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	<title>Webinsider</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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	<copyright>Copyright &#xA9; Webinsider 2012 </copyright>
	<managingEditor>falecom@webinsider.com.br (Webinsider)</managingEditor>
	<webMaster>falecom@webinsider.com.br (Webinsider)</webMaster>
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		<title>Webinsider</title>
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	<itunes:summary>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</itunes:summary>
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	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Webinsider</itunes:author>
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		<title>Estratégia em RH: execute um treinamento de vendas que funciona</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/20/estrategia-em-rh-execute-um-treinamento-de-vendas-que-funciona/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estrategia-em-rh-execute-um-treinamento-de-vendas-que-funciona</link>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 01:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Klein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[É preciso investir em metodologias e tecnologias de acordo com o perfil do negócio e dos vendedores. Veja cinco características essenciais de um bom treinamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, as empresas gastam muito dinheiro com <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/treinamento/" rel="externo">treinamentos</a> de vendas, mas, além de não conseguirem melhorias significativas no desempenho de suas <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/equipes/" rel="externo">equipes</a>, acabam esquecendo tudo o que aprenderam para recorrer ao mecanismo mais básico e ineficaz de todos: pressão sobre o vendedor.</p>
<p>O fato é que muitos cursos de vendas abordam táticas como: que perguntas fazer ao cliente ou como se portar na frente dele. No entanto, os cursos costumam focar uma única direção e não ensinam como transformar uma oportunidade em outras diversas. É como perceber somente uma árvore no meio da floresta.</p>
<p>O ideal em um treinamento de vendas é conseguir enxergar a floresta toda, levando em consideração a posição das árvores. Isto é, entender a perspectiva e o posicionamento de cada oportunidade em relação às outras de sua carteira. O treinamento deve ensinar como gerenciar dezenas ou centenas de oportunidades em vários estágios diferentes no ciclo de vendas, de forma que se possa obter a maior rentabilidade dos esforços e do tempo.</p>
<p>Em suma, o treinamento de vendas ideal deve proporcionar:</p>
<ol>
<li>Potencialidade no conhecimento das oportunidades enquanto permite aumentar o seu portfólio pelo melhor aproveitamento do tempo.</li>
<li>Capacidade de priorizar as oportunidades de forma a concentrar esforços e tempo naquelas que apresentam melhor potencial de resultados.</li>
<li>Facilidade para reconhecer quando um ciclo de venda começa, de forma a melhorar a eficiência em relação à competição.</li>
<li>Capacidade de gerar previsões mais precisas.</li>
<li>Facilidade na construção de processos de venda mais estáveis, planejando e executando estratégias vencedoras.</li>
</ol>
<p>Os métodos de venda que estão por trás dos programas de treinamento, sejam eles quais forem, precisam explorar a sinergia existente com a tecnologia.  Treinamentos de vendas não irão trazer os resultados e efeitos esperados se os métodos nos quais os profissionais de venda forem treinados não estiverem facilmente adaptados para uso em computador. Nem que seja em uma planilha eletrônica. Se a automação do método não for possível, mesmo de forma simples, o que se aprendeu não será utilizado no dia a dia e o investimento no treinamento irá se evanescer rapidamente no meio de resultados frustrantes. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O sucesso do seu projeto depende da comunicação, parte 1</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/19/o-sucesso-do-seu-projeto-depende-da-comunicacao-parte-1/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-sucesso-do-seu-projeto-depende-da-comunicacao-parte-1</link>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 01:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catharina Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[PMBOK]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Elaborar um plano de comunicação completo e detalhado ajuda muito na sintonia das ações de cada membro da equipe, minimizando erros, retrabalho e custos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O plano de comunicação é um documento em que são especificados os propósitos, os métodos e a frequência da <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/comunicacao/" rel="externo">comunicação</a> no projeto. É claro que cada <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/gerenciamento-de-projetos/" rel="externo">projeto</a> deve ter o seu próprio, que dependerá do porte, da complexidade e da duração do trabalho.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planodecomunicacao.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planodecomunicacao.jpg" alt="Planejamento" title="Plano de comunicação" width="600" height="238" class="aligncenter size-full wp-image-27815" /></a></p>
<p>Mas em qualquer caso um plano de comunicação eficaz serve para:</p>
<ul>
<li>Assegurar que as informações cheguem às partes certas no momento certo;</li>
<li>A produção de relatórios de andamento programados para identificar possíveis problemas;</li>
<li>Motivar as partes interessadas;</li>
<li>Facilitar a tomada de decisão e o controle de mudanças;</li>
<li>Definir um processo específico de feedback e resolução de conflitos;</li>
<li>Garantir que o <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/trabalho-em-equipe/" rel="externo">trabalho em equipe</a> se desenvolva com cooperação e colaboração.</li>
</ul>
<p>Para isso, o plano de comunicação contém:</p>
<ul>
<li>As partes interessadas;</li>
<li>Mensagens personalizadas;</li>
<li>Os métodos adequados para a comunicação de cada mensagem de acordo com a sua natureza e a parte interessada-alvo;</li>
<li>Os responsáveis por cada comunicação;</li>
<li>Um esquema definindo a frequência das comunicações.</li>
</ul>
<p>Com esse planejamento bem definido, além de garantir que as comunicações sejam feitas no momento certo, da forma certa e para as pessoas certas, haverá maior facilidade de produzir relatórios e uma boa documentação referentes a todas as etapas e decisões tomadas. </p>
