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	<title>Webinsider &#187; Desenvolvimento</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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		<title>Webinsider</title>
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	<itunes:summary>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</itunes:summary>
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	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Webinsider</itunes:author>
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		<item>
		<title>Vá além das métricas e foque nas pessoas</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/14/va-alem-das-metricas-e-foque-nas-pessoas/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/14/va-alem-das-metricas-e-foque-nas-pessoas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 11:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Mota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem trabalha com mídias sociais já esteve diante do bendito relatório de métricas que precisa ser entregue ao cliente periodicamente. Mas será que ele representa fielmente a realidade?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais frequência do que se gostaria, as tais métricas (ou os <em>kpis</em> – acrônimo que você nunca ouvirá ser pronunciado da maneira correta), terão sido impostas pelo cliente, pelo BI, pelo atendimento, pela pessoa que ocupava a vaga antes de você, pelo <em>shuffle</em> do seu iPod, mas nunca por você. Ok, “nunca” é uma palavra forte. Raramente por você.</p>
<p>Um dos grandes problemas da área é ser muito jovem. Poucos têm experiência suficiente para sustentar o temido título de gurus e suas variáveis igualmente criativas. E foram os primeiros a fazê-lo que criaram algumas das regras que passaram a ser seguidas pelos restantes.</p>
<p>Eles sabiam para onde ir, certo?</p>
<p>E assim ficou determinado que se deviam observar os RTs no Twitter, ou que um perfil com um milhão de seguidores era obviamente relevante, que os compartilhamentos eram o número mais relevante em termos de engajamento para um <em>post</em> no Facebook ou que tantos <em>posts</em> por dia eram o pacote ideal.</p>
<p>Apenas copiem aquela página e entreguem resultados semelhantes ou superiores.</p>
<p>Só esqueceram de combinar com os beques, né?</p>
<p>Infelizmente, não há fórmula mágica, porque, embora existam tantas ferramentas aí para medir o seu desempenho (mesmo que cada uma com suas próprias metodologias), que você precise cumprir determinadas “metas” pra que sua página desfrute de benefícios do Facebook (papo para outro texto) e muita coisa possa ser afirmada matematicamente como mais propensa ao sucesso, não podemos orientar nosso pensamento para as redes.</p>
<p>Precisamos, antes de tudo, entender que estamos lidando com pessoas. E alguém que gosta de A, quer ler seu conteúdo e saber mais a seu respeito, pode não ter o mínimo interesse em B. Por que trabalhar ambos da mesma forma, se os destinatários aqui podem não ter absolutamente nada em comum?</p>
<p>Cada público terá suas idiossincrasias, que influenciarão seu comportamento de consumo de conteúdo. Talvez tendam a comentar bastante, ou a só curtir, quem sabe compartilhem compulsivamente. E ainda assim, tudo estará sujeito a que tipo de conteúdo você publicar e até o que pretende com ele.</p>
<p>Quem nunca postou algo em seu perfil pessoal na expectativa de obter respostas e se viu apenas colecionando <em>likes</em> e pensando que seus amigos são mesmo uma porcaria por não entenderem o que você precisava?</p>
<p>Cada projeto demandará seus próprios <em>kpis</em>, esse é o primeiro passo a ser compreendido, junto com “não adianta copiar do colega”.</p>
<p>Agora explica isso pro <em>shuffle</em> do seu iPod, pro BI, pro atendimento, pro cara que ocupou o cargo antes de você (tá, pra ele não) e, ops, pro cliente, né?</p>
<p>Eu sei, não é fácil. Estamos propagando erros há tempos (mesmo com o mercado tão recente) e não é de uma hora pra outra que um analista de <em>social media</em> (ou um <em>community manager</em>, ou sei lá como batizaram o cargo onde você trabalha) vai convencer o povo de que os gurus estavam errados, que o mercado é dinâmico, que as coisas mudam.</p>
<p>Mas alguém precisa dar o grito e avisar que o rei está, de fato, nu.</p>
<p><em>Texto publicado no site Observatório da Blogosfera.</em></p>
<p>Gosta do tema? Fernanda Mota apresentará a palestra “<strong>Análise de Redes Sociais: como ir além das métricas tradicionais</strong>” no WAW RJ, dia 15 de maio, às 19:30, no auditório da ESPM (Rua do Rosário, 90, Centro, RJ). Saiba mais e inscreva-se em<em> </em><em> </em><a href="http://bit.ly/WAWRIO-Maio" rel="externo"><em>http://bit.ly/WAWRIO-Maio</em></a></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/09/05/metricas-os-dados-que-nao-aproveitamos/">Métricas: os dados que não aproveitamos</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/09/17/redes-sociais-tambem-vendem-esqueca-o-roi/">Redes sociais também vendem. Esqueça o ROI</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/03/resultados-em-publicidade-bem-embaixo-do-seu-nariz/">Resultados em publicidade, bem embaixo do seu nariz!</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Portais corporativos são um ótimo investimento</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/09/portais-corporativos-sao-um-otimo-investimento/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/09/portais-corporativos-sao-um-otimo-investimento/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 11:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Batista Pereira da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[portais colaborativos]]></category>

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		<description><![CDATA[Criar ambientes colaborativos para os seus colaboradores é uma iniciativa que melhora a interação entre os profissionais, gera novas ideias e aumenta a produtividade e o engajamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participei de uma conferência sobre Portais Corporativos semana passada, e pude verificar debates e discussões com alto nível de aprofundamento, vindo como um excelente aporte para a reflexão e formatação de possíveis ações a serem aplicadas às empresas, visando a melhoria de seus processos e aumento de sua produtividade. Tive o grande prazer de formar uma mesa de debates em que discutimos ferramentas CMS aplicadas a portais, além de soluções open source para empresas.</p>
<p>Pude perceber que muitas empresas utilizam soluções open source em seus ambientes colaborativos. Presenciei relatos de empresas utilizando Joomla, WordPress, Drupal, Plone, dentre outras. Dentre as tecnologias proprietárias, o Sharepoint aparece como opção para várias empresas, aliada à utilização do Microsoft AD, o que acaba resultando em uma boa combinação.</p>
<p>Outro ponto a ser destacado é a vontade das empresas em criar ambientes colaborativos para seus colaboradores, através de sistemas que trazem para o ambiente da empresa estruturas sociais baseadas em ideias e mídias já consagradas. Felizmente, as empresas estão começando a verificar muitas questões consideradas de risco sobre a abertura delas às mídias sociais são nada mais do que mitos e que não cabem mais na atual conjuntura em que vivemos.</p>
