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	<title>Webinsider &#187; Branding</title>
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	<link>http://webinsider.uol.com.br</link>
	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
	<lastBuildDate>Sat, 18 May 2013 16:40:48 +0000</lastBuildDate>
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	<copyright>Copyright &#xA9; Webinsider 2012 </copyright>
	<managingEditor>falecom@webinsider.com.br (Webinsider)</managingEditor>
	<webMaster>falecom@webinsider.com.br (Webinsider)</webMaster>
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		<title>Webinsider</title>
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	<itunes:summary>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</itunes:summary>
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	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Webinsider</itunes:author>
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		<itunes:email>falecom@webinsider.com.br</itunes:email>
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		<item>
		<title>Mercedes Classe A combina com “Ah lelek lek lek”?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/17/classe-a-combina-com-ah-lelek-lek-lek/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/17/classe-a-combina-com-ah-lelek-lek-lek/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 11:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Vitorino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[plano de marketing]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=35448</guid>
		<description><![CDATA[Ousadia ou erro na estratégia de marketing na trilha sonora em comercial de automóvel da Mercedes-Benz do Brasil?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dias a Mercedes-Benz do Brasil lançou um comercial para apresentar o novo Classe A, carro considerado como de “entrada” no país devido ao seu preço ser inferior a 100 mil reais. Para o lançamento a agência Adbat/Tesla usou um comercial mundial com adaptação para o mercado nacional. O &#8220;problema&#8221; foi a escolha da música, um funk carioca, e com o conceito que tentaram emplacar. O comercial pode ser visto abaixo.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/skHkv7kMAv8" frameborder="0" width="600" height="338"></iframe></p>
<p>Atualmente o vídeo conta com mais de dois milhões de acessos, nas primeiras 24 horas teve cerca de 140 mil visualizações. A agência responsável considera que o objetivo, devido ao seu caráter viral, foi atingido: apresentar o produto para o público jovem (entre 22 e 35 anos), masculino, com poder aquisitivo e desejo pela marca.</p>
<p>&#8220;A Mercedes sabia que essa peça da campanha seria polêmica e foi corajosa em aprovar&#8221; &#8211; Bruno D&#8217;Angelo, diretor de criação da Adbat/Tesla.</p>
<p>“Nosso target está muito claro pelo preço do carro, mas o importante é atingirmos um público novo, mais eclético. Sempre estaremos baseados no requinte e no luxo, mas não é porque usamos uma música mais popular que estamos afrontando estes conceitos, sem falar que pessoas de todas as classes gostam deste tipo de música. Não compartilhamos ou concordamos com qualquer tipo de discriminação”, destaca Arthur Wong, Gerente de Marketing da Mercedes-Benz Brasil.</p>
<p>Segundo o site <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/digital/27192/polemica-mercedes-alemanha-repudia-acao-e-especialistas-comentam.html" rel="externo">Mundo do Marketing</a>, a matriz alemã repudiou o comercial brasileiro por não estar de acordo com o alinhamento da marca. A filial brasileira negou o conflito.</p>
<p>A Natália Mateus fez uma breve análise de sentimento, utilizando como fonte cerca de 100 publicações feitas no Twitter e no Facebook, e concluiu que o buzz gerado foi superior do que a polarização sobre o comercial. 45% das menções foram referentes apenas à polêmica gerada, 23% se devem a elogios (quase sempre no sentido da ousadia e irreverência) e 32% se referem negativamente à campanha, principalmente, por não vincularem a música escolhida com a essência da marca e de seu público.</p>
<h2>Medindo a eficácia e a eficiência da campanha</h2>
<p>Com o <em>buzz</em> gerado pela campanha ficou claro que a agência foi eficiente na sua proposta. Apresentou o novo modelo para o mercado. Antes o modelo Classe A era um carro basicamente familiar. Hoje ele se enquadra mais na proposta do jovem que deseja um veículo mais esportivo.</p>
<p>Contudo, o mundo do marketing não é feito apenas de eficiência. Qualquer investimento feito em publicidade deve trazer o retorno para o anunciante, ou seja, ser eficaz na proposta de <em>branding</em> ou de vendas.</p>
<p><strong>Será que a campanha conseguirá dar retorno para a marca alemã? Difícil afirmar, mas ao julgar pelas informações do público-alvo determinado e os seus interesses, creio que a resposta é não.</strong></p>
<p>Utilizando uma ferramenta de análise de interesses e perfil comportamental baseada em usuários do Facebook, fiz alguns exercícios para chegar a essa conclusão.</p>
<p>Basicamente procurei respostas para as seguintes perguntas:</p>
<ul>
<li>Qual a afinidade e perfil demográfico do fã da Mercedes-Benz no Brasil?</li>
<li>Qual a afinidade do público alvo com a proposta do comercial?</li>
<li>Qual a afinidade, perfil psicológico e demográfico dos fãs de funk carioca?</li>
</ul>
<h2>Resultados mostram a controvérsia</h2>
<h3>Qual a afinidade e perfil demográfico dos fãs da Mercedes-Benz no Brasil?</h3>
<p>Não encontrei nenhuma pesquisa qualificada sobre os compradores da Mercedes, porém, como elemento de análise separei dentro da ferramenta os fãs da página oficial da montadora. Do universo de usuários disponíveis dentro da ferramenta, existem aproximadamente 500 mil perfis brasileiros. Destes, cerca de quatro mil que se declararam fãs da Mercedes-Benz.</p>
<p>Basicamente:</p>
<ul>
<li>67% são homens;</li>
<li>63% tem mais do que 28 anos;</li>
<li>61% estão em algum tipo de relacionamento;</li>
<li>85% possuem nível superior ou pós-graduação;</li>
<li>67% são <em>car lover</em>s.</li>
</ul>
<p>A pesquisa de interesses revelou a afinidade dos fãs com os seguintes estilos musicais:</p>
<ul>
<li>Opera (248x);</li>
<li>Rock and Roll (200x);</li>
<li>Classic Music (190x).</li>
</ul>
<h3>Qual a afinidade do público alvo com a proposta do comercial?</h3>
<p>Para análise considerei o segmento: homens, 22-35 anos, declaradamente com curso superior ou pós-graduação, residentes no Brasil e que tenham curtido mais do que três páginas sobre carros (<em>car lovers</em>).</p>
<p>Para a escolha do filtro considerei que a agência não quis pegar apenas os fãs da marca, mas todos aqueles que, supostamente, poderiam ser consumidores do produto. Como a Mercedes-Benz trata-se de uma marca de desejo e prestígio, escolhi segmentar por <em>car lovers</em>.</p>
<p>Por afinidade, os três estilos musicais que obtiveram maiores índices com o público alvo são:</p>
<ul>
<li>Sertanejo (116x);</li>
<li>Classic Rock (93x);</li>
<li>Death Metal (74x).</li>
</ul>
<p>O Funk Carioca obteve índice de 61x.</p>
<p>Se filtrarmos um pouco mais e só pegarmos quem declarou ser pós-graduado, os estilos predominantes são:</p>
<ul>
<li>Brazilian Rock (211x);</li>
<li>Dance Music (161x);</li>
<li>Hard Rock (154x).</li>
</ul>
<p>Funk Carioca sequer aparece na listagem.</p>
<p>Não há filtragem por classe social ou poder aquisitivo na ferramenta, então adotei o nível educacional para tentar se aproximar mais da característica. A justificativa para essa escolha encontra-se <a href="http://gazetaweb.globo.com/noticia.php?c=1849&amp;e=9" rel="externo">no estudo feito</a> pelo professor de economia do IBMEC-SP e da USP, Naercio Aquino Menezes Filho, que relaciona a escolaridade com a renda.</p>
<h3>Qual a afinidade, perfil psicológico e demográfico dos fãs de funk carioca?</h3>
<p>Uma das coisas que me perguntei foi quem seria o perfil do público que se diz fã de Funk Carioca. A resposta é:</p>
<ul>
<li>52% são homens;</li>
<li>85% têm menos do que 29 anos;</li>
<li>53% estão em algum tipo de relacionamento;</li>
<li>68% possuem nível superior ou pós-graduação;</li>
