comum ou as relações pessoais, mas também devido as constantes mutações que sofrem. </p>
<p>Quanto mais interações são feitas nessas redes, mais elas se transformam e melhoram para atender de forma satisfatória seus usuários, o que acaba gerando popularidade e atraindo anunciantes.</p>
<h2>As redes sociais</h2>
<p>O estudo da sociedade através do conceito de redes começou no início do século passado, quando os cientistas começaram a preocupar-se em compreender a interação entre as partes de um fenômeno, e não mais dissecar as partes isoladamente para entender o todo. </p>
<p>Enquanto o uso da metáfora rede foi utilizada pela primeira vez em 1736 e se referia ao estudo das Pontes de Königsberg, feito pelo matemático Leonard Euler, apenas no final da década de 90 o estudo da rede teve a devida atenção sob o aspecto social.</p>
<p>Uma rede social é composta pelos atores (pessoas, empresas, grupos) que são os nós, e por suas conexões, que são os laços e as interações que estabelecem entre si. </p>
<p>Um nó pode ter uma ou várias conexões, dependendo da sua popularidade na rede. Deste modo, quanto mais pessoas seguem um perfil no Twitter, por exemplo, mais conexões ele faz na rede e maior é a sua popularidade. Essa popularidade cria confiança nestes espaços e gera chamado capital social da pessoa.</p>
<h2>O capital social</h2>
<p><a href="http://twitter.com/manomenezes" rel="externo">Mano Menezes</a>, atual técnico do Corinthians, possui mais de um milhão de seguidores no Twitter. Ele, por sua vez, não segue ninguém, mas o seu capital social elevado o torna um nó central na rede, visto que, quanto mais ao centro um nó fica, mais popular ele é. O diferencial dos perfis mais seguidos no Twitter está na credibilidade que alcançaram através do conteúdo de valor que produzem e disseminam.</p>
<p>O Facebook possui um aplicativo que mostra de forma muito clara as conexões do seu perfil na ferramenta e a dimensão do seu capital social. No <a href="http://www.facebook.com/apps/application.php?id=3267890192" rel="externo">TouchGraph</a>, além de visualizar os grupos e as pessoas com os quais se está vinculado, ao passar o mouse sobre a foto de um amigo, é possível ver com quais pessoas da sua rede ele está conectado. </p>
<p>Nos blogs também podemos encontrar uma grande rede de pessoas com capital social elevados. As blogueiras de moda, por exemplo, mencionam na sua página outras blogueiras que produzem conteúdo sobre o assunto e assim formam laços e vão ganhando visibilidade nas redes sociais.</p>
<h2>Criar laços</h2>
<p>Qualquer pessoa pode aumentar o seu capital social mas, para isso, precisa criar laços com outros atores sociais que possuem interesses em comum. Além, é claro, de produzir conteúdo relevante que trate de novidades e inovações da área temática.</p>
<p>Todas as redes sociais possuem objetivos próprios, seja para manter algum tipo de relacionamento entre as pessoas, seja para se destacar.  Independente de suas especificidades, em todos os sites de relacionamento deve-se criar um perfil para conseguir interagir com os outros usuários através da troca de mensagens e ganhar popularidade. Ao entrar em qualquer rede social o usuário ganhará exposição pública e isso é essencial para que ele seja conhecido.</p>
<p>Para aqueles que possuem um blog, avaliem o uso de sites como <a href="http://blogblogs.com.br/">Blog Blogs</a> e <a href="http://technorati.com/">Technorati</a>, que cadastram e divulgam blogs e mostram o que está sendo produzido sobre o assunto por outras pessoas.  </p>
<p>No Orkut existem diversas comunidades que tratam de temas específicos e são espaços de divulgação de suas ideias. </p>
<p>Já no Twitter, basta seguir aquelas pessoas que possuem expertise na área do seu interesse e começar a dar a sua opinião sobre os temas debatidos. Tudo é uma questão de estar acompanhando as novidades e ficar atento às oportunidades geradas na Internet.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>RECUERO, Raquel. Redes sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2009. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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