<p>Ora, a ubiquidade da internet não permite mais proibições e não pode mais ser sustentadas em, por exemplo, questões de segurança, haja vista que por definição os ambientes corporativos devem ser seguros e protegidos, independente da utilização de ambientes colaborativos. Tanto em ambiente interno como externo à empresa, haja vista que a proibição de uso de tais ambientes utilizando-se os recursos da empresa não impede que seus colaboradores o façam com recursos próprios, como smartphones, por exemplo. O que se percebe é que em boa parte das empresas, os empregados acabam sendo tolhidos e proibidos de utilização de vários recursos que possuem quando não estão “empregados” e isso precisa mudar. Pessoas conectadas serão sempre mais produtivas.</p>
<p>Outro ponto utilizado pelas empresas é embasado na distração e diminuição da produtividade de seus colaboradores se lhes for permitido o acesso às mídias sociais. Ora, o comportamento das pessoas segue um padrão pessoal e ele não se modifica tanto assim. O que quero dizer com isso é que empregados pouco produtivos o são, com o sem acesso às mídias. Para aqueles que querem se distrair, inúmeras opções estão disponíveis na empresa, desde a lanchonete ao “fumódromo”.</p>
<p>As pessoas são o que são e irão se comportar nas mídias sociais como se comportam nos corredores e salas da vida. Uma timeline supérflua não é culpa da mídia e sim do utilizador que a deixou ficar assim. Enfim, proibir o uso é proibir o amadurecimento digital.</p>
<p>A diversidade dos colaboradores deverá ser levada em conta na criação desses ambientes. São fatores determinantes das formas como esse ambiente colaborativo se apresentará e será formatado, haja visa que o tempo a ser dedicado, assim como a forma de acesso irá variar de pessoa para pessoa. Por isso, pensar em soluções que envolvam vários ambientes, inclusive ambientes mobile será sempre uma boa opção. Além disso, soluções <em>cloud ready</em> garantirão futuro ao projeto.</p>
<p>Por fim, quero falar dos patrocinadores, pois são eles que irão contribuir para que conceitos como engajamento e pertencimento sejam alcançados junto com os colaboradores. Todo projeto que deseje sucesso deve possuir um patrocinador de peso, até porque a administração por exemplos surge como uma proposta favorável ao engajamento de pessoas ao processo. Entender seus colaboradores (a diversidade deles) e as melhores formas de comunicação (sempre em mão dupla) com cada um desses grupos é o primeiro passo para a formatação de uma política de colaboração. Além disso, é importante que esses ambientes criem em seus colaboradores o sentimento de pertencer ao processo e à empresa, sendo o principal ator e beneficiado, gerando engajamento e colaboração constante.</p>
<p>Portanto, há que se perceber que a cultura da organização deve ser propícia e a maturidade empresarial favorável para que se possa ter sucesso em projetos desse tipo. Perceber o quando, o como e o porquê das coisas ajuda a minimizar os erros. Planejar com consciência e calma, sem atropelos e sempre alinhado com os objetivos estratégicos da empresa é outro fator que garantirá uma implantação sem surpresas e imprevistos.</p>
<p>O caminho pode parecer longo, porém o primeiro passo deverá ser dado, sob pena de ficarmos à mercê de um ambiente desconhecido por nós, porém, referendado por muitos. A partir daí, é curtir a paisagem de forma coletiva, aproveitar a viagem e colher os frutos que dela virão. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2009/08/05/roi-em-intranets-e-portais-corporativos/">ROI em intranets e portais corporativos</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/07/14/o-que-a-intranet-e-o-portal-corporativo-tem/">O que a intranet e o portal corporativo têm</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2006/08/07/como-justificar-a-implantacao-de-um-portal-corporativo/">Justificando a implantação de um portal corporativo</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Domínio com correspondência exata já não tem tanto peso</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/07/dominio-com-correspondencia-exata-ja-nao-tem-tanto-peso/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/07/dominio-com-correspondencia-exata-ja-nao-tem-tanto-peso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 May 2013 11:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Érico Canarim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[otimização buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Para conseguir um bom posicionamento do site nos buscadores, não basta uma url que contemple palavras ou termos chave, é preciso investir em conteúdo relevante e técnicas corretas de SEO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vamos falar um pouco sobre domínios com correspondência exata. Recentemente, o Google lançou uma atualização de seu algoritmo com o objetivo de reduzir o peso dos domínios de correspondência exata. Certo, mas como isso afeta você?</p>
<p>Um domínio de correspondência exata é quando você insere no domínio a palavra-chave ou termo que considera melhor para pesquisa. Por exemplo, se você possui uma empresa de aluguel de brinquedos para festa seria algo como “<strong>aluguebrinquedosparafestas.com.br</strong>”. Exemplo de domínio inexatos seriam aqueles que valorizam a marca como o domínio do “<strong>nautilos.com.br</strong>”.</p>
<p>Até a recente atualização do Google, era mais fácil obter uma boa indexação quando se possuía um domínio de correspondência exata, o problema é que, muitas vezes, sites de baixa qualidade, que não se preocupavam em oferecer conteúdo regular obtinham boa classificação, e por vezes, eram colocados acima de sites de qualidade, simplesmente por terem domínio de correspondência exata. Muitos sites com domínio de palavra-chave foram criados e muitos com URLS feias. Atualmente o Google está avaliando com mais critérios o conteúdo dessas páginas e as que não possuem bons conteúdos foram sumariamente reclassificas para baixo.</p>
<p>Alguns sites já sentiram a mudança, outros não perceberam nada, mas o fato é que sites com bons conteúdos têm preferências sobre aqueles que possuem apenas um domínio exato e não oferecem informação atualizada. Por isso, sites que antes não possuíam boa colocação e seus domínios não eram exatos agora melhoraram de posição. É claro que o Google ainda vai levar algum tempo para avaliar e corrigir todos os sites da web, mas fique atento: o domínio exato perdeu força de otimização.</p>
<p>A idade do seu domínio é definitivamente um fator importante. Então, se o seu site possui um ano ou menos de idade você deve se preocupar em publicar bom conteúdo, pois estes estão mais suscetíveis aos ajustes e certamente serão os primeiros a serem afetados. Se o seu site é mais velho do que isso provavelmente você ficará bem, desde que esteja seguindo as boas práticas de otimização, oferecendo conteúdo e informação relevantes e atualizados para o seu visitante.</p>
<p>Agora, há um monte de coisas que você pode fazer se tiver sido atingido, e eles são, essencialmente, as boas práticas de SEO. Valorize sua marca. Trabalhe seu site em torno do que tem de melhor para oferecer. Trabalhe bem as redes sociais. Use o e-mail marketing com cautela para garantir uma boa impressão da sua empresa. Você não precisa de domínios de correspondência, você só precisa de um bom negócio e boa prática empresarial.</p>
