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	<title>Webinsider</title>
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	<description>Webinsider</description>
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			<item>
		<title>Para melhorar a audiência no Google News</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/09/para-melhorar-a-audiencia-no-google-news/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/09/para-melhorar-a-audiencia-no-google-news/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 17:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Okabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Redação, edição]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma série de pequenas práticas pode fazer sua notícia ter milhões de cliques. Seja você repórter ou editor, vale a pena ficar de olho e aprender como funciona o cluster de notícias do Google. Não adianta apenas linkar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.konfide.com.br/marketing-digital/images/stories/artigos/googlenews/google-news.jpg" alt="google-news" width="411" height="319" /></p>
<p style="text-align: left;">O Google News revolucionou a forma de consumir notícias porque integra as fontes de notícias num único lugar e as agrupa de forma bem organizada.</p>
<p>São manchetes de mais de 1.500 fontes de notícias em português, organizadas segundo o assunto e exibidas de acordo com o interesse de cada leitor.</p>
<p>Entender como funciona o Google News é importante para qualquer jornalista, pois ter suas notícias indexadas em boas posições pode ser a diferença entre milhares de visitas ou depender do tráfego do seu próprio portal.</p>
<p>Muitos jornais e portais se declaram abertamente contra o Google News, mas depois percebem que não podem ficar de fora.</p>
<p>Não me recordo a última vez que abri um jornal. E a nova geração vai nos perguntar qual a lógica de entregar um monte de notícias em papel&#8230;</p>
<p>O Google News agrupa as notícias em <strong>tópicos</strong><strong> </strong>de acordo com a similaridade das notícias. O desafio é conquistar a primeira posição de um tópico. Uma maneira de ganhar visibilidade é ter o thumbnail da imagem da notícia em destaque.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.konfide.com.br/marketing-digital/images/stories/artigos/googlenews/google-news-cluster.jpg" alt="google-news-cluster" width="447" height="131" /></p>
<p style="text-align: left;">Existem diversos fatores para a notícia ser escolhida como a primeira do cluster, porém, um dos principais fatores é a rapidez com que a notícia é veiculada – pois isso caracteriza como &#8220;um furo jornalístico&#8221; do ponto de vista do Google News.</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com o <a href="http://www.seomoz.org/blog/google-news-for-traffic-links-and-rankings" target="_blank">SEOMoz</a>, outros fatores também são importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Título da notícia</strong><strong> </strong><strong>SEM</strong><strong> </strong><strong>link</strong> &#8211; Utilize tags H1,H2 ou H3 e não      utilize links no título</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Identificador numérico na URL</strong> &#8211;      Mantenha alguma identificação na URL que torne-a única. Combinações de      datas e palavras-chave são boas práticas. Veja o exemplo:<br />
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/<strong>2010/03/02/</strong>chilenos-acampam-em-aeroporto-do-rio-voos-sao-retomados-<strong>915978006</strong>.asp</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Limite de 30 dias</strong> &#8211;      O Google News mantém a notícia armazenada durante 30 dias. Neste período é      importante criar notícias complementares.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Imagens</strong><strong> </strong>- Publicar notícias com <strong>fotos</strong> aumentam as chances de ter a      notícia destacada no pequeno thumbnail ao lado da notícia.</li>
</ul>
<p><strong>Google News e Busca Universal</strong></p>
<p>A busca universal é um conceito no qual os resultados de busca misturam conteúdos de diversos tipos, dependendo da combinação de palavras-chave.</p>
<p>Os conteúdos mais comuns de serem encontrados nos resultados de busca universal são: fotos, vídeos, Google Maps e o Google News.</p>
<p><strong>Quando o Google decide incluir o Google News nas primeiras posições?</strong></p>
<p>Em momento de grande pico de buscas como Michael Jackson, Terremoto no Haiti, Copa do Mundo etc., o Google News é colocado no topo dos resultados de busca.</p>
<p>Note que na busca abaixo, podemos visualizar três cluster de notícias, sendo a notícia em maior destaque: &#8220;<a href="http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hhvsc4qIw05aiSlcEg0Ir7MXumvg" target="_blank">Chile: militarizada por causa de saques, Concepción lembra uma &#8230;‎ &#8211; </a>&#8221;</p>
<p><img src="http://www.konfide.com.br/marketing-digital/images/stories/artigos/googlenews/google-news-busca-universal.jpg" alt="google-news-busca-universal" /></p>
<p>A notícia é da fonte AFP (Agence France-Presse) que em um acordo de licença inovador disponibiliza notícias com muita rapidez ao Google News e, com isso, conquista com frequência a primeira posição do cluster. (Fonte: <a href="http://searchengineland.com/afp-google-settle-over-google-news-copyright-case-10926" target="_blank">Search Engine Land</a>)</p>
<p>Fiz algumas experiências e monitorei o Google News em momentos de grandes volumes de busca.</p>
<p>Percebi que a notícia principal permanece grande parte do dia inalterada, ou seja, a notícia que conquista esta posição terá como prêmio um tráfego muito elevado.</p>
<p>Porém, percebi que o thumbnail era alterado com uma frequência muito maior. Isso mostrou que o uso de imagens nas matérias pode ser um diferencial para conseguir destaque no Google News.</p>
<p>Note que dois vídeos do Youtube são apresentados imediatamente abaixo do Google News.</p>
<p><strong>Como</strong><strong> fica o jornalista?</strong></p>
<p>O desafio do jornalista é deixar o apego das maneiras tradicionais de jornalismo e ficar aberto para as novas tendências do jornalismo online.</p>
<p>O Google News é apenas a ponta do iceberg, as grandes mudanças estão ocultas para maioria das pessoas.</p>
