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	<title>Webinsider &#187; Design</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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		<title>Webinsider</title>
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	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Webinsider</itunes:author>
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		<item>
		<title>APADi lança guia de conduta para agências digitais associadas</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/12/15/apadi-lanca-guia-de-conduta-para-agencias-digitais-associadas/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Dec 2012 11:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Webinsider</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[agências]]></category>
		<category><![CDATA[agências de publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

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		<description><![CDATA[O guia, com download gratuito, engloba termos de postura e ética profissional por parte das agências, servindo de referência para profissionais e estudantes da área.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.apadi.com.br/uploads/2012/12/manual_conduta_apadiv3.pdf"><img class="aligncenter size-full wp-image-33444" title="Download do Manual de conduta da APADi" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/12/manual_conduta_apadiv3-1.jpg" alt="" width="600" height="426" /></a></p>
<p>A <a href="http://www.apadi.com.br/" rel="externo">Associação Paulista das Agências Digitais (APADi)</a> está lançando o Guia de Conduta para as Agências Digitais Associadas, que inclui as melhores práticas de acordo com a entidade em termos de postura e ética profissional por parte das agências. O Guia, que também pode servir de referência para profissionais e estudantes da área, assim como os outros manuais e guias da entidade, será gratuito na versão digital e está disponível para download no endereço: <a href="http://www.apadi.com.br/uploads/2012/12/manual_conduta_apadiv3.pdf" rel="externo">www.apadi.com.br/uploads/2012/12/manual_conduta_apadiv3.pdf</a>  .</p>
<p>No Guia de Conduta APADi são abordados temas tais como princípios e valores  e políticas de conduta com relação à concorrência, aos clientes, aos funcionários/colaboradores e aos fornecedores.</p>
<p>&#8220;Há anos que ética e boa conduta são atitudes esperadas de uma empresa profissional, seja ela uma agência ou indústria ou qualquer outro segmento. No entanto, como o mercado digital é muito novo, faltam referências. Por isso, decidimos criar um conteúdo para orientar tanto os profissionais do mercado que estão iniciando, quanto estudantes do meio&#8221;, declara o presidente da entidade Cláudio Coelho, CEO da Nocaute.</p>
<p><strong>Sobre a APADi </strong></p>
<p>Fundada em 2005, a APADi é uma entidade sem fins lucrativos que tem a missão de representar os interesses das Agências Digitais Paulistas e trabalhar pelo desenvolvimento, normatização, consolidação, aculturamento e profissionalização do mercado corporativo de comunicação digital. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/19/algumas-causas-para-as-dificuldades-das-agencias-digitais-brasileiras/">Causas para as dificuldades das agências digitais brasileiras</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/08/13/agencias-digitais-sao-catequizadores-importantes/">Agências digitais são catequizadores importantes</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/11/20/as-agencias-de-publicidade-e-os-criativos-de-hoje/">As agências de publicidade e os criativos de hoje</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Design thinking é essencial para a evolução das aplicações</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/12/03/design-thinking-e-essencial-para-a-evolucao-das-aplicacoes/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/12/03/design-thinking-e-essencial-para-a-evolucao-das-aplicacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 10:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piero Bitencourt Contezini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade, AI, UX]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>

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		<description><![CDATA[Não basta projetar produtos e softwares com diversas funcionalidades interessantes. É preciso também proporcionar facilidade de acesso e boas experiências de uso. É pensar mais no ser humano do outro lado da tela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho estudado a evolução dos serviços da Informant para melhora contínua de nosso portfólio. E, uma das demandas dos clientes identificada com clareza nos últimos anos engloba a conversão do nosso negócio para um modelo &#8220;one-stop-shop&#8221;, em que as empresas interessadas em nos contratar não necessitam, necessariamente, contratar também outras entidades ou serviços adicionais.</p>
<p>Assim, há aproximadamente dois anos, começamos a estudar o Design de Interação como uma saída para as necessidades de cada cliente, quanto à construção de interfaces agradáveis, e com o conhecimento adquirido, mapeamos este novo papel dentro da empresa. O interessante sobre o Design de Interação é a mudança na forma como a concepção e a evolução de aplicações é construída, tirando da mão da engenharia a árdua tarefa de conceber interfaces funcionais, afinal, quem já desenvolveu softwares em algum momento da vida, presenciou a criação de aplicações ricas em funcionalidade, porém impossíveis de serem utilizadas.</p>
<p>A criação de experiências agradáveis de uso tornou-se fator chave para o sucesso referente à migração das aplicações do desktop para a nuvem. Desta forma, o valor entregue em UX (User Experience) é tão equivalente quanto às regras de negócio, em determinados modelos. Ao entender a questão do Design de Interação como a ciência que estuda o usuário como o centro da interação, também identificamos a necessidade de expandir o conhecimento da empresa, identificado como Design Thinking, uma palavra nova que aparentemente representa a mesma coisa, mas merece diferenciação.</p>
<p><strong>No Design Thinking, a solução do problema vai muito além do produto, entrando em questões sociais e econômicas, antes atribuídas a área de negócios da instituição.</strong></p>
<p>Como na administração clássica, uma empresa seguia um plano de negócios quase fixo, desenvolvido para ser executado em anos e a necessidade do feedback sobre alterações no produto dava margem a uma separação entre a área de negócio e o desenvolvimento de produto. Na era das startups e adotando o método <em>lean</em>, um plano de negócios clássico se tornou tão sem sentido quanto mortal, assim como a ausência do foco em design no processo central de negócio também pode ser considerada ainda mais fatal.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/12/foto_contezini.png"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/12/foto_contezini.png" alt="" title="Don Norman e Contezini" width="326" height="244" class="alignleft size-full wp-image-33155" /></a>Colaborando com a evolução desta linha de pensamento, tive a oportunidade de acompanhar o Interaction South America 2012, um evento internacional sediado em São Paulo, voltado para o Design de Interação, onde pude entender um pouco mais sobre o papel da prototipação e interação até mesmo no Service Design. Depois de ouvir todas as palestras, consegui conversar com Don Norman, autor de &#8220;The Design of Everyday Things&#8221;, e ex-vice-presidente de tecnologia da Apple, tido como o criador do Design de Interação. A foto que ilustra este material mostra um simpático senhor, em uma conversa superinteressante sobre Steve Jobs e um pedido sem jeito de foto, durante a balada do evento, comprovando que não existe limite para a criatividade e diversão.</p>