<li>Apenas 7% são <em>car lover</em>s.</li>
</ul>
<p>Supondo que o interesse da agência fosse cativar esse segmento, pesquisei as marcas de automóveis que teriam mais afinidade com esse grupo. Resultado: BMW, Chevrolet, Audi, Suzuki, Mitsubishi. A Mercedes-Benz é uma das marcas com menor afinidade com o grupo.</p>
<p>Também identifiquei algumas páginas referentes ao segmento de automóveis com maior afinidade no grupo. A página <a href="https://www.facebook.com/kikandoesseeonossoestilo" rel="externo">Kikando (Esse é o nosso estilo)</a> é a que tem o maior índice, 1.227x, e tem conteúdo relacionado a personalizações estéticas em automóveis populares.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Com os resultados das pesquisas, podemos deduzir que a agência errou a mão em vincular um funk carioca a um comercial da Mercedes-Benz.</p>
<p>O público-alvo do carro não tem afinidade com o estilo musical, os fãs da marca não têm perfil e afinidades similares que justifiquem a escolha da música e quem tem sinergia com o funk carioca não tem similaridade com o perfil de consumidor da Mercedes.</p>
<p>Ao analisar as menções da marca e o quadro completo, cheguei a conclusão que o comercial só gerou polêmica, não cumpriu seu objetivo de marketing e ainda aborreceu os reais consumidores da marca.</p>
<p><strong>PDFs das análises feitas</strong></p>
<ol>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/afinidade-publico-alvo-segmento.pdf" rel="externo">Afinidade público-alvo/segmento</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/afinidade-publico-alvo.pdf" rel="externo">Afinidade público-alvo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/fãs-da-mercedes-interesses.pdf" rel="externo">Interesses dos fãs da Mercedes-Benz</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/fãs-da-mercedes.pdf" rel="externo">Fãs da Mercedes-Benz</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/fãs-de-funk-carioca-e-automóveis.pdf" rel="externo">Fãs de funk carioca e automóveis</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/fãs-de-funk-carioca-e-carros.pdf" rel="externo">Fãs de funk carioca e carros</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/fãs-de-funk-carioca.pdf" rel="externo">Fãs de funk carioca</a></li>
</ol>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/16/adidas-e-o-caso-das-camisas-duplicatas/">Adidas e o caso das camisas duplicatas</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/24/manipular-a-mente-do-consumidor-tambem-e-estrategia-de-marca/">Manipular a mente do consumidor também é estratégia de marca</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/11/29/empresas-fail-nas-redes-sociais-da-para-evitar-ou-reverter/">Empresas #fail nas redes sociais. Dá para evitar ou reverter?</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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<ul>
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</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Onde as teorias sobre marketing e networking se encontram</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/16/o-que-teorias-sobre-marketing-e-networking-tem-a-ver/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/04/16/o-que-teorias-sobre-marketing-e-networking-tem-a-ver/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 10:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[marketing pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Seu nome é a sua marca. Então, não adianta apenas ter contatos fortes, eles precisam se lembrar de você e da sua relevância.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/top-of-mind.jpg"><img class="size-medium wp-image-35413" style="float: right; margin-left: 10px;" title="top of mind" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/top-of-mind-300x231.jpg" alt="top of mind" width="300" height="231" /></a>Pense rápido! Qual é a marca de refrigerantes mais vendida no mundo? Qual é a maior rede mundial de fast foods? Qual é a empresa de tecnologia mais inovadora do mercado? Se você não respondeu Coca-Cola, McDonalds e Apple, provavelmente não vive nesse planeta. Essas marcas estão tão presentes na sua cabeça que devem ter vindo à sua mente mesmo antes que você conseguisse pronunciá-las.</p>
<p>Se você nunca estudou nada sobre marketing, sequer faz ideia de como essas marcas conseguiram entrar dentro da sua cabeça. Com um pouco de estudos, você já compreende que essas empresas conquistaram sua atenção por causa de investimentos maciços em branding. Mas só quem conhece à fundo as teorias de marketing sabe o quanto é difícil chegar e, principalmente se manter, no ponto mais alto da consciência do consumidor. Em marketing, esse lugar é chamado de Topo da Mente ou <em>Top of Mind</em>, em inglês.</p>
<p>Mas o que essas teorias todas de marketing têm a ver com as teorias que estudam o networking? Em networking, não basta ter contatos fortes para que sua rede de relacionamento trabalhe a seu favor. É preciso que seus contatos se lembrem de você quando uma boa oportunidade passe por eles. Então, pense em você como uma marca; suas ideias, sua reputação, suas qualidades são seus produtos; e sua rede de relacionamento é o mercado consumidor de tais produtos. Para que esses consumidores &#8220;comprem&#8221; os seus produtos, eles precisam ter sempre em mente que sua marca existe e quais são os produtos que você está oferecendo. Mas só estar presente pode não bastar quando a disputa pela atenção do mercado é muito grande. Nesses casos, sua estratégia tem que mirar o Topo da Mente dos seus consumidores.</p>
<p>Corporações investem milhões de dólares em pesquisas e colocam seus profissionais mais capacitados para entender o que se passa na cabeça dos seus clientes em potencial com o único objetivo de conquistar esse lugar de destaque na mente deles. Esse objetivo terá sido alcançado quando um cliente chega ao ponto de venda e, instintivamente, compra o produto desta empresa mesmo com o preço maior ou com menos diferenciais em relação aos concorrentes. Já você não tem os mesmos recursos financeiros e nem uma equipe para trabalhar a sua marca e tampouco para promover e vender os seus produtos. Esse é um trabalho duro (no duplo sentido da palavra) e solitário!</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/top-of-mind-internet-2010.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-35414" title="top-of-mind-internet-2010" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/04/top-of-mind-internet-2010-300x167.jpg" alt="top of mind" width="300" height="167" /></a>Outro ponto onde as teorias de marketing se encontram com as de networking é a categorização de um produto ou serviço. A mente do consumidor é um quarto com vários armários e cada um deles com várias gavetas. Esses armários são as categorias. Cada uma dessas gavetas representa uma subcategoria. No armário que representa a categoria de aparatos esportivos, existem várias gavetas representando as subcategorias, tais como camisetas, tênis, chuteiras, bonés, bolas, sungas, etc. Para cada subcategoria pode existir diversos fornecedores, mas apenas um conseguirá ocupar a parte de cima da gaveta, ou o Topo da Mente do consumidor. A Nike, por exemplo, pode ser a marca “Top of Mind” em tênis, mas foi a Topper que trabalhou melhor sua estratégia para estar no topo da subcategoria de chuteiras, por exemplo. Isso mostra o quanto uma estratégia de marketing pode ser focada a ponto de gavetas tão próximas dentro de um mesmo armário sejam tão distintas.</p>
<p>Trazendo essa teoria para o mundo conectado do networking, isso significa que você não precisa estar no Topo da Mente de todos da sua rede de relacionamentos em todas as categorias e suas subcategorias. Em termos práticos, você precisaria se vender como um &#8220;bom partido&#8221; àqueles amigos que têm muitas amigas lindas e solteiras. Você deve vender a imagem de um &#8220;funcionário exemplar&#8221; para aqueles amigos que têm muitos contatos no seu mercado de trabalho. Precisa ser um &#8220;cidadão modelo&#8221; para os membros da sociedade em que está inserido. Cada um desses rótulos é um produto que leva sua marca. Em resumo, quem vende produtos em diversas subcategorias, não pode adotar a mesma estratégica para chegar no cume da mente dos seus consumidores. Você corre o risco de passar uma mensagem confusa e deficiente aos clientes da sua marca.</p>