<p>A notícia não deve ficar &#8220;presa&#8221; ao veículo tradicional (portal), mas ser promovida através do <a title="Twitter" href="http://www.konfide.com.br/marketing-digital/twitter/o-que-e-o-twitter.html" target="_blank">Twitter</a>, Facebook, Youtube e outras redes sociais.</p>
<p>Grande parte do conteúdo da internet é de baixa qualidade e pouco confiável, cabe aos jornalistas assumirem seu papel nesta nova terra de oportunidades e tornarem a internet mais relevante. Ou continuarem a usar &#8220;velhos mapas&#8221; para tentar descobrir novas terras. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O fator Google</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/08/o-fator-google/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/08/o-fator-google/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Sant&#39;Iago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[banners]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O próximo grande negócio é o banner e vai mexer com o nosso mercado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Quando falamos sobre Google os números são sempre superlativos, revolucionários e inquestionáveis: propriedade mais visitada do mundo, maior site de buscas do mundo, dono do segundo maior site de buscas e maior site de vídeos do mundo (YouTube), dono da maior rede social do Brasil, revolucionou a publicidade com seus programas AdWords e Adsense, desafiou o mercado publicitário mundial ao não pagar comissão às agências, oferece a maioria de seus produtos gratuitamente e por aí vai.</p>
<p>O poder do Google no mercado publicitário realmente é muito grande, talvez somente comparável ao das grandes emissoras de TV abertas norte-americanas (The Big 5) anos atrás.</p>
<p>Ouso dizer que o Google é mais poderoso até mesmo que a poderosa Organizações Globo, afinal, quem teria coragem de desafiar o modelo imposto ao mercado publicitário brasileiro há mais de 40 anos de comissão e BV, criado nos corredores das emissoras de TV e veículos de mídia impressa, tendo a Globo como seu maior, mais influente e ferrenho defensor?</p>
<p>Porém, o foco aqui não é discutir esse modelo, mas sim avaliar o quanto o Google é importante para o mercado publicitário brasileiro, em especial o interativo, claro.</p>
<p>Ao aportar em nosso país no segundo semestre de 2005 o Google criou sozinho uma nova indústria e um novo modelo de agências: o SearchEngine Marketing e as agências especializadas em links patrocinados e otimização de sites ( SEO). Que outro site ou empresa conseguiu essa proeza? </p>
<p>E ao recusar-se a seguir o modelo vigente de BV e comissão, desafiou o mercado a sair do seu marasmo para buscar soluções mais criativas e a comprometer-se com os resultados dos seus clientes, o que a meu ver foi extremamente positivo, pois abriu oportunidade para o nascimento de diversas empresas, muitas delas hoje sendo cobiçadas por grupos internacionais. Enfim, podemos dizer que o Google fez surgir o mercado de performance no Brasil, graças ao Adwords. </p>
<p>Além disso, o Adwords foi responsável por uma Inclusão Publicitária, ao injetar dinheiro novo no mercado publicitário ao permitir que uma infinidade de pequenas e médias empresas pudessem gerenciar sozinhas suas campanhas, com “verbas” mínimas. </p>
<p>O sucesso foi tão grande que o Projeto Intermeios teve que criar uma nova categoria para incluir esses investimentos. O único lado negativo é que o Google recusa-se a colaborar e incluir seus números no Intermeios, o que como eu não canso de dizer, iria provar que o mercado de publicidade online já é o quarto maior meio do Brasil, atrás apenas de TV aberta, jornais e revistas.</p>
<p>Se a Microsoft virou sinônimo de instant messaging com o MSN (Live) Messenger, o Google “inventou” as redes sociais no Brasil com o Orkut, fenômeno que dispensa apresentações e lidera folgado o mercado em número de usários. Mesmos os mais vanguardistas e “trend-setters” que só falam em Twitter, Facebook, Formspring, Foursquare e hoje torcem o nariz para o Orkut, tiveram (muitos ainda tem) seu perfil na rede mais popular. Foi ali que deram seus primeiros passos em Social Media. </p>
<p>Inclusive, na minha opinião, o Orkut tem um dos formatos publicitários mais eficientes do mercado, que é um “banner” gigante que domina a tela do usuário quando ele sai do Orkut. Não tem como não ver e é muito menos intrusivo do que os famigerados pop-unders, aquelas janelas medonhas que abrem por trás de seu navegador, como um pop-up, sem você perceber.</p>
<p>Agora o Google prepara uma nova revolução, que com certeza vai mexer com nosso mercado mais uma vez. Não, não estou falando de mobile marketing, onde o Google fez um ousado investimento ao comprar a AdMob, rede especializada em comercialização de espaços publicitários em celulares e aplicativos.</p>
<p>Estou falando de algo mais prosaico e que pode surpreender muita gente: nas palavras de seu CEO Eric Schmidt, <a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=CEO_do_Google_revela_seus_planos" rel="externo">reproduzidas recentemente no Meio&#038;Mensagem</a>, &#8220;Nosso próximo grande negócio é banner. O que precisamos ver é o quão bem sucedido o Google pode ser nisso&#8221; .</p>
<p>Uau! E pensar que os especialistas vem matando o banner há pelo menos 10 anos&#8230; <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Riscos de segurança na computação em nuvem</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/08/riscos-de-seguranca-na-computacao-em-nuvem/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/08/riscos-de-seguranca-na-computacao-em-nuvem/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilo Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cloud Computing não tem apenas vantagens, também tem furos de segurança e de confiabilidade. Saiba quais são antes de contratar o serviço e aprenda a cobrar depois.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><em>* Com Leonardo Silva</em><br />
___________________</p>
<p>É praticamente impossível imaginar as empresas sem o suporte tecnológico em suas operações, sejam elas ligadas ao objetivo fim do negócio ou não.</p>
<p>Porém, como contraponto às facilidades proporcionadas pela tecnologia, aumenta-se também os riscos relacionados principalmente à confidencialidade e integridade das informações, disponibilidade dos dados, atendimento a regulamentos e leis etc.</p>