<p>Com tantos termos novos para problemas antigos, temos a plena consciência de que a evolução das aplicações nos próximos anos será baseada no Design de Interação e suas vertentes, tanto para facilitar a rápida entrega de valor ao cliente, quanto para melhorar funções da tecnologia já existente ao nosso redor.  Afinal de contas, quem não gostaria de ter um micro-ondas capaz de mandar mensagens pela rede sem fio e avisar quando a comida estiver pronta? Há pouquíssimos anos isso não faria nenhum sentido. Hoje, com nossos smartphones e TVs, alguém precisa pensar em conectá-las adequadamente e criar funções inovadoras para gerar valor aos produtos e serviços que já dispomos em nossas casas.</p>
<p>Essa visão é algo que entendemos como a evolução das aplicações e do mundo que queremos ajudar a construir. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/08/09/design-thinking-vem-da-ergonomia/">Design Thinking vem da Ergonomia</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/15/design-de-experiencia-do-cliente-va-muito-alem-do-produto/">Design de experiência do cliente: vá muito além do produto</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/12/20/a-experiencia-do-design-centrado-no-usuario/">A experiência do design centrado no usuário</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Design dos sites hoje tem menos curvas e mais retas</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/22/design-dos-sites-hoje-tem-menos-curvas-e-mais-retas/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 16:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Moulin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[interfaces]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A integração de sistemas e a programação dos sites evoluiu: os layouts estão mais flexíveis para suportar este dinamismo e facilitar a apresentação dos dados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/websites-em-2012-250x250.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/websites-em-2012-250x250.jpg" alt="" title="websites-em-2012-250x250" width="250" height="250" class="aligncenter size-full wp-image-32806" /></a>Trabalhando há 12 anos com design para web dá para perceber como as interfaces mudaram. E mudaram para a mesma coisa &#8211; parece estranho dizer isso, mas é o que vejo principalmente em sites internacionais. E, claro, a internet está mais bonita visualmente, clean e fácil de navegar.</p>
<p>Por que mudou para a mesma coisa? </p>
<p>O design passou por diversas transformações; antes tínhamos uma internet mais “quadrada”, com elementos retos, caixas e mais caixas, sombreados e tentativas frustradas de mudar a tipografia utilizando imagens. </p>
<p>Os designers mudaram e a tendência foi ter uma web mais “redonda”.</p>
<p>No fim da década de 90 e até uns três anos atrás, tudo deveria ter curvas. As bordas deveriam ser arredondadas, o que gerava bastante esforço do profissional para fazer com que isso fosse o mais dinâmico possível. A tipografia deveria ser Arial, porque criar texto em imagens não é favorável tanto para acessibilidade quanto para os buscadores. Sombras nem pensar. Bem resumindo, curvas chamavam atenção e eram o que deixava o layout elegante e moderno.</p>
<h2>Menos curvas</h2>
<p>Mas agora em 2012 tudo mudou, afinal o Google mudou e a Microsoft também. Bom, estou falando deste ano, mas essa evolução já começou um tempo atrás. Retornando ao começo deste artigo, mudamos para o que já era, tudo começou a ficar “quadrado” novamente.</p>
<p>As linhas são retas as caixas não são mais arredondadas. Veja os botões do Google e do novo Windows 8. O Facebook também não está atrás, assim como portais de notícias, provedores de hospedagem que reformularam os sites e empresas que buscam melhorar a experiência do usuário. </p>
<p>Características que agora mostram modernidade; hoje sombras são usadas em larga escala e temos a tecnologia para mudar as tipografia sem prejudicar a acessibilidade e a relevância das palavras para os buscadores. Ou seja, voltamos a um passado do design com sofisticação e acerto. Estranho dizer isso, mas agora temos elementos provenientes de décadas anteriores, mas com um toque mais refinado.</p>
<p>Os traços da arte concretista estão em destaque em 2012 na web, talvez porque a nova geração exija mais transparência e exatidão, porque estamos mais “preguiçosos” e o design deve ser mais racional e transmitir mais facilidade. </p>
<p>Mas também não é só isso: o nível de integração de sistemas e a programação dos sites evoluiu, fazendo com que os layouts passassem a ser mais flexíveis para poder suportar todo o dinamismo que esses sistemas oferecem. E um layout geométrico facilita a apresentação dos dados tendo um poder para expansão simplificado.</p>
<p>A tendência segue mundialmente. Quando entramos em sites que fazem concursos de “O Site do Dia”,  estrangeiros ou nacionais, encontramos o mesmo estilo geométrico e visual na maioria deles. Não estou dizendo que o arrendondado sumiu de vez, mas as curvas abstratas cada dia abrem mais espaço para o concreto, eficiente e sofisticado. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/10/design-com-conceito-e-o-que-traz-valor-e-transmite/<br />
">Design com conceito é o que traz valor e transmite</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/09/14/use-bem-a-prototipacao-e-evite-o-retrabalho/">Use bem a prototipação e evite o retrabalho</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/08/21/por-que-padronizar-as-interacoes-visuais-nas-interfaces/">Por que padronizar interações visuais nas interfaces</a></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Arte retalhada: filmes e quadros se tornam Frankensteins</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/09/06/arte-retalhada-filmes-e-quadros-se-tornam-frankensteins/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/09/06/arte-retalhada-filmes-e-quadros-se-tornam-frankensteins/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2012 11:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo La Carretta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[artes gráficas]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[restauração de filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Como a intervenção de uma ingênua senhora na pintura Ecce Homo causou tanta polêmica entre os milhões de novos “experts” em arte. Veja um paralelo com as mídias audiovisuais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/09/eccehomo.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/09/eccehomo.jpg" alt="" title="ecce homo desfigurado" width="600" height="314" class="aligncenter size-full wp-image-30929" /></a><br />
Interessante a repercussão negativa sobre a obra de arte (Ecce Homo) “restaurada” pela senhora espanhola Cecília Giménez. Mesmo alegando boa vontade, o ato dela foi digno de vandalismo e parece que quase todos concordaram nesta questão. Mais interessante ainda é notar como de repente o mundo tornou-se mais culto, e num passe de mágica todos entendem de arte a ponto de criticar severamente a atitude inocente da pobre idosa, incapaz talvez de entender a dimensão do seu estrago.</p>
<p>Pobre mesmo nesta história é a mídia audiovisual. Longe de ser considerada arte por este mundo, incompreendida, mas igualmente mutilada. Hoje temos um mar de mutilações fílmicas: cortam-se filmes para exibição numa sala de aula, para entrar em um videoclipe, para sair do seu contexto e entrar em uma festa de aniversário.</p>
<p>É bem verdade também a teoria da <em>experiência da reprodutibilidade</em>, principalmente neste campo audiovisual: nenhuma experiência é igual a de assistir o filme no seu contexto original e qualquer outra mídia ou conversão será sempre um pastiche do original e não o próprio. Assiste-se apenas a informação do que foi o vídeo original, mas sempre existe a falsa sensação de que se trata da mesma experiência, quando na verdade <em>não é</em>.</p>