<p>Esta atualização do Google vai acontecer periodicamente. A atualização não tem a intenção de penalizar domínios de correspondência exata, mas apenas reduzir seu valor. Agora está mais equilibrado, domínio com ou sem palavras-chave não fazem muita diferença. Se você ainda prefere um domínio com correspondência exata pode tê-lo, mas saiba que não vai ter qualquer vantagem especial.</p>
<p>É como eu disse, o melhor mesmo é seguir as boas práticas de otimização, esse será sempre o melhor caminho para conquistar uma boa posição no Google. </p>
<p><strong>Conheça o curso online gratuito <a href="http://www.nautilos.com.br/cursos-on-line/introducao-a-internet" rel="externo">Introdução à internet</a>, que oferece sobre internet e marketing digital.</strong></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/15/google-lanca-manual-para-editores-da-web/">“Manual para Editores da Web” ajuda a ter mais visibilidade</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/03/09/a-perenidade-do-conteudo/">A perenidade do conteúdo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/04/o-conteudo-e-o-rei-mas-esta-sem-coroa/">O conteúdo é o rei… Mas está sem coroa!</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2013/05/07/dominio-com-correspondencia-exata-ja-nao-tem-tanto-peso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A segurança em TI é um jogo de gato e rato</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/19/a-seguranca-em-ti-e-um-jogo-de-gato-e-rato/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/19/a-seguranca-em-ti-e-um-jogo-de-gato-e-rato/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 12:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phil Scarfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[segurança da informação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=35501</guid>
		<description><![CDATA[Não existe sistema invulnerável ou totalmente seguro. Então, as tecnologias e dispositivos precisam evoluir sempre, a fim de barrar ataques ou mesmo tentativas de fraude.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que existem sistemas de segurança destinados a nos proteger, há também aqueles com o único propósito de derrotá-los. A triste verdade é que nós sabemos com certeza que qualquer sistema em uso hoje para impedir o acesso não autorizado ou detectar uma identidade fraudulenta é vulnerável a ataques. E que nenhum sistema, não importa quão bem projetado, é totalmente seguro por muito tempo.</p>
<p>Sabemos também que empresas e prestadores de serviços pertencem a uma de duas categorias: aqueles que sabem que estão sendo hackeados e os que não sabem que estão sendo hackeados. Infelizmente, todos são vulneráveis e suscetíveis a ataques. Então, a única diferença entre eles é o que fazem a respeito, que medidas podem tomar para se posicionar um passo à frente nesse interminável jogo de “gato e rato” em termos de segurança.</p>
<p>Ironicamente, vivemos em um mundo de complexidade cada vez maior. Temos mais e mais transações entre pessoas e máquinas. Isso significa que temos um número crescente de identidades virtuais e múltiplas formas de identificação pessoal. Embora o risco seja muito maior hoje, continuamos a depender fortemente de métodos e de uma tecnologia introduzida mais de 60 anos atrás: senhas e códigos.</p>
<p>Temos tornado tudo tão mais complexo que praticamente não é mais possível memorizar todos eles. Nós anotamos e os hackers invadem nossos sistemas e se apropriam dos nossos dados. E os riscos também vão ficando maiores. Vieram os <em>smart cards</em>, os tokens de identificação e as senhas de uso único (OTP). Mas, mais uma vez, alcançamos um nível de segurança temporária. Esse nível é que vem sendo mais e mais aumentado através de inovações e tecnologias avançadas.</p>
<p>Assim também ocorre no campo da biometria, onde a promessa era substituir a autenticação do indivíduo pelo que ele tem ou sabe por “quem” ele é. Infelizmente, ainda muitas dessas tecnologias têm sido comprometidas por vulnerabilidades e ataques fraudulentos.</p>
<p>Portanto, a questão é: Para onde vamos a partir daqui? Como é que uma organização ou uma pessoa se protege de um ataque inevitável? Guardadas as devidas proporções, a resposta é: transformando a segurança em algo em camadas. Isto é, criando uma condição em que vários fatores ou formas de autenticação são utilizados para aumentar o nível de segurança. A autenticação eficiente é, por natureza, mais forte porque há dois, ou talvez três fatores de autenticação acoplados, de tal modo que se qualquer um deles for comprometido ainda estará protegido pelo outro.</p>
<p>Também é necessário garantir que o sistema ou a tecnologia adotada possa ser melhorada ou adaptada para lidar com as novas vulnerabilidades e novas ameaças que vão se tornando conhecidas. Assim como a indústria de vírus de computador está se aprimorando continuamente, adicionando e alterando mecanismos de proteção para responder a novas ameaças e vulnerabilidades conhecidas, também no segmento de identificação pessoal deve ser feito o mesmo.</p>
<p>Felizmente, existem soluções disponíveis projetadas para enfrentar tais desafios e que podem se adaptar para fornecer autenticação multifatorial em um único dispositivo, o que aumenta a barra sem aumentar a complexidade ou risco para o usuário. Graças a uma tecnologia chamada “imagem multiespectral”, um único dispositivo biométrico pode autenticar de forma confiável uma ampla gama de usuários, sob uma ampla gama de condições ambientais.</p>
<p>A imagem multiespectral também é a única capaz de discriminar de forma muito mais consistente o dedo uma pessoa de verdade de um artefato fabricado com fins fraudulentos. A imagem multiespectral também é a única capaz de autenticar pessoas e outras formas físicas de autenticação, como um código de barras impresso, uma credencial de identificação, ou até mesmo uma credencial virtual ou código digital em um dispositivo inteligente.</p>
<p>Tudo isso pode ser feito em um único dispositivo. A imagem multiespectral também é única ao oferecer aos usuários uma autenticação singular ou multifatorial: a autenticação biométrica ou a combinação da autenticação biométrica com algum outro tipo de identificação. O importante é sua capacidade de modificar, atualizar e responder a novas vulnerabilidades e novas ameaças, atualizando o nível de segurança e se provando um investimento de longo do tempo.</p>
<p>Em resumo, nenhuma forma de autenticação é 100%. Nenhum método de autenticação do usuário pode garantir 100%. Para realmente atingirmos uma autenticação totalmente  segura é preciso investir numa tecnologia multifatorial, em que não há dependência de um único fator para obter 100% de segurança. Por isso, a tecnologia deve ser adaptável – a fim de se provar confiável e eficiente ao longo do tempo. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/25/sobre-leoes-pes-descalcos-e-a-excelencia-na-defesa-cibernetica/">Sobre leões, pés descalços e a excelência na defesa cibernética</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/03/22/os-investimentos-em-seguranca-da-informacao-no-brasil/">Os investimentos em segurança da informação no Brasil</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/03/05/bom-dia-foram-detectadas-145-novas-ameacas-no-seu-celular/">Bom dia, foram detectadas 145 novas ameaças no seu celular!</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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<li><strong>TreinaWeb</strong> &#8211; Cursos de Tecnologia da Informação &#8211; <a href="http://www.treinaweb.com.br/cursos-online" rel="externo">treinaweb.com.br/cursos-online</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/19/a-seguranca-em-ti-e-um-jogo-de-gato-e-rato/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Vai desenvolver software? Considere a experiência do usuário</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/08/vai-desenvolver-um-software-considere-a-experiencia-do-usuario/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/08/vai-desenvolver-um-software-considere-a-experiencia-do-usuario/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 16:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Kono</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade, AI, UX]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de software]]></category>