<p>A exposição a esses riscos cresce significativamente diante de tecnologias emergentes, como é o caso do <em>Cloud Computing</em> (em português “Computação em Nuvem”), que é a utilização de recursos tecnológicos, por meio de uma rede privada (link dedicado) ou pública (internet), acessados remotamente.</p>
<p>Dentre os principais serviços oferecidos pelas empresas fornecedoras dessa nova tecnologia destacam-se:</p>
<p>§        <em> IaaS (Infrastructure as a Service</em> <em>- infra-estrutura como serviço)</em><em> </em>– Exemplo: utilização de servidores.</p>
<p>§        <em> PaaS (Plataform as a Service &#8211; Plataforma como serviço)</em> – Exemplo: utilização de plataforma web, e-mail etc.</p>
<p>§        <em> SaaS (Software as a Service &#8211; Software como serviço)</em> – Exemplo: utilização de softwares de vários tipos, como ERP.</p>
<p>O SaaS, por exemplo, funciona da seguinte forma:  a empresa usuária X deseja utilizar um ERP, mas não quer expandir seu hardware, adquirir um banco de dados ou manter uma equipe interna para dar suporte à ferramenta.</p>
<p>Então ela busca no mercado empresas que forneçam o SaaS e escolhe a empresa fornecedora Y, que já possui a infraestrutura pronta e simplesmente interliga a sua estrutura à da empresa contratante.</p>
<p>Esse modelo permite que a empresa usuária sequer precise saber onde de fato fisicamente estão instalados os servidores que processam os seus dados, a exemplo de como já acontece com os serviços conhecidos de e-mail online.</p>
<p>O grande paradigma dessa facilidade está relacionado ao sigilo, disponibilidade e segurança dos dados processados. Como se manter confortável e seguro dentro desse contexto estritamente virtual?</p>
<p>As empresas que contratam os serviços de Cloud Computing desejam, além de um serviço prestado com excelência e dentro dos níveis acordados, segurança, sigilo, confidencialidade e disponibilidade dos seus dados.</p>
<p>Já as empresas fornecedoras de serviço desejam possuir um diferencial que traga conforto aos clientes e, consequentemente, expandir a sua carteira. A partir daí, nasce a necessidade de se conhecer os riscos existentes e tomar ações reais para gerenciá-los.</p>
<p>A adoção de controles internos (políticas e procedimentos) para garantir o êxito das operações chaves do processo executado é uma das maneiras mais comuns para gerenciar os riscos, mas apenas isso não basta.</p>
<p>Mesmo que a empresa fornecedora de serviços possua uma área de qualidade e/ou de auditoria interna, é necessário um diagnóstico externo e com independência para a obtenção de um resultado mais significativo e com isenção, o que pode dar maior conforto à empresa usuária.</p>
<p>Sob esse aspecto, temos a aplicação das certificações como ISO/IEC 20000, quanto à utilização das boas práticas no gerenciamento de serviços de TI, e o SAS 70 para os controles internos adotados para o gerenciamento de riscos.</p>
<p>O CobiT<em><sup> </sup></em><sup> </sup>(Control Objectives for Information and Related Technology , que é um framework de boas práticas para Governança de TI, mantido pelo ITGI – IT Governance Institute), possui um direcionamento para tratar os riscos, gerenciando-os de quatro maneiras:</p>
<p>1)    Mitigação – tomando ações para diminuir a possibilidade de que ele aconteça;</p>
<p>2)    Transferindo – compartilhando o risco com um parceiro de negócio ou a contratação de um seguro;</p>
<p>3)    Aceitando – confirmando e monitorando os riscos, tendo um plano de ação pronto para respondê-los quando necessário;</p>
<p>4)    Evitando – adotando uma opção diferente que evite completamente o risco.</p>
<p>Os riscos relacionados à tecnologia não devem ser encarados como “casualidade” e tampouco se deve contar com a sorte para evitá-los.</p>
<p>Os riscos são uma realidade irreversível, principalmente hoje, no mundo digital, onde as fronteiras não possuem limites mensuráveis.</p>
<p>Tão emergente quanto a busca por soluções capazes de agregar valor, desempenho e qualidade, é a necessidade de encontrar alternativas que garantam conforto quanto à segurança dos dados processados e dos controles internos adotados pela empresa fornecedora, que garantam a continuidade das operações. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Regras para doação eleitoral pela internet</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/08/regras-para-doacao-eleitoral-pela-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 04:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Amélia Menna Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=6900</guid>
		<description><![CDATA[Eleições 2010: se você pretende fazer doações online para seu candidato, usando seu cartão de crédito, é bom ficar de olho nos direitos e deveres de todas as partes envolvidas, além das responsabilidades de cada um.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Segue a bula da arrecadação de doação eleitoral por cartão de crédito (Resolução 23.216).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Página web: </strong>somente registrada sob o “.br”</p>
<p><strong>Período de arrecadação: </strong>até a data das eleições, inclusive segundo turno. O <strong>site</strong> deve desabilitar aplicativo de arrecadação no dia seguinte à data da eleição.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Quem pode arrecadar por cartão de crédito e débito: </strong>candidatos (inclusive vice e suplentes), comitês financeiros e partidos políticos.</p>
<p><strong>Quem pode doar:</strong> somente pessoa física, proibido o parcelamento. Proibida doação por cartão corporativo ou empresarial ou emitido no exterior.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Requisitos para arrecadação por candidatos</strong></p>
<ul>
<li>Requerer registro candidatura e obter CNPJ</li>
<li>Abrir conta bancária específica para movimentação financeira de      campanha</li>
<li>Receber da Justiça Eleitoral os números de recibos eleitorais</li>
<li>Contratar operadora de cartão e instituição financeira para      habilitação de recebimento de recursos</li>
<li>Criar página web específica para recebimento dessas doações</li>
<li>Autorizado uso de terminal de captura de transações por cartão      de crédito e débito</li>
</ul>
<p><strong>Requisitos para arrecadação por Diretórios Partidários (Nacional e Estadual)</strong></p>
<ul>
<li>Registro dos diretórios nacional/estadual/distrital no TSE e      anotação dos diretórios partidários nacional/estadual/distrital</li>
<li>Abrir conta bancária especial para recebimento de recursos,      vinculada ao CNPJ</li>