<p>Talvez nunca devêssemos restaurar filmes. Afinal, seus sinais do tempo são como machucados: cicatrizes que contam histórias também e o testemunho de que aquele filme está vivo, viveu muito para nos contar sua história e não nega sua idade. Restaurá-lo pode soar muitas vezes como uma plástica mal feita, então uma imperfeição aqui ou ali às vezes lhe confere não só a idade, mas o respeito.</p>
<p>Obviamente estamos falando de pequenas imperfeições, pois o filme, sendo uma das mais efêmeras expressões do nosso século, tem quase sempre a prerrogativa de não ficar simplesmente velho e sim <em>desaparecer</em>.</p>
<p>No mercado doméstico então, é inevitável: películas carentes de projetores, Super8 com bordas cada vez mais escuras ameaçando cobrir todo o conteúdo, apagando sua memória para sempre; VHS que vão criando fungos e telas que exibem no lugar das cores originais outras roxas e amarelas, chuviscos insistindo em aparecer nos momentos mais importantes; fitas Mini-DV com seus blocos cor de rosa e sons inaudíveis, danificados irreversivelmente.</p>
<p><strong>Novos tempos, velhos modelos</strong><br />
Por outro lado, existe uma espécie de <em>ode</em> a estes riscos e chuviscos e entusiastas lotam as lojas de aplicativos e filtros virtuais para adquirir “efeitos de filme velho” a filmes que acabaram de criar. Talvez para lhes conferir nostalgia, um frescor que lhe ateste importância. Outros vão além através de técnicas como a LomoKino: filmando amadoramente em 35mm, revelam seus filmes e o telecinam, tentando reviver a experiência perdida de 1895. Tudo isso para instaurar velhas feridas a coisas novas.</p>
<p>Montagem de trechos de filmes, apropriá-los para si, transformar aquela cultuada série em um videoclipe. Tudo isso normalmente é tratado como simples cultura <em>fandom</em>. Faz parte da nova experiência coletiva, atestada principalmente pela anarquia da internet.</p>
<p><iframe width="600" height="338" src="http://www.youtube.com/embed/FPN0N_pt3NY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O videoclipe encomendado para o Bar Mitzvah do menino Nissim Ourfali, que saiu de sua festa e invadiu o YouTube é um exemplo disso. Sem o consentimento de seus “donos”, hoje este videoclipe dispõe de milhões de visualizações, transformou-se no novo “meme” da internet brasileira, recebeu compartilhamentos, mutilações e “homenagens” prestadas de todo o tipo.</p>
<p>E hoje o prosumer audiovisual não se contenta apenas em assistir, quer participar. E um destes prosumers criou em tempo recorde uma paródia deste clipe, usando vários trechos do seriado <em>Um maluco no pedaço</em> (<em>The Fresh Prince of Bel Air</em>, 1990). A série foi mutilada, suas cenas foras invertidas e completamente deslocadas do seu contexto apenas para atender um capricho engenhoso de Gabriel Xavier, que dispôs de horas para buscar as melhores imagens de várias temporadas exibidas, editou, colou e disponibilizou o vídeo no YouTube, recebendo quase de instantaneamente milhões de visualizações e ‘curtidas’ (sendo isto nosso melhor termômetro-contemporâneo-social).</p>
<p>No que difere esta intervenção do jovem Gabriel ao gesto da senhora Cecília? Talvez só o suporte. A vontade de fazer o bem foi idônea para ambos. E com certeza, tomamos por estes exemplos uma dimensão e critérios atualizados do que consideramos que deve ou não ser preservado. Pobre dos filmes. No dia em que não dispormos mais de <em>Um maluco no pedaço</em>, assim como já não temos à mão vários outros seriados e filmes, talvez reste unicamente o videoclipe de Nissim Ourfali para consolar nossa memória audiovisual.</p>
<p><iframe width="600" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/bKbk-w3-RZo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/08/08/cantando-na-chuva-finalmente-em-alta-definicao/">Cantando na Chuva finalmente em alta definição</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/07/08/filmes-antigos-para-download-legal-e-gratuito/">Filmes antigos para download legal e gratuito</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/04/05/software-e-arte-tecnica-e-base-para-criatividade/">Software é arte, técnica e base para criatividade</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Design Thinking vem da Ergonomia</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/09/design-thinking-vem-da-ergonomia/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/09/design-thinking-vem-da-ergonomia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 00:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Zilse</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=30133</guid>
		<description><![CDATA[É a essência do design centrado em pessoas e o embasamento teórico está na Ergonomia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Motivada por uma grande profusão de comentários por aí e de empresas que oferecem &#8220;design thinking&#8221; como mais um produto de sua prateleira, resolvi me pronunciar um pouco sobre o assunto.</p>
<p>Design thinking, pra quem não sabe, é, literalmente, o pensar do design levado para cadeiras ou profissionais de marketing, administração e gestão. Mas acabou se tornando uma &#8220;disciplina&#8221; e um processo ao passo que Tim Brown assim a lançou, com metodologia e tudo, em seu livro com este nome. Só que não há novidade quando se entende o processo.</p>
<p>Para quem leu o livro em português e não pescou ou em inglês e desconhece o termo, aqui vai uma explicação: &#8220;human factors&#8221; é um outro nome para a disciplina Ergonomia, principalmente assim chamada nos Estados Unidos. E &#8220;fatores humanos&#8221;, como foi traduzido aqui, não é apenas uma expressão no texto, mas uma referência a essa disciplina que estuda o comportamento humano durante a interação com um produto, serviço ou em dada circunstancia e situação.</p>
<p>Tudo se baseia em pesquisa e metodologias como <strong>Observação</strong> (em caixa alta porque é um dos métodos da Ergonomia), <strong>Entrevistas Estruturadas</strong>, <strong>Análise da Tarefa</strong>, <strong>Avaliação de Usabilidade</strong>, <strong>Cenários e Personas</strong>, etc. </p>
<p>O grande mérito do fundador da IDEO foi elevar esse pensar do design ao patamar da inovação sob a ótica da responsabilidade social &#8211; na saúde, principalmente. </p>
<p>Com a participação de pessoas num processo de criação conjunta (ou co-criação para usar os termos da moda), em uma simulação ou na real situação pesquisada, Tim Brown e sua equipe puderam perceber as reais necessidades das pessoas em dada situação, as circunstâncias envolvidas no momento, suas limitações ou percepções culturais (que levam a modelos mentais específicos) para então fazer a pergunta certa e chegar numa solução que provavelmente não era a do problema percebido mas de outro não percebido, este sim, de fato a causa de todo o desarranjo.</p>
<p>Apenas com esse pensar, afirmou ele e dissemina-se agora, é possível de fato inovar e não apenas aprimorar alguma coisa. Sim, porque olhar para o problema de forma obtusa só faz com que seja possível aparar as arestas. </p>
<p>Mas se temos a chance de observar e entender as pessoas envolvidas com o processo em todo um contexto e histórico que as levam a fazer alguma coisa daquela forma, bem como associar isso à analise de situações semelhantes mas não necessariamente afins, só assim teremos o poder de pensar em algo que realmente faça diferença.</p>
<p>Acho ótimo que esse termo tenha ganho tanto destaque e esteja tão em voga &#8211; afinal é a essência do design centrado em pessoas (ou ergodesign, como batizou minha gurua Anamaria de Moraes), forma como enxergo o meu trabalho. Só acho que deve-se referenciar a origem de tudo e o verdadeiro embasamento teórico: a Ergonomia.</p>
<p>Convido a leituras complementares a este post:</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/2003/01/10/usabilidade-nao-nasceu-ontem-e-tem-historia/" rel="externo">Usabilidade não nasceu ontem e tem história</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2003/01/29/modelo-mental-conheca-algumas-definicoes/" rel="externo">Modelo Mental: conheça algumas definições</a><br />