<p>Da mesma maneira que os profissionais de marketing se dedicam aos estudos das teorias para alcançar o Topo da Mente dos clientes, você também deve aprender a trabalhar sua marca dentro do seu networking. Como disse Leonardo Da Vinci &#8211; <strong><em>&#8220;Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende!&#8221;.</em></strong> <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/11/30/sobre-galinhas-cesares-e-marketing-pessoal/">Sobre galinhas, Césares e marketing pessoal</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/12/gestao-de-si-mesmo/">Gestão de si mesmo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/11/08/linkedin-endorsements-um-guia-pratico/">LinkedIn Endorsements, um guia prático</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Usuário do Metrô do Rio aprovou nova identidade sonora</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/11/sound-branding-um-case-de-sucesso/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/11/sound-branding-um-case-de-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 11:24:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zanna Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[sound branding]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=34871</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisa indica que o sound branding implementado no MetrôRio obteve aprovação pelo usuário. As melhorias aumentaram a percepção de acolhimento e reforçaram a comunicação de mensagens e avisos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com pouco mais de um ano após a implementação do sound branding do MetrôRio, a Zanna Sound, em parceria com a Troiano, fez a primeira pesquisa de sound branding já realizada no país sobre o assunto.</p>
<p>O projeto foi implementado em outubro de 2011 e teve como objetivo mudar a experiência dos usuários dentro das estações e trens, fazendo com que a população fosse acolhida de forma mais calorosa e ao mesmo tempo funcional. </p>
<p>Com o projeto foram criados os atributos da personalidade da marca que serviram de base para a criação do Tema Musical, Logo Sonora e escolha da nova voz do MetrôRio. Somando esses três ingredientes foram produzidas todas as mensagens dadas pela concessionária a população, mensagens do SAC, som da bilheteria, som das máquinas de auto atendimento e até o som ambiente composto de passarinhos.</p>
<p>Na pesquisa foram entrevistados 250 usuários do MetrôRio acima de 18 anos. Dentre as principais mudanças percebidas em 2012, aparecem em primeiro lugar a chegada dos novos trens com 93% e logo depois a mudança do som, com 58% no total (62% entre respondentes de 35 e 49 anos). Ficou nítido que com apenas um toque sonoro de 3 segundos as pessoas podem lembrar-se da marca. E 83% das pessoas se lembraram de ter ouvido a logo sonora.</p>
<p>O som tem poder de criar intimidade entre marcas e pessoas. No total, 94% das pessoas entrevistadas se lembraram de ter ouvido a nova voz, e 81% dizem ter gostado ou gostado muito. </p>
<p>O estudo reforçou a ideia de que as marcas, especialmente as que oferecem à população serviços vistos como frios, têm muito a ganhar com o uso de elementos sensoriais como a sonorização. Os resultados não deixam dúvida quanto a isto.</p>
<p><strong>Veja o vídeo case no link:</strong></p>
<p><iframe width="600" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/rPumWKVVsio" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/15/sound-branding-como-as-pessoas-escutam-a-sua-marca/">Sound branding: como as pessoas escutam a sua marca?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/11/20/as-agencias-de-publicidade-e-os-criativos-de-hoje/">As agências de publicidade e os criativos de hoje</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/24/manipular-a-mente-do-consumidor-tambem-e-estrategia-de-marca/">Manipular a mente do consumidor também é estratégia de marca</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2013/03/11/sound-branding-um-case-de-sucesso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Branding nas alturas: Red Bull te dá asas</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/02/06/branding-nas-alturas-red-bull-te-da-asas/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2013/02/06/branding-nas-alturas-red-bull-te-da-asas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 15:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Webinsider</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=34290</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisa divulgada pela equipe científica do Red Bull Stratos traz novos números sobre o projeto espacial capitaneado pelo paraquedista austríaco Felix Baumgartner. Para a marca, foi a campanha perfeita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/02/salto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-34291" title="Felix Baumgartner - Red Bull Stratos - foto: Joerg Mitter – Red Bull Content Pool" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/02/salto.jpg" alt="salto da estratosfera" width="600" height="338" /></a></p>
<p>Depois de três meses de estudos intensos, a equipe científica do Red Bull Stratos divulgou nesta terça-feira (05.02) mais uma série de dados e informações relativas ao projeto liderado pelo paraquedista austríaco Felix Baumgartner, em que um homem, pela primeira vez, ultrapassou a velocidade do som.</p>
<p>Entre as várias descobertas apresentadas, a mais impressionante é que a velocidade alcançada por Felix, na verdade, foi maior do que a que havia sido estimada. Durante a queda, o austríaco atingiu o pico de 1530 km/h, velocidade superior à uma bala de revólver.</p>
<p>As amplas descobertas científicas &#8211; inclusive as primeiras informações fisiológicas já compiladas de um ser humano caindo mais rápido do que a velocidade do som &#8211; também levaram a revisões nos dados iniciais do salto, que coletou informações para futuras viagens aeroespaciais ao mesmo tempo em que quebrou vários recordes.</p>
<p>A velocidade vertical máxima da quebra de recorde de Baumgartner foi revisada para cima, para 1.357,6 km/h de uma estimativa inicial de 1.342,8 km/h. Com a ajuda de uma análise adicional de registro de dados, a altitude do salto foi revisada levemente para baixo, para 38.969,4 metros, com relação à estimativa anterior de 39.045 metros.</p>
<p>A descoberta mais importante da análise da missão já era mais do que evidente para os milhões de espectadores que assistiram ao salto ao vivo, em todo o mundo. A queda livre do aventureiro austríaco demonstrou que, com o equipamento certo e o treinamento adequado, um ser humano pode acelerar de maneira segura através da barreira do som. Esse é um avanço importante para a indústria aeroespacial, que busca respostas às perguntas da tripulação e de passageiros sobre a evacuação em situações de emergência, principalmente nas futuras viagens espaciais comerciais.</p>
<p>“Juntos, provamos que um humano em queda livre pode romper a velocidade do som voltando da estratosfera, atravessando uma fase transônica e pousando a salvo no chão”, disse Art Thompson, o diretor do projeto técnico da missão e o fundador da Sage Cheshire Aerospace, que foi o centro de tecnologia do Red Bull Stratos.</p>
<p>A documentação foi finalizada depois que a equipe científica da missão conduziu uma revisão por pares, o Red Bull Stratos Scientific Summit (Cúpula Científica Red Bull Stratos), no Centro de Ciência da Califórnia, em 23 de janeiro de 2013, que incluiu astronautas da NASA, oficiais da Força Aérea dos EUA e representantes de empresas aeroespaciais comerciais como Virgin Galactic, Northrop Grumman, SpaceX, XCOR, Sierra Nevada Corporation e outras. Também foram revelados os números finais submetidos a registros de aprovação – inclusive a revisão levemente para cima da velocidade supersônica de Baumgartner.</p>
<h2>Um salto para a história</h2>