<li>Criar página web específica para recebimento dessas doações</li>
<li>Contratar operadora de cartão e instituição financeira para      habilitação de recebimento de recursos</li>
<li>Receber da Justiça Eleitoral os números de recibos eleitorais</li>
</ul>
<p><strong><em>Penalização</em></strong><em>: Desaprovação das contas</em></p>
<p><strong>Recibo Eleitoral</strong></p>
<ul>
<li>Emissão obrigatória em modelo padronizado</li>
<li>Recibo eletrônico dispensa emissão da via do beneficiário da      doação</li>
<li>Recibo preenchido manualmente no caso de doação por terminal de      cartão de crédito</li>
</ul>
<p><strong>Dados obrigatórios do recibo</strong></p>
<p>Registro, número do recibo eleitoral; número do documento; tipo de doação; espécie do recurso; quantidade de parcelas; número do CPF do doador; nome do doador; data da doação; valor da doação; número da autorização</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Penalização:</em></strong><em> </em><em>consideradas doações não identificadas, recursos são transferidos ao Tesouro Nacional</em></p>
<p><strong>Fraudes ou erros: </strong>não enseja responsabilização nem rejeição de contas eleitorais, se cometidas sem conhecimento de candidatos comitês financeiros e partidos políticos</p>
<p><strong>Prestação de Contas: </strong>todas doações por cartão devem ser lançadas individualmente e as taxas cobradas pelas administradoras são consideradas despesa de campanha.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Responsabilidade Operadoras Cartão de Crédito</strong></p>
<ul>
<li><strong>Com candidatos, comitês financeiros e partidos      políticos: </strong>informar      o detalhamento das doações recebidas com a identificação do CPF do doador</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Com o TSE: </strong>envio de arquivo eletrônico padronizado contendo CNPJ do candidato, comitê financeiro ou partido político; data da operação; número da operação; valor bruto da operação de débito; valor bruto da operação de crédito. <strong>[Webinsider]</strong></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mídias sociais para leigos, fácil de entender</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/07/midias-sociais-para-leigos-facil-de-entender/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/07/midias-sociais-para-leigos-facil-de-entender/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 12:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando seu cliente perguntar sobre redes e capital social, Twitter e Facebook, diga a ele que é possível crescer com conteúdo interessante, talento e constância. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Com o advento da internet surgiram diversas ferramentas de comunicação mediadas pelo computador que possibilitam a troca de informações entre as pessoas. </p>
<p>As redes sociais são o maior exemplo dessa interação. O sucesso do Orkut, Twitter, Facebook, Flickr, MySpace, Fotolog, Linkdln, Sonico, além dos blogs, se deve não apenas porque facilitam o contato entre as pessoas com assuntos de interesse em comum ou as relações pessoais, mas também devido as constantes mutações que sofrem. </p>
<p>Quanto mais interações são feitas nessas redes, mais elas se transformam e melhoram para atender de forma satisfatória seus usuários, o que acaba gerando popularidade e atraindo anunciantes.</p>
<h2>As redes sociais</h2>
<p>O estudo da sociedade através do conceito de redes começou no início do século passado, quando os cientistas começaram a preocupar-se em compreender a interação entre as partes de um fenômeno, e não mais dissecar as partes isoladamente para entender o todo. </p>
<p>Enquanto o uso da metáfora rede foi utilizada pela primeira vez em 1736 e se referia ao estudo das Pontes de Königsberg, feito pelo matemático Leonard Euler, apenas no final da década de 90 o estudo da rede teve a devida atenção sob o aspecto social.</p>
<p>Uma rede social é composta pelos atores (pessoas, empresas, grupos) que são os nós, e por suas conexões, que são os laços e as interações que estabelecem entre si. </p>
<p>Um nó pode ter uma ou várias conexões, dependendo da sua popularidade na rede. Deste modo, quanto mais pessoas seguem um perfil no Twitter, por exemplo, mais conexões ele faz na rede e maior é a sua popularidade. Essa popularidade cria confiança nestes espaços e gera chamado capital social da pessoa.</p>
<h2>O capital social</h2>
<p><a href="http://twitter.com/manomenezes" rel="externo">Mano Menezes</a>, atual técnico do Corinthians, possui mais de um milhão de seguidores no Twitter. Ele, por sua vez, não segue ninguém, mas o seu capital social elevado o torna um nó central na rede, visto que, quanto mais ao centro um nó fica, mais popular ele é. O diferencial dos perfis mais seguidos no Twitter está na credibilidade que alcançaram através do conteúdo de valor que produzem e disseminam.</p>
<p>O Facebook possui um aplicativo que mostra de forma muito clara as conexões do seu perfil na ferramenta e a dimensão do seu capital social. No <a href="http://www.facebook.com/apps/application.php?id=3267890192" rel="externo">TouchGraph</a>, além de visualizar os grupos e as pessoas com os quais se está vinculado, ao passar o mouse sobre a foto de um amigo, é possível ver com quais pessoas da sua rede ele está conectado. </p>
<p>Nos blogs também podemos encontrar uma grande rede de pessoas com capital social elevados. As blogueiras de moda, por exemplo, mencionam na sua página outras blogueiras que produzem conteúdo sobre o assunto e assim formam laços e vão ganhando visibilidade nas redes sociais.</p>
<h2>Criar laços</h2>
<p>Qualquer pessoa pode aumentar o seu capital social mas, para isso, precisa criar laços com outros atores sociais que possuem interesses em comum. Além, é claro, de produzir conteúdo relevante que trate de novidades e inovações da área temática.</p>
<p>Todas as redes sociais possuem objetivos próprios, seja para manter algum tipo de relacionamento entre as pessoas, seja para se destacar.  Independente de suas especificidades, em todos os sites de relacionamento deve-se criar um perfil para conseguir interagir com os outros usuários através da troca de mensagens e ganhar popularidade. Ao entrar em qualquer rede social o usuário ganhará exposição pública e isso é essencial para que ele seja conhecido.</p>
