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	<title>Webinsider &#187; Redes sociais</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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	<managingEditor>falecom@webinsider.com.br (Webinsider)</managingEditor>
	<webMaster>falecom@webinsider.com.br (Webinsider)</webMaster>
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		<title>Webinsider</title>
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	<itunes:summary>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</itunes:summary>
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	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Webinsider</itunes:author>
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		<item>
		<title>Vá além das métricas e foque nas pessoas</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/14/va-alem-das-metricas-e-foque-nas-pessoas/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/14/va-alem-das-metricas-e-foque-nas-pessoas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 11:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Mota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem trabalha com mídias sociais já esteve diante do bendito relatório de métricas que precisa ser entregue ao cliente periodicamente. Mas será que ele representa fielmente a realidade?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais frequência do que se gostaria, as tais métricas (ou os <em>kpis</em> – acrônimo que você nunca ouvirá ser pronunciado da maneira correta), terão sido impostas pelo cliente, pelo BI, pelo atendimento, pela pessoa que ocupava a vaga antes de você, pelo <em>shuffle</em> do seu iPod, mas nunca por você. Ok, “nunca” é uma palavra forte. Raramente por você.</p>
<p>Um dos grandes problemas da área é ser muito jovem. Poucos têm experiência suficiente para sustentar o temido título de gurus e suas variáveis igualmente criativas. E foram os primeiros a fazê-lo que criaram algumas das regras que passaram a ser seguidas pelos restantes.</p>
<p>Eles sabiam para onde ir, certo?</p>
<p>E assim ficou determinado que se deviam observar os RTs no Twitter, ou que um perfil com um milhão de seguidores era obviamente relevante, que os compartilhamentos eram o número mais relevante em termos de engajamento para um <em>post</em> no Facebook ou que tantos <em>posts</em> por dia eram o pacote ideal.</p>
<p>Apenas copiem aquela página e entreguem resultados semelhantes ou superiores.</p>
<p>Só esqueceram de combinar com os beques, né?</p>
<p>Infelizmente, não há fórmula mágica, porque, embora existam tantas ferramentas aí para medir o seu desempenho (mesmo que cada uma com suas próprias metodologias), que você precise cumprir determinadas “metas” pra que sua página desfrute de benefícios do Facebook (papo para outro texto) e muita coisa possa ser afirmada matematicamente como mais propensa ao sucesso, não podemos orientar nosso pensamento para as redes.</p>
<p>Precisamos, antes de tudo, entender que estamos lidando com pessoas. E alguém que gosta de A, quer ler seu conteúdo e saber mais a seu respeito, pode não ter o mínimo interesse em B. Por que trabalhar ambos da mesma forma, se os destinatários aqui podem não ter absolutamente nada em comum?</p>
<p>Cada público terá suas idiossincrasias, que influenciarão seu comportamento de consumo de conteúdo. Talvez tendam a comentar bastante, ou a só curtir, quem sabe compartilhem compulsivamente. E ainda assim, tudo estará sujeito a que tipo de conteúdo você publicar e até o que pretende com ele.</p>
<p>Quem nunca postou algo em seu perfil pessoal na expectativa de obter respostas e se viu apenas colecionando <em>likes</em> e pensando que seus amigos são mesmo uma porcaria por não entenderem o que você precisava?</p>
<p>Cada projeto demandará seus próprios <em>kpis</em>, esse é o primeiro passo a ser compreendido, junto com “não adianta copiar do colega”.</p>
<p>Agora explica isso pro <em>shuffle</em> do seu iPod, pro BI, pro atendimento, pro cara que ocupou o cargo antes de você (tá, pra ele não) e, ops, pro cliente, né?</p>
<p>Eu sei, não é fácil. Estamos propagando erros há tempos (mesmo com o mercado tão recente) e não é de uma hora pra outra que um analista de <em>social media</em> (ou um <em>community manager</em>, ou sei lá como batizaram o cargo onde você trabalha) vai convencer o povo de que os gurus estavam errados, que o mercado é dinâmico, que as coisas mudam.</p>
<p>Mas alguém precisa dar o grito e avisar que o rei está, de fato, nu.</p>
<p><em>Texto publicado no site Observatório da Blogosfera.</em></p>
<p>Gosta do tema? Fernanda Mota apresentará a palestra “<strong>Análise de Redes Sociais: como ir além das métricas tradicionais</strong>” no WAW RJ, dia 15 de maio, às 19:30, no auditório da ESPM (Rua do Rosário, 90, Centro, RJ). Saiba mais e inscreva-se em<em> </em><em> </em><a href="http://bit.ly/WAWRIO-Maio" rel="externo"><em>http://bit.ly/WAWRIO-Maio</em></a></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/09/05/metricas-os-dados-que-nao-aproveitamos/">Métricas: os dados que não aproveitamos</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/09/17/redes-sociais-tambem-vendem-esqueca-o-roi/">Redes sociais também vendem. Esqueça o ROI</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/03/resultados-em-publicidade-bem-embaixo-do-seu-nariz/">Resultados em publicidade, bem embaixo do seu nariz!</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Portais corporativos são um ótimo investimento</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/09/portais-corporativos-sao-um-otimo-investimento/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/09/portais-corporativos-sao-um-otimo-investimento/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 11:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Batista Pereira da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[portais colaborativos]]></category>

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		<description><![CDATA[Criar ambientes colaborativos para os seus colaboradores é uma iniciativa que melhora a interação entre os profissionais, gera novas ideias e aumenta a produtividade e o engajamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participei de uma conferência sobre Portais Corporativos semana passada, e pude verificar debates e discussões com alto nível de aprofundamento, vindo como um excelente aporte para a reflexão e formatação de possíveis ações a serem aplicadas às empresas, visando a melhoria de seus processos e aumento de sua produtividade. Tive o grande prazer de formar uma mesa de debates em que discutimos ferramentas CMS aplicadas a portais, além de soluções open source para empresas.</p>