		<category><![CDATA[user experience]]></category>

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		<description><![CDATA[Além de todos os requisitos e análises no back-end, é preciso pensar em soluções interessantes em termos de UX. A forma de se programar evoluiu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por vários anos, no mundo do desenvolvimento de software, tivemos grande ênfase nos aspectos da engenharia, codificação e especificação. Desenvolvedores ouviram e estudaram incansavelmente assuntos voltados aos padrões de projeto, boas práticas, técnicas específicas da tecnologia, orientação a objetos etc. Dentre tudo isso, a interface e a navegação (identificada assim) também eram tarefas únicas do desenvolvedor, que, por sinal, as realizava sem muita expertise.</p>
<p>Não estávamos errados. Ainda hoje é assim, porém com um pilar a mais: a Experiência do Usuário (UX – User eXperience). Agora, além dos desafios da arquitetura de soluções no back-end, também nos deparamos com os desafios da experiência do usuário no front-end. E em um cenário interessante, em que designers e desenvolvedores trabalham lado a lado, em um mesmo produto, a partir da perspectiva UX.</p>
<p>A experiência do usuário pode ser definida como a maneira em que um usuário se sente sobre o uso de um sistema, website, aplicativo, ou qualquer outro produto ou serviço. Resumindo, <strong>a tarefa da UX é fazer a ponte entre o design e tecnologia</strong>.</p>
<p>Essa “ponte” evoluiu de tal forma que afetou a indústria de telefones celulares, modificando seus hardwares para a tecnologia touch, que por sua vez refletiu para outros ambientes e chegou aos tablets, laptops e computadores com multi-touch. Estamos na era de software focado na experiência natural do usuário (NUI – Natural User Interface).</p>
<p>NUI é mais do que apenas multi-touch. NUI também é “gesto de interfaces”, como aqueles em que o Kinect se baseia, usando o rastreamento dos movimentos de corpo, expressões faciais e reconhecimento de voz.</p>
<p>Em termos, temos tudo isso muito forte em plataformas como Windows 8, iOS, Kinect entre outras. Os desenvolvedores codificam a interface, por exemplo, utilizando o XAML (WPF, Silverlight e WinRT) e HTML5 que permitem o trabalho nesse campo de soluções inovadoras.</p>
<p>Mas você deve estar se perguntando: “desenvolvedor fazendo design?”. A resposta é sim e não. SIM, pelo fato dele estar fortemente ligado ao design da aplicação, e NÃO, por ele não ser o criador das cores, formas e disposições. Afinal, esse é o papel do designer, que hoje é um profissional cada vez mais forte dentro do que chamamos de Ciclo de Desenvolvimento de Software.</p>
<p>O desenvolvedor tem um papel importante nessa ligação (ponte). Ele trabalha o comportamento da interface conforme a operação do usuário, o que torna mais fácil a execução de determinadas ações triviais. Isso é Design de Interação, isso é parte da UX.</p>
<p>Podemos apontar sete características fundamentais para adotar uma boa UX:</p>
<ol start="1">
<li><strong>Usabilidade</strong>: simplificar a tarefa de usar a aplicação.</li>
<li><strong>Ser útil</strong>: é mais fácil para o usuário alcançar seu objetivo utilizando a aplicação.</li>
<li><strong>Ser encontrável</strong>: fácil acesso às funcionalidades mais importantes.</li>
<li><strong>Ser credível</strong>: uma boa experiência do usuário cria uma impressão favorável do produto na mente dos usuários. Isso aumenta a credibilidade do software e da empresa que o desenvolveu também.</li>
<li><strong>Ser desejável</strong>: adiciona valor à vida do usuário, ajudando-o a poupar tempo e dinheiro.</li>
<li><strong>Ser valioso</strong>: é desejável que o usuário receba exatamente o que ele quer.</li>
<li><strong>Ser acessível</strong>: o usuário recebe toda a informação relevante de forma fácil e rápida.</li>
</ol>
<p>Para ficar mais claro, é bom ressaltar alguns pontos:</p>
<ul>
<li>Experiência do Usuário não é o mesmo que Usabilidade.</li>
<li>Experiência do usuário e usabilidade se tornou sinônimo, mas esses dois campos são claramente distintos. UX trata-se de como o usuário se sente ao usar uma aplicação, enquanto a usabilidade é sobre a facilidade de uso e da eficiência da interface.</li>
<li>Não há métrica exata para avaliação de uma UX.</li>
<li>Você não pode determinar a eficácia de um design de experiência do usuário com base apenas em estatísticas, como exibições de página, taxas de rejeição e taxas de conversão. Nós podemos fazer suposições hipotéticas e podemos pedir aos usuários evidências anedóticas/informais.</li>
<li>O perfil do usuário é o guia.</li>
<li>Experiências de usuário serão diferentes entre as aplicações. O que funciona para um perfil de pessoa pode ter o efeito oposto para outro. O perfil do usuário é o guia para o desenvolvimento da UX e, assim, obter o sucesso esperado.</li>
</ul>
<p>Pense que o tempo é valioso e irreversível. Não é nada legal gastar o tempo do usuário sem que no final ele não se sinta realizado com o que fez. Na verdade, o usuário quer simplesmente se sentir satisfeito e feliz. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/15/design-de-experiencia-do-cliente-va-muito-alem-do-produto/">Design de experiência do cliente: vá muito além do produto</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/28/quer-vender-mais-proporcione-experiencias-de-valor/">Quer vender mais? Proporcione experiências de valor</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/27/a-consistencia-do-conteudo/">A consistência do conteúdo</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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<ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Desenvolver antes para mobile e só depois para o desktop</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/24/desenvolver-antes-para-mobile-e-so-depois-para-o-desktop/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/24/desenvolver-antes-para-mobile-e-so-depois-para-o-desktop/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 01:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Moulin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade, AI, UX]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[smartphones]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=34505</guid>