<p>Para aqueles que possuem um blog, avaliem o uso de sites como <a href="http://blogblogs.com.br/">Blog Blogs</a> e <a href="http://technorati.com/">Technorati</a>, que cadastram e divulgam blogs e mostram o que está sendo produzido sobre o assunto por outras pessoas.  </p>
<p>No Orkut existem diversas comunidades que tratam de temas específicos e são espaços de divulgação de suas ideias. </p>
<p>Já no Twitter, basta seguir aquelas pessoas que possuem expertise na área do seu interesse e começar a dar a sua opinião sobre os temas debatidos. Tudo é uma questão de estar acompanhando as novidades e ficar atento às oportunidades geradas na Internet.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>RECUERO, Raquel. Redes sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2009. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		<item>
		<title>Para quem está chegando agora</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/05/para-quem-esta-chegando-agora/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michel Lent Schwartzman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou querendo entrar na área digital. Você teria uma dica para iniciantes?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Me perguntaram no <a href="http://www.formspring.me/lent" rel="externo">http://www.formspring.me/lent</a>. Eu transformei em post. </p>
<h2>Algumas dicas:</h2>
<p>1. Não tenha medo de começar por baixo. Comece por onde der e vá subindo. Agarre a primeira oportunidade que passar pela sua frente.</p>
<p>1. Olhe para áreas que não estejam muito saturadas, onde pode ser mais fácil encontrar espaço. Exemplo: planejamento ao invés de direção de arte. Cliente ao invés de agência.</p>
<p>3. Esquente a cadeira. Não pule de galho em galho trocando de emprego a cada x meses. Encontre um lugar, um projeto e faça ele acontecer antes de seguir adiante.</p>
<p>4. Estude com diversidade. Consuma todo tipo de mídia de forma indiscriminada. Conheça de MadMen aos indicados para o paredão da semana no BBB.</p>
<p>5. Encare o desafio da publicidade de verdade. Olhe para o Brasil, pense grande, pense em efetividade. Não se contente com o mundo das sacadinhas que só servem para quem sacou. Publicidade é propaganda. Propaganda é povo, é volume, é massa.</p>
<p>6. Reinvente a maneira de se fazer publicidade. A era é agora e a oportunidade é sua, é nossa, é de quem quiser, quem vier. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		<title>Para escrever bem, derrube mitos da comunicação</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/05/como-escrever-bem-derrubando-mitos-da-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo Moreira de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Redação, edição]]></category>

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		<description><![CDATA[Se é possível gerenciar tempo, finanças e até mesmo relações pessoais, também é possível gerenciar sua escrita e o modo como você a apresenta. Dentro ou fora da empresa, você é o que você escreve.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>De onde vem, afinal, nossa extraordinária dificuldade de modificar certas posturas e modos de pensar quando o assunto é escrever?</p>
<p>E olhe que não faltam exemplos e provas incontestes da necessidade de se quebrar velhos mitos. A terceira onda, idealizada por Alvin Toffler, já chegou. A sociedade da informação e do conhecimento é uma realidade econômica; se não nos prepararmos adequadamente, seremos sufocados pelo tsunami de informações.</p>
<p><strong>Primeiro mito: escrever muito é escrever bem.</strong></p>
<p>Ao longo de mais de três séculos, fomos colônia de exploração e, desde então, temos vivido em uma sociedade predominantemente agrária. Por aqui, a industrialização é ainda recente e se limita a poucas regiões do país.</p>
<p>A natureza de nossa formação econômica conduziu-nos ao absoluto desprestígio das letras e à extrema pobreza intelectual. Nesse contexto, saber escrever se tornou privilégio de poucos e escrever muito, fator de distinção social.</p>
<p>Por mais que se tente mostrar as virtudes da objetividade e da concisão, o mito demonstra sua força e permanentemente se renova.</p>
<p>Das teses acadêmicas à comunicação corporativa, somos tentados a aumentar o tamanho de nossos textos, mesmo cientes de que essas esticadas certamente comprometerão a qualidade da informação.</p>
<p>A culpa, propriamente, não nos cabe. Na escola, ensinaram-nos a dourar a pílula: “acho que fui bem na prova, escrevi pra caramba”. E nas empresas somos permanentemente instados a esticar cada vez mais os relatórios, por exemplo.</p>
<p>Ocorre que a massa de informações aumentou substancialmente e o tempo se tornou a matéria-prima mais escassa do mercado.</p>
<p>Posso enviar para você agora cinco arquivos, cada um com mais de 100 páginas. Basta um simples clicar do mouse.</p>
<p>Só que seu cérebro não é uma máquina capaz de, em escassos segundos, processar mais de 500 páginas de texto, separar o trigo do joio, refletir sobre o que foi lido e partir para a ação.</p>
<p>Como é impossível acompanhar a velocidade da máquina, a frustração se torna inevitável.</p>
<p><strong>Segundo mito: escrever é privilégio de poucos</strong></p>
<p>Outro mito resiliente e difícil de derrubar. Muitos são os que ainda pensam que o ato de escrever requer talentos especiais, os quais apenas uns poucos dominam e que a maioria não tem.</p>
<p>Partindo dessa falácia, pouco há de se fazer para reverter o quadro de absoluta impotência e inércia redacional. A tarefa de escrever é própria dos predestinados, dos iluminados&#8230; Só esses conseguem, como num passe de mágica, passar ideias para o papel.</p>
<p>O <strong>mito da inspiração</strong> pode muito bem se sustentar nas sociedades agrárias – e, posteriormente, nas sociedades industriais.</p>
<p>Na primeira onda (agrícola), não havia por que escrever muito, já que as necessidades de comunicação eram pequenas e relativamente homogêneas. Um proprietário rural escreveria apenas para algumas dezenas de pessoas ao longo de toda a vida, a maioria delas membros de sua própria comunidade.</p>
<p>Da massa assalariada, esperava-se apenas que tivesse um mínimo de conhecimento sobre quando e como plantar e colher – aliado, é claro, à força física para trabalhar.</p>
<p>Na segunda onda (industrial), a comunicação era via de mão única e as decisões eram tomadas de cima para baixo. A maioria das pessoas era receptora passiva e do ser humano se esperava ser capaz de entender ordens e instruções – e que fosse disciplinado no cumprimento dessas normas.</p>