<p>De posse dessas informações, produzidas rápida e organizadamente, o gerente do projeto terá uma visão muito melhor do andamento das ações e da rede de comunicação estabelecida entre os envolvidos &#8211; e, com isso, poderá agir com mais eficiência surgida a necessidade.</p>
<p>Em breve, a segunda parte desse artigo! <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Imporium Ipanema e a sapatilha de gatinho</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/19/imporium-ipanema-e-a-sapatilha-de-gatinho/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=imporium-ipanema-e-a-sapatilha-de-gatinho</link>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 18:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatriz Lins</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[produtos]]></category>
		<category><![CDATA[vendas online]]></category>

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		<description><![CDATA[Entendendo a cauda longa e os mercados de nicho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sapatilha_gatinho.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-27794" title="sapatilha de gatinho" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sapatilha_gatinho.jpg" alt="sapatilha imporium" width="213" height="285" /></a>Uma sapatilha com desenho de gatinho. Preta. Divertida. Para mulheres adultas. Não é algo que todo mundo quer. Não é um coringa, como um scarpin preto. Mas é um produto que pessoas específicas desejam muito.</p>
<p>Sabendo que produto têm em mãos e para que público ele foi feito, algumas empresas conseguem investir em <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/mercado/" rel="externo">mercados</a> ainda não saturados e lucrar. Isso se souberem fazer a coisa certa para conquistar clientes na cauda longa, no qual produtos e serviços para mercados específicos podem ser tão economicamente atrativos quanto para mercados de massa.</p>
<p>Exemplo disso é a sapatilha de gatinho da Imporium, marca carioca de sapatos e acessórios femininos que nasceu nos mercados alternativos de moda.</p>
<p>Com uma linguagem contemporânea, a grife conta hoje com uma loja em Ipanema, que foi aberta em 2001, e mais quatro, todas na capital do Rio de Janeiro.  Apesar da presença física localizada apenas no mercado carioca, sua atuação é forte nas <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/redes-sociais/" rel="externo">redes sociais</a> e nos blogs.</p>
<p>No Facebook, mais de 80 mil curtiram a Imporium, que publica diariamente novidades, promoções, fotos novas de campanhas e outras coisas.</p>
<p>A sapatilha de gatinho, um dos lançamentos mais populares da marca, leva a assinatura da famosa designer Charlotte Olímpia.  Já foram lançados modelos muito parecidos no exterior e que viraram sonho de consumo entre os <em>fashionistas</em>.</p>
<p>A original (da Carlotte) e a lançada pela Nag Nag custam por volta de R$ 700,00, o que faz o produto da Imporium, que custa menos de R$ 80,00 seja ainda mais cobiçado por quem acompanha os modismos.</p>
<h2>Quando o gato fez miau</h2>
<p>Quando as primeiras fotos da sapatilha começaram a aparecer na página da marca, vários seguidores manifestaram interesse em comprá-la pelo próprio Facebook. O problema, muito comum na internet, é que esses consumidores estavam espalhados por todo o país.</p>
<p>A primeira estratégia foi então propor imediatamente que as pessoas fizessem um contato direto por e-mail com a gerente da loja de Ipanema, Maria.</p>
<p>Muito simpático, isso funcionou no início, enquanto a demanda era controlada. Foi assim que eu comprei a minha sapatilha. Logo em seguida surgiram as promoções, que serviram para deixar os clientes ainda mais ansiosos e espalhar o assunto.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/facebook_imporium.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-27795" title="Facebook Imporium" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/facebook_imporium.jpg" alt="printscreen facebook" width="600" height="375" /></a></p>
<p>O sapato apareceu em inúmeros blogs e grupos de discussão do próprio Facebook, que foi o grande responsável pelo sucesso da estratégia toda. Passou a ser mais desejado por um grupo específico de consumidores pulverizados, que geraram uma alta demanda em um curtíssimo espaço de tempo, um caso típico do fenômeno da cauda longa.</p>
<h2>O pulo do gato</h2>
<p>Com isso a demanda cresceu e a Imporium precisou divulgar o contato das gerentes de outras lojas no Facebook. Mas, a procura aumentou ainda mais e as pessoas começaram a reclamar que não tinham retorno das gerentes.</p>
<p>Foi aí que a marca foi ágil. Decidiu montar uma loja no Facebook para vender exclusivamente a sapatilha de gatinho. Usou a ferramenta Likestore e agora é possível comprar a sapatilha de todo o Brasil, inclusive para revenda.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/linkstore.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-27796" title="Linkstore" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/linkstore.jpg" alt="" width="600" height="375" /></a></p>
<p>Assim a sapatilha de gatinho tão desejada se tornou acessível para o público de uma forma bem fácil, e virou o cartão de visitas da Imporium, atendendo à demanda do mercado bem na hora em que ela se formou.</p>
<p>Alguém chuta dizer por que a marca não colocou todos os seus produtos na loja virtual do Facebook?</p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O troll que existe em cada um de nós</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/18/o-troll-que-existe-em-cada-um-de-nos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-troll-que-existe-em-cada-um-de-nos</link>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 01:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Newton Alexandria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Troll é aquele que no ambiente online vira outra pessoa e espalha atitudes intolerantes e grosseiras, como se quisesse ver o circo pegar fogo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O recente caso envolvendo a exposição de fotos da atriz Carolina Dieckmann é mais um exemplo de o quanto muitas pessoas são levadas por opiniões alheias &#8211; entrando numa onda e revelando, querendo ou não, o seu lado mais hostil, o seu troll interior nas redes sociais online.</p>
<p>Em seu livro “Gadget: você não é um aplicativo”, Jaron Lanier diz: </p>
<blockquote><p>“‘Troll’ é um termo usado para designar uma pessoa anônima que é abusiva em um ambiente online. </p>
<p>Seria bom acreditar que a população de trolls vivendo entre nós é ínfima. Mas, na verdade, muitas pessoas são atraídas para discussões desagradáveis online. </p>
<p>Todas as pessoas que já sentiram essa atração foram apresentadas a seu troll interior.”