		<description><![CDATA[Ao projetar um site para smartphones não trabalhe baseado em seu site mas sim em um ambiente que funcione para pessoas que nunca usaram um computador desktop na vida. É ótimo conselho, mas toda regra tem exceções, concorda?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://www.designinterativo.etc.br/arquitetura-de-informacao/primeiro-para-mobile-depois-para-desktop</p>
<p>A ideia da criação de um site primeiro para dispositivos móveis e depois para desktop e notebook já vem sendo bastante utilizada por muitos designers. É o que se chama de &#8220;Mobile First&#8221;, ou seja, primeiro se planeja toda a arquitetura e design de um site para smartphones e tablets e depois que tudo está funcionando perfeitamente vem o desenvolvimento para desktop e notebook.</p>
<p>Esta técnica está sendo bem aceita devido ao grande crescimento dos dispositivos móveis e a forma como as pessoas utilizam essas tecnologias quando estão fora do ambiente de trabalho.  Há uma frase no blog <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/02/07/citacao-para-a-geracao-app/" rel="externo">Arquitetura de Informação</a> que resume bem este pensamento:</p>
<p>“Não construa um aplicativo baseado em seu site. Construa um aplicativo que funcione como se websites nunca tivessem existido. Construa um app para pessoas que nunca usaram um computador desktop na vida. Porque elas estão chegando. Muito em breve.”</p>
<p>Apesar da referência a aplicativos, o trecho que diz “Construa um app para pessoas que nunca usaram um computador desktop na vida” também se aplica aos sites, basta trocar app por site.</p>
<p>Realmente, pensar em Mobile First é interessante, pois quando desenvolvemos pensando em dispositivos móveis reduzimos drasticamente informações desnecessárias ou elementos de design que não fazem sentido para o usuário. </p>
<p>Mas agora vamos ao titulo deste artigo &#8211; “Primeiro para mobile, depois para desktop”.</p>
<p>Como tudo é relativo, há designers que aprovam a ideia e outros que a contestam.</p>
<p>Cada projeto é individual, com suas particularidades, público alvo e expectativas. O que ajuda a decidir é saber quais dispositivos mais visitam o site. Depois de muitas análises de sites no Google Analytics, posso dizer que nunca vi um site ter mais acesso por dispositivos móveis do que por desktop, na verdade a porcentagem mobile é bem pequena.</p>
<p>Na verdade não se pode pensar em Mobile First sempre &#8211; a ideia é um desafio interessante, mas há perguntas a serem feitas antes de se começar.</p>
<p>São perguntas bem simples e objetivas:</p>
<h2>Qual o público alvo?</h2>
<p>A idade, a profissão, os hábitos, a classe econômica do público, tudo interfere na hora de pensar se é o caso de fazer primeiro para mobile e depois passar isso para o desktop.</p>
<p>Às vezes esse público que se quer atingir até possui smartphone, mas não tem um plano de internet 3G, por exemplo. Neste caso um site iria chamar a atenção desse público melhor do que algo mais simples e eficiente para mobile, porém nem tão usado.</p>
<h2>As pessoas utilizaram este site no trabalho, na rua, ou em casa?</h2>
<p>Quando estamos trabalhando, seja em desktop ou notebook, acessamos sites de interesse pessoal e sites de pesquisa para o trabalho que estamos executando através do computador. Na rua e em casa já é diferente, pesquisas mostram que as pessoas deixam de ligar seus computadores pessoais e utilizam a mobilidade para navegar na internet.</p>
<h2>É um site de muita informação?</h2>
<p>Em sites de muita informação muitas vezes não se aplicaria o Mobile First. São sites usados no dia a dia e muito consultados no desktop ou notebook e que no mobile funcionam melhor como um aplicativo, como no caso da rede social Facebook.</p>
<p>Essas são apenas algumas questões que eu levantei, com certeza existem muitas outras perguntas que devem ser feitas.</p>
<p>O pensar em projetar primeiro para mobile depois para desktop deve ser avaliado caso a caso. Toda regra tem sua exceção, o que se aplica a esta técnica, independente se o site será responsivo ou se haverá duas interfaces diferentes.</p>
<p>E você o que acha? Não há exceção? Será uma regra para o futuro? <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/10/design-com-conceito-e-o-que-traz-valor-e-transmite/">Design com conceito é o que traz valor e transmite</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/15/desenvolver-aplicativos-mobile-pode-trazer-boa-lucratividade/">Desenvolver aplicativos mobile pode trazer boa lucratividade</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/03/14/as-empresas-precisam-pensar-cada-vez-mais-em-mobilidade/">As empresas precisam pensar cada vez mais em mobilidade</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/03/13/a-revolucao-pos-pc-e-movel/">A revolução pós-PC é móvel</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por um desenvolvimento de produtos de TI mais estruturado</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/12/por-um-desenvolvimento-de-produtos-de-ti-mais-estruturado/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/12/por-um-desenvolvimento-de-produtos-de-ti-mais-estruturado/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 10:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Kruger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de software]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[produtos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=34891</guid>
		<description><![CDATA[Empresas produtoras de softwares e aplicativos online precisam de gerentes de produtos competentes e com experiência para poder coordenar os projetos, as equipes e o relacionamento entre todos os envolvidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas empresas de TI desenvolvem produtos para web e acabam se deparando com algumas situações novas:</p>
<ul>
<li>Qual a melhor forma de desenvolver esse produto?</li>
<li>O que meus clientes esperam com esse produto?</li>
<li>Qual a melhor abordagem comercial de venda?</li>
<li>Como vou sincronizar as expectativas dos departamentos de marketing, tecnologia e outros stakeholders?</li>
<li>Qual o RoadMap previsto?</li>
<li>Qual será a estratégia de canais e distribuição?</li>
<li>Como vou monetizar o negócio?</li>
<li>Como&#8230; Como&#8230; Como?</li>
</ul>
<p>Nesse contexto, um papel que vem ganhando muita relevância nas empresas que passam por estas situações é o <strong>gerente de produto</strong>. Este profissional &#8211; que também pode atender por diretor de produto, <em>product owner</em>, <em>product manager, product marketing manager</em> &#8211; é o responsável em buscar as respostas para todos esses “como’s”.</p>
<p>Atuo há anos com desenvolvimento de produtos e inovação para web, principalmente no fornecimento de tecnologia para diversas empresas e startups que buscam otimizar a forma de desenvolver produtos. O que a prática me mostrou é que o sucesso no desenvolvimento dessas aplicações está diretamente relacionado com a capacidade do gerente de produto à frente do projeto.</p>
<p>Mas, quais são as responsabilidades e competências deste profissional? Por que ele é tão importante no desenvolvimento de um site web ou aplicativo mobile?</p>
<h2>Onde está esse profissional?</h2>