<p>Pude perceber que muitas empresas utilizam soluções open source em seus ambientes colaborativos. Presenciei relatos de empresas utilizando Joomla, WordPress, Drupal, Plone, dentre outras. Dentre as tecnologias proprietárias, o Sharepoint aparece como opção para várias empresas, aliada à utilização do Microsoft AD, o que acaba resultando em uma boa combinação.</p>
<p>Outro ponto a ser destacado é a vontade das empresas em criar ambientes colaborativos para seus colaboradores, através de sistemas que trazem para o ambiente da empresa estruturas sociais baseadas em ideias e mídias já consagradas. Felizmente, as empresas estão começando a verificar muitas questões consideradas de risco sobre a abertura delas às mídias sociais são nada mais do que mitos e que não cabem mais na atual conjuntura em que vivemos.</p>
<p>Ora, a ubiquidade da internet não permite mais proibições e não pode mais ser sustentadas em, por exemplo, questões de segurança, haja vista que por definição os ambientes corporativos devem ser seguros e protegidos, independente da utilização de ambientes colaborativos. Tanto em ambiente interno como externo à empresa, haja vista que a proibição de uso de tais ambientes utilizando-se os recursos da empresa não impede que seus colaboradores o façam com recursos próprios, como smartphones, por exemplo. O que se percebe é que em boa parte das empresas, os empregados acabam sendo tolhidos e proibidos de utilização de vários recursos que possuem quando não estão “empregados” e isso precisa mudar. Pessoas conectadas serão sempre mais produtivas.</p>
<p>Outro ponto utilizado pelas empresas é embasado na distração e diminuição da produtividade de seus colaboradores se lhes for permitido o acesso às mídias sociais. Ora, o comportamento das pessoas segue um padrão pessoal e ele não se modifica tanto assim. O que quero dizer com isso é que empregados pouco produtivos o são, com o sem acesso às mídias. Para aqueles que querem se distrair, inúmeras opções estão disponíveis na empresa, desde a lanchonete ao “fumódromo”.</p>
<p>As pessoas são o que são e irão se comportar nas mídias sociais como se comportam nos corredores e salas da vida. Uma timeline supérflua não é culpa da mídia e sim do utilizador que a deixou ficar assim. Enfim, proibir o uso é proibir o amadurecimento digital.</p>
<p>A diversidade dos colaboradores deverá ser levada em conta na criação desses ambientes. São fatores determinantes das formas como esse ambiente colaborativo se apresentará e será formatado, haja visa que o tempo a ser dedicado, assim como a forma de acesso irá variar de pessoa para pessoa. Por isso, pensar em soluções que envolvam vários ambientes, inclusive ambientes mobile será sempre uma boa opção. Além disso, soluções <em>cloud ready</em> garantirão futuro ao projeto.</p>
<p>Por fim, quero falar dos patrocinadores, pois são eles que irão contribuir para que conceitos como engajamento e pertencimento sejam alcançados junto com os colaboradores. Todo projeto que deseje sucesso deve possuir um patrocinador de peso, até porque a administração por exemplos surge como uma proposta favorável ao engajamento de pessoas ao processo. Entender seus colaboradores (a diversidade deles) e as melhores formas de comunicação (sempre em mão dupla) com cada um desses grupos é o primeiro passo para a formatação de uma política de colaboração. Além disso, é importante que esses ambientes criem em seus colaboradores o sentimento de pertencer ao processo e à empresa, sendo o principal ator e beneficiado, gerando engajamento e colaboração constante.</p>
<p>Portanto, há que se perceber que a cultura da organização deve ser propícia e a maturidade empresarial favorável para que se possa ter sucesso em projetos desse tipo. Perceber o quando, o como e o porquê das coisas ajuda a minimizar os erros. Planejar com consciência e calma, sem atropelos e sempre alinhado com os objetivos estratégicos da empresa é outro fator que garantirá uma implantação sem surpresas e imprevistos.</p>
<p>O caminho pode parecer longo, porém o primeiro passo deverá ser dado, sob pena de ficarmos à mercê de um ambiente desconhecido por nós, porém, referendado por muitos. A partir daí, é curtir a paisagem de forma coletiva, aproveitar a viagem e colher os frutos que dela virão. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2009/08/05/roi-em-intranets-e-portais-corporativos/">ROI em intranets e portais corporativos</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/07/14/o-que-a-intranet-e-o-portal-corporativo-tem/">O que a intranet e o portal corporativo têm</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2006/08/07/como-justificar-a-implantacao-de-um-portal-corporativo/">Justificando a implantação de um portal corporativo</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Você dialoga nas redes sociais?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/07/voce-dialoga-nas-redes-sociais/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/07/voce-dialoga-nas-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 May 2013 16:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Tostes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[interação]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Curtir e compartilhar não são interação, são atividades mecânicas, superficiais e estão longe do grande valor desses canais: a troca de informações e conhecimentos. Ah! E há vida fora do mundo virtual!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste momento eu poderia estar curtindo diversas fotos ou compartilhando vários links e me sentindo superativo e presente nas redes sociais. Mas esta agitação toda pode ser apenas muito barulho por nada.</p>
<p>A interação de curtir e compartilhar já virou algo ralo e superficial, que atende mais a interesses comerciais e estatísticos do que outra coisa.</p>
<p>Se for mesmo o caso, pense em iniciar um diálogo, conversar, trocar ideias e emoções. Vá a fundo, chame a pessoa para conversar ou pesquise o assunto, descubra a fonte, descubra origem e autor(es). Discuta com aqueles que se interessarem também.</p>
<p>Não é assim na vida real, quando temos um encontro marcante quando um assunto, livro, filme ou evento nos empolga? É como se parássemos o tempo e mergulhássemos de cabeça e coração num novo universo. Neste caso nem percebemos o tempo passar.</p>
<p>Aí reside o melhor da vida, a intensidade de um acontecimento, o efeito de uma palavra, de um conselho, uma confissão, uma dúvida. Com uma pessoa ou mais, com amigos e familiares.</p>
<p>O que vale é a interação real.  E isso é diálogo entre duas partes, algo que numa era digital de tanta comunicação, as pessoas parecem esquecer-se de praticar mais.  Parece uma contradição, mas quanto mais perto podermos estar de qualquer pessoa por vídeo, web ou celular, às vezes fica mais gritante a dificuldade de ouvir, entender e respeitar a opinião do outro.</p>