</p></blockquote>
<p>De certa forma, eu e você ficamos aliviados quando vemos alguém sendo agredido ou humilhado, porque uma vez que é essa pessoa, não sou eu, não é você – estamos protegidos por enquanto. O que não significa que eu, que você, não sejamos cúmplices na humilhação.</p>
<p>A atriz poderia ter se precavido mais, protegido mais seus dados, suas fotos íntimas? Sim. Mas quantos de nós não estamos suscetíveis a situações semelhantes? Quantos de nós temos algo não necessariamente criminoso ou vergonhoso, mas nem por isso queremos escancarar para o mundo inteiro ver?</p>
<p>Empatia é colocar-se no lugar do outro, e mesmo você sendo, em algum momento ou situação, tão suscetível quanto Dieckmann, talvez preferiu atacá-la e zombá-la, inchando a horda de trolls, em vez de solidarizar-se com ela.</p>
<p>Às vezes a impressão que me dá é que existem verdadeiras gangues digitais: umas agem violando dados e informações particulares; outras se unem às primeiras para engrossar o coro e, de certa forma, corroborar os atos criminosos. </p>
<p>Fotos da atriz com dizeres ofensivos foram replicadas. Ou você ainda está achando que não, que é pura inocência replicar uma imagem deste tipo? Falta policiamento e bom senso? Também. Mas muito se faltou no berço, na construção do caráter.</p>
<p>Veja outro trecho de Lanier: </p>
<blockquote><p>“Se o troll for anônimo e o alvo for conhecido, a dinâmica é ainda pior do que um encontro entre pseudopessoas fragmentárias anônimas. </p>
<p>É nessas situações que a inteligência coletiva [inteligência?] se volta contra a pessoalidade [no caso, a atriz].”
</p></blockquote>
<p>Infelizmente, o trolling nada mais é do que as mais diversas formas de intolerância transferidas para o ambiente online; “não é uma série de incidentes isolados, mas o status quo no mundo online”.</p>
<p>Da próxima vez que você vir uma rede de intrigas e de bullings online, verifique se vale a pena entrar na onda, pense nas suas relações pessoas e profissionais e no quanto podem ser prejudicadas por algo gratuito. </p>
<p>Afinal de contas, você não é uma pessoa diferente no on e no offline – ou pelo menos não deveria ser; o seu eu agressor na internet é o seu mesmo eu que vai comprar pão na padaria. Ou não? Pense bem. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/01/19/spammers-falsos-perfis-e-hologramas-virtuais/">Spammers, falsos perfis e hologramas virtuais</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/05/13/a-mecanica-da-rede-nao-e-industrial-e-social/">A mecânica da rede não é industrial, é social</a></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A inovação pode impulsionar a educação no Brasil</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/18/a-inovacao-pode-impulsionar-a-educacao-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-inovacao-pode-impulsionar-a-educacao-no-brasil</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 16:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Romain Mallard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e ensino]]></category>

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		<description><![CDATA[Os sistemas tradicionais de ensino têm muitas dificuldades para se alinhar às oportunidades atuais do mercado. E as melhorias só acontecerão com uma mudança de foco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está numa fase muito favorável. Fatores como a descoberta de recursos naturais inexplorados, uma democracia robusta, uma população jovem e <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/empreender/" rel="externo">empreendedora</a>, um amplo mercado interno e o reconhecimento internacional estão entre as diversas razões para ser otimista. Porém, neste cenário, o desenvolvimento da <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/educacao/" rel="externo">educação</a> continua como uma das principais restrições ao crescimento. Embora o número de estudantes no Ensino Superior tenha dobrado nos últimos 10 anos, atingindo 6,5 milhões no ano passado, as empresas continuam sofrendo nos cenários locais e globais por causa da falta de mão de obra qualificada. Para mudar este cenário, é fundamental entender porque os sistemas tradicionais de ensino têm dificuldades em superar os desafios atuais do mercado e quais são as alternativas para propulsar a educação no Brasil.</p>
<p>A primeira grande restrição dos mecanismos tradicionais é a <strong>lentidão na qual se consegue desenvolver o conhecimento dos alunos</strong>. O período de formação é simplesmente incompatível com o ritmo dos negócios da maioria das empresas e com a velocidade na qual o mundo muda hoje em dia. Embora a mão de obra qualificada faça falta, não se investe para obter um resultado incerto num prazo inadequado. Três, quatro ou cinco anos são prazos nos quais as empresas e os governos conseguem estabelecer os seus planejamentos estratégicos, portanto, fica difícil para qualquer gestor justificar decisões de investimento cujo impacto será perceptível fora deste prazo.</p>
<p>O segundo motivo é a <strong>falta de flexibilidade na oferta de formação</strong>. Embora a diversidade de oferta em cursos superiores tenha crescido, muitas vezes, as empresas querem resolver problemas específicos e pontuais. As instituições de ensino só conseguem responder a essa demanda por meio de programas longos e genéricos em que embutem atividades que não correspondem à demanda da empresa ou a necessidade do aluno.</p>
<p>A mudança é lenta e complicada porque os modelos de ensino são baseados em volume de alunos e tempo de permanência na instituição. Por consequência, a preocupação em resolver problemas de capacitação específicos em pequena escala foge das prioridades.</p>
<p>Problemas que poderiam ser resolvidos em módulos de uma, quatro ou vinte horas não representam um bom negócio a menos que o número de interessados seja realmente grande. Ou seja, instituições especializadas em ensino presencial saem atrás neste mercado.</p>