<p>A popularização do telefone, o surgimento da televisão e a institucionalização do sistema de múltipla-escolha são alguns dos tantos fatores que só vieram a reforçar a pouca necessidade de escrever.</p>
<p>Claro que não havia como pensar em desenvolver ferramentas mais sofisticadas de comunicação ou ainda investir na melhoria dos textos corporativos. Escrever bem poderia até ser tarefa admirada por muitos, mas essa seria uma atividade secundária e distante do mundo real. Um pensamento como “deixai a escrita para os poetas, os filósofos e os homens de espírito”.</p>
<p>Esse tipo de comportamento perdeu seu lugar na era da internet, do e-mail, do Google, do Twiter e de tantas outras ferramentas em que o domínio da comunicação escrita é vital.</p>
<p>Hoje, todos são produtores, receptores e consumidores de comunicação.</p>
<p>Você se comunica diariamente, e em tempo real, com dezenas, centenas de pessoas com formações, culturas e níveis de escolaridade distintos em todo o mundo.</p>
<p>Harry Beckwith (The Invisible Touch) foi extremamente feliz ao dizer que “Comunicação não é apenas uma ferramenta e sim a ferramenta”.</p>
<p>Seu sucesso pessoal e o de sua Organização dependerão substancialmente do trabalho de coleta de informações e de transmissão do conhecimento.</p>
<p><strong>Terceiro mito: linguagem como sinônimo de erudição.</strong></p>
<p>Talvez seja o mito mais resiliente – e passível de causar danos mais severos. Se não é complicado, não é sério; se não é sério não merece ser lido.</p>
<p>O ranço colonial, que impingiu em boa parte da elite intelectual brasileira o conceito do “quanto mais confuso, melhor” continua provocando verdadeiros estragos em nossa sociedade.</p>
<p>O profissional que faz do seu texto uma arma e vincula o ato de escrever ao uso recorrente de palavras complexas, pedantes e artificiais, perde pontos preciosos com o leitor.</p>
<p>O que dizer de construções assim? Apenas que seus criadores (advogado, linguista, economista, administrador, quem quer que seja) estão preocupados apenas em enfatizar o domínio da língua e impressionar (ou esmagar) o leitor com suas incursões eruditas.</p>
<p>Saber explicar situações, definir conceitos, instruir processos, recomendar ações e apresentar soluções criativas e inovadoras são alguns dos diferenciais do profissional da sociedade da informação.</p>
<p>Você é o que você escreve. Sua redação é a evidência persuasiva de sua competência, personalidade e capacidade profissional.</p>
<p>A terceira revolução está acontecendo agora. A sociedade da informação e do conhecimento exige do trabalhador a capacidade de desenvolver novas competências.</p>
<p>A revolução digital vem modificando por completo a sociedade: informação interativa, intensificação das relações pessoais, negociações online, notícias em tempo real, compras pela internet, entre outras tantas atividades cotidianas, abrem novos e interessantes espaços para a comunicação escrita, historicamente relegada a um plano menor.</p>
<p>Nesse contexto, clareza, funcionalidade, pertinência e objetividade no trato das informações são virtudes a serem sistematicamente treinadas e trabalhadas pelos profissionais em qualquer empresa.</p>
<p>Investir em comunicação não é despesa; é lucro. Quem não tiver a necessária sensibilidade para perceber que o conhecimento se tornou o substituto último de todos os outros meios de produção deixará de gerar riquezas—e estará inevitavelmente fadado ao rápido esquecimento. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Excelência operacional não vem apenas com lucro</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/04/excelencia-operacional-nao-vem-apenas-com-lucro/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ailtom Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Sua empresa é um Jaguar ou um Fusca? Para atingir eficiência, deixe um pouco de lado os números de ROI e procure os benefícios indiretos ou subjetivos que estejam atrelados aos seus projetos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Excelência se alcança por meio de um longo e contínuo processo que requer, sobretudo, comprometimento. Mais do que uma aspiração, excelência é o ponto para o qual nossos passos se dirigem.</p>
<p>&#8220;Só assim seremos sempre líderes e nunca seguidores&#8221; – essa afirmação do visionário Ratan Tata, chairman do grupo que leva seu sobrenome, reforça a ideia de que para aportar com êxito no destino é fundamental traçar muito bem as rotas a serem seguidas.</p>
<p>Para implementar técnicas gerenciais que tornam as operações mais eficientes, é necessário avaliar, em primeiro lugar, qual o posicionamento atual da empresa. E de preferência encomendar essa avaliação de fora da corporação para que o rigor e a imparcialidade sejam preservados.</p>
<p>Após obter um retrato fiel dos processos em andamento e mapear o modo como os vários stakeholders se relacionam, provavelmente será necessário aprimorar a estratégia da companhia de modo a direcioná-la ao preenchimento das lacunas constatadas.</p>
<p>Saber se a organização que você dirige é um Jaguar ou um Jipe é essencial para escolher o caminho que lhe proporcionará mais vantagens competitivas. Importar processos da matriz ou seguir exemplos de sucesso no mercado nem sempre atendem à demanda da sua empresa e podem, ao contrário, gerar ainda mais entraves.</p>
<p>Costumo dizer que metade da batalha está ganha se for escolhido um modelo de processo que consiga se moldar perfeitamente às peculiaridades do cliente. E de acordo com a abrangência das melhorias que se pretende promover na empresa, investir nos canais de comunicação interna pode ser vital, uma vez que os profissionais precisam estar envolvidos no processo e não apenas submetidos a ele.</p>
<p>Justamente porque a eficiência operacional não é o objetivo estratégico da empresa e sim o meio pelo qual este será alcançado, ela requer monitoramento constante. Acompanhar os processos de perto é a forma mais eficiente de mitigar riscos e garantir agilidade na resolução dos problemas.</p>
<p>Com periodicidade pré-definida é importante checar se as prioridades estabelecidas ainda são válidas ou se é necessário reavaliar as metas, para melhor adequá-las às mudanças de cenário.</p>