<p>O Red Bull Stratos foi uma missão histórica até o limite do espaço, na qual Baumgartner, um paraquedista profissional, realizou um sonho de toda a vida: saltar de uma cápsula que tivesse subido 39 quilômetros acima da Terra, atada a um balão de hélio. Ele se tornou o primeiro ser humano a romper a barreira do som em queda livre, e estabeleceu vários recordes adicionais no processo. Desde o início, a missão foi concebida como um programa de teste de voo para o avanço médico e científico nos voos humanos.</p>
<p>A divulgação das descobertas da missão é o auge de cinco anos de desenvolvimento do programa de teste de voo ativo, e os tópicos abrangem de avanços técnicos a médicos e meteorológicos. Algumas das informações mais ansiosamente guardadas tinham a ver com os dados fisiológicos de Baumgartner, que incluem sua frequência cardíaca e respiratória em pontos vitais durante a subida e a queda livre recorde de volta à Terra.</p>
<p>O monitoramento fisiológico de Baumgartner forneceu à equipe mais de 100 milhões de pontos de dados. As informações recém-divulgadas não incluem apenas sua frequência respiratória e cardíaca, mas também indicam as forças que ele encontrou em etapas importantes durante a missão.</p>
<p>A frequência cardíaca de Baumgartner chegou a 185 batidas por minuto (bpm) quando saiu da cápsula, e variou de 155 para 175 bpm durante a queda livre. Baumgartner, cujos batimentos cardíacos durante o período de pré-respiração de oxigênio no pré-lançamento foram de 40 a 100 bpm, teve uma frequência cardíaca de 60 a 100 bpm durante a subida e 169 bpm quando atingiu a altura máxima e 100 quando o helicóptero de resgate o transportou de volta para o Controle da Missão. Sua frequência respiratória atingiu um máximo de 30 a 43 respirações por minuto durante a queda livre.</p>
<p>Baumgartner experimentou 25,2 segundos de absoluta falta de peso durante a fase inicial de sua queda livre. Subsequentemente, ele entrou em um período de giros e voltas que atingiu uma taxa máxima de 60 rotações por minuto, deixando o austríaco de 43 anos em uma posição de “flat spin” por 13 segundos. Ele foi capaz de estabilizar sua trajetória usando suas habilidades de paraquedista. Todos os dados fisiológicos ficaram bem dentro dos parâmetros antecipados, nunca excedendo as margens de segurança. (Por exemplo, o medidor G usado no pulso de Baumgartner nunca experimentou os seis segundos continuados a 3,5 G que teriam provocado a abertura de seu paraquedas de estabilização; na verdade, a área de maior preocupação, a região do crânio de Baumgartner, permaneceu sob 2 G durante a duração de seu giro).</p>
<p>Baumgartner descreveu a sensação de queda livre enquanto acelerava para e através da velocidade do som: “A impressão é a de que você está flutuando no espaço, e então você ganha velocidade muito rápido – mas você não sente o ar porque a densidade do ar é tão baixa. Por quase 35 segundos, não pude sentir o ar ao meu redor porque, basicamente, não havia nenhum. Esse tipo de sentimento de desamparo é enervante como paraquedista profissional. E então, quando você finalmente entra em uma camada de ar mais compacta, você tem que se manter completamente simétrico porque, de outra forma, começa a girar, que foi o que aconteceu comigo”.</p>
<h2>Traje espacial e paraquedas</h2>
<p>A missão alcançou muitos marcos importantes de inovação científica, como: o desenvolvimento e a validação do traje de pressão e inovações do equipamento de paraquedas pessoal; o desenvolvimento de novos protocolos de tratamento médico, incluindo um protocolo para embolia, antecipado para se tornar o novo padrão de tratamento; e a introdução de um sistema de paraquedas “risado” com a tarefa de recuperação de carga útil em alta altitude, oferecendo benefícios potenciais tanto para passageiros como para cargas.</p>
<p>O traje espacial de Baumgartner foi feito sob medida para fornecer a mobilidade necessária para a queda livre controlada, assim como modificações para aumentar a acuidade visual, rastreamento por GPS e proteção termal. “Ele poderia ter ido para a Lua naquela roupa, e ele também foi capaz de cair em posição de cabeça para baixo e ficar confortável dentro dela”, disse Mike Todd, o engenheiro de suporte à vida da Sage Chesire Aerospace, que vestiu pessoalmente Baumgartner para o salto.</p>
<h2>Atualização de recordes</h2>
<p>Depois de semanas de análises pós-missão, Brian Utley, Observador Oficial do Conselho de Registros e Disputa da Associação Nacional de Aeronáutica dos Estados Unidos, foi capaz de fornecer atualizações para os números de recorde mundial atualmente sob revisão para confirmação pelo órgão da Fédération Aéronautique Internationale, ou FAI (um processo que geralmente requer um período de tempo prolongado):</p>
<p>Velocidade Vertical Máxima: 1.357,6 km/h / Mach 1,25.<br />
Estimativa prévia: 1.342,8 km/h / Mach 1,24</p>
<p>Maior Altitude de Saída (Salto): 38.969,4 m<br />
Estimativa prévia: 39.045 m</p>
<p>Distância Vertical de Queda Livre:* 36.402,6 m<br />
Estimativa prévia: 36.529 m</p>
<p>Utley destacou que a altitude do salto de Baumgartner foi 24% maior do que a mais alta altitude de saída anterior, o salto de 1960 de Joe Kittinger, de 31.333 metros. Ele também voltou a confirmar o tempo de queda livre originalmente declarado de Baumgartner: 4 minutos e 20 segundos, e observou que o balão de Baumgartner alcançou um pico de altitude de 39.068,5 metros, a mais alta subida tripulada já feita, antes de descer levemente enquanto o austríaco se preparava para saltar.</p>
<p>Utley observou que a categoria de Velocidade Vertical Máxima é nova para a FAI, estabelecida especialmente para acomodar a natureza pioneira do programa Red Bull Stratos.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/02/salto2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-34292" title="Felix Baumgartner - Red Bull Stratos - foto: Joerg Mitter – Red Bull Content Pool" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/02/salto2.jpg" alt="pouso" width="600" height="450" /></a></p>
<h2><strong>Visita à capsula </strong></h2>
<p>Os mais aficcionados pela missão Red Bull Stratos terão a chance de vivenciar a aventura de Felix Baumgartner de forma bem mais intensa neste ano. A cápsula, o traje especial e um “salto” interativo do espaço estarão disponíveis para visitação em breve. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2013/01/24/manipular-a-mente-do-consumidor-tambem-e-estrategia-de-marca/">Manipular a mente do consumidor também é estratégia de marca</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/29/o-sucesso-das-marcas-depende-da-adaptacao-a-um-paradoxo/">O sucesso das marcas depende da adaptação a um paradoxo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/05/o-sonho-e-a-parte-mais-importante-da-realidade/">O sonho é a parte mais importante da realidade</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Manipular a mente do consumidor também é estratégia de marca</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2013/01/24/manipular-a-mente-do-consumidor-tambem-e-estrategia-de-marca/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 10:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Souza Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[concorrência]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência competitiva]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[valor]]></category>

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		<description><![CDATA[Pense em um segmento, por exemplo, tecnologia. Qual a primeira empresa que vem à sua mente? Essa percepção tem imensa relevância e uma das maiores condições de valor para as corporações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/01/bebe.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/01/bebe.jpg" alt="" title="marcas" width="300" height="226" class="alignleft size-full wp-image-34057" /></a>Antes de começar, eu gostaria de deixar uma coisa bem clara ao leitor: muito mais do que dar respostas, a intenção do texto é provocar questionamentos e discussões sobre o tema.</p>
<p>Todos nós falamos de marcas, mas nunca paramos para pensar em como elas estão posicionadas nossas vidas. Vivemos cercados por elas e temos com as mesmas uma relação forte, íntima, passional e sacrossanta.</p>