<a href="http://renatazilse.blogspot.com.br/2012/05/inovacao-radical.html" target="_blank">Inovação Radical</a><br />
<a href="http://renatazilse.blogspot.com.br/2012/03/ergonomia-fatores-humanos-e-divinos.html" rel="externo">Uma homenagem pessoal à Anamaria de Moraes: Ergonomia, Fatores Humanos e Divinos</a></p>
<p><object width="560" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UAinLaT42xY?version=3&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UAinLaT42xY?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.maisinterface.com.br/blog/maisquem/" rel="externo">Posicionamento da MaisInterface<br />
</a></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Minimalismo valoriza o essencial em um mundo de excessos</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/05/minimalismo-valoriza-o-essencial-em-um-mundo-de-excessos/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/05/minimalismo-valoriza-o-essencial-em-um-mundo-de-excessos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2012 01:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Corujeira Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[wireframe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=29351</guid>
		<description><![CDATA[Em um mundo com excesso de informações, ter um site “limpo” no visual e no código pode ser inteligente ao atrair usuários pelo conteúdo essencial, sem adornos. Você concorda?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos em um mundo em que o excesso é comum: excesso de trabalho, excesso de consumo, excesso em tudo. Mais pode parecer &#8220;melhor&#8221;, mas o desnecessário muitas vezes atrapalha o necessário. Por que não viver com o essencial, com o simples e atingir o objetivo com mais precisão, sem voltas, sem floreios?</p>
<p>O minimalismo surgiu nos Estados Unidos por volta de 1960 e tinha como objetivo fazer com que a arte (pinturas, esculturas etc.) pudesse usar formas e cores com foco no essencial.</p>
<p>Na web também vemos muitos excessos &#8211; muita propaganda, imagens em movimento, conteúdo comprimido, apertado e letras miúdas. Por que não fazer o usuário navegar em um caminho limpo e focado nas informações precisas que ele realmente procura? Devemos evitar que o usuário perca o foco em suas tarefas.</p>
<p>Segundo o <a href="http://sixrevisions.com/" rel="externo">Six Revisions</a>, quem projeta sites deve pensar em três palavras simples, mas de muito significado e força: <strong>assunto</strong>, <strong>usabilidade</strong> e <strong>equilíbrio</strong>.</p>
<p>Por esta ótica, devemos fazer com que o visitante fique focado nas informações que o site pretende transmitir, fazê-lo usar elementos e recursos que permitam a &#8220;facilidade&#8221; do uso das páginas. O equilíbrio de cores, tamanhos de fontes e posicionamento de imagens pode melhorar isso. </p>
<p>Sites minimalistas têm inúmeros benefícios &#8211; possuem menos código, imagens e textos distanciadas de forma adequada, em background simples que combina com o conteúdo. Um exemplo é o <a href="http://www.visualcraftsman.com/" rel="externo">Visual Craftman</a>, com visual clássico, detalhamento simples e cores suaves. Elementos gráficos contrastando com a cor de fundo, centralizados e boa usabilidade.</p>
<p>A tipografia pode ser uma aliada para se criar um site minimalista. São muitos tipos de fontes, cada uma com características específicas e que podem melhorar a aparência do que se quer transmitir.</p>
<p>Outro exemplo é o site do designer <a href="http://www.danielgray.com/" rel="externo">Daniel Gray</a>, com bom distanciamento dos elementos, fundo branco e figuras dessaturadas. Tipografia clássica com um bom distanciamento entre linhas, tamanho de fonte maior que o convencional, informação necessária com pouca rolagem. No link &#8220;About&#8221; ele resume quem é, o que faz e como ser contactado. </p>
<p>A web é usada por todas as idades e dispositivos. Sites simples, com fontes grandes, links coloridos, fotos e/ou vídeos que transmitam a informação rapidamente e um conteúdo de texto resumido podem fazer a diferença. </p>
<p>Além disso, uma área na página com conteúdos relacionados ou complementares também é importante. O usuário navega sem se cansar e fica mais tempo no site sabendo onde está. Links que permitam o usuário voltar para o seu ponto de partida e locais específicos melhoram a usabilidade. Não fique limitado ao modelo vertical ou horizontal da barra de navegação; se quiser fazer algo novo, seja simples e prático. </p>
<p>O usuário busca informação ou mesmo diversão. E não quer ficar confuso, portanto seja prático. Deixá-lo  navegando no seu site &#8220;perdido&#8221; entre as informações não é a forma mais coerente de mantê-lo.</p>
<p>As equipes que desenvolvem sites minimalistas têm no wireframe um desafio e um aliado para estruturar o conteúdo de cada página. A ferramenta marca o posicionamento de textos, imagens, navegação, links, formulários e outros elementos da página e facilitam o trabalho de design.</p>
<p>Ao iniciar, podemos estruturar uma página de forma superficial, com as áreas principais, o que seria um wireframe de primeira instância. E aumentar o nível de detalhamento para cada área relacionada na segunda instância. </p>
<p>É nessa etapa que devemos tomar cuidado para não exceder nas informações que o site deseja proporcionar. Decida o conteúdo essencial. Veja um exemplo interessante de navegação usado no site <a href="http://www.corporateriskwatch.com/" rel="externo">Corporate Risk Watch</a>.</p>
<p>Para encerrar outro exemplo de simplicidade é o <a href="notepad.cc" rel="externo">notepad.cc</a>: uma página em branco que limita-se a informações de texto. Permite compartilhamento de forma simples, adicionar uma senha para proteger o conteúdo da url e trocar a url. Seu criador foi Marco Arment que escreve sobre tecnologia e pode ser encontrado em um <a href="http://www.marco.org/" rel="externo">site minimalista</a>. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/05/19/ser-minimalista/">Ser minimalista</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/03/18/cinco-ferramentas-para-a-producao-de-wireframes/">Cinco ferramentas para a produção de wireframes</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2003/03/03/tipologia-ou-tipografia-nao-use-o-termo-errado/">Tipologia ou tipografia? Não use o termo errado.</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2007/09/27/conceitos-de-design-letras-cores-forma-e-funcao/">Conceitos de design: função, letras, cores e formas</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Comportamento do consumidor na hora da compra na loja física</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/03/comportamento-do-consumidor-na-hora-da-compra-na-loja-fisica/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/08/03/comportamento-do-consumidor-na-hora-da-compra-na-loja-fisica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Aug 2012 11:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[embalagens]]></category>
		<category><![CDATA[produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[visual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=29927</guid>
		<description><![CDATA[A partir da escolha do produto a comprar, um turbilhão de mensagem infovisuais desencadeiam um leque de processos comparativos que influenciam o comportamento do consumidor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com Geraldo A. Seabra</em>*</p>
<p>A maioria dos consumidores utiliza-se de processos comparativos na hora da tomada de decisão de comprar. Porém, escolhendo um produto, começam as perguntas:</p>
<ul>
<li>Qual marca irá lhe satisfazer?</li>
<li>A mais conhecida, a mais cara ou a mais barata?</li>
<li>Utilizará apenas dos aspectos financeiros, escolhendo a mais barata ou deixará o impulso falar mais alto e comprará a mais cara?</li>
<li>Ou se deixará levar pela comunicação visual, envolvendo-se pela embalagem mais “bonita”?</li>
<li>Ou ainda, utilizará das cores, dos cheiros e, muitas vezes, até mesmo do <em>glamour</em> nome do produto?</li>