<p>Ao contrário do que vemos muito por aí, grandes filósofos e pensadores de todas as épocas, não estariam discursando egocentricamente em vídeos, textos, sites ou programas de tevê que mais parecem comunicação de uma única via.</p>
<p>Eles estariam, sim, nas praças, nas salas de aula, conversando, provocando debates, ouvindo opiniões e respostas de suas perguntas.  Pois em milhares de anos, foi assim que progredimos em ciência e conhecimento, na busca do novo, na pesquisa, na tentativa e erro.</p>
<p>A vida real acontece na rua e não nos playgrounds da vida, muito menos nas telas vivas e otimistas das redes e mídias sociais.</p>
<p>Não basta curtir e compartilhar. A vida digital precisa ganhar mais corpo, sangue e alma, para ser mesmo renovadora e transformadora. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/23/a-comunicacao-precisa-de-mais-nuances-humanas/">A comunicação precisa de mais nuances humanas</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/04/12/o-que-aprender-com-as-postagens-inuteis-no-facebook/">O que aprender com as postagens “inúteis” no Facebook</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/29/paradigmas-transformados-conecte-se-escolha-interaja/">Paradigmas transformados: conecte-se, escolha, interaja</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Infográfico: as empresas e a interação nas redes sociais</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/03/infografico-as-empresas-e-a-interacao-nas-redes-sociais/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/03/infografico-as-empresas-e-a-interacao-nas-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 May 2013 11:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Webinsider</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[infográfico]]></category>
		<category><![CDATA[SAC]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo revela quanto as marcas demoram para responder aos seus clientes no Facebook e no Twitter.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade a uma série de infográficos exclusivos, como “<a href="http://www.scup.com/pt/os-horarios-nobres-do-facebook/" rel="externo">Os horários nobres do Facebook no Brasil</a>” e “<a href="http://www.scup.com/pt/os-horarios-nobres-do-twitter-no-brasil-2%C2%AA-edicao/" rel="externo">Os horários nobres do Twitter no Brasil</a>”, o Scup traz mais um estudo revelador sobre o mercado.</p>
<p>Desta vez, investigou-se o tempo que as empresas brasileiras estão levando para responder aos seus clientes nas redes sociais. O material foi concebido com base em total de 225.310 respostas enviadas por clientes via Scup no 2º semestre de 2012.</p>
<p><strong>O infográfico, que você confere a seguir, mostra dados do Facebook e do Twitter, com a soma das informações sobre as duas plataformas ao final.</strong> Observe que, no Twitter, a quantidade de respostas dadas em menos de 24 horas é bem maior (94%) do que no Facebook (84%). Além disso, a rede dos 140 caracteres também é o espaço em que as respostas em menos de um dia acontecem em menos tempo: 2 horas e 15 minutos, contra 4 horas e 30 minutos no Facebook.</p>
<p>Uma possível explicação é que, ao contrário do Facebook, os perfis no microblog em geral são públicos, o que facilita o monitoramento. Em segundo lugar, aparentemente se convencionou que o Twitter é um canal de SAC, o que não vale para o site de Mark Zuckerberg. Dessa forma, as equipes de atendimento das empresas estariam mais estruturadas ao redor do microblog, o espaço tradicional das reclamações.</p>
<p>Outro dado interessante é que, de forma geral, dezembro foi o mês em que as empresas responderam mais rápido aos seus clientes, talvez por ser o período do ano em que se concentram várias promoções e campanhas, por ocasião do Natal.</p>
<h2>Infográfico: Lucas Moschione</h2>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/infograficoscuptmpresp1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-35808" title="Infográfico - Tempo de resposta nas redes sociais - Scup" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/infograficoscuptmpresp1.jpg" alt="" width="540" height="3554" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/25/e-book-ajuda-na-implantacao-de-sac-2-0-em-midias-sociais/">E-book ajuda na implantação de SAC 2.0 em mídias sociais</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/03/05/a-estranha-logica-do-sac-nas-redes-sociais/">A estranha lógica do SAC nas redes sociais</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/19/pela-primeira-vez-o-cliente-colocou-o-sac-para-esperar/">Pela primeira vez o cliente colocou o SAC para esperar</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/03/infografico-as-empresas-e-a-interacao-nas-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como está a percepção da sua “marca” na web?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/02/como-esta-a-percepcao-da-sua-marca-na-web/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/02/como-esta-a-percepcao-da-sua-marca-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 May 2013 16:46:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia Canarim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[perfil profissional]]></category>
		<category><![CDATA[postura profissional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=35802</guid>
		<description><![CDATA[Profissionais e empresas precisam ter muita atenção e bom-senso ao fazerem postagens nas redes sociais, pois um deslize pode acabar com uma boa reputação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos devem ter ouvido falar sobre o episódio do perfil do Ministério da Defesa no Twitter em que o administrador, por um descuido, publicou uma mensagem referente a um game para celulares, (<a href="http://www.nautilos.com.br/2013/marco/twitter-do-ministerio-da-defesa" rel="externo">ouça meu comentário sobre Twitter do Ministério da Defesa aqui</a>). E esse episódio não é nem o primeiro nem será o último, há diversas histórias na internet sobre falta de educação, troca de perfis por administradores, comentários racistas e preconceituosos.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/erro_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-35803" title="Anúncio de game" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/erro_post.jpg" alt="erro post" width="600" height="399" /></a></p>
<p>E para evitar constrangimentos é bom termos algum conhecimento sobre etiqueta na web ou como preferem alguns <em>Netiqueta</em>. A base para etiqueta na web é a mesma que utilizamos para o nosso convívio social, familiar e profissional e a principal delas é o bom-senso. Tem um ditado popular que diz: “Não faça com os outros o que não gostaria que fizesse com você”. Pode parecer clichê, mas essa é uma regrinha básica de convivência, e vale para ambientes off e online.</p>