<p>Assim como a venda de músicas por unidade nas lojas virtuais está acabando aos poucos com o mercado de discos, o setor educacional deve se preparar para a venda de certificação por competência, em vez de venda de grade curricular e diplomas. Nesse contexto, os avanços nas tecnologias digitais prefiguram uma evolução tão marcante do que está acontecendo na indústria da música, do cinema e do livro. As possibilidades oferecidas pelas plataformas de aprendizagem on-line e o conteúdo digital estão mudando a configuração deste mercado para todos os envolvidos: aprendizes, professores, instituições formadoras e empresas que precisam de mão de obra qualificada.</p>
<p>Inexistente em 2001 na área de Ensino Superior brasileiro, a Educação a Distância cobrirá, em 2012, mais de 15% das matrículas do país, atingindo mais de um milhão de alunos. O que é interessante observar é: as instituições que lideram este movimento no Brasil não são aquelas que predominavam na modalidade tradicional de ensino. Quando se fala em inovação, mudar pode ser bem mais difícil do que sair do zero. Com a mudança tecnológica que está por trás dessa modalidade, aparecem novas oportunidades para atender a demanda reprimida no mercado corporativo, trazendo possibilidade de intervir de maneira mais pontual na capacitação de funcionários, numa filosofia por demanda.</p>
<p>Outro ponto a ser considerado com esta mudança, é que enquanto o mercado educacional sempre foi relativamente local, o mercado de ensino online tende a ser globalizado. As melhores instituições de ensino do mundo já estão se consolidando para oferecer os seus cursos não mais para milhares de pessoas selecionadas a escala nacional, mas sim para milhões de candidatos interessados em nível global.</p>
<p>Neste panorama, tanto as empresas quanto as instituições de ensino brasileiras têm uma oportunidade de repensar a questão do desenvolvimento de competências profissionais sob o olhar da inovação. Estabelecendo novas parcerias e métodos que levam em consideração o que a tecnologia já permite oferecer: qualidade em quantidade.</p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/07/12/para-inovar-e-preciso-antes-criar-a-cultura-certa/">Para inovar é preciso antes criar a cultura certa</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/08/02/o-mal-estar-das-organizacoes-o-momento-de-mudanca/">O mal estar das organizações: tensão e mudança</a></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A excelência da segurança da informação depende da consistência</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/18/a-excelencia-da-seguranca-da-informacao-depende-da-consistencia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-excelencia-da-seguranca-da-informacao-depende-da-consistencia</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael D’Avila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas]]></category>

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		<description><![CDATA[O desempenho e a eficácia das soluções estão intrinsecamente ligados aos processos de manutenções e atualizações. E essa constante dinâmica é fundamental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como identificar se um produto oferece realmente o que promete? Uma alternativa seria realizar testes das soluções de <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/seguranca/" rel="externo">segurança de TI</a> – uma forma eficiente e neutra de validar se a solução atende itens como a eficácia e desempenho prometidos. No entanto, esta análise mostra apenas o cenário no momento do resultado, quando o que realmente importa é a consistência da solução no decorrer do tempo.</p>
<p>Comprar soluções de segurança não é tão simples como comprar um carro ou uma garrafa de vinho, por exemplo. É possível se sentir confortável e confiante durante a compra, quando se sabe que o carro está no top ranking de uma revista especializada como a Motor Trend ou ainda que a garrafa de vinho foi indicada pela Wine Spectator.</p>
<p>As soluções de segurança não são estáticas e não estão congeladas no tempo. Para serem eficazes com as mudanças constantes dos ataques e dos ambientes de TI, as elas precisam evoluir. E cada vez que estas soluções evoluem de fato, estamos lidando com uma “nova” solução. As equipes de segurança de TI precisam estar aptas para lidar com essas “novas” soluções, assim como estavam no momento da compra. Se uma solução tem um relatório irregular de desempenho e eficácia da informação, as ramificações potenciais para sua decisão de compra e o gerenciamento de segurança diário devem ser cuidadosamente consideradas.</p>
<p>A consistência da eficácia de segurança e desempenho nos levam a dois aspectos importantes de qualquer solução de segurança: a manutenção e a atualização.</p>
<p>Com relação à manutenção, os fornecedores de tecnologias como antivírus (AV), sistemas de detecção e prevenção de intrusos (IDS/IPS), firewalls, log management e segurança da informação &amp; gerenciamento de eventos (SIEM), frequentemente lançam atualizações  para se monitorar e proteger das ameaças mais recentes. Os fornecedores que não mantêm a eficácia na segurança no decorrer dos anos provavelmente fornecerão níveis de inconsistência de uma atualização para a outra. Não importa a razão – investimentos em recursos inconsistentes, falta de compromisso com a qualidade, mudanças organizacionais ou complacência – o resultado é o mesmo: eles não identificam os ataques potenciais, apesar das atualizações. Do ponto de vista de gerenciamento da segurança, as equipes de segurança de TI precisam se manter mais atentas para as possibilidades de ruptura com os fornecedores que podem não demonstrar um histórico de eficácia da segurança.</p>
<p>Com a expansão das redes e os novos aplicativos, conteúdos e dispositivos que exigem alto desempenho, as equipes de segurança devem levar em consideração as atualizações e entender se o  hardware oferece o que promete. Quando se decide comprar e se considera o futuro crescimento, é importante saber se os atuais níveis de <em>throughput</em> estão alinhados com o desempenho esperado e se os níveis de desempenho do hardware são lineares. Por exemplo, se uma aplicação de 10Gps ao ser testada desempenha 17Gps, um modelo de 20Gps desempenharia 34Gps? Obter métricas reais de desempenho é essencial para o planejamento.</p>