</ul>
<p>O certo é que a percepção é um processo ativo e seletivo de informação. Por que algumas informações são “pescadas” pelo nosso cérebro e outras são sublimadas, simplesmente deixadas de lado? O estímulo visual é como peças misturadas de um quebra-cabeça. Em um trabalho de equipe, pequenos grupos de neurônios identificam cada detalhe desse emaranhado confuso que o olho captou. Em um circuito, estão equipes de neurônios especializadas em <em>cor, forma e contornos</em>. É basicamente esse circuito que identifica o <em>objeto</em> <em>de desejo</em>. Vale dizer que sublimamos tudo aquilo que queremos evitar.</p>
<h2>O processo de escolha do produto</h2>
<p>Segundo Gade (1998), A escolha (produto, fornecedor, marca), pode sofrer alterações de última hora, causadas por quatro fatores: <em>súbita exposição a outra opção de compra</em>, <em>estratégias de preços</em>, <em>problemas de distribuição</em> e <em>ausência do produto desejado no ponto-de-venda</em>. A falta do produto desejado, por qualquer motivo, influencia na mudança da marca preferida em cerca de 50% dos casos. Portanto, ao entrar numa loja, as intenções do consumidor, podem variar de um desejo de matar o tempo ao perfeito conhecimento do que se deseja adquirir, no que diz respeito a marcas e produtos. Ou ainda, de uma vaga noção de que precisa comprar algo à compulsão de possuir alguma coisa cujo motivo ele jamais saberá.</p>
<p>O fato é: até chegar onde está o produto desejado, o consumidor sofre uma infinidade de estímulos visuais. Gade considera relevante a posição de um anúncio dentro de um espaço, pois faz com que ele seja percebido com mais ou menos acuidade e valorizado de diferentes formas pelo consumidor. “O produto disposto em supermercado atrai maior atenção quando colocado em posições estratégicas. Por este motivo, as gôndolas são dispostas na altura dos olhos e na entrada dos corredores.</p>
<p>Mal-comparando, no caso de anúncios em revistas, a melhor captação se dá nos primeiros 10% de material impresso. Depois a sua posição dentro da publicação não apresenta diferenciação quanto à atenção e percepção (GADE, 1998).</p>
<p>Usemos o exemplo dos sabões em pó nos supermercados: esses se situam, em geral, na parte central do ponto de venda, então o consumidor terá dificuldades de leitura das informações visuais. Isso pode resultar numa compra por impulso, apesar do tamanho dessas embalagens serem maiores em relação às de outros produtos. Na maioria das vezes, a compra por impulso ocorre:</p>
<ol>
<li>Por sublimação da realidade.</li>
<li>Por status.</li>
<li>Por necessidade de uso.</li>
</ol>
<h2>Embalagens estimulam compras por impulso</h2>
<p><strong></strong>Aliás, as compras impulsivas representam cerca de 30% das compras de supermercados. Daí a importância de se montar uma estratégia de marketing para atingir o público específico de cada produto, para não deixá-lo refém da sua própria inconsciência. Isso equivale a dizer que a comunicação visual (composição visual da embalagem) é um componente fundamental de persuasão na hora compra, embora o grau de influência do discurso publicitário tenha sofrido uma queda substancial nas últimas décadas. A carga de mensagens recebidas, via mídia, parece ter efeito limitado. Segundo Draper citado por Castells (1999), embora nos EUA o cidadão comum esteja exposto a 1.600 mensagens publicitárias por dia, as pessoas respondem &#8211; e não necessariamente de forma positiva &#8211; a apenas cerca de 12 delas.</p>
<p>Em suma, o comportamento de consumo é definido como <em>comportamento de</em> <em>procura</em>, <em>busca</em>, <em>compra</em>, <em>uso</em> e <em>avaliação de produtos</em> e <em>serviços para satisfazer necessidades</em>. É vidente que um anúncio colorido, por exemplo, desperta maior atenção, possui maior poder de fixação, além de fornecer uma imagem de prestígio ao anúncio, principalmente se este estiver localizado perto de outros em preto e branco. De qualquer forma, Gade enumera ainda mais seis passos do modelo de comportamento decisório para o consumo:</p>
<ol>
<li>Reconhecimento do problema.</li>
<li>Processo decisório.</li>
<li>Procura de alternativas.</li>
<li>Avaliação das alternativas.</li>
<li>Compra.</li>
<li>Resultado da compra.</li>
</ol>
<p>Em princípio, o comportamento do consumidor passa por questões <em>físicas</em>, <em>mentais</em> e <em>emocionais</em> realizadas na <em>seleção</em>, <em>compra</em> e <em>uso de produtos e serviços para satisfação de necessidades e desejos</em>. Levando-se isso em conta, o trabalho de escolha do produto desejado requer uma boa dose de exercício de percepção, mas o consumidor sempre sairá perdendo por causa de seus limites físicos na capacidade de decifrar múltiplos estímulos visuais. Segundo Poetzle citado por Calazans (1992), os olhos realizam cerca de 100 mil fixações por dia, mas uma pequena porcentagem destes focos imagéticos se fixa conscientemente e o restante é subliminar. Segundo Castells (1999), se a TV apresenta 3.600 imagens por minuto, por canal, o cérebro responderá de forma consciente a apenas um estímulo sensorial entre cada milhão de estímulos enviados.</p>
<h2>Confrontando teorias e teóricos</h2>
<p>De acordo com a Teoria da Gestalt (o mesmo que <em>forma </em>em alemão), existe uma tendência humana para organizar e interpretar as partes da informação para formar um todo com significado, ou seja, uma forma (imagem) significativa. A teoria da forma tem procurado entender a importância dos padrões visuais e desvendar como o organismo humano vê e organiza uma imagem, a fim de tentar explicar os efeitos da propaganda sobre os consumidores.</p>
<p>Mas, Ehrenfels citado por Dondis (1997) nega a eficiência dessa teoria. Ehrenfels ilustra a sua teoria: “<em>se cada um de 12 observadores ouvisse um dos 12 tons de uma melodia, a soma de suas experiências não corresponderia ao que seria percebido por alguém que ouvisse a melodia toda”</em>. Entretanto, Arnheim citado Dondis (1997) afirma que “qualquer acontecimento visual é uma forma com conteúdo, mas o conteúdo é exatamente influenciado pela importância das partes constitutivas, como <em>a cor, o tom, a textura, a dimensão, a proporção e suas relações compositivas</em> com o significado”. Portanto, a força da estrutura de uma imagem visual está circunscrita aos elementos visuais presentes na sua composição gráfica e com qual ênfase essa presença ocorre.</p>
<h2>Teoria da dissonância cognitiva</h2>
<p>Já Festinger citado por (REGO (1986) usa o modelo da “<em>exposição seletiva</em>” para explicar o fenômeno da tomada de decisão. O modelo baseia-se na teoria da “<em>dissonância cognitiva</em>”, através da qual as pessoas tendem a sempre evitar, de algum modo, a existência de incoerências em sua estrutura de pensamento. Para Rego, tais incoerências devem ser eliminadas e, para tanto, cada indivíduo tende a operar uma série de mecanismos interiores a fim de recobrar alguma coerência, cada vez que ela é quebrada. Dentro da comunicação de massa, a teoria de Festinger tomou o seguinte aspecto: as pessoas tendem a selecionar as informações de acordo com suas opiniões e pontos de vistas anteriores, com o objetivo de evitar a dissonância cognitiva.</p>
<p>Mas, segundo Sears e Freedman citados também por Rego, não há evidência suficiente que permita assegurar que a audiência seleciona sua informação apenas de acordo com seus pontos de vista anteriores, para evitar ou reparar a dissonância cognitiva. Na verdade, segundo Rego, existe o objetivo de se evitar e reparar a dissonância cognitiva, mas isso é operado em nível de avaliação e interpretação da informação, e não no momento de sua escolha para o consumo ou não. Em outras palavras, o processo de seleção existe, mas leva em conta aspectos individuais.</p>