<p>Geralmente, o gerente de produtos está sentado entre os departamentos de marketing, a área comercial e o pessoal de tecnologia das empresas. A área de marketing traz necessidades de abordagem a clientes, insight de propaganda e sugestões de como o produto deveria se comportar na web. A área de comercial possui informações de como “vender” o produto e quais canais de distribuição são mais acessíveis. Já o pessoal de tecnologia trabalha com vários desafios em como implementar novas <em>features</em>, restrições de segurança, escalabilidade e também possui sugestões de quais as melhores formas de implementação destes requisitos.</p>
<p>Como em geral essas áreas não falam a mesma língua, o gerente de produto serve de interface para alinhar as expectativas entre elas, identificando entre todas as solicitações quais realmente são importantes parar o cliente final do produto.</p>
<p>Os projetos desenvolvidos sem um gerente de produtos ativo, geralmente tornam-se uma corrida por novas funcionalidades, em que quem “grita mais alto” é atendido, e quem acaba sem voz é o cliente. Essa capacidade de escutar e interpretar os diversos interessados no projeto e alinhar isso com o que realmente é importante para o cliente e o que será efetivamente implementado, é uma <em>skill </em>importantíssima do gerente de produtos.</p>
<h2>Quais as responsabilidades do gerente de produto?</h2>
<p><strong>Representar o cliente</strong><em>. </em>Antes de tudo, o gerente de produtos deve ser a voz do cliente e usuários finais do site ou aplicativo que está sendo desenvolvido. Deve-se compreender o que os clientes querem com o produto e como estes clientes vão interagir com o produto. O gerente de produto deve aplicar ferramentas e métricas, para poder ouvir usuários reais e traçar melhor estratégias de uso.</p>
<p><strong>Representar o RoadMap do produto</strong><em>.</em> Todas as áreas irão pedir centenas de <em>features</em>, mas é de responsabilidade do gerente de produto interpretar todas as solicitações e identificar quais realmente são importantes ao cliente final e serão incorporadas no produto. Todo gerente precisa saber responder a qualquer momento a pergunta “<em>O que é mais importante a ser feito agora?</em>”. Decisões como “<em>…a feature X solicitada pelo gerente de marketing é mais importante que a melhoria de performance sugerida pela equipe de TI?</em>” serão parte do seu dia a dia. E a capacidade de priorizar e tomar decisões baseadas no que é mais importante para o produto agora, é fundamental. Invariavelmente, esse profissional terá de dizer muitos “não’s” em prol de escolhas certas aos clientes.</p>
<p><strong>Ser a interface de comunicação entre stakeholders</strong><em>.</em> Cada área da empresa vê o desenvolvimento do produto sob um ponto de vista único. Cada diretor tem uma expectativa de lançamento do site, orientado aos objetivos da sua área. E os clientes precisam de algumas funcionalidades que nenhuma área da empresa conseguiu identificar. O gerente de produtos precisa servir com intermediador de todos os interesses e expectativas, gerenciando o <em>RoadMap </em>de forma a atender os clientes e stakeholders do projeto.</p>
<p><strong>Ser o especialista da empresa no modelo de negócio sugerido pelo produto</strong><em>. </em>O gerente de produtos precisa entender a fundo o modelo de negócio empregado no desenvolvimento. Não basta o conhecimento técnico, é necessário conhecer o <em>core business</em> em que o produto foi baseado.</p>
<p><strong>Tomar decisões baseadas em métricas</strong>. O gerente de produtos não inclui ou remove uma <em>feature</em> do seu aplicativo mobile porque um diretor solicitou esta ação. E nem solicita a mudança do <em>layout</em> de uma página web, motivado por preferências pessoais. O gerente de produto faz muitas mudanças o tempo todo, mas todas baseadas em métricas, estatísticas e <em>feedbacks</em> coletados de usuários reais do sistema. Para isso, promove pesquisas qualitativas e quantitativas, estudos de usabilidade e design de interação para direcionar o desenvolvimento para as necessidades reais do cliente.</p>
<p><strong>Ter conhecimento técnico e por a mão na massa</strong><em>.</em> O que eu vi nesses últimos anos é que o bom gerente de produtos soma conhecimentos técnicos a uma capacidade acima da média. Sim, este profissional tem conhecimento em tecnologia web e metodologias de desenvolvimento de produtos. Estuda constantemente os conceitos de UX (<em>User Experience</em>), Lean UX e design de interação. Busca aprender as melhores práticas de desenvolvimento ágil e práticas de <em>Lean Startups</em>. Estuda formas de aquisição e conversão de novos usuários. Além disso, o gerente de produtos sabe com implementar estas técnicas e orienta seu time em como incluir tais práticas no desenvolvimento do produto. Os melhores profissionais que conheci falavam pouco, mas faziam muito.</p>
<p><strong>Promover aprendizado para o time e para a empresa</strong><em>.</em> Todas as decisões do gerente de produtos, determinando a implementação de algumas <em>features</em>, a remoção de outras, melhorias de usabilidade e todas as alterações no projeto podem gerar mais ou menos engajamento dos clientes. Quando uma nova <em>feature</em> no produto gera feedbacks negativos dos usuários, essa não é a hora de se lamentar, mas de promover aprendizado à equipe e a toda empresa. Estas experiências, mesmo que negativas, precisam ser compartilhadas com todas as áreas, para que isso sirva com subsídio para os próximos passos do projeto. Um comportamento do cliente identificado pelo gerente de produtos pode ser muito importante para uma campanha publicitária de marketing, por exemplo. É de responsabilidade do gerente de produtos viabilizar este canal de feedbacks, promovendo o aprendizado de toda a empresa.</p>
<p><strong>Comprometimento</strong><em>.</em> Essa talvez seja, em minha opinião, a mais importante característica deste profissional. Muitas pessoas, durante o todo o projeto, vão se envolver com o desenvolvimento do produto, mas o gerente de produtos estará <em>comprometido</em> com o projeto. Comprometimento é muito mais profundo que simplesmente estar envolvido. O gerente de produtos precisa dormir e acordar pensando em como atender melhor seus usuários, gastando menos recursos e promovendo mais resultados em curto prazo. Não é por acaso que a maioria das empresas ao iniciarem o desenvolvimento de um produto oferecem a este profissional a possibilidade de se tornar sócio neste novo negócio. Não apenas atuando como funcionário, mas como dono da nova empresa que pode estar nascendo. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/14/aplique-qualidade-total-na-sua-empresa-e-na-sua-carreira/">Aplique qualidade total na sua empresa e na sua carreira</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/04/25/kanban-um-metodo-diferente-de-desenvolver-projetos/">Kanban, um método diferente de desenvolver projetos</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/10/software-invista-no-desenvolvimento-dirigido-por-testes/">Software: invista no desenvolvimento dirigido por testes</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O valor da boa reputação no e-mail marketing</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/05/o-valor-da-boa-reputacao/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/05/o-valor-da-boa-reputacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 11:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Popper</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail marketing]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=34755</guid>