<p>Vamos a algumas dicas para uma boa convivência:</p>
<p><strong>Não use o Twitter se estiver com raiva!</strong> Vale também para o Facebook e para e-mails, principalmente em ambientes profissionais. Antes de publicar ou enviar qualquer mensagem, respire. Respire, conte até 10, leia de novo seu texto. E tenha bom-senso, se for o caso apague a mensagem ou reescreva de forma mais educada e proativa em busca de solução e não apenas de reclamação vazia.</p>
<p>Outro erro comum que vejo no Twitter e no Facebook são os textos escritos totalmente em maiúsculas. Na web, escrever assim significa estar berrando, gritando com as pessoas, então, EVITE USAR EXCLUSIVAMENTE MAIÚSCULAS! Desculpa, foi só para ilustrar. Em e-mail profissional isso pode causar problemas, não faça.</p>
<p>E essa vai para quem trabalha com mídias sociais. Quem tem que administrar várias páginas de empresas comerciais, perfis institucionais ou diversos sites, está sujeito a confundir o perfil pessoal com o profissional. Se acontecer, se identifique e peça desculpas. E redobre a atenção para não repetir.</p>
<p>Bom, são essas dicas, espero ter contribuído para evitar problemas. E lembro é melhor avaliar antes de publicar, pois as pessoas na internet são rápidas e logo sua postagem vai virar um grande viral negativo na web. </p>
<p><strong>Conheça o curso online gratuito <a href="http://www.nautilos.com.br/cursos-on-line/introducao-a-internet" rel="externo">Introdução à internet</a>, que oferece sobre internet e marketing digital.</strong></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/12/23/os-profissionais-precisam-saber-quando-dizer-nao/">Os profissionais precisam saber quando dizer não</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/30/voce-mantem-a-sua-identidade-no-mundo-online/">Você mantém a sua identidade no mundo online?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/05/quando-os-criterios-humanos-atrapalham-nos-negocios/">Quando os critérios humanos atrapalham nos negócios</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/02/como-esta-a-percepcao-da-sua-marca-na-web/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os benefícios para a marca que ouve seus consumidores</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/27/os-beneficios-para-a-marca-que-ouve-seus-consumidores/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/27/os-beneficios-para-a-marca-que-ouve-seus-consumidores/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 15:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=35701</guid>
		<description><![CDATA[A internet hoje se baseia em conceitos muito simples: engajamento, relacionamento, conteúdo  e presença digital, que são são os quatro pilares do marketing digital. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho visto muitos cursos e até demanda de profissionais querendo saber mais sobre monitoramento de redes sociais. Qual a melhor ferramenta? Como negativar uma palavra? Como monitorar marcas como Vivo, Claro e Oi, por exemplo, que são palavras bem usadas no dia a dia das pessoas?</p>
<p>Essas perguntas são frequentes, mas vou além quando digo que mais importante do que monitorar é saber o que fazer com esse material. Mais do que classificar como positivo, negativo ou neutro, é preciso saber extrair estratégias desse monitoramento. </p>
<p>Nesse sentido, faz toda a diferença saber o que as pessoas falam das marcas nas redes, pois isso pode ser oportunidade de negócios.</p>
<p>A marca que não sabe ouvir os consumidores está fadada a perder espaço; afinal, os consumidores sabem ouvir outros consumidores e estão cada vez mais conversando entre si. Não é nenhuma novidade, ao menos não deveria ser, que está cada vez maior o compartilhamento de informações em vários pontos de contato, não única e exclusivamente as redes sociais. Para o consumidor, essa distribuição de conteúdo facilita a pesquisa e tende a facilitar a compra. </p>
<p>Segundo uma pesquisa da DraftFCB, o Brasil é um dos países com maior índice pessoas obcecadas por informação, o que reforça a minha teoria de que o conteúdo é o que move a internet, é o que engaja, é o que relaciona e é o que as pessoas buscam.</p>
<p>A pesquisa denominou essas pessoas de <em>Information Obsessed</em>, consumidores que não hesitam em verificar toda a informação disponível sobre uma marca antes de decidir pela compra de um produto ou serviço. Ou seja, não é apenas importante que as marcas ouçam seus consumidores, mas que produzam conteúdo que seja exclusivo e relevante e que estimule a reprodução desses conteúdos em diversas plataformas, pelos próprios usuários. </p>
<p>Redes sociais, vale lembrar, representam apenas uma das diversas plataformas onde se é possível construir a reputação de uma marca &#8211; mais um fator que, segundo a pesquisa, é importante para a decisão de compra. </p>
<p>Às vezes o consumidor nem gosta de pesquisar, mas o faz por necessidade. Cada vez mais os produtos estão similares uns aos outros e entender mais sobre esse produto é importante. Sempre provoco em aula a seguinte reflexão: &#8211; Você tem 150 mil reais para comprar um carro. Vai comprar um Audi, BMW ou Mercedes? </p>
<p>São carros de luxo, alta performance, chamam a atenção e até mexem com o “ego” do comprador. Qual a diferença? Marca? São três importantes e respeitadas marcas. Design? Gosto não se discute. O que os diferencia?</p>
<p>Quando uma marca não ouve seu consumidor, não sabe o que ele fala e perde um importante ativo de estratégia competitiva. Quando vemos projetos como Starbucks My Idea, Fiat Mio ou Tecnisa Ideias vemos marcas que já entendem, há tempos, o que é a internet hoje, que na minha opinião se baseia em conceitos muito simples: <strong>engajamento</strong>, <strong>relacionamento</strong>, <strong>conteúdo</strong> e <strong>presença digital</strong>, o que eu chamo dos quatro pilares do marketing digital. </p>
<p>Quando trabalhadas de forma equilibrada, as chances de sucesso são maiores.</p>
<p>Naturalmente, segundo a pesquisa, o brasileiro não se engaja com as marcas. Talvez, porque as marcas não o escutam, não o compreendem e não oferecem ele algo relevante. Mas após uma compra quase 90% pesquisam as marcas que já compraram &#8211; mais um ponto importante para que se trabalhe o conteúdo neste aspecto. Os consumidores têm a necessidade de afirmar se fizeram ou não uma boa compra. Estimulando este fator, há mais engajamento com as marcas. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/04/21/saber-estar-e-saber-ouvir-e-nao-apenas-estar-nas-redes-sociais/">Saber estar e saber ouvir. E não apenas estar (nas redes sociais)</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/09/17/redes-sociais-tambem-vendem-esqueca-o-roi/">Redes sociais também vendem. Esqueça o ROI</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/12/03/a-influencia-dos-smartphones-e-tablets-no-e-commerce-brasileiro/">A influência dos smartphones e tablets no e-commerce brasileiro</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Como transformei o Facebook em algo agradável</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/25/como-transformei-o-facebook-em-algo-agradavel/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/25/como-transformei-o-facebook-em-algo-agradavel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 22:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vladimir Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=35623</guid>