<p>Tradicionalmente, as organizações têm sacrificado o desempenho e optado pela eficácia. No entanto, com as atuais e avançadas tecnologias e engenharias, não é mais necessário realizar esta escolha. Os times de segurança de TI apenas precisam identificar os fornecedores em que possam confiar para continuar desenvolvendo novas habilidades, para manter a eficácia e desempenho da segurança, não basta apenas olhar os resultados dos testes técnicos. Entender o histórico de desempenho e comparar os registros de controle é essencial para selecionar um fornecedor em que você possa contar para fornecer uma proteção consistente para as atuais e futuras necessidades. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quer inovação? Invista em soluções e não em horas de projeto</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/17/quer-inovacao-invista-em-solucoes-e-nao-em-horas-de-projeto/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quer-inovacao-invista-em-solucoes-e-nao-em-horas-de-projeto</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 01:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristian Arrano Townsend</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia ágil]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sincronizar o planejamento e ações dos departamentos comercial e técnico é vital para conseguir prazos e custos justos para os clientes e os desenvolvedores. É a política do ganha-ganha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é necessário ser um profundo conhecedor de TI ou mago para perceber o quão confusa e caótica é a lógica dos projetos tradicionais de software. Basta participar de um.</p>
<p>Quando digo tradicionais, refiro-me aos projetos que surgem a partir de uma demanda específica de um cliente ou de uma área interna. Tal demanda passa (quando passa) por um ciclo tradicional:</p>
<ul>
<li>A concepção;</li>
<li>A elaboração da ideia em um documento ou apresentação e;</li>
<li>A proposta técnica e comercial da empresa que deseja realizar o trabalho.</li>
</ul>
<p>A empresa, que luta pelo projeto, na maioria das vezes invoca poderes sobrenaturais para estimar quantas horas são necessárias para a execução desse. E não raramente, tal estimativa não passa de um homérico chute. O pior, na maioria das vezes, o cliente adora e adota o chute como prazo final.</p>
<p>Quem participa ou participou de projetos de software, já sabe o resultado: problemas, seja na condução, no desenvolvimento ou na entrega.</p>
<p>O fato é: a empresa que executa o projeto não passa de uma “barriga de aluguel”. Não adianta tentar colocar em evidência as frases utilizadas no material de marketing, como “soluções sob medida” ou “equipe multidisciplinar focada em resultados”.</p>
<p>Vamos ser honestos: na maioria das vezes somos meros executores.</p>
<p>Projetos vendidos com horas fixas não dão margem para inovação. Inovar sai caro demais. Vivemos em uma cultura de desenvolvimento, não de pesquisa e desenvolvimento. Raramente numa proposta técnica vemos horas dispensadas para usabilidade, desempenho ou disciplinas que não sejam codificação, gerenciamento e testes.</p>
<p>Meu objetivo aqui é apenas questionar a forma como é vendido o projeto, não seu desenvolvimento.</p>
<p>Nenhuma <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/metodologia-agil/" rel="externo">metodologia ágil</a> suporta projetos vendidos pela sede de comissão da equipe comercial. A área comercial precisa absorver o conceito, o “como desenvolver” e “como entregar” para entender o que vender e o que pode dar certo.</p>
<p>A proposta do <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/scrum/" rel="externo">Scrum</a> – na minha opinião – é  também vender ao cliente a capacidade de gerar soluções, propor novas ideias, de criação, de inovação, aumentar ou negociar o escopo, mostrando ao mesmo que ele terá o tão sonhado “valor agregado” no final do projeto.</p>
<p>Não proponho que o cliente assine um cheque em branco. Proponho apenas que a lacuna entre o comercial e a equipe técnica seja menor ou que exista uma sinergia entre ambos. Um projeto de software é muito mais que um monte de horas em uma planilha do Excel. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A importância da perícia digital em um mundo hiperconectado</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/17/a-importancia-da-pericia-digital-em-um-mundo-hiperconectado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-importancia-da-pericia-digital-em-um-mundo-hiperconectado</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Cardoso de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, os crimes online já fazem parte do cotidiano das pessoas e empresas. Por isso, as investigações tecnológicas se aperfeiçoam e ganham força.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos em uma época transitória de eras. A da analógica para a digital no qual as testemunhas passaram a ser as máquinas e seus respectivos endereços IPs. Nem todos estão preparados para abandonar velhos costumes e enfrentar novos paradigmas.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/repercussao.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-27777" title="Repercussão" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/repercussao.jpg" alt="disseminação das fotos da Carolina Dieckmann" width="300" height="312" /></a>Tomando como exemplo o fato do vazamento das fotos da atriz da TV Globo Carolina Dieckmann em que 36 fotos já se espalharam em mais de 50 mil cópias em apenas quatro dias por mais de 200 domínios em aproximadamente 20 paises; e que essas mesmas fotos já são vendidas pelos camelôs do Rio de Janeiro, como fazer para achar os criminos que praticaram o crime de furto?</p>
<p>Tal qual a série CSI da TV, as polícias brasileiras estão se aperfeiçoando para enfrentar os novos tipos de <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/seguranca-da-informacao/" rel="externo">crimes efetuados com simples computadores</a> que podem ser chamados de novas armas.</p>
<p>De acordo com as informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que conseguiu rastrear os endereços IPs dos criminosos, houve além do furto das imagens e a consequente divulgação indevida, a violação da correspondência eletrônica da artista global. Ou seja, mais um crime que por enquanto é análogo ao antigo Código Penal de 1940. Urge que o Marco Civil da Internet seja votado no Congresso Nacional e se transforme definitivamente em lei da era digital.</p>