		<description><![CDATA[As empresas, provedores de e-mails e profissionais sérios têm combatido com firmeza os problemas relacionados aos spams com a seguinte equação: e-mail marketing = reputação + engajamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Enquanto o caráter pode ser considerado o que temos quando vamos embora, a reputação se constrói apenas em um momento, no da chegada”. A definição acima é do jornalista e cineasta Arnaldo Jabor. Tenho certeza de que ele não estava pensando em e-mails quando a escreveu, mas ela descreve perfeitamente o momento que vivemos neste mercado.</p>
<p>Da mesma maneira que uma pessoa, inevitavelmente, é avaliada pela sociedade, as instituições também atravessam o mesmo julgamento Neste sentido, grandes corporações, provedores de e-mail e entidades que combatem o <em>spam</em> – como a Microsoft, Yahoo, Google, Cisco, Amazon, e outras – se posicionaram, encontrando um jeito bastante prático para reverter a imagem de que e-mail marketing está associado a <em>spam</em>, criando a seguinte equação:<strong> e-mail marketing = reputação + engajamento.</strong></p>
<p>Daí a importância de se investir em uma equipe qualificada para disparar e gerenciar suas campanhas de e-mails marketing. De acordo com o que a Return Path, companhia líder mundial em certificação de e-mail e monitoramento de reputação, divulgou recentemente no “Relatório de Reputação do Remetente: Fatores Chaves que Impactam a Entregabilidade do E-mail”, conduzido no final do ano passado, a reputação ainda é fator essencial na relação transparente e por consequência, da confiança que irá se estabelecer entre empresa e consumidor.</p>
<p>Basicamente, o estudo avaliou como a reputação impacta significativamente a entrega de e-mails para o público. Um dos dados que mais chamam a atenção é que, no Brasil, somente 63% dos e-mails comerciais chegam até a caixa de entrada. Daí a importância de seguir as boas práticas. Elas serão (já estão sendo) as principais responsáveis por evitar que as mensagens sejam despejadas no spam e garantir a comunicação direta e efetiva com o público.</p>
<p>Para conquistar a boa reputação, focar na transparência em todas as etapas acaba sendo a ação mais importante do processo.</p>
<p>Tanto o opt-in quanto opt-out precisam funcionar perfeitamente, pois isso garante que sua base de dados seja somente de pessoas interessadas em seus conteúdos. Ainda no primeiro contato, no momento do cadastro, é importante adotar como estratégia o Double Opt-in, com a qual é possível confirmar a autenticidade dos endereços cadastrados.</p>
<p>Além disso, outro ponto considerado importante pelos provedores na hora de avaliar a reputação dos remetentes é a interação dos usuários com suas campanhas. É preciso garantir que a sua base de dados não contenha endereços inativos, que são aqueles que até passaram pelo processo de opt-in, mas mesmo assim se apresentam como um risco à sua reputação. Para se “livrar” deste problema, indico que as empresas deixem de enviar e-mails aos usuários que não abriram nenhuma de suas campanhas nos últimos 120 dias.</p>
<p>Facilitar a vida do usuário e destacar o link de opt-out também é indicado. Muitas vezes, as empresas acham que vão reter o contato se mascararem as formas de descadastro, mas os problemas gerados são ainda maiores. Este é um fator que tem contribuído para manchar a reputação das empresas. Com a evidência do botão “Denunciar Spam” nos principais provedores e com a dificuldade de se descadastrar, os usuários acabam clicando, às vezes inadvertidamente, nesta opção. A dificuldade dos usuários em fazer uso do opt-out levou a 70% o índice de queixas para e-mail marketing, disse a pesquisa (um número extremamente alto).</p>
<p>Adotar estas medidas é princípio básico para a construção de sua reputação. Assim como o sistema se baseará em sua reputação para decidir se a sua mensagem será recebida na caixa de entrada ou no lixo eletrônico, o mesmo ocorre com sua imagem: basta apenas um deslize de postura para que sua imagem seja arranhada. E a confiança, dizem, é como papel amassado. Uma vez maculado, ele nunca ficará perfeito novamente. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/11/28/e-mail-marketing-aumente-a-taxa-de-abertura/">E-mail marketing: aumente a taxa de abertura</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/06/bye-bye-spam/">Bye bye spam: ele vai acabar em poucos anos</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/01/19/spammers-falsos-perfis-e-hologramas-virtuais/">Spammers, falsos perfis e hologramas virtuais</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		<title>WordPress se consolida e ganha cada vez mais espaço</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/04/wordpress-se-consolida-e-ganha-cada-vez-mais-espaco-no-mercado/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 10:58:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Almy D. Fróes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[cms]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Custo? Facilidade de uso? Curva de aprendizado? Entenda porque diversas empresas e instituições adotam a plataforma WordPress em seus sites.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é nenhuma novidade que tanto empresas quanto instituições públicas estão aderindo cada vez mais a utilização de ferramentas gratuitas como o WordPress em seus portais informativos e sites institucionais. Aqui mesmo no <strong>Webinsider</strong>, um artigo de 2007 já noticiava a <a href="http://webinsider.uol.com.br/2007/12/04/ministerio-da-cultura-adota-o-wordpress/" rel="externo">adoção do WordPress por órgãos do governo</a>. Porém, muitas empresas que ainda não aderiram a essa plataforma se perguntam: o que a faz tão confiável e por que seu uso cresce a cada dia?</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/03/wordpress.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/03/wordpress-300x68.jpg" alt="" title="wordpress" width="300" height="68" class="alignleft size-medium wp-image-34735" /></a>Para quem não tem muita familiaridade, o WordPress é uma plataforma de distribuição de conteúdo, assim como o Joomla, por exemplo, e roda sobre a linguagem PHP com banco de dados MYSQL, ambos gratuitos.</p>
<p>Em um mercado altamente competitivo, nenhuma empresa ou instituição que se preze quer se arriscar a usar uma plataforma que possa lhe dar problemas de indisponibilidade em seus sites. Para explicar porque ele está crescendo tanto no mercado, vamos falar de alguns fatores que fazem o WordPress ser tão interessante.</p>
<h2>Segurança</h2>
<p>Pelo fato de possuir uma imensa comunidade voltada ao software livre, qualquer falha de segurança (e elas estão cada vez mais raras nas novas versões) na plataforma WordPress é rapidamente identificada e um <em>patch</em> de correção é liberado. Inclusive, é grande também o número de <em>beta-testers</em> (usuários que aceitam testar uma nova versão não finalizada com o intuito de descobrir falhas) a cada nova versão. Quando a versão final é lançada ela já foi exaustivamente testada, ou seja, está bastante segura e otimizada.</p>
<h2>Facilidade de uso</h2>
<p>Um dos pontos fortes do WordPress, principalmente para empresas, é sua facilidade de uso. Depois de instalado, não é necessário gastar horas de treinamento com funcionários que ficarão responsáveis por atualizar notícias no site da empresa. O painel é altamente intuitivo para quem já tem noções básicas de Word e Office, e em cerca de 20 minutos o funcionário está apto para publicar no site.</p>