		<description><![CDATA[É difícil não usar o Facebook, mesmo quando o foco é trabalho ou estudos. Neste caso é melhor filtrar o que você recebe - mais na ideia de seguir quem é importante do que ter um milhão de amigos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo cancelei minha presença (ou existência) em quase todas as redes sociais por dois motivos principais:</p>
<ul>
<li> privacidade</li>
<li> excesso de conteúdo inútil</li>
</ul>
<p>Enquanto durou, adorei a experiência deste estado desconectado. Por outro lado, também vivi algumas situações bastante curiosas. Por exemplo, em poucos dias notei que muitas pessoas se comunicavam com mais eficiência e velocidade pelo Facebook do que por outros meios sociais-digitais que, na ocasião, eu passei a usar em substituição à rede social.</p>
<p>Como preciso lidar constantemente com relações humanas para me auxiliar no contato com outras pessoas e o LinkedIn está longe de cumprir este papel no Brasil, comecei a sentir os efeitos da ausência do Facebook até mesmo profissionalmente.</p>
<p>Em certa ocasião liguei pedindo ajuda a um amigo para conseguir o novo número de telefone ou e-mail de um antigo contato profissional comum e ouvir a expressão: <em>– Sim, eu tenho o contato dele. Procure lá no meu Facebook</em>. Quando eu disse que não tinha mais Facebook o espanto foi enorme.</p>
<p>Mas o mais impressionante foi a quase completa ausência dos meus amigos e contatos em outras ferramentas de comunicação. Notei – ao menos no meu meio – que nem mesmo o WhatsApp é tão popular quanto o Facebook (Messenger).</p>
<p>Vinha, entretanto, resistindo bravamente até que fui informado que os embaixadores do Evernote compartilham um grupo para troca de conhecimentos e informações. Adivinhe onde? Sim, é claro! Facebook! Minha participação não era obrigatória, mas não queria perder esta oportunidade de poder conviver com pessoas tão profundamente ligadas à cultura do Evernote. Foi, portanto, a gota d’água. Voltei!</p>
<p>Voltei e percebi de imediato toda chateação que havia deixado para trás quando abandonei a rede. Há muita coisa interessante, mas há, em paralelo, coisas extremamente desagradáveis. Por exemplo, a enorme quantidade de “<em>spam</em> autorizado” vindo dos nossos próprios “amigos”!</p>
<p>Eu precisava resolver isso e coloquei-me a pensar nas coisas que eu mais gostava no Facebook. A número um era (e ainda é) o <a href="https://www.facebook.com/groups/iTechHoje" rel="externo">Grupo do iTech Hoje</a>. As pessoas se respeitam e se ajudam o tempo todo por lá. É um ambiente extremamente agradável e útil.</p>
<p>Comecei também a pensar sobre outras redes e notei que o que me atraia no Twitter era pode “seguir conteúdos” interessantes e também disseminar rapidamente o que eu aprendi e o que sei e que pode, por ventura, ser útil para alguém.</p>
<p>Por fim, lembrei do LinkedIn, que é a rede que eu mais gosto. Infelizmente no Brasil parece não ter sido ainda compreendida por muita gente. O bom da rede é que as pessoas publicarem lá com mais moderação e normalmente os assuntos são mais sérios. Além disso, serviços como o <a href="http://www.linkedin.com/today" rel="externo">LinkedIn Today</a> são um <em>show</em> à parte. Você escolhe áreas (temas) e tem acesso diariamente matérias sobre o assunto.</p>
<p>Meu objetivo, portanto, passou a ser juntar no Facebook essas características que me agradavam, uma vez que a rede permite um elevado nível de configuração. Funcionou tão bem que repliquei o modelo no Google+.</p>
<h2>Amigos e seguidores</h2>
<p>A primeira coisa que eu fiz foi parar de seguir tudo e todos. Isso é algo desumano e inútil. Apenas causa frustração diária. Entenda, deixar de seguir alguém não significa que você não gosta mais daquela pessoa. Já o fato de seguir, significa que o assunto que ela compartilha deveria te interessar.</p>
<p>Cabe, entretanto, uma explicação. Seguir e ser amigo são coisas completamente independentes. Hoje “sou amigo” de 282 pessoas e sigo apenas o conteúdo de 10 a 15 amigos (de Facebook) e pessoas/instituições (não amigas). Para fazer isso, basta entrar no perfil da pessoa e escolher não mais mostrar seu conteúdo no seu <em>feed</em> de notícias. Será um trabalho enorme no primeiro momento, mas posteriormente você colherá os frutos.</p>
<p>E qual foi meu critério? Entrei em página por página e passei os olhos nas últimas publicações de cada um. Se aquilo me interessava e ia além de <em>gifs</em> com frases de efeito misteriosamente sempre atribuídas a Einstein e Gandhi, eu mantinha o conteúdo da pessoa no meu <em>feed</em>. Caso não me interessasse, eu excluía a visualização. Mantive apenas três fontes de conteúdo da mídia: The Economist, Exame e Correio Braziliense. As duas primeiras por guardarem relação com minha área de interesse e o jornal por tratar de assuntos da cidade na qual eu moro. O resto do conteúdo de jornais e revistas leio utilizando a dupla Flipboard e Twitter (<a href="http://itechhoje.com.br/2013/04/ith-42-rss-e-o-fim-do-google-reader" rel="externo">mais neste episódio do podcast</a>).</p>
<p>O próximo passo foi organizar a própria casa. Apaguei todas as minhas publicações que surgiram no embalo de inutilidades que eu lia e replicava. E passei a (re)compor minha <em>timeline</em> com conteúdo interessante para as pessoas que por ventura estivessem me lendo.</p>
<p>Escolhi os assuntos que mais me interessam – Tecnologia e Viagens – e <a href="https://www.facebook.com/vladcampos" rel="externo">abri meu Facebook para assinaturas</a>. O que isso quer dizer? Significa que você que lê este texto pode agora também ler rigorosamente tudo que eu publico pois não há mais nada pessoal (particular) no meu Facebook.</p>
<p>Para tal, basta entrar na minha página e clicar no botão assinar. Ou seja, passei a tratar o Facebook como uma espécie de blog no qual quero compartilhar conhecimento e conteúdo com os meus seguidores. Note que eu não estou usando a palavra “amigos”! Quero dar foco ao processo de seguir e ser seguido como no Twitter.</p>
<p>O “seguir” é algo que, aliás, o Facebook sabiamente copiou do Twitter, mas que alguns não usam ou nem sabem que existe. De minha parte, eu sigo também algumas pessoas. Ou seja, não preciso mais ficar amigo do meu ídolo ou daquela pessoa que publica coisas interessantes. Basta segui-la no Facebook.</p>