<p>Cada um faz seleciona e escolhe segundo sua base cultural. Portanto, o consumidor seleciona o que vai consumir (informação/produtos) buscando o que lhe parece mais útil para a sua vida pessoal, o que vai ao encontro de seus pontos de vista e interesses individuais, o que lhe pareça mais relaxante ou divertido, para cada situação. Em geral, quando o consumidor entra num supermercado, ele é convidado a participar de um game<em> do consumo</em>, em que a sua percepção é uma das suas armas principais. Como se sabe, nem todos os estímulos emitidos pelo anunciante serão percebidos pelos consumidores. Se, como afirma Dondis, “o ato de ver é um processo de discernimento e julgamento”, haverá sempre aqueles que não serão seduzidos pelo poder das embalagens.</p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<p>CALAZANS, Flávio Mário de Alcântara. <strong><em>Propaganda Subliminar Multimídia</em></strong>. São Paulo, ed. Summus,1992.</p>
<p>CASTELLS, Manuel. <strong><em>A sociedade em rede. São Paulo, ed. Terra e Paz, 1999.  </em></strong></p>
<p>DONDIS. Donis. A. <strong><em>Sintaxe da linguagem visual</em></strong>.São Paulo: Martins Fontes, 1997.</p>
<p>GADE, Christiane. <strong><em>Psicologia do Consumidor e da Propaganda</em></strong>. São Paulo, ed. Pedagógica e universitária, 1998.</p>
<p>REGO, Francisco Gaudêncio Torquato. <strong><em>Jornalismo empresarial</em></strong><strong><em>: teoria e prática</em></strong>. São Paulo, Summus Editorial, 1984.</p>
<p><strong>* Geraldo Seabra,</strong> jornalista e professor, mestre em estudos midiáticos e tecnologia, e especialista em informação visual e em games como informação e notícia. Na área acadêmica lecionou no UniBh, Unipac Lafaiete e Funorte. No mercado trabalhou em diversos órgãos de imprensa: Rádio Itatiaia, Rede Minas de Televisão, Rádio Alvorada, Agência de Publicidade CMK3, Revista AMIRT, Diário de Belo Horizonte e Jornal Sabará em Minas. Nascido em Belo Horizonte, está radicado atualmente em Treviso (Itália), onde atua como editor e produtor do Blog dos NewsGames.</p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/05/o-poder-de-propaganda-da-embalagem-de-produtos-nao-anunciados-i/">Poder de propaganda da embalagem de produtos não anunciados</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/24/podcast-conquiste-o-seu-cliente-em-cinco-segundos-ou-morra/">Podcast: conquiste o seu cliente em cinco segundos ou morra</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/19/se-o-seu-produto-e-maravilhoso-nao-precisa-gritar/">Se o seu produto é maravilhoso, não precisa gritar</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Isotype revolucionou o autoaprendizado da informática</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/07/13/isotype-revolucionou-o-autoaprendizado-da-informatica/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/07/13/isotype-revolucionou-o-autoaprendizado-da-informatica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 11:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo La Carretta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[isotype]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=29353</guid>
		<description><![CDATA[Conheça o sistema que transforma a informação em elemento pictórico/iconográfico, a fim de facilitar o entendimento e democratizar a comunicação. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje temos nos computadores umas das maiores conquistas do prossumidor – <em>veja uma referência interessante sobre o termo <a href="http://midiasocial.rebea.org.br/artigos/34-conceituacao/80-voce-e-um-prossumidor" rel="externo">aqui</a></em> &#8211; no campo audiovisual. Graças a estes “pequenos estúdios de cinema”, um número antes inimaginável de pessoas pode agora filmar, editar, finalizar seu filme e até mesmo distribuí-lo. Uma revolução difícil de acreditar que um dia seria verdade.</p>
<p>Desde seu início, computadores eram tidos como engenhocas muito caras e muito complexas de serem operadas. Na década de 1980, era fato comum as próprias pessoas <em>montarem</em> seus microcomputadores pessoais. Mas ao contrário do que poderíamos chamar de prossumidores de informática, estas pessoas detinham na verdade amplo conhecimento tecnológico, o que descaracteriza de certo modo nossa inicial definição sobre o tema. Vários avanços neste campo seriam necessários para permitir o nascimento de fato de prossumidores audiovisuais nos computadores. São alguns deles:</p>
<ul>
<li>Elaboração de interface amigável nos microcomputadores;</li>
<li>Surgimento de microprocessadores capazes de exibir imagens em movimento;</li>
<li>Criação dos codecs (virtualização do formato);</li>
<li>Criação de ferramentas de edição de vídeos via hardware/software;</li>
<li>A internet e a web;</li>
<li>A web 2.0.</li>
</ul>
<p>Sobre o primeiro item da lista, não seria exagero creditar ao sociólogo austríaco Otto Neurath a concepção inicial da democratização da informática. Segundo suas ideias sobre o que seria universal para explicar à população as mudanças ocorridas na primeira grande Guerra Mundial, criaria na década de 1930 em conjunto com o designer Gerd Arntz o <strong>Isotype</strong> (International System Of TYpographic Picture Education). O sistema tinha como finalidade primordial transformar a informação em elemento pictórico/iconográfico para desmistificar e democratizar a comunicação de coisas à princípio complexas de serem entendidas por grande gama da população.</p>
<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/desenhos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-29354" title="desenhos" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/desenhos.jpg" alt="" width="600" height="455" /></a><em>Desenhos de Gerd Arntz: tipos de bolsas, modelos de famílias, etnias, dogmas, religiões e regimes&#8230; tudo podia ser &#8216;compilado&#8217; pelo Isotype.</em></p>
<p>O Isotype foi mais do que apenas um método de resumo assistencial. Foi na verdade uma escola de síntese visual, um exemplo seguido por vários designers nos anos seguintes. O alemão Otl Aicher, nas olimpíadas de Munique em 1972, criou uma série de pictogramas para representar as modalidades em disputa. O conceito Isotype tornava-se novamente referência e estes pictogramas formaram um modelo seguido com raras variações até os dias atuais.</p>
<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/pictogramas_munique.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-29355" title="Pictogramas de Munique" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/pictogramas_munique.jpg" alt="" width="600" height="276" /></a><em>Pictogramas de Munique.</em></p>
<p>Finalmente chegando ao campo da informática, temos como <em>divisor de águas</em> a designer Susan Kare. Baseada nos estudos de Isotype, seus ícones mudariam o perfil do usuário de microcomputadores que existia até então.</p>
<p>Credita-se esta mudança do sujeito mais técnico para o informal pela invenção do mouse de Douglas Engelbart em 1970, mas nada valeria o dispositivo sem a criação de ícones de entendimento universal. Kare trabalharia seus pictogramas nas duas maiores empresas do ramo: Apple em 1983 e Microsoft em 1990.</p>
<p>Experiências iconográficas já haviam sido feitas antes: data de 1981 o sistema IBM Xerox 8010 Star, um dos primeiros a apresentar ícones. Porém, a popularização dos sistemas operacionais mistura-se com a presença dos ícones criados por Kare. A desmistificação das funcionalidades dos computadores via ícones de entendimento universal podem ser tidas como uma das chaves iniciais para o avanço da democratização da informática. Usado largamente desde o sistema operacional até seus programas internos (softwares), a iconografia levaria a uma quase autoaprendizagem por parte dos seus usuários.</p>
<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/icones.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-29356" title="Mapa de ícones composto por Susan Kare" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/icones.jpg" alt="" width="600" height="251" /></a><em>Mapa de ícones composto por Susan Kare para o Windows 3.0 em 1990. Nota-se o ícone do Media Player, um dos primeiros leitores virtuais dos computadores.</em></p>