<p>Mas, antes de entrarmos nesse mundo, faremos um exercício: pense em marcas nos segmentos de Tecnologia e Artigos Esportivos.</p>
<p>Pensou?</p>
<p>Eu imagino que tenha vindo à cabeça nomes como Apple, Samsung ou Microsoft, no segmento de Tecnologia, e Nike ou Adidas, em Artigos Esportivos. Claro que isso não foi uma pesquisa, e sim um <em>brainstorming </em>para visualizarmos como as marcas fazem parte do nosso dia a dia.</p>
<p>Martins e Blecher (1997, p. 15) conceituam marca como “Produto ou serviço ao qual foi dada uma identidade, um nome e valor adicional de uma imagem de marca. A imagem é desenvolvida pela propaganda ou em todas as outras comunicações associadas ao produto, incluindo a sua embalagem”.</p>
<p>Ora, partindo da visão dos autores, notamos que falar de marca não é somente laborar um símbolo gráfico com a equipe de criação. Vai além. Sua construção demanda tempo, podendo demorar meses, anos, décadas&#8230;</p>
<p>E até séculos!</p>
<p>Reputação, imagem, comunicação, projetos eficazes, diálogo com os <em>stakeholders, </em>fatores culturais, organização, gestão participativa, responsabilidade social e ambiental são alguns dos valores que fazem parte dessa construção.</p>
<p>Busca-se constantemente inovação. Aliás, essa é a palavra da moda no mundo corporativo. Inovar, inovar e&#8230; inovar! Porém, o desenvolvimento fica nas mãos do departamento de comunicação ou criação e muitas empresas se restringem à questão da semiótica, ou seja, do símbolo gráfico que a representa, e não busca inovação na essência da palavra. E por que isso?</p>
<p>Porque não pensam estrategicamente.</p>
<p>Pensar estrategicamente é tomar decisões globais, integradas e fazer com que toda a organização, em seus ambientes interno e externo, participe do processo de criação ou renovação da marca, que é o carro chefe da empresa. Não basta apenas o departamento de comunicação trabalhar exaustivamente se toda a equipe não compartilhar as ideias e percepções a respeito da construção da marca. Por isso, é fundamental o engajamento de todos.</p>
<p>Se a estratégia é elaborada por um planejamento minucioso, e o <em>target</em> é alcançado, criamos demanda e atingimos os consumidores. Em contrapartida, esses consumidores se familiarizam com a marca e se tornam clientes.</p>
<p>Quando a marca seduz, cativa, encanta e domina, podemos dizer que há manipulação da mente do consumidor, pois os benefícios que o produto da marca lhe proporcionará, trará sensações de afeto e carinho. E é esse envolvimento com a marca que toma a mente do consumidor. Isso sim é visão estratégica</p>
<p>A Nike, por exemplo, reúne amantes e inimigos ao redor do mundo. As razões são fáceis de detectar: o produto é bom, a marca é forte e é patrocinadora de grandes equipes e atletas esportivos em diversos países, porém está envolvida com a exploração de trabalho em sua linha de produção.</p>
<p>Por isso, eu gostaria de deixar três perguntas a respeito da Nike para reflexão:</p>
<ul>
<li>Será que a exploração não é uma estratégia da empresa? Ou seja, falem bem ou falem mal, falem de mim?</li>
<li>A exploração ou a má remuneração dos funcionários não são uma decisão interna da empresa? Por que, então, causam tanta polêmica?</li>
<li>Se pensarmos que a responsabilidade social é uma discussão em pauta na sociedade, por que a Nike se encontra na contramão disso?</li>
</ul>
<p>A estratégia bem traçada é um meio poderoso de manipular a mente do consumidor. Por isso, manipulação da mente do consumidor também é estratégia. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/15/sound-branding-como-as-pessoas-escutam-a-sua-marca/">Sound branding: como as pessoas escutam a sua marca?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/29/o-sucesso-das-marcas-depende-da-adaptacao-a-um-paradoxo/">O sucesso das marcas depende da adaptação a um paradoxo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/05/08/a-importancia-dos-rituais-para-tornar-marcas-memoraveis/">A importância dos rituais para tornar marcas memoráveis</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Colaboradores podem vestir a camisa da empresa no LinkedIn</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/12/14/colaboradores-podem-vestir-a-camisa-da-empresa-no-linkedin/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/12/14/colaboradores-podem-vestir-a-camisa-da-empresa-no-linkedin/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2012 10:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Pedro Caramez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[linkedIn]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=33404</guid>
		<description><![CDATA[Os gestores devem incentivar os profissionais a se tornarem embaixadores da empresa nessa rede social e, com isso, melhorar o branding e solidificar o negócio no mercado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/12/amo_o_meu_trabalho.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-33405" title="Eu amo o meu trabalho" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/12/amo_o_meu_trabalho.jpg" alt="" width="250" height="186" /></a>Ainda existe uma ideia preconcebida de que as pessoas só mexem no LinkedIn a sério quando procuram emprego.</p>
<p>Felizmente, este último ano foi forte em informação e relevância de notícias sobre a importância da presença das pessoas em redes sociais de caráter profissional.</p>
<p>Depois da fase de desconfiança, os empregadores estimulam agora o uso responsável das redes sociais. Em muitas das empresas analisadas (variável em função da área de atuação da empresa), mais de 75% dos colaboradores está presente no LinkedIn.</p>
<p>E essa rede é um dos lugares perfeitos para aumentar a visibilidade da sua marca e da cultura da sua empresa e, por isso, faz sentido que os seus funcionários sejam os seus verdadeiros embaixadores sociais.</p>
<p>Quando um parceiro / fornecedor / empresa, que vê a força dos colaboradores da empresa no LinkedIn pode ficar convencido a fazer negócios com a sua empresa. E, principalmente, os colaboradores que se sentem valorizados e motivados em representar a empresa.</p>
<h2>Três etapas para transformar os seus colaboradores nos seus embaixadores sociais no LinkedIn</h2>
<p><strong>Oferecer conselhos sobre Redes Sociais</strong></p>
<p>Na empresa, é normal termos colaboradores muito ativos em redes sociais e outros que são muito distantes da vida digital. Outros que começam, mas desconhecem as regras de etiqueta importantes para estar neste meio. Ofereça algumas orientações (e não restrições ou punições) e/ou alguma formação específica para estar neste meio.</p>
<p><strong>Reforçar a importância de manter perfis atualizados</strong></p>
<p>Os colaboradores devem ser alertados para a importância de manterem um perfil atualizado e cuidadosamente trabalhado para transmitir credibilidade, transparência e honestidade profissional.</p>
<p><strong>Incentivar o uso do LinkedIn</strong></p>
<p>Os colaboradores que usam ativamente o LinkedIn podem se tornar num recurso valioso, seja para trazer novos negócios ou leads para a empresa, seja para difundir e amplificar a comunicação da empresa, ou até para partilhar as novas ofertas de emprego e os novos desafios da empresa.</p>
<p>Estimule os seus colaboradores a partilharem as atualizações de estado realizadas pela página corporativa da empresa no LinkedIn, a partilharem fotos, informações e vídeos corporativos da empresa.</p>
<p>Todas essas atividades podem acontecer:</p>
<ol>
<li>Nos Grupos LinkedIn.</li>
<li>Com os seus contatos de primeiro grau.</li>
<li>Na prospecção de novos contatos e empresas.</li>
</ol>