<p>Diante dos fatos exemplificados acima, também percebe-se que a maioria dos magistrados ainda não possuem conhecimentos técnicos para tomar a decisão e julgar  casos ocorridos exclusivamente em meio digital. Assim no decurso de um processo judicial há a necessidade de nomeação de um perito em tecnologia da informação e comunicação que na pessoa do juiz realize diligências com o intuito de dirimir tecnicamente o que foi ocorrido.</p>
<p>Então, caro leitor, imagine o grau de responsabilidade envolvida em uma relação como esta entre a vara judicial e o <em>expert</em>. Pois é o perito que dará subsídios ao juiz para que este julgue um caso baseado nas informações produzidas durante a perícia.</p>
<p>No caso exemplo, a perícia já foi praticamente toda realizada pela polícia do Rio. Mas existem casos em que o processo literalmente para e nada acontece no curso processual enquanto não houver a nomeação do perito e a consequente protocolização nos autos do seu respectivo laudo técnico junto à questão jurídica.</p>
<p>Por que então, apesar de as empresas investirem cada vez mais em tecnologia adquirindo recursos de <em>software</em>, <em>hardware</em>, serviços e conexões mais rápidas, as demandas judiciais envolvendo perícia em informática não param de aumentar? Muito claro. Não basta a empresa simplesmente fornecer o ferramental ao seu funcionário e não capacitá-lo profissionalmente como usuário de forma a transformá-lo em ser digital correto que não venha expor a corporação ao risco de informática e também jurídico.</p>
<p>É por obrigação que as empresas devam promover palestras e capacitações periódicas de forma a “evangelizar” seus quadros funcionais com o intuito de que estes não causem danos e prejuízos corporativos pelo mau uso das suas ferramentas cotidianas.</p>
<p>O perito quando chega a uma empresa representando o juizo é totalmente i mparcial às partes do processo. Seu laudo é frio e conclusivo. Vide o caso do banco que não conseguiu restaurar uma simples fita de <em>backup</em> e por isto foi condenado a pagar US$ 15 milhões à parte reclamante. Já não havia mais direito a recurso. Martelo batido!</p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Educação 2.0: por um ensino mais interativo e colaborativo</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/17/educacao-2-0-por-um-ensino-mais-interativo-e-colaborativo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=educacao-2-0-por-um-ensino-mais-interativo-e-colaborativo</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=27772</guid>
		<description><![CDATA[Compartilhar conhecimento por meio do debate e das discussões é um modelo de aprendizado que valoriza muito as opiniões, experiências e visões de cada um dos participantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“O mestre ajuda os discípulos a se encontrarem e, nas horas de depressão, são os discípulos que ajudam o mestre a se reencontrar. O mestre inflama as almas dos discípulos; e eles o rodeiam e iluminam. O discípulo pergunta e, pela forma de sua pergunta, evoca, sem o saber, uma resposta no espírito do mestre, a qual não teria nascido sem essa pergunta” &#8211; <strong>Martin Buber;</strong></p></blockquote>
<p>Venho há mais de cinco anos experimentado um modelo participativo/colaborativo em sala de aula em cursos de pós-graduação, livres e MBAs. Não uso mais PPTs e procuro desenvolver um <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=di%C3%A1logos%20honestos%20nep%C3%B4st&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CCIQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fnepo.com.br%2F2010%2F09%2F21%2Fdebates-honestos%2F&amp;ei=E36iT9evOo2c8gSXv_XdCA&amp;usg=AFQjCNF7TL2kvymhu5-Pe2GpVZe0dXsWSA" rel="externo">debate honesto</a> com os alunos.</p>
<p>Trabalhamos em roda de conversa, discutindo hipóteses e não verdades, em torno do tema da aula: <em>como a <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/internet/" rel="externo">internet</a> (ou a Revolução Cognitiva que ela provoca) tem condicionado o nosso mundo e o que temos que fazer para nos alinhar com ela, reduzindo riscos e ampliando oportunidades?</em></p>
<p>Não parto apenas do que quero dizer, mas o que eles querem ouvir, na ordem que, naturalmente, as variações sobre o problema vão surgindo.</p>
<p>É um fluxo de conversa, no qual há um guia que procuro seguir, destacando os pontos principais desse debate.</p>
<p>Geralmente, falo em intervalos de 20 minutos e reservo um período para que os alunos discutam as provocações, incentivando TODOS a falarem, mesmo e principalmente os mais tímidos.</p>
<p><em>A avaliação dos alunos é sempre muito positiva, pois eles sentem a presença do professor, a abertura para a conversa e </em><strong><em>a percepção que estão entrando dentro de um fluxo de debates que eles gostariam de fazer parte, no qual o professor é um participante ativo com um pouco mais de tempo de discussão, apenas isso.</em></strong></p>
<p>Sempre me pergunto: será que é possível estender essa metodologia para qualquer curso ou tema? E ainda: seria um modismo ou tendência?</p>
<p>Acredito, logo de pronto, que quanto menos consolidado estiver o estágio de solução de um dado problema, mais colaborativo e especulativo tem que ser o curso e vice-versa.</p>
<p>Imagino que um curso para ensinar a fazer manutenção de plataforma de petróleo – que exige passar informações e dar dicas de segurança – será menos participativo de um que falará sobre marketing digital ou implantação de redes sociais nas empresas – que são temas bem abertos, novos e com diferentes abordagens, no qual a construção coletiva é importante e – até fundamental.</p>
<p>Ambos podem ser participativos, mas, acredito, com taxas diferentes. Ou seja, existem contextos que vão variar a taxa de colaboração. Colaboração é taxa e não dogma!</p>
<p>Cada caso é um caso, porém, é preciso, mesmo nos temas mais árduos, procurar qual é o espaço em que os temas podem ser discutidos, por meio do diálogo.</p>
<p><em>Espanta-me ver as pessoas apresentando conceitos novos com regras, modelos, apresentações super-preparadas para temas que ainda estamos em fase de consolidação!</em></p>