<p>Ao analisar os resultados obtidos com a implementação desse tipo de projeto, muitas empresas recorrem exclusivamente à equação “investimento x ROI” e nem sempre ela é a mais precisa.</p>
<p>No momento imediatamente posterior à implantação de um projeto de eficiência operacional, é essencial considerar os soft benefits, benefícios que não podem ser traduzidos diretamente em aumento do faturamento, mas que por automatizarem processos ou aumentarem a satisfação dos clientes podem gerar resultados de negócio no médio prazo.</p>
<p>Manter positiva a balança comercial corporativa (alta produtividade com baixo custo) é uma jornada sem fim.</p>
<p>Muitas empresas não dão o primeiro passo, pois não conseguem enxergar o final da estrada, mas se a jornada rumo à melhoria de processos é planejada com critério, o custo inicial e o investimento na capacitação dos profissionais serão seguramente recompensados.</p>
<p>A persistência é o caminho para se atingir tudo aquilo que vale a pena. Como os indianos costumam dizer: “é preciso trabalhar para reduzir o trabalho”. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Leva sessenta dias (e não adianta apressar)</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/03/leva-sessenta-dias-e-nao-adianta-apressar/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/03/leva-sessenta-dias-e-nao-adianta-apressar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 02:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tulio Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho a distância]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um especialista disser que precisa de sessenta dias para fazer um projeto, não pergunte: - Dá para fazer em vinte se a gente colocar uns recursos extras? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Meu amigo Domenico Massareto, o popular Shaolin, esteve recentemente em São Francisco Xavier, interior de São Paulo, e voltou de lá com uma daquelas histórias irresistíveis que a gente ouve de tempos em tempos e que imediatamente faz questão de incorporar ao anedotário pessoal. </p>
<p>Na verdade, uma mistura de história, lição de vida, pequeno tratado de filosofia e por aí vai.</p>
<p>Ao chegar na pousada, meu amigo foi logo informado sobre os diversos destinos turísticos da cidade, incluindo uma certa casa de um certo senhor no alto de uma montanha, famoso na cidade por ser um fabricante de… máscaras de carnaval de Veneza. Isso mesmo, máscaras de Carnaval de Veneza.</p>
<p>Meu amigo, como todo representante legítimo do sexo masculino da espécie, emitiu um tipo de grunhido ancestral ante a perspectiva de subir uma montanha para apreciar a arte milenar de um ancião nos cafundós do interiorzão de São Paulo. </p>
<p>Seu cérebro percorreu rapidamente a lista de possibilidades que ia da banheira de hidromassagem ao fondue fumengante acompanhado de um bom vinho, seguido de uma noite de sono para ficar na história. E achou todas as possibilidades melhores do que o Carnaval de Veneza com sotaque caipira. Incluindo ficar vendo “Pânico” na TV a cabo do quarto.</p>
<p>Mas o cérebro feminino, bem… o cérebro feminino não funciona exatamente pela mesma lógica. E lá se foi meu nobre amigo morro acima, resfolegando e esbravejando feito um velhinho rabugento. Mas, como veremos, mesmo um programa que aparentemente tem cotação cinco machadinhas pode reservar surpresas interessantes.</p>
<p>Vencida a ladeira, apresentações devidamente realizadas, começa o artesão a explicar o seu negócio a um cada vez mais maravilhado publicitário paulistano (se a memória não me trai, foi mais ou menos assim que meu amigo me contou).</p>
<p>- Tá vendo isso aqui? Isso aqui é o que eu faço. Máscaras de Carnaval de Veneza. Só de Carnaval de Veneza. De outro tipo, não faço. E sabe quanto tempo leva pra fazer cada uma? Sessenta dias. Nem mais, nem menos, sessenta dias. Pagando metade no sinal e metade na entrega.</p>
<p>E sem deixar que meu amigo interrompesse, emendava:</p>
<p>- Aí o sujeito chega aqui e pergunta: quanto tempo leva se eu pagar à vista? E eu respondo: sessenta dias. Sessenta dias é o tempo que leva pra fazer, ué. Não importa se pagar à vista ou em dobro, é sessenta dias. Um pessoal de Hollywood já quis encomendar máscaras comigo para um filme. E eu respondi: não faço. Se cada uma leva sessenta dias, e vocês querem fazer o filme agora, não tem como. Como é que eu vou fazer dezenas? </p>
<p>A esta altura o Shaolin já tava repensando sua carreira, seus prazos, as pressões dos seus clientes, e prosseguiu ouvindo.</p>
<p>- E tem outra coisa: eu não mando pelo correio, porque amassa. Tem que vir aqui encomendar e buscar. E você pensa que o pessoal não vem? Vem. Você acha que eu não fiquei famoso? Olha eu aqui na capa de umas revistas americanas e européias. Vivo bem aqui, há décadas, com a minha velha, e olha só a vista que eu tenho. </p>
<p>Shaolin contemplou o belo vale à sua frente, e eu tenho cá pra mim, embora ele não tenha me dito, que sentiu uma inveja branca. Eu, pelo menos, só de ouvir a história já senti.</p>
<p>E o que isso tudo tem a ver com comunicação, propaganda, meios digitais, interatividade? Nada. E tudo.</p>
<p>São tempos estranhos, esses em que estamos vivendo. A pulverização das mídias causada pelos meios digitais, a instantaneidade das mudanças provocadas pelo avanço voraz da tecnologia, o novo perfil de um novo consumidor que está com o poder em suas mãos… tudo isso se constitui num bombardeio de informação na cabeça do profissional de comunicação – seja ele digital ou não. E às vezes, é praticamente impossível não perder o foco. Quando está todo mundo com pressa, é uma reação até natural correr para não ser atropelado. Só que se a gente não respirar fundo, corre-se o risco de correr para o lado errado. Quer um exemplo?</p>
<p>Esse admirável mundo novo tem gerado uns tipos esquisitos. Um deles é o extremo oposto do velhinho de São Francisco Xavier: o multiespecialista. </p>
<p>Gente que acredita ser capaz de ser bom em tudo, que fragmenta sua atenção em ene pi fatorial frentes de trabalho, que emite opiniões e conceitos baseados em conhecimentos pra lá de superficiais. Gente que despreza o valor da experiência em prol do culto à inovação. O multiespecialista é ansioso, veloz. Reinventa a roda. Age como se a história só começasse quando ele embarca nela. Antes dele, o nada. O multiespecialista nega o passado, acaba negligenciando o presente e às vezes, sem sequer se dar conta, compromete o futuro. </p>