<p>Até mais! <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/30/voce-mantem-a-sua-identidade-no-mundo-online/">Você mantém a sua identidade no mundo online?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/05/29/como-perder-visibilidade-no-linkedin-em-10-passos/">Como perder visibilidade no LinkedIn em 10 passos</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/19/linkedin-conheca-12-metricas-para-medir-o-seu-desempenho/">LinkedIn: conheça 12 métricas para medir o seu desempenho</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A marca e o uso de imagens nos negócios imobiliários</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/29/a-marca-e-o-uso-de-imagens-nos-negocios-imobiliarios/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/29/a-marca-e-o-uso-de-imagens-nos-negocios-imobiliarios/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 23:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Cenamo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[banco de imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webinsider.uol.com.br/?p=32983</guid>
		<description><![CDATA[Quase 75% das pessoas que procuram imóveis começam pela internet. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/iStock_000021217956Medium.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/iStock_000021217956Medium.jpg" alt="" title="iStock_000021217956Medium" width="450" height="299" class="aligncenter size-full wp-image-33072" /></a>A área de imóveis é um mercado extremamente competitivo. Por isso é fundamental para os empresários que trabalham com imóveis o desenvolvimento de uma boa imagem de marca, para ajudá-los a diferenciar-se da concorrência. </p>
<p>Qualquer empresário sabe que uma boa marca pode ser uma ferramenta muito útil e um importante ativo para atrair novos clientes. Sejam impressas ou online, suas mensagens devem transmitir a alma da empresa, sua atualidade e confiança, já que a compra de um imóvel é uma decisão que envolve muito dinheiro &#8211; e na qual as primeiras impressões representam muita coisa.</p>
<p>É muito importante que os empresários do setor imobiliário pensem no seu marketing. A marca é seu alicerce, sua identidade visual, aquilo que simboliza quem são, o que fazem e o que os diferencia dos outros.</p>
<p>Colocar a marca em todos os canais de marketing e em todos os impressos é obrigatório. Cartões de visita, papéis de carta, folders, anúncios online e sites, tudo deve ter a mesma linguagem gráfica. Quando um cliente reconhece o seu logotipo isso é muito valioso em termos de sucesso da imagem da  marca. </p>
<p>Embora os impressos continuem sendo importantes no ramo de imóveis, muitas imobiliárias utilizam seus sites para as ações mais vigorosas de construção da marca. A internet é inegavelmente uma ferramenta vital para os corretores de imóveis e para os clientes em potencial, e é capaz de abrigar um conjunto praticamente ilimitado de ideias de marketing.</p>
<p>Atualmente, um bom website e uma boa presença na web têm um grande impacto sobre os clientes. </p>
<p>Segundo dados recentes de pesquisa, quase 75% de todas as pessoas que procuram um imóvel para comprar ou alugar começam sua busca pela internet. </p>
<p>Assim, um site para uma imobiliária não é mais uma mera opção, é algo obrigatório!</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/iStock_000002694005Medium.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/iStock_000002694005Medium.jpg" alt="" title="iStock_000002694005Medium" width="450" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-33076" /></a>Mas um bom site não é tudo. As imobiliárias que mais se destacam hoje estão produzindo conteúdo de qualidade e publicando em blogs e em outras mídias sociais.</p>
<p>Um bom exemplo são as iniciativas pioneiras da <a href="https://www.facebook.com/Tecnisa" rel="externo">Tecnisa</a>, nas redes sociais: hoje a empresa conta com quase 70.000 fãs no Facebook!</p>
<p>Diversas empresas, como <a href="http://www.cyrela.com.br/sp" rel="externo">Cyrela</a> e <a href="http://www.coelhodafonseca.com.br/" rel="externo">Coelho da Fonseca</a>, entre outras, estão compartilhando seu conhecimento sobre o mercado, além de dar dicas sobre como comprar, vender, além de contar tudo o que há para ver e fazer nas vizinhanças ou nas cidades onde elas operam. </p>
<p>Quanto mais conteúdo elas criam, melhor elas ficam na internet e mais clientes atraem. </p>
<p>Quando falamos de conteúdo, claro que uma imagem sempre valerá mais do que mil palavras: assim como os compradores que procuram uma casa só vão ligar para a imobiliária se gostarem das fotos, também darão preferência às imobiliárias que oferecerem o melhor conteúdo. </p>
<p>Sites de busca como o Google tornam extremamente fácil achar fotos ou ilustrações relevantes para colocar no site da imobiliária. Mas lembre-se: só porque você pode encontrar, copiar e colar não significa que pode usar essas fotos.</p>
<p>Toda imagem tem seus direitos autorais e realmente é ilegal e antiético usar sem permissão qualquer imagem que você encontre na web. Ao contrário do que se pensa, quando uma pessoa coloca uma imagem na internet não quer dizer que ela abriu mão dos seus direitos autorais.</p>
<p>Fotos de bancos de imagens com licenças Royalty Free são uma excelente alternativa para as imobiliárias. Essas fotos são criadas tanto para uso comercial quanto não-comercial e pode-se escolher entre milhões e milhões de arquivos. </p>
<p>Como essas imagens são produzidas para serem utilizadas mais de uma vez e com diversas finalidades, elas geralmente têm o fundo livre para a aplicação de textos ou de recursos gráficos, tornando-as ideais para uma grande variedade de aplicações.</p>
<p>Empresas como a <a href="http://portuguesbrasileiro.istockphoto.com/" rel="externo">iStockphoto</a> inspecionam cuidadosamente cada imagem recebida em seus servidores, para garantir os mais altos padrões de qualidade. </p>
<p>Garantem também que nenhum dos arquivos armazenados nelas viole direitos autorais de ninguém. </p>
<p>Com uma enorme seleção de imagens, vídeos e clipes de áudio, muitos dos quais podem ser comprados pelo equivalente a um dólar, não é de espantar que a iStockphoto e outros bancos de imagens tenham se tornado a principal alternativa para imobiliárias e outras empresas que buscam equilíbrio perfeito entre qualidade, custo e utilidade. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/08/24/crowdsourcing-combina-com-negocios/">Crowdsourcing combina com negócios</a></li>
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<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/05/12/o-fotografo-seculo-21/">O fotógrafo do século 21</a></li>
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</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Empresas #fail nas redes sociais. Dá para evitar ou reverter?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/29/empresas-fail-nas-redes-sociais-da-para-evitar-ou-reverter/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 10:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Jarbas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[fail]]></category>
		<category><![CDATA[interação]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, as redes sociais já são responsáveis por grande parte da interação com o cliente, divulgação de produtos, SAC e relacionamento, então, é preciso manter um padrão de qualidade nessas ações. Mas, e quando esse processo falha?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente participei como mediador do Soclday Meetup, evento sobre relacionamento entre empresas e consumidores nas redes sociais, realizado em São Paulo no início de novembro.  O debate girou em torno do tema “empresas #fail”, ou seja, aquelas empresas que são destaques nas redes sociais devido a problemas de relacionamento com seus consumidores.</p>
<p>Deparei-me com vários pontos de vista interessantes vindos de executivos da área de comunicação digital, habituados a criar e gerenciar ações nesses meios. Uma das conclusões do debate foi a necessidade do consumidor brasileiro em evoluir e entender melhor seus direitos. No mínimo vale racionalizar  e entender os fatos.</p>
<p>Após o debate cheguei a conclusões sobre alguns casos.</p>
<p><strong>Visou.</strong> Depende muito do público-alvo, pois o palavreado e o tom utilizado na comunicação da empresa podem ofender o cliente e até a sociedade, porém não ofende diretamente a maioria de seus consumidores. Segundo os participantes do debate, isso acontece  porque estes grupos podem ter jargões mais “liberais”, como é o caso da empresa Visou, que tem como público os usuários do Facebook entre 18 e 24 anos. Porém é um risco grande apostar nesta teoria, uma vez que pesquisas mundiais  apontam que até 82% dos consumidores interromperam suas relações comerciais com uma empresa em função do mal atendimento (Kronos Inc).</p>