<p>Mesmo sua instalação hoje em dia é quase automática na maioria dos servidores de hospedagem, bastando apenas um clique.</p>
<h2>Inovação</h2>
<p>Embora plataformas gratuitas nem sempre apresentem inovações e grandes evoluções em seu ecossistema, isso não ocorre com o WordPress.</p>
<p>Muitas inovações são lançadas a cada versão, tanto na parte de <em>plugins</em>, quanto nos próprios códigos nativos. Na última versão, por exemplo, as galerias de imagens ganharam várias melhorias e novas funcionalidades.</p>
<h2>Flexibilidade</h2>
<p>Os <em>plugins </em>WordPress trazem uma série de novas funções possíveis para o site e são instaláveis com apenas um clique. Galerias de Imagens, fóruns, enquetes, botões para compartilhamento de artigos em redes sociais, e-commerce e muito mais está disponível para as necessidades da empresa ou instituição.</p>
<h2>Baixo custo</h2>
<p>Um dos pontos mais importantes, se a empresa já tem uma hospedagem pela qual paga mensalmente, o custo do WordPress é zero. Inclusive existem milhares de <em>templates</em> e <em>plugins</em> gratuitos que atendem perfeitamente as necessidades de um site institucional ou portal empresarial.</p>
<p>Com tantas possibilidades a praticamente custo zero, é natural que tenhamos observado esse constante crescimento que a plataforma WordPress vem alcançando nos últimos anos em sites de instituições governamentais e empresas. Ponto para o <em>open source</em>. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/09/01/abandonar-seletivamente-o-passado-para-inovar/">Abandonar seletivamente o passado para inovar</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/08/31/apertem-os-cintos-o-webdesigner-sumiu/">Apertem os cintos… o webdesigner sumiu!</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/09/por-que-vale-a-pena-ter-um-blog-corporativo/">Por que vale a pena ter um blog corporativo</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre leões, pés descalços e a excelência na defesa cibernética</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/02/25/sobre-leoes-pes-descalcos-e-a-excelencia-na-defesa-cibernetica/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 11:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Antão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de riscos]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[malware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[A gestão de riscos e os procedimentos de detecção e controle de segurança são importantíssimos para manter a integridade dos negócios. É preciso sempre estar um passo a frente das ameaças.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A corrida contra as ameaças eletrônicas coloca as organizações em estado de constante alerta e monitoramento contínuo. Imaginemos a seguinte situação: Dois amigos estão caçando quando, já dentro da selva, um leão os surpreende e, sem condições de reagir, um deles imediatamente começa a tirar os sapatos. “Por que você está tirando os sapatos?”, pergunta um deles. “Descalço, eu posso correr mais rápido!”, responde o outro. “Que bobagem! Não importa o quanto você pode correr, você nunca vai conseguir correr mais que o leão!”, diz o primeiro, apavorado. “Eu não preciso correr mais que o leão, só tenho que correr mais que você.”</p>
<p>A piada reflete uma situação em que há várias instituições públicas e privadas que correm para manter seus sistemas e informações sobre constante ameaça de ataques via meios eletrônicos. As ações recentes mirando a exposição de grandes instituições, por meio do vazamento de informações (<a href="http://wikileaks.org/" rel="externo">como o  wikileaks</a>), os ataques a grandes mídias (<a href="http://www.nytimes.com/2013/02/19/technology/chinas-army-is-seen-as-tied-to-hacking-against-us.html?pagewanted=all" rel="externo">como o caso do New York Times</a>), ações de roubo de informações estratégicas e de Estado (<a href="http://www.economist.com/news/china/21572228-evidence-mounting-chinas-government-sponsoring-cybertheft-western-corporate" rel="externo">como o suposto caso da China VS. EUA</a>), mostraram que é realmente necessário pensar na infraestrutura tecnológica e de defesa para estar um passo a frente com alto potencial agressivo.</p>
<p>Na última década, investiu-se enormes quantias de dinheiro para criar um mundo superconectado. Este investimento, que traz eficiência e mais qualidade de vida a todos, também trouxe consigo ameaças que antes ficavam apenas no mundo físico: Cibercrime, ciberterrorismo, ciberativismo e outros “ciber-problemas” que já fazem parte do planejamento estratégico de estados e corporações.</p>
<p>A criminalização das pessoas envolvidas neste tipo de ataques também chama a atenção. Os que no início eram entusiastas de tecnologia construindo pequenos softwares (scripts), e que tinham o objetivo de se promover dentro da comunidade de tecnologia, agora frequentam o mesmo ecossistema de criminosos tradicionais, amplamente financiados, olhando para o mundo digital com uma estrutura organizada de ações com foco em alto retorno financeiro.</p>
<p>Hoje, há o conflito velado entre nações pelo controle de propriedade intelectual, há os hacktivistas, que por motivação política ou social, encontram nos sistemas online uma maneira de se fazerem presentes com suas reinvindicações perante a sociedade. No Brasil, ainda é comum encontrar o chamado “ativismo do sofá”, em que algumas pessoas tentam mostrar sua indignação sem sair de casa, usando sites, redes sociais e “softwares de um-click” para atacar instituições que julgam ser contra algum tipo de interesse coletivo.</p>
<p>Os sistemas de segurança não evoluíram no mesmo ritmo de expansão das infraestruturas tecnológicas. Historicamente, as organizações acabaram investindo uma parte maior dos orçamentos em soluções de prevenção, pouco em detecção e quase nada em resposta a ameaças e incidentes em meios eletrônicos.</p>
<p>Pensando em um novo ambiente de ameaças, as organizações passam a necessitar de uma estrutura de defesa pró-ativa, focada em ameaças reais, em tempo real. O conhecimento dos atacantes e modus-operandi conhecidos também farão diferença na construção de uma rede interna de inteligência organizacional, que trará visibilidade sobre quem é o agressor contumaz. E, por meio de mecanismos de análise, é possível tentar entender a real motivação por trás destas ações.</p>
<p>É preciso pensar ativamente na visibilidade do que está acontecendo nos sistemas, na velocidade que é necessária ao começar os procedimentos de resposta, além da inteligência que será gerada a partir dessas ações. No fim das contas, além de descobrir o que aconteceu e quem foi o autor, é muito importante entender porque você foi escolhido como alvo e como tentar se antecipar na próxima ação. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/21/as-estrategias-de-seguranca-da-sua-empresa-sao-eficientes/">As estratégias de segurança da sua empresa são eficientes?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/31/a-era-da-guerra-cibernetica/">A era da guerra cibernética</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/02/18/os-desafios-da-seguranca-de-aplicativos-em-2013/">Os desafios da segurança de aplicativos em 2013</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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