<p>Se você pensar um pouquinho, vai se lembrar de ter encontrado algum exemplar numa sala de reunião. É aquele cara que sempre responde “ah, isso é fácil…” ou “ah, tranquiiiiilo…” toda vez que você toma ar para levantar algum questionamento mais profundo sobre alguma idéia. E, cá entre nós, não sem uma certa razão, porque depois o problema vai passar para a alçada de algum… especialista, encarregado de botar juízo na história pensando em coisas chatas e aborrecidas como prazo, preço, gente disponível e por aí vai.</p>
<p>Não se trata aqui de pregar o trabalho em compartimentos estanques. Não estou nostálgico dos anos 50 e 60, muito pelo contrário. Acredito que uma visão multidisciplinar agrega valor a qualquer profissional. Mas daí a ser multiespecialista vai uma distância razoável. Eu diria que em toda a história da humanidade, só Leonardo da Vinci conseguiu. Então, para nós, reles mortais, é sonhar um pouquinho alto demais, não acha?</p>
<p>Assim como fazer “a” máscara de Veneza leva tempo, exige dedicação, comprometimento, experiência e, porque não dizer, obsessão, desenhar uma estratégia interativa consistente e eficaz para um cliente, também. </p>
<p>Fazer um site criativo, com ótima arquitetura e usabilidade, bem testado e devidamente preparado para metrificação, idem. Então, quando um especialista disser que precisa de sessenta dias para fazer um projeto, vamos parar de uma vez por todas com a história de “se a gente colocar uns recursos extras, dá pra fazer em vinte?”. Não, não dá. Pelo menos, não “o” projeto. Leva sessenta dias para fazer “o” projeto. E no final das contas, é isso que interessa.</p>
<p>Um homem tem que acreditar em alguma coisa, pelo amor de Deus. E um profissional também. O velhinho de São Francisco Xavier acredita. E você? <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p>Conheça os planos de hospedagem da <a href="http://www.hostlayer.net.br/?ref=webinsider_l1" target="_blank">HostLayer</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tudo que o Sim Card pode fazer por você</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2010/03/02/tudo-que-o-sim-card-pode-fazer-por-voce/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 21:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiane Higashi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[usuário final]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os bastidores do pequeno cartão dentro do seu telefone celular, que vai muito além do simples armazenamento da agenda e da identificação individual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O primeiro SIM Card foi apresentado ao mundo na década de 80. Com a vantagem de ter um mecanismo para gravar o número do telefone, que não precisava mais ser memorizado no aparelho, o produto era um pequeno cartão magnético portátil.</p>
<p>Pouco tempo depois, foi apresentada ao mercado a tecnologia móvel GSM, com sinal e canal de voz digitais e SIM Card padronizado na forma de um “chip” eletrônico (Smart Card). Desta forma, o sucesso do SIM Card veio rápidamente uma vez que o GSM contribuiu para o SIM se tornar mais eficiente, barato e menor.</p>
<p>A partir deste momento, este cartão ganhou novos atributos, padrões e tecnologias associadas.</p>
<p>Se analisarmos todas as suas características e funcionalidades, podemos compará-lo a um mini-computador.</p>
<p>O SIM card possui diversos recursos que propiciam segurança e identificação, como, por exemplo, ID único e universal do usuário.</p>
<p>A própria sigla SIM significa, em inglês, “módulo de identificação do assinante” (<em>Subscriber Identity Module</em>). Além disso, a troca da linha telefônica para um novo aparelho hoje é muito mais simples, basta colocar o SIM card no novo celular.</p>
<p>Outra inovação que o SIM card possibilita é oferecer serviços de valor agregado, como chats, serviços de <em>Instant Message</em>, mobile TV, votações, quizzes, ringtones, full tracks, jogos multimídia e outras aplicações.</p>
<p>A maioria deste conteúdo é acessada via SIM Browsing, sem a necessidade de conexão à Internet/WAP, ou seja, para navegar, os usuários não precisam pagar pelo tráfego de dados.<strong> </strong>Essa navegação é feita através de forma interativa e intuitiva através de poucos cliques.</p>
<p>Além disso, essa tecnologia proporciona experiência de uso padronizada e eficiente para todos os tipos e modelos de aparelhos celulares.<strong> </strong></p>
<p>Outra possibilidade é interagir com as chamadas redes sociais e acessar a agenda de contatos, ganhando agilidade na comunicação e conferindo um valor emocional ao aparelho.<strong> </strong></p>
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<p>O SIM, utilizado em todo o mundo por milhões de usuários, ainda oferece outras vantagens: com este cartão, não há, por exemplo, a necessidade de download, visto que o aplicativo ou o serviço já podem vir configurados no cartão.</p>
<p>Com tantas opções de prestação de serviços e de aplicativos, o SIM acabou despertando o interesse de empresas, tornando-se uma mídia. A justificativa é simples: ao estampar sua marca ou serviço no cartão, as empresas ganham visibilidade, aumentam sinergia com as outras mídias e executam uma ação inovadora e diferenciada.</p>
<p>Socialmente responsável, o SIM mudou de formato. Agora, o plástico do cartão, que anteriormente era descartado, pode ser transformado em um mini-DVD, com conteúdo interativo, digital, exclusivo e até mesmo patrocinado.</p>
<p>Outra vantagem deste produto está no mercado de serviços financeiros. O SIM permite, por exemplo, que o usuário utilize o mobile banking para realizar pagamentos, transferências e consultas, de maneira segura e simples.</p>
<p>Os mais recentes SIM permitem também a realização de pagamentos ou transações “sem-contato” de forma segura, ou seja, basta aproximar o celular a uma leitora para pagar o metrô, por exemplo.</p>
<p>Na esfera do mobile marketing, é possível utilizar mensagens interativas (“<em>pop-ups”</em>) para criar campanhas. Um exemplo: com apenas um clique, os consumidores têm acesso aos novos lançamentos de uma grande empresa ou, dependendo da região e do bairro em que estiverem, recebem informações sobre produtos em promoção.</p>
<p>Se você está à procura de uma mídia completa, interativa e eficaz, o SIM Card é exatamente o que você precisa.  <strong>[Webinsider]</strong></p>
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