<p>Acredito que a educação e o profissionalismo se encaixam em qualquer mercado, mesmo no mais “underground”. Quem não gosta de se sentir especial e respeitado?</p>
<p>#<strong>bmwnuncamais</strong>. Por não ter se pronunciado publicamente a respeito do post no Twitter criado pelo jogador do fluminense Fred, manifestando seu descontentamento com sua X5. A empresa BMW passou a impressão de não dar grande importância para as críticas do jogador.  Qual o motivo desta reação? Talvez seja o fato do jogador não refletir diretamente seu target (executivos) ou pela política da empresa alemã proibir a discussão pública de problemas relacionados.</p>
<p>Vale lembrar que a marca BMW tem excelentes canais no Facebook com altos índices de engajamento entre proprietários e fãs dos carros. De qualquer maneira, diversas empresas mostram que situações semelhantes podem ser revertidas a seu favor e utilizadas para gerar mais buzz. Um exemplo é o restaurante Spoleto, que contratou a equipe do canal “Porta dos Fundos” para produzir um vídeo paródia e comunicar ao consumidor sobre sua política de contratações e treinamentos de funcionários.</p>
<p><strong>Gina Indelicada</strong>.  Existe uma frase que gosto de usar em relação as marcas nas redes sociais: “a empresa deve deter o poder da conversação”. Ou seja, a empresa tem que estar nos diferentes meios onde seus consumidores estão ou, ao menos, monitorar suas atividades. Caso fique afastada, os consumidores podem se “apossar” da marca e talvez não fazer o melhor uso dela, como aconteceu com a Gina Indelicada, página do Facebook que tem milhares de seguidores e a personagem dos palitos Gina responde de maneira indelicada a supostas perguntas feitas por seus seguidores.</p>
<p>Digo supostas, pois, recentemente foi descoberto que as engraçadas respostas eram plagiadas de usuários do Twitter e acabaram dando um ar negativo para a brincadeira.</p>
<p><strong>GAP e American Apparel.</strong> Recentemente estas duas empresas resolveram criar promoções de “oportunidades” a fim de aproveitar o ócio de seus consumidores “nova yorquinos” enquanto estavam sob o efeito do furacão Sandy. Enviaram e-mails e fizeram posts no Twitter convidando os consumidores a comprarem com produtos com desconto enquanto esperavam o Sandy passar. Bastava apenas colocar o código da “promoção” e fazer a lambança.</p>
<p>Acontece que as vítimas  do furacão realmente não estavam em seu “best buy day”, talvez por estarem desalojadas, em luto pela perda de amigos e entes queridos ou apavoradas pelo efeito de um dos furacões mais devastadores que passaram por Nova York. As lojas sofreram retaliações e boicotes pel os Estados Unidos, e não era para menos. A lição fica para posteridade: tentar aproveitar oportunidades exige, e muito, planejamento e preparo. Um deslize como este na ânsia de aproveitar oportunidades pode causar sérios prejuízos para a marca, segundo os participantes do Soclday. Na minha opinião, melhor do que aproveitar arriscadas oportunidades, é criá-las, como fez um restaurante americano que, monitorando seu Twitter descobriu que um de seus seguidores que passa horas em voos atrasados tuitou o desejo por um suculento bife daquele estabelecimento.</p>
<p>Criativamente enviaram um garçom com o prato tuitado para recepcionar o consumidor. Obviamente o sujeito era um importante formador de opinião, transformando o acontecido em um famoso caso de CRM Social. “Quem sabe faz ao vivo ou, no caso, em <em>real time”</em>.</p>
<p>Para resumir o debate, o planejamento prévio, a formação de equipes profissionais, o monitoramento constante e o uso de ferramentas e estratégias adequadas  (CRM Social) na gestão do cliente nas redes sociais pode coibir problemas e aumentar sensivelmente os resultados. A última pesquisa realizada pela eCRM123, com centenas de internautas, sobre comércio online, mostra claramente a propensão ao uso da rede social para obter suporte das empresas. De acordo com os resultados, mais de 70% dos entrevistados preferem o Facebook para esta finalidade, seguido do Twitter. As marcas precisam se adaptar a esta realidade e deter o poder da discussão ou ficarão #fail nas redes sociais, nem sempre sendo possível reverter o resultado a seu favor. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/07/24/novela-do-marketing-viral-ganha-mais-um-capitulo/">Novela do marketing viral ganha mais um capítulo</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/12/tv-radio-internet-ou-tudo-isso-o-importante-e-a-comunicacao/">TV, rádio, internet ou tudo isso, o importante é a comunicação</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/09/15/voce%CC%82-procura-milho%CC%83es-de-fa%CC%83s-ou-de-promonautas/">Você procura milhões de fãs ou de promonautas?</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
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		<title>Como escolher brindes promocionais</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/24/como-escolher-brindes-promocionais/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/24/como-escolher-brindes-promocionais/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2012 00:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia Canarim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[brindes]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A escolha de um brinde promocional não é decisão simples: é preciso combinar o investimento com o objetivo da ação, a função do objeto, a ocasião, a mensagem transmitida e quanto tempo ele deve durar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os brindes podem ser uma ferramenta poderosa de marketing quando escolhidos para participar do dia a dia de um profissional ou serem lembrados pelo cliente em momentos de lazer e outras ocasiões.</p>
<p>Mas como escolher o brinde certo? Canetas, chaveiros, cadernos e canecas são os mais populares e opções certas de agradar público diversificado, mas ainda há muita dificuldade por parte das empresas na escolha do brinde promocional mais adequado à sua campanha &#8211; apesar do crescimento de ofertas por parte do segmento de brindes personalizados em todo Brasil.</p>
<p>A decisão de comprar brindes deve vir precedida pelo planejamento, em que se estuda o brinde adequado, o objetivo ao entregar tal brinde ao cliente (utilidade, branding etc), a ocasião, a mensagem que estará no brinde personalizado e o tempo de uso do brinde relacionado à sua campanha.</p>
<p><strong>Qual seu objetivo ao entregar um brinde ao seu cliente?</strong> Se o cliente for um profissional, um brinde mais caro e útil como uma calculadora, um pen-drive ou uma régua para arquiteto, com certeza fará com que esse brinde tenha valor prático e seja usado por ele. </p>
<p>Com a satisfação em ter tal produto, o cliente desejará outro produto de mesma qualidade e vai lembrar de que empresa? A sua, que forneceu o brinde personalizado.</p>
<p><strong>Em que ocasião você entregará esse brinde?</strong> No lançamento de um serviço ou produto novo, na confraternização da empresa, na compra de um produto. A definição da ocasião pode direcionar a decisão para a escolha do brinde personalizado. </p>
<p>Por exemplo, certa vez fui fazer uma caminhada em montanha organizado pelo RH da empresa em que trabalhava. Os brindes que ganhei foram uma Squezze e uma mochila, no estilo saco. Tenho os brindes até hoje e recordo da ocasião com boa lembrança.</p>
<p><strong>Qual será a mensagem?</strong> A mensagem que o brinde deve transmitir é de extrema importância para o sucesso de sua campanha. Mesmo sem palavras.</p>
<p>Algumas campanhas são temporais, como o lançamento de um filme, de um evento, de uma data de aniversário. Um brinde personalizado muito utilizado são as squezzes e canecas com imagens de filmes como Homem Aranha, Harry Potter ou camisetas para datas comemorativas. </p>
<p>Esse tipo de brinde tem um ciclo de vida curto, mesmo que o produto mantenha-se em boas condições de uso, a mensagem fica ultrapassada e há necessidade de renovação.</p>