<p>Antes ainda das redes sociais e da web 2.0, o próprio computador dava sinais de que o usuário comum, mesmo sem estudo prévio, poderia aprender a manejá-lo. É mais uma prova de que Otto Neurath estava certo ao associar aprendizado social a ícones. Se olharmos mais de perto e com a devida atenção, através dos ícones temos a sensação de que podemos aprender qualquer coisa.</p>
<p>E o resto é Google&#8230; <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		<title>Design com conceito é o que traz valor e transmite</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/06/10/design-com-conceito-e-o-que-traz-valor-e-transmite/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Jun 2012 03:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Moulin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[interfaces]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>

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		<description><![CDATA[A palavra conceito propriamente dita vem do latim conceptus e significa "conter completamente". A mente o entende como representação abstrata de uma realidade. O resultado vem em benefícios para o produto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem por aí que &#8220;com a experiência vem a excelência&#8221;, o que é totalmente correto. Hoje aprendi coisas valiosas sobre o design, coisas que já ouvi na faculdade, em livros e de vários profissionais do mercado &#8211; para fazer design de verdade é necessário gastar tempo; é preciso parar e pensar, pesquisar, reunir conteúdos, imagens  e inspirações.</p>
<p>É fácil começar errado: sente na frente de um computador, abra uma ferramenta gráfica e comece a criar efeitos e vetores. Comece a escolher a tipografia que vem em sua mente ou aquela que parece ser mais adequada &#8211; pronto, certamente você já se perdeu no caminho.</p>
<p>O mais engraçado disso tudo é que esta acaba sendo a atitude mais comum em empresas, já que os prazos são curtos e parece que o pessoal do comercial e atendimento não se importa com os quês e porquês do design, mais sim em receber rápido algo que seja aceito pelo cliente e pronto.</p>
<p>Diante dessa situação, o designer enfrenta o que posso chamar de design sem conceito; ou seja, rabiscos aleatórios sem sentido tentando dar vida ao produto que precisa se destacar e chamar a atenção das pessoas.</p>
<p>Quando se faz esse tipo de &#8220;design&#8221; estamos esquecendo da essência, da excelência que o produto precisa ter para conquistar seu espaço dentre tantos outros. O conceito por trás da criação gera curiosidade, desperta lembranças e associações de aspectos emocionais ao seres humanos e tira a sensação de cansaço visual. Mostra uma nova identidade a qual não se viu antes, apenas referências a partir de outros objetos ou abstrações da realidade física.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/06/Design-com-Conceito.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/06/Design-com-Conceito-300x300.jpg" alt="" title="Design-com-Conceito" width="300" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-28365" /></a>A palavra Conceito propriamente dita vem do latim conceptus, do verbo concipere, que significa &#8220;conter completamente&#8221;, &#8220;formar dentro de si&#8221;, é aquilo que a mente concebe ou entende: uma ideia ou noção, representação geral e abstrata de uma realidade.</p>
<p>A partir disto o designer deve antes de tudo saber escutar, observar e questionar coisas que pessoas comuns não percebem. Antes de responder é necessário fazer as perguntas, para que o conceito seja moldado.</p>
<p>Design com conceito é criar estabelecendo condições de argumentos e defesas, mostrando porque se chegou ao resultado, qual foi o caminho e toda a importância de cada cor, tipografia, imagens, frases, curvas e tamanhos. E tantas outras coisas que fazem um site ou uma arte gráfica ter a importância que tem &#8211; e o resultado e benefícios que trarão para os negócios da empresa responsável pelo produto.</p>
<p>Criar um conceito para um determinado projeto é difícil? Sim, certamente essa é a tarefa mais complexa, da qual muitos fogem. Às vezes a necessidade de ver um resultado o mais rápido possível se torna prioridade e esquece  que a paciência nesses casos deve ser uma amiga constante. Estabelecer um conceito que fará o cliente dizer &#8220;é disso que precisávamos&#8221; é uma tarefa que requer muita observação e interpretação dos requisitos entregues. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/09/14/use-bem-a-prototipacao-e-evite-o-retrabalho/">Use bem a prototipação e evite o retrabalho</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/08/21/por-que-padronizar-as-interacoes-visuais-nas-interfaces/">Por que padronizar interações visuais nas interfaces</a></p>
<p>…………………………</p>
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		<title>Sua melhor imagem nas redes sociais</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/05/31/sua-melhor-imagem-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2012 11:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Cenamo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[identidade visual]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[layout]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunicação por meio de gráficos, ilustrações ou fotos é uma estratégia extremamente eficaz. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade que o universo online dá acesso a um fluxo infinito de conteúdo de qualidade, mas mesmo o internauta mais entusiasta pode muitas vezes se sentir oprimido pelo alto volume de informação e rapidamente começar a procurá-la em formatos de mais fácil absorção.</p>
<p>A solução normalmente aparece sob a forma de sons, resumos e frases escritas com 140 caracteres &#8211; ou menos.</p>
<p>Também estamos rapidamente redescobrindo coisas que os homens das cavernas, construtores de pirâmides e os antigos sabiam instintivamente – que a comunicação por meio de imagens é brutalmente eficaz!</p>
<p>Na verdade, nada chama mais a atenção de um internauta cansado do que uma boa foto ou ilustração. E, nas redes sociais, o uso estratégico de <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/banco-de-imagens/" rel="externo">imagens</a> também pode diferenciar, construir, dar credibilidade e até criar personalidade.</p>
<h2>Gostemos ou não, as redes sociais estão aí para ficar</h2>
<p>Hoje, estar nelas é imperativo e só estar não é bom o bastante para se destacar da multidão. Em lugares como o Facebook ou o Twitter, o conteúdo ainda é o principal, mas se você quiser realmente marcar um momento precisa fazer algo totalmente diferente.</p>
<p>As melhores e mais populares páginas do Facebook são altamente customizadas &#8211; muitas vezes com a ajuda de designers ou de empresas especializadas em redes sociais.</p>
<p>Exemplos disso são as páginas da <a href="https://www.facebook.com/redbull" rel="externo">Red Bull</a> ou da <a href="https://www.facebook.com/cocacola" rel="externo">Coca-Cola</a>, que são graficamente sofisticadas para dar boas vindas aos novos visitantes, compelindo-os a dar um “like” na página em que o conteúdo, sempre atraente aos olhos, os espera. Mesmo com recursos simples, a nova Timeline permite a qualquer um usar uma imagem deslumbrante para representar uma ideia.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fanpage_istockphotos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-28159" title="fanpage iStockphoto" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fanpage_istockphotos.jpg" alt="no Facebook" width="600" height="353" /></a></p>
<p>Claro que a página com mais likes não poderia deixar de ser algo ligado ao futebol: <a href="https://www.facebook.com/Kaka" rel="externo">Ricardo Kaká</a> lidera com 16 milhões de fans!.</p>