<p>Quando e se <a href="https://www.facebook.com/vladcampos" rel="externo">você começar a me seguir</a>, notará que venho povoando o passado da minha <em>timeline</em> gradativamente e esse conteúdo aparecerá também no seu <em>feed</em> de notícias presente, mesmo que tenha ocorrido no passado. Isso tem acontecido especialmente com as dicas de viagem que tenho publicado com pequenos conjuntos de fotos.</p>
<h2>Restringindo e simplificando</h2>
<p>No passado, quando eu ainda publicava assuntos filtrados entre pessoais e públicos no meu Facebook, decidi também criar uma página para o meu primeiro <em>podcast</em> para abrigar os meus ouvintes. Com meu regresso ao Facebook e minha nova política de usar a rede como um “mini-blog”, a página do <em>podcast</em> perdeu o sentido. Fechei a página recentemente e deixo aqui o convite para todos os seguidores que desejam continuar acompanhando o que eu publicava lá. Assine minha página, pois migrei aquela atividade para o meu perfil pessoal.</p>
<h2>Revisão constante</h2>
<p>As pessoas e seus interesses mudam e pode ser que algum amigo seu passe a publicar de forma que te agrade. O contrário também pode ocorrer. Portanto, eventualmente entre nas páginas de amigos que deixou de seguir e veja se há algum assunto que lhe interesse. E se estiver desinteressante no seu <em>feed</em>, pare de seguir.</p>
<h2>Resumindo</h2>
<p>Deixar de seguir alguém não significa o fim da sua amizade real ou virtual. Significa apenas que você não tem tempo ou interesse por aquilo que ele publica. Se hoje você está infeliz com o conteúdo da sua rede social, eu te garanto que você transformará seu Facebook num lugar muito mais agradável quando começar a ler somente o que te interessa. Notará rapidamente que seu <em>feed</em> não “cuspirá” dezenas de novidades por minuto e você terá tempo para se dedicar a esse ou aquele assunto que um de seus seguidos publicou. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/31/linkedin-use-com-moderacao/">LinkedIn: use com moderação</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/12/22/evernote/">Evernote</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/09/organize-melhor-o-seu-perfil-profissional-no-linkedin/">Organize melhor o seu perfil profissional no LinkedIn</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/11/trabalhe-a-sua-presenca-no-linkedin-e-melhore-os-resultados/">Trabalhe a sua presença no LinkedIn e melhore os resultados</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/05/19/ser-minimalista/">Ser minimalista</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/25/como-transformei-o-facebook-em-algo-agradavel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vale a pena ter perfis em várias redes sociais?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/23/vale-a-pena-ter-perfis-em-varias-redes-sociais/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/23/vale-a-pena-ter-perfis-em-varias-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 16:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia Canarim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Google Plus]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=35582</guid>
		<description><![CDATA[Antes de criar uma conta, saiba: não basta apenas estar em uma rede social, é preciso interagir com qualidade e oferecer conteúdos relevantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Devo ter uma conta no Facebook?” “E o Twitter, vai acabar?” “Google+, o que é isso?” “LinkedIn…?” Essas são algumas perguntas que tenho ouvido de clientes ao me questionarem sobre a importância ou necessidade de ter um perfil nas mídias sociais.</p>
<p>A primeira orientação que dou é: não há necessidade de estar presente em todas as redes sociais e sim verificar qual a mais adequada para seu negócio e trabalhar essas mídias com produção de conteúdo coerente com público e perfil da rede. Sim, com produção de conteúdo regular. Isso, porque se for para alimentar seu perfil uma vez por mês, talvez seja mais adequado e honesto com seu público nem ter o perfil. Cria uma perspectiva que não é atendida.</p>
<p>Outra orientação é quanto ao modismo. Já teve a época do Orkut, depois veio o Twitter e a bola da vez é o Facebook. Não é para menos, afinal, o site de Mark Zuckerberg tem um bilhão de pessoas cadastradas. Ok, está todo mundo no Facebook, mas será que vão curtir sua página?</p>
<p>Outra questão a ser levada em consideração é o objetivo da presença digital. Esses objetivos podem ser:</p>
<ul>
<li>Comercial;</li>
<li>Marketing;</li>
<li>Vendas;</li>
<li>Relacionamento;</li>
<li>Responsabilidade social;</li>
<li>Sustentabilidade;</li>
<li>Fortalecimento de marca, etc.</li>
</ul>
<p>Seja qual for, é necessário o acompanhamento para atingir suas metas, e lembrar que toda empresa tem objetivos comerciais e que estes não podem ser prejudicados em função de sua presença digital. Acrescento essa questão, pois pode ser que um mal atendimento ou uma comunicação inadequada nas redes sociais atrapalhem diretamente o processo de vendas da empresa.</p>
<p>Antes de escolher sua mídia social tente responder essas perguntas:</p>
<ul>
<li>Por que estar presente numa mídia social?</li>
<li>Será que meu público está disposto a curtir ou seguir meu conteúdo?</li>
<li>Em qual mídia social devo trabalhar?</li>
<li>Qual conteúdo devo compartilhar?</li>
<li>Vou trabalhar apenas textos e imagens, ou tenho condições de produzir vídeos e infográficos?</li>
<li>Qual regularidade de postagem devo ter?</li>
<li>Será que vou dar conta de produzir conteúdo para meu perfil, além de tudo que eu faço?</li>
<li>Eu tenho um nome forte na minha área de atuação, vale a pena trabalhar meu perfil ou somente o da empresa?</li>
<li>Qual tipo de interação vou ter com meus seguidores?</li>
<li>Estou preparado para críticas?</li>
</ul>
<p>O que proponho é que você faça uso das mídias sociais de forma produtiva e eficiente para obter resultados efetivos. Ou seja, planeje-se! Busque informações e amplifique sua capacidade de divulgação da empresa através das mídias sociais. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/04/21/saber-estar-e-saber-ouvir-e-nao-apenas-estar-nas-redes-sociais/">Saber estar e saber ouvir. E não apenas estar (nas redes sociais)</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/29/chegou-a-hora-do-google-plus-fazer-parte-da-sua-estrategia/">Chegou a hora do Google Plus fazer parte da sua estratégia</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/04/02/os-sete-anos-do-twitter-a-maturacao-da-internet/">Os sete anos do Twitter e a maturação da internet</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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<ul>