<p><strong>Adequação da marca e uso de cores</strong>. Não adianta ter um ótimo brinde se a marca não tem destaque ou o desenho de sua logo perde a característica em função do design do produto. As cores também devem ser levadas em consideração. Como a cor de sua logo vai se relacionar num produto de cor, vermelha por exemplo.</p>
<p>Você pode personalizar um produto com a logo da empresa, acrescentar uma frase, utilizar um ícone que represente uma marca. Como os exemplos abaixo:</p>
<p><div id="attachment_32910" class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Claro-Foto-3464-Produto-1.65.er016-marcador-de-pagina-promocional-1.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Claro-Foto-3464-Produto-1.65.er016-marcador-de-pagina-promocional-1.jpg" alt="Marcador de página" title="Claro-Foto-3464-Produto-1.65.er016-marcador-de-pagina-promocional (1)" width="260" height="260" class="size-full wp-image-32910" /></a><p class="wp-caption-text"><br /></p></div><br />
Marcador de página com logo.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Embratel-Foto-3489-Produto-1.65.ad013-pingente-para-celular-adesivado.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Embratel-Foto-3489-Produto-1.65.ad013-pingente-para-celular-adesivado.jpg" alt="" title="Embratel-Foto-3489-Produto-1.65.ad013-pingente-para-celular-adesivado" width="260" height="260" class="aligncenter size-full wp-image-32911" /></a><br />
Pingente para celular adesivado com o ícone 21 que remete à Embratel.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Blackberry-e-ClaroProduto-1.47.B602-bloco-diario-a6-personalizado.png"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Blackberry-e-ClaroProduto-1.47.B602-bloco-diario-a6-personalizado.png" alt="" title="Blackberry-e-ClaroProduto-1.47.B602-bloco-diario-a6-personalizado" width="160" height="160" class="aligncenter size-full wp-image-32912" /></a><br />
Bloco reciclável com duas marcas em destaques trabalhando o brinde em parceria. </p>
<p>Inovação também deve fazer parte do planejamento do marketing promocional. Inove e surpreenda o cliente com brindes personalizados. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/05/uma-porcao-de-estrategia-para-sua-empresa-nao-virar-spam/">Uma porção de estratégia para sua empresa não virar spam</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/12/destrua-seu-marketing-digital-cometendo-esses-10-erros/">Destrua seu marketing digital cometendo esses 10 erros</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/02/ter-fan-pages-criativas-e-uma-otima-estrategia-de-marketing/">Ter fan pages criativas é uma ótima estratégia de marketing</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Link Building evolui e agora pede mais do que apenas links</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/17/link-building-evolui-e-agora-pede-mais-do-que-apenas-links/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2012/11/17/link-building-evolui-e-agora-pede-mais-do-que-apenas-links/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Nov 2012 14:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Bacchin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[buscas]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[link building]]></category>
		<category><![CDATA[otimização buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria das táticas de Link Building utilizadas até agora são focadas em criar mais links apontando para o seu site. Mas o Google mudou e o usuário também, portanto é preciso alterar o foco e a abordagem desta prática.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que links externos são importantíssimos para alcançarmos bons resultados em SEO todos já sabem. Entre outros sinais, é através da quantidade e qualidade dos links que apontam para nossos sites que o Google calcula e determina a reputação e autoridade de nossos sites &#8211; e quanto maiores, melhor será o nosso posicionamento nos resultados de busca orgânica.</p>
<p>&#8220;E como faço para conseguir mais links externos?&#8221; Essa é uma pergunta que ouço quase que diariamente de clientes, colegas e interessados em SEO. A resposta, quase que automática: &#8220;Link Building&#8221;. </p>
<p>Neste artigo quero compartilhar com vocês minha visão de que o Link Building que conhecemos precisa mudar e adaptar-se aos novos tempos, tempos onde temos um Google mais exigente e de usuários que usam a internet de diferentes maneiras.</p>
<p>A grande maioria das táticas de Link Building utilizadas até então são focadas em apenas uma coisa: criar mais um link apontando para meu site. Mas daqui para a frente, para que tenhamos sucesso e resultados sustentáveis e duradouros, observo dois fenômenos que sugerem a necessidade de uma mudança de foco e abordagem no Link Building:</p>
<p><strong>1. O Google está muito mais exigente e criterioso ao analisar quantos links você tem e, principalmente, de que sites eles vêm</strong>. </p>
<p>Entre outras coisas, são considerados a velocidade com que você ganha novos links, se são sempre dos mesmos tipos de sites, se os sites são do mesmo dono, em que contexto o link foi criado, em que lugar da página ele foi colocado&#8230; </p>
<p>Enfim, são inúmeros itens que procuram ajudar o Google a responder uma única questão: este link foi criado naturalmente para ajudar o usuário? Ou foi colocado lá para auxiliar no posicionamento orgânico do site para onde aponta?. </p>
<p>Somado a isso, os últimos updates do Google em seu algoritmo apontam que o foco precisa ser na qualidade. Você precisa escolher muito bem o site onde irá o seu link. Quer uma dica? Eu costumo pensar que link bom é aquele que gera visitas. Esse &#8220;sinal&#8221; comprova que o link foi criado no site e lugar certo, porque se foi clicado, houve interesse do usuário. E o usuário deve ser sempre nosso objetivo principal, não é mesmo?</p>
<p><strong>2) Nós usuários não criamos mais tantos links como antigamente</strong>. </p>
<p>Hoje, no mundo das redes sociais, do Twitter e Facebook, quando gostamos de algo, compartilhamos, curtimos, tuitamos e retuitamos. O número de links disponíveis na web para que o Google analise e assim defina quais sites são as referências em seus mercados está diminuindo. </p>
<p>Ou seja, links sozinhos não são mais suficientes. Você precisa estar presente nas redes sociais. Já existem estudos que mostram que uma URL que foi curtida, compartilhada e tuitada, alcança um melhor posicionamento orgânico.</p>
<p>Concluindo, você precisa investir em redes sociais e na produção de conteúdo que atenda verdadeiramente as necessidades e questionamentos de seus leitores e consumidores. Procurar entender o que procuram e desejam quando querem consumir seus produtos e serviços. E preocupar-se na comunicação pré-venda e pós-venda, criando uma legião de clientes que comprem seus produtos, criem links e compartilhem seu conteúdo frequentemente.</p>
<p>Esqueça de vez a construção de links pelo simples fato do hyperlink; construa links que sejam verdadeiras conexões entre sua marca e seu público. Invista no relacionamento com seus clientes e você nunca mais precisará do Link Building, que é focado apenas em links. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/11/06/seo-precisamos-mata-lo-para-conseguirmos-sobreviver/">SEO: precisamos matá-lo para conseguirmos sobreviver</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/11/13/o-conteudo-e-o-negocio/">O conteúdo e o negócio</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/03/29/chegou-a-hora-do-google-plus-fazer-parte-da-sua-estrategia/">Chegou a hora do Google Plus fazer parte da sua estratégia</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/09/12/o-valor-para-as-empresas-e-um-conceito-em-evolucao/">Valor para as empresas é um conceito em evolução</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/08/23/conteudo-de-qualidade-para-geracao-de-links-um-insight/">Conteúdo de qualidade para geração de links: um insight</a></li>
</ul>
</ul>
<p>…………………………</p>
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	</channel>
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