<p>Em seguida as marcas Guaraná Antártica, Skol e Lóreal de Paris seguem com 5,7, 5 e 3,2 milhões de fans!</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/GuaranaAntarctica" rel="externo">https://www.facebook.com/GuaranaAntarctica</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/LOrealParisBrasil" rel="externo">https://www.facebook.com/LOrealParisBrasil</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/cervejaskol" rel="externo">https://www.facebook.com/cervejaskol</a></p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fans.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-28160" title="Top 10 - Facebook Brasil" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fans.jpg" alt="fans" width="600" height="1365" /></a></p>
<p>As páginas do Twitter também podem ser facilmente modificadas. Com pouco esforço você pode usar texto e imagens para criar um certo clima ou personalidade, capazes de ajudar no reforço da sua marca. E incorporando texto na sua imagem de fundo você pode dar a si mesmo mais espaço para a descrição de seu negócio ou do propósito da sua página (às vezes, os 160 caracteres que o Twitter oferece para os templates básicos não são suficientes).</p>
<p>Dois exemplos de páginas bem customizadas incluem as da agência AlmapBBDO &#8211; <a href="https://twitter.com/#%21/AlmapBBDO" rel="externo">@almapbbdo</a> &#8211; e da Natura &#8211; <a href="https://twitter.com/#%21/adoromaquiagem" rel="externo">@adoromaquiagem</a>.</p>
<p>Muitas delas são construídas com a ajuda do Photoshop, capaz de combinar um fundo ilustrado com texto e imagens.</p>
<p>Blogs também são lugares em que um pouco de esforço extra é amplamente recompensado. Os hobistas se contentam com layouts amadores, mas se você vai construir algo que realmente represente uma empresa ou uma organização, é melhor fazer com que a aparência geral seja tão boa quanto a de um website contemporâneo (o que o site realmente é). Como no caso do Facebook, isso geralmente exige a ajuda de um profissional que faça o projeto da estrutura do blog.</p>
<p>Depois, fazer posts atraentes é fácil &#8211; textos ilustrados com imagens vão atrair os leitores e ajudar a destacar os principais pontos da história. A imagem abaixo é de um excelente artigo ilustrado que fala sobre conceitos em imagens e pode ser lido em: <a href="http://istockpho.to/Ken9Yz" rel="externo">http://istockpho.to/Ken9Yz</a></p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/high_concept.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-28161" title="High Concept" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/05/high_concept.jpg" alt="imagens" width="600" height="596" /></a></p>
<h2>Qualquer post, independente do seu tamanho, deve ter ao menos uma imagem</h2>
<p>Posts mais longos devem ter várias imagens, não somente para estimularem o leitor a continuar, mas também para quebrar longos trechos de texto, que podem desencorajar as pessoas a terminarem a leitura. Muitas vezes um post precisa da imagem de uma pessoa, coisa ou lugar específico, mas a verdade é que qualquer coisa mais genérica acaba dando conta do recado.</p>
<h2>A imagem é tudo</h2>
<p>As melhores imagens têm força para informar, inspirar, confundir, chocar, deliciar, revigorar, enraivecer, iluminar. Para serem mais atraentes, devem ser cuidadosamente escolhidas. Comece pensando em coisas como:</p>
<ul>
<li>Seu público.</li>
<li>Sua mensagem.</li>
<li>Seu tom e.</li>
<li>Reação esperada.</li>
</ul>
<p>A imagem que você escolher precisa estar relacionada ao tema geral, mas não tem de ser óbvia, literal. Brinque com a sua busca pela imagem e esteja aberto às muitas maneiras pelas quais você poderá representar suas ideias.</p>
<p>Com relação à busca, é muito ineficaz passear entre milhões de imagens na internet com um simples mecanismo de busca.</p>
<p>Mesmo se achar uma coisa da qual você goste, são baixas as probabilidades de que ela esteja no tamanho, formato, resolução e qualidade que você precisa.</p>
<p>E ainda há as questões de direitos autorais e privacidade, principalmente se você pretente usar as imagens em ambiente comercial.</p>
<h2>Uma imagem que você pode utilizar</h2>
<p>Algumas pessoas têm a falsa impressão de que é legal usar qualquer coisa achada online. Nada pode estar tão longe da verdade. É bem mais garantido supor que todas as imagens têm direitos reservados, contenham ou não informações que digam isso.</p>
<p>Felizmente, um número cada vez maior de artistas tem decidido colocar seus trabalhos à disposição do público, para uso comercial ou particular. As licenças Creative Commons proporcionam alternativas padrão simples para as notas de copyright do tipo: “Todos os Direitos Reservados”.</p>
<p>Com esse tipo de licença, o dono da imagem pode escolher as variáveis relacionadas a uso pessoal ou comercial, uso e reprodução, e se ela pode ou não ser usada em trabalhos derivados do inicial.</p>
<p>Um artista pode, por exemplo, liberar uma imagem para uso comercial ou não-comercial, desde que a imagem não seja alterada e que seu crédito apareça. Ou pode decidir que a imagem pode ser mexida, ajustada, retrabalhada, modificada, desde que protegida por uma licença Creative Commons.</p>
<p>Um dos melhores jeitos de encontrar trabalhos em regime de Creative Commons é usar o mecanismo de busca do próprio Creative Commons, em  <a href="http://search.creativecommons.org" rel="externo">http://search.creativecommons.org</a>. Para muitas aplicações, essas imagens são uma alternativa excepcional.</p>
<h2>Mas é importante lembrar: o tipo de licenciamento não é o único fator a considerar</h2>
<p>Dependendo de como você pretende usar a imagem, há várias outras questões de propriedade intelectual e de privacidade que precisam ser consideradas &#8211; particularmente se a imagem vai ser usada com finalidades comerciais.</p>
<p>Imagens que contêm logotipos, marcas, nomes de empresas ou mesmo certos prédios, desenhos de produtos ou monumentos, por exemplo, podem não estar liberados para uso como imagens comerciais. E se uma pessoa na imagem é reconhecível, ela precisa ter dado sua autorização para esse uso.</p>
<h2>Uma solução elegante&#8230;</h2>
<p>Felizmente, há lugares em que se pode conseguir imagens baratas e que podem ser utilizadas legitimamente para uma enorme quantidade de fins. Elas podem ser adquiridas de lugares como o <a href="http://www.istockphoto.com.br/" rel="externo">http://www.istockphoto.com.br</a> a partir de um ou dois dólares.</p>
<p>Para posts em blogs, projetos com orçamentos apertados ou organizações sem fins lucrativos, a iStockphoto oferece facilidade de busca, numerosas categorias de imagens em muitas áreas, de “arquitetura” a “negócios”, “tecnologia” e muito mais.</p>
<p>Essas imagens podem ser reutilizadas e foram criadas como esse propósito. São oferecidas em diferentes formatos, tamanhos, cores e resoluções. Muitas contêm espaço livre que pode facilmente acomodar texto. E todas foram rigorosamente inspecionadas para se garantir que quem as usar não terá dores de cabeça com relação a direitos autorais, intelectuais ou privacidade.</p>
<p>Há também grande flexibilidade de preços, de modo que você pode comprar apenas uma imagem, um pacote delas com vários tamanhos e resoluções ou mesmo fazer uma assinatura anual.</p>
<p>Para imagens que serão reutilizadas/reimpressa mais de 500.000 vezes basta que você selecione o modelo de licença indicado para os usos mais complexos.</p>
<p>Para mais informações sobre como usar imagens, desde as regras do Creative Commons até as diferentes licenças que você pode escolher para o seu projeto, o site  <a href="http://www.stockphotorights.com/" rel="externo">http://www.stockphotorights.com</a> é um excelente ponto de partida!</p>
<p>Para falar com a iStockphoto no Brasil, siga-nos em: <a href="http://www.facebook.com/istockbrasil" rel="externo">http://www.facebook.com/istockbrasil</a>, <a href="http://twitter.com/istockbrasil" rel="externo">@istockbrasil</a> no Twitter e Instagram ou envie um email para <a href="mailto:brasil@istockphoto.com">brasil@istockphoto.com</a>.</p>
<p>Até o próximo! <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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