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</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/23/vale-a-pena-ter-perfis-em-varias-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Saber estar e saber ouvir. E não apenas estar (nas redes sociais)</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/21/saber-estar-e-saber-ouvir-e-nao-apenas-estar-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 17:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[fan page]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=35518</guid>
		<description><![CDATA[As pessoas apreciam as marcas pelo que produzem, e não pelo que dizem.  Pode parecer evidente, mas este é um dos equívocos mais frequentes no mundo corporativo. Falar apenas, sem escutar nada, não é relacionamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poucas empresas tem atuado de forma assertiva nas redes sociais quando o assunto é relacionamento.  As marcas precisam entender que elas falam &#8211; mas quando o consumidor responde, elas têm que ouvir. Isso é se relacionar. O ponto principal é esse quando falamos de comunicação corporativa nas redes sociais. Grandes varejistas como Magazine Luiza e Ponto Frio adotam essa política, mas há muitas fanpages institucionais onde o consumidor fala e ninguém responde.</p>
<p>Um dos equívocos mais frequentes cometidos no mundo corporativo é esquecer que as pessoas se encantam pela marca pelo o que ela produz, e não pelo o que ela diz.  Não ouvir aquilo que o consumidor quer é não levar a ele algo relevante e apaixonante, que o faça pelo menos compartilhar o conteúdo. Devemos ser o mais relevantes e exclusivos quanto possível.</p>
<p>Diante de tanta oferta de informação na internet, capturar a atenção das pessoas pode ser uma tarefa bastante difícil. Algumas dicas implicam em dar ‘voz’ ao seu público nas suas páginas. Fazer com que ele participe de premiações, da concepção de novos produtos, que interaja e se sinta importante para a marca.  É preciso também ter bastante atenção às mensagens postadas, pois elas têm que expressar a real filosofia da empresa.  </p>
<p>Acima de tudo, humanize e personifique sua marca na internet. Faça com que ela seja reconhecida através de um conteúdo feito ‘sob medida’ para o seu público-alvo, antenado com a sua demanda. Lembre-se: informação e conhecimento agregam valor às pessoas e se traduzem em engajamento.</p>
<p>As mídias sociais são fundamentais para as empresas, pois não participar delas é deixar de saber o que as pessoas falam da marca. Pode significar perder negócios, vendas, trocas e pesquisas. É não saber como o consumidor quer interagir com a marca. A grande maioria das marcas, e o próprio Sebrae diz isso em pesquisa, simplesmente tem uma fanpage.  Mas não é simplesmente ‘estar’, é preciso ‘saber estar’. Hoje o profissional de marketing digital tem que ser atento e dinâmico, estar a par de tudo e pesquisar muito. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p>Felipe Morais atua como gestor do módulo de mídias display do <a href="http://digitalks.com.br/curso-midias-sociais/" target="_blank">curso de Marketing Digital do Digitalks</a> e considera o Digitalks uma das melhores escolas do mercado: &#8220;Ensina os caminhos e quem for atrás vai ter sucesso!&#8221;</p>
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<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/09/17/redes-sociais-tambem-vendem-esqueca-o-roi/">Redes sociais também vendem. Esqueça o ROI</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/12/03/a-influencia-dos-smartphones-e-tablets-no-e-commerce-brasileiro/">A influência dos smartphones e tablets no e-commerce brasileiro</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/15/desenvolver-aplicativos-mobile-pode-trazer-boa-lucratividade/">Desenvolver aplicativos mobile pode trazer boa lucratividade</a></li>
</ul>
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]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/21/saber-estar-e-saber-ouvir-e-nao-apenas-estar-nas-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>O Facebook do século 16</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/12/o-facebook-do-seculo-16/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/12/o-facebook-do-seculo-16/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 23:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=35323</guid>
		<description><![CDATA[Acadêmicos italianos usaram conceito semelhante, de 1525 a 1700.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada compartilhei alguns comentários com uma jornalista interessada em apurar uma notícia sobre a existência de um <a href="http://phys.org/news/2013-01-facebook-concept-16th-century-scholars.html" rel="externo">sistema parecido com o do Facebook utilizado no século 16</a>. Como a maior parte desses comentários acaba não sendo aproveitado, aqui está a versão integral. (A versão que saiu impressa está em PDF e não encontrei o link para a página na Web.)</p>
<p>Foi a partir dessa &#8220;conversa&#8221; que escrevi o post anterior sobre o que a <a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/03/21/a-internet-vista-pela-antropologia/">antropologia tem a dizer sobre a internet</a>. Agora segue a conversa:</p>
<p><strong>- Você concorda com a comparação feita pela Royal Holloway University? Há semelhanças entre o Facebook  e os grupos de relacionamento estabelecidos há muitos anos?</strong></p>
<p>- A gente relaciona internet com novidade, modernidade, futuro; mas a internet na verdade é apenas mais uma demonstração da vontade que a gente tem de estar com outras pessoas e de conversar. A gente associa a internet com modernidade e futuro porque até recentemente o computador e a conexão para se usar a internet eram coisas caras e difíceis de se ter; nem todo mundo entendia o valor, então, a gente associou a internet aos nerds, aos geeks, essas pessoas que vivem no futuro. </p>
<p>Mas mais recentemente o computador e a internet vem se integrando à mobília das casas; é mais um elemento para comunicação. O motivo da curiosidade da notícia está em ela mostrar como a internet, na verdade, não tem a ver com futuro, ela mostra só como a gente adora conversar. Então, respondendo diretamente à sua pergunta, sim, há semelhanças entre esse sistema de comunicação dos acadêmicos antigos e o Facebook, da mesma maneira como há semelhança entre chats e conversas de bar, entre SMS (mensagens de texto por celular) e telegramas. </p>
<p>A ideia de &#8220;rede social&#8221; não foi inventada por programadores junto com a internet; rede social, para as ciências sociais, é a rede de relacionamentos que qualquer pessoa tem. Esse termo existe nas ciências sociais há mais de um século. A internet apenas tornou isso mais explícito porque a gente pode &#8220;ver&#8221; o nosso perfil e &#8220;ver&#8221; as ligações com os nossos amigos.</p>