<p>A outra pergunta que me faço nesse mundo muito mais líquido e conectado é: as verdades vão durar o mesmo tempo que no passado?</p>
<p><em>Não estaríamos saindo das verdades impressas autorais para as hipóteses temporárias coletivas – sempre em movimento no oceano digital?</em></p>
<p>E, por consequência, nos perguntamos: como vamos preparar cursos que não são sólidos, mas que preparem as pessoas para entrar na corrente do debate e não sair de lá com a impressão que ele está pronto, parado e consolidado?</p>
<p>Isso é um desafio para as escolas, que hoje são sólidas, com conteúdos empedrados, com professores conteudistas – repassadores de conhecimento e não pesquisadores coletivos.</p>
<p>Muitos vão dizer: o<em>pa, se a escola já é assim há tanto tempo isso não seria mais um modismo?</em></p>
<p>Vou defender que um mundo mais colaborativo é uma tendência irreversível e vou tentar mostrar a lógica que regerá a nova escola mais colaborativa (ou 2.0) na nova Era Cognitiva Digital.</p>
<p>Para isso, temos que contextualizar que a atual escola que estudamos e nossos filhos ainda estudam, é descendente direta da <strong>Era Cognitiva do livro impresso</strong>, que criou um ambiente de aprendizado específico, que se baseou nos registros do conhecimento em suportes de papel impresso para poder nos tirar da imprecisão do mundo oral ou do papel manuscrito (a era cognitiva anterior).</p>
<p>A escola mais sólida e vertical é filha desse ambiente do livro impresso (depois da mídia de massa, que o expandiu) que prestou um grande serviço à civilização, mas o seu tempo passou, pois a população cresceu e o que funcionava antes, já não mais agora.</p>
<p><em>Hoje, somos 7 bilhões de habitantes com problemas muito mais complexos. Tal população não nos permite mais manter um tempo de aprendizagem e inovação de séculos passados! A complexidade de um mundo mais habitado está batendo na porta e cobrando seu preço! E pede uma escola mais ágil e viva!</em></p>
<p>Tal dificuldade de inovar tem nos levado à decadência civilizatória atual, com suas respectivas crises em diversos setores.</p>
<p>Podemos, assim, dizer que a escola sempre vai variar, conforme a maneira que conhecimento é compartilhado na sociedade, ou a Era Cognitiva da vez. Quanto mais esse for mutante e ágil, mais a escola terá que acompanhar o ritmo!</p>
<p><em>Não se trata assim de adotar novas tecnologias, mas uma nova forma de pensar o conhecimento para repassá-lo. Precisamos criar novos métodos para ajudar os alunos do presente e futuro a conviverem com esse novo modus-pensante. </em></p>
<p>Há uma mudança, agora, do ambiente cognitivo que nos cerca que é a água invisível do “aquário cognitivo que nos enreda” (nosso ambiente cognitivo) em que todos nadamos para conhecer, aprender, informar, relacionar, produzir, consumir…</p>
<p>Estamos entrando na Era Cognitiva digital, que nos leva, nessa primeira fase, a um mundo mais colaborativo que o passado para resolver velhos e novos problemas com novas formas de comunicação a distância, principalmente.</p>
<p>Note que rede não é nova, a colaboração não é nova.</p>
<p><em>O que é novo é a possibilidade global, ao mesmo tempo, da chegada rápida de novas topologias de rede, através de novos recursos técnicos, que nos permitem estabelecer novas formas de colaboração, trocas de ideias, produção, mais baratas e eficientes para resolver problemas cada vez mais complexos. Hoje, via rede digital, conseguimos fazer mais com menos!</em></p>
<p>Assim sendo, estamos diante de uma tendência e não modismo, não só na escola, mas em toda sociedade.</p>
<p>Temos como tendência no cenário global:</p>
<ul>
<li>Aumento da diversidade de opinião e divulgação de cada vez mais pontos de vista sobre o mesmo problema;</li>
<li>Velocidade das mudanças e premência cada vez maior da inovação, mais de hipóteses do que verdades;</li>
<li>Publicação das ideias em meios muito mais fluidos e passíveis de alteração;</li>
<li>Mudança de hábito do aluno/cidadão/consumidor de passivo a ativo, todos querem interferir de alguma forma na mensagem.</li>
</ul>
<p>Assim, se essa é a tendência qual será o principal problema de conseguirmos uma sala de aula colaborativa?</p>
<p>Não basta, a meu ver, querer implantar a metodologia, pois muitos já tentaram e esbarraram nos impasses da Era Cognitiva passada<em> (vide Paulo Freire e um conjunto de educadores que defendem tudo isso que está sendo proposto hoje).</em></p>
<p>Estamos diante de uma mudança mais ampla, filosófica cognitiva, diria, que nos impõe agora essa mudança, tanto do professor quanto do aluno.</p>
<p><em>A base da mudança é a maneira de se pensar o próprio conhecimento e não apenas como repassá-lo. O conhecimento deixa, nessa fase da Revolução Cognitiva, ser algo que se controla, se domina, no qual estão embutidas verdades, mas se assume o que ele sempre foi: mutante e líquido, que mais a intoxicação da era passada e o ritmo de atualização não deixavam ver!</em></p>
<p>Vivemos a passagem de um conhecimento mais sólido <a href="http://nepo.com.br/2011/03/26/o-conhecimento-liquido/" rel="externo">para um mais líquido!</a></p>
<p>Temos que alterar a relação de poder entre as partes (quem produz e consome o conhecimento), aumentando a responsabilidade do aluno e tirando o professor de um pedestal, colocando-o como um “aluno mais velho e experiente”, responsável para reduzir ruídos individuais, sempre em prol do coletivo.</p>
<p>Dessa maneira:</p>
<ul>
<li>As aulas mais colaborativas têm que passar a lidar com problemas/dilemas e não assuntos, já que problemas são dinâmicos, multidisciplinares. Já assuntos são cumulativos, estáticos e pouco eficientes (<a href="http://nepo.com.br/2012/04/12/aulas-sobre-assuntos-sao-autoritarias/" rel="externo">ver mais aqui sobre isso).</a></li>
<li>Há uma mudança cultural de professor (incluindo seu ego controlador) de dono do saber (ordenhador de vaca) para o articulador do saber (apicultor) (<a href="http://nepo.com.br/2008/10/22/dos-ordenhadores-de-vaca-a-apicultores/" rel="externo">ver mais aqui</a>)</li>
<li>O professor tem que passar a ser um pesquisador curioso do problema que levará para o debate. Isso implica em um forte interesse de conhecer como os alunos pensam, pois isso deve fazer parte de sua pesquisa, na luta contra o senso comum sobre o problema-foco;</li>