<p><strong>- O Facebook é tratado muitas vezes como uma grande revolução que mudou a forma com que as pessoas se relacionam umas com as outras. Mas o método é mesmo tão diferente, ou ele apenas se aproveita da internet para &#8220;formalizar&#8221; os costumes que já tínhamos há séculos, quando se tratava se conversar ou observar pessoas?</strong></p>
<p>- É isso: acho que muita gente vai concordar que o Facebook se parece muito com a vida em tribos indígenas. Antes do Face e antes de todo mundo ter entrado na internet, era muito mais fácil ter a vida da gente compartimentada: os amigos da faculdade, os amigos do trabalho, os amigos do clube, a família, etc. A gente sabia gerir esses relacionamentos e tinha controle sobre como a gente se apresentava enquanto estivesse em contato com cada um desses grupos. </p>
<p>Agora, de repente, todos esses grupos estão &#8220;perigosamente&#8221; juntos uns dos outros; o que você fala no Face (ou o que falam de você), o que você publica ou publicam sobre você fica exposto para outras pessoas verem. </p>
<p>Se colocam uma foto comprometedora sua, a sua mãe pode ficar sabendo, ou os seus colegas do trabalho e eventualmente o seu chefe. O Face traz essa experiência de cidade do interior em que as pessoas veem umas às outras, ficam sabendo da vida umas das outras; é daí que vem a sensação de perda de privacidade. Então, sim, um jeito interessante de se rever o Facebook e as redes sociais em geral é pensando em quanto elas estão nos levando de volta a um tipo de sociabilidade anterior à que a gente se acostumou a viver até recentemente; ele pode estar tornando a gente mais &#8220;tribal&#8221;, mas não &#8220;tribal&#8221; no sentido de gueto ou grupo separado e sim no sentido de ter todas as pessoas que fazem parte da minha vida existindo no mesmo ambiente.</p>
<p><strong>- Você consegue ver uma relação entre os métodos que eles usavam e as ferramentas existentes hoje na internet? Algo como acadêmicos = membros de uma comunidade ou atividades = jogos online ou yearbooks = timeline? Os métodos mudaram ao longo dos anos, ou eles apenas ganharam nomes novos ao longo dos anos? Há coisas que se fazia na época e que não se faz hoje, e vice-versa?</strong></p>
<p>- A relação entre a internet e esse mundo acadêmico, da ciência da informação, não está apenas aí. Veja o Google: a ideia que diferenciou a busca do Google é a mesma usada na biblioteconomia para dar reputaçao a publicaçoes acadêmicas. A pagina que aparece em destaque na pesquisa do Google é aquela que tem mais links apontando para ela; se mais pessoas &#8220;citam&#8221; (linkam) para uma página, ela ganha pontos e sobe na lista do Google. </p>
<p>O mesmo acontece com artigos acadêmicos: o intelectual e sua produção são avaliados pelo número de publicações em revistas científicas e pelo impacto dessas publicações, ou seja, no numero de citações feitas em publicações futuras para os artigos dessa pessoa. Não existe um inventor para a internet &#8211; houve inventores para determinados elementos da internet &#8211; porque ela &#8220;aconteceu&#8221;; era um projeto do Departamento de Defesa dos EUA para computadores trocarem dados entre si até o momento em que um engenheiro, extraoficialmente, instalou um programinha de e-mail. Em menos de dois anos, 3/4 do fluxo de dados era constituído por mensagens enviadas. Ninguém inventou a internet, como ninguém inventou uma língua ou uma cultura: isso é consequência do nosso desejo de comunicação e das maneiras que a gente encontra para fazer isso.</p>
<p><strong>- Você consegue imaginar esses acadêmicos usando o Facebook hoje, um ambiente tomado por vídeos do YouTube, depoimentos emocionais e memes? O Facebook é uma ferramenta que poderia ter os mesmos &#8220;poderes&#8221; das academias, para a disseminação do conhecimento e colaboração científica?</strong></p>
<p>- Não preciso imaginar. Sou pesquisador e participo de vários grupos relacionados a pesquisa via Facebook. A questão é olhar para o Facebook não como se ele fosse igual para todo mundo, mas como se ele fosse uma espécie de casa e bairro. Você mora em um bairro (rede de amigos) e decora a sua casa (perfil, timeline) com as coisas que você quer. A estrutura é criada a partir da motivação. Conheço vários acadêmicos importantes que se comunicam intensamente via Facebook. </p>
<p>Da mesma maneira como a internet já não é um playground de nerds e geeks, as redes sociais já não são o pátio da escola de adolescentes. Todo mundo está la dentro, de pobres a milionários, de funcionários públicos a empresários, de crianças a pessoas de todas as idades. E cada um constrói a sua internet a partir dos valores e do entendimento que tem sobre o mundo e sobre a ferramenta. Além disso, existem redes sociais para utilização para fins específicos. Uma das mais famosas para fins científicos é a <a href="http://academia.edu/" rel="externo">Academia.edu</a>.</p>
<p><strong>- Assim como as academias foram substituídas até chegarmos ao Facebook, você prevê outro tipo de rede social conquistando o público em breve? Como ela seria?</strong></p>
<p>- Acho que a academia não substituiu o Facebook. A academia é um tipo de ambiente social, com uma determinada finalidade, onde as pessoas trabalham em seus projetos, mas também se divertem, brincam, fazem piada. O mesmo pode ser dito sobre o ambiente das redações dos jornais. Já trabalhei como jornalista e sei que as redações, além de serem um espaço de trabalho, também são ambientes divertidos e ricos em trocas de ideias e humor. Meu ponto é que não dá para comparar Facebook com Academia porque são elementos de categorias diferentes. Dá para comparar o Face com espaços sociais como um bairro ou um condomínio; são espaços neutros até que as pessoas que moram neles criam os significados do espaço a partir da convivência que elas têm entre si.</p>
<p><strong>- Na sua opinião, as pessoas têm essa necessidade de criar meios que facilitem a interação social? Por quê?</strong></p>
<p>- Porque se não a vida seria muito silenciosa e solitária <img src='http://webinsider.uol.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  <strong>[Webinsider]</strong></p>
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<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/03/21/a-internet-vista-pela-antropologia/">A internet vista pela antropologia</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/08/quem-inventou-a-internet/">Quem inventou a internet?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/22/como-melhorar-um-pdf-e-transforma-lo-em-e-book/">Como melhorar um PDF e transformá-lo em e-book</a></li>
</ul>
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</ul>
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