<li>Cada turma tem um contexto, uma idade, uma composição e é na interação que a melhor forma de se abrir o debate vai ocorrer, variando, conforme a demanda, estar aberto para isso é fundamental;</li>
<li>O professor/pesquisador/apicultor deve ver a profissão do ensino como um dos principais atividades da carreira, (e não um bico) fazendo da didática e metodologia mais uma área de interesse de aperfeiçoamento, fazendo parte de sua curiosidade – e a sociedade terá que investir nesse modelo;</li>
<li>O ego deixa de se agarrar nos conceitos, nas teorias, torna-se também mais líquidos, trabalhando com hipóteses, que devem ser constantemente melhoradas, é um professor aberto ao novo e não fechado para ele;</li>
<li>E que todo o material didático seja versionado (como softwares) e que possam ir sendo mudados pelo coletivo da escola, conforme os debates em sala de aula vão ocorrendo e sendo coletivamente registrados em ambientes digitais colaborativos.</li>
</ul>
<p>Ou seja, a escola não é mais uma repassadora de conhecimento, mas produtora coletiva do mesmo, a partir da colaboração dentro e fora da sala de aula!</p>
<p>É fato: estamos saindo da escola mais sólida para uma mais líquida, educadores e alunos devem entrar nesse fluxo!<</p>
<p>É isso.</p>
<p>Que dizes? <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		<title>Privacidade online sem radicalismos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 00:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Sant'Iago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre a privacidade e o avanço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa vida hoje está toda online, seja em sistemas abertos ou fechados.</p>
<p>Seus dados comerciais, pessoais, tudo pode ser acessado via internet, goste você ou não. Seu celular rastreia, até mesmo quando desligado, sua localização, você já viu isso em inúmeros filmes.</p>
<p>Eu sou fervoroso usuário do Facebook. Disponibilizo fotos, faço check-in e tudo mais o que o site permite. Mas procuro limitar o acesso, criando listas e dividindo os amigos dos “amigos”. Uso bastante o Twitter, este mais para trabalho. MSN e GTalk abandonei, graças ao Facebook, mas passava o dia todo online. Google Plus? Não me seduziu, ainda. Nem o Instagram e Pinterest, onde posto mas não entro para ver o que outros postaram.</p>
<p>Já conheci algumas pessoas online e ficamos bons amigos antes mesmo de nos conhecermos pessoalmente. Por exemplo, colaboro escrevendo artigos no site Webinsider desde 2003 e nunca me encontrei com o sócio e editor.</p>
<p>Por outro lado, nossa declaração de imposto de renda é enviada via internet. Por mais que digam que o sistema é inviolável, sabemos que nem sempre é assim. Não é de hoje que você encontra em camelôs as famosas listas de nomes e contatos da Receita Federal, muito usadas em spam e, antes da internet, malas direta. Sem sua autorização.</p>
<p>Uso a internet praticamente para tudo. </p>
<p>Banco? Internet<br />
Compras no supermercado? Internet<br />
Ingressos pra cinema? Internet.<br />
Televisão? Assisto os seriados norte-americanos via web.<br />
Música? Downloads online, claro.<br />
Viagens? Hotéis e passagens compradas sempre online, sempre! </p>
<p>Via internet você pode até mesmo monitorar a segurança de sua casa. Pense bem e veja o quanto a internet está dentro de sua vida hoje. </p>
<p>Ok, você pode até não ser um “radical” online como eu. Meu pai, por exemplo. Avesso a tecnologia. Tem um celular que quase não usa e o modelo mais simples que existe (pessoalmente, acho o iPhone mais simples que o dele, mas enfim&#8230;). Não tem computador, não tem internet, nunca teve um dvd, parou no videocassete. </p>
<p>Isto, claro, não o impede de ser uma das pessoas mais bem informadas e articuladas para qualquer tema – de esporte a política, passando por história &#8211; que conheço. Mesmo ele vive comentando “como esses caras (leia-se políticos, comentaristas de futebol e outros menos graduados) na TV falam besteira. Pena que não tenho um computador e e-mail aqui, senão responderia no ato para eles”. </p>
<p>Se você fizer uma busca no Google pelo meu nome, serão milhares de resultados, mesmo excluindo os homônimos. Google aliás que botou fim em diversas discussões acaloradas em mesas de bar. Afinal, se você tem dúvida sobre algum assunto, não precisa mais perder horas filosofando e fazendo apostas sobre quem está certo ou errado. Dá um Google. Ok, concordo que nisso a internet só atrapalhou, pois nada como uma boa filosofia de boteco.</p>
<p>Existe uma grande discussão no mundo todo sobre privacidade na internet. A concentração de informação nas mãos de poucas empresas preocupa entidades da sociedade civil, pois isto pode ser usado de forma abusiva, especificamente para fins publicitários.</p>
<p>Legal, concordo. Mas pense bem: sua vida está toda online já, goste você ou não. Sabe meu pai, aquele que não acessa a internet? Pois é, tem informações sobre ele online, basta ir ao Google. Por outro lado, nos últimos quatro meses ele teve seu cartão clonado, possivelmente em postos de gasolina e restaurantes.</p>
<p>A discussão sobre privacidade é importante, sem dúvida, mas precisamos de cautela e evitar que aproveitadores – especialmente políticos – usem este pretexto para se promover e com isso prejudicar não apenas negócios saudáveis, como a publicidade, a produção de conteúdo e o comércio eletrônico, mas também a vida das pessoas, que usam a internet para trabalho e entretenimento.</p>
<p>Para exemplificar o absurdo a que o radicalismo pode nos levar, veja <a href="http://www.cookiedemosite.eu/" rel="externo">este site</a> criado na Holanda por uma coalisão de empresas e o IAB. Ele respeita todas as normas de privacidade que vem sendo discutidas na Europa. </p>
<p>Experimente navegar e você vai entender do que estou falando. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p>Texto publicado na revista <a href="http://www.proxxima.com.br/portal/revista/" rel="externo">ProXXIma</a>.</p>
<p>…………………………</p>
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<p>s de comunicação e produtora de conteúdo web na <strong><a href="http://www.talk2.com.br/">Talk Estratégias Digitais</a></strong>.</p>
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