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	<title>Webinsider &#187; Ricardo Vaz Monteiro</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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		<title>Domain dialing: o telefone da empresa é o domínio</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2011/02/15/domain-dialing-o-telefone-da-empresa-e-o-dominio/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2011/02/15/domain-dialing-o-telefone-da-empresa-e-o-dominio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 01:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
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		<description><![CDATA[Você precisa ligar para uma empresa mas está sem o número de telefone - o que fazer? Uma nova opção é usar o domain dialing.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aparecimento dos domínios gTLDs e ccTLDs permitiu que a navegação na internet se tornasse muito mais intuitiva. Afinal, é muito mais fácil, do ponto de vista do usuário, lembrar de um domínio do que de um endereço iP. Esta constatação é obvia, já que números não têm significado intrínsico, enquanto que nomes de domínios podem possuir significado e portanto podem ser muito mais facilmente resgatados pela memória.</p>
<p>A substituição dos endereços iPs por nomes de domínios ajudou a tornar a internet este fenômeno mundial que conhecemos.</p>
<p>Infelizmente esta revolução que ocorreu no mercado de domínios não foi seguida por outros mercados. Observe por exemplo o mercado de telefonia. Ainda utilizamos números telefônicos para identificar de forma unívoca um único destinatário. </p>
<p>A utilização de números como chave de acesso na telefonia foi definida pela sua praticidade técnica, já que utilizávamos rotary dials. Esta escolha, apesar de tecnicamente prática, é um horror do ponto de vista do usuário e criou uma gama enorme de mecanismos para ajudar os usuários a manter, resgatar e lembrar dos números que lhe são úteis, como agendas de telefones e páginas amarelas, por exemplo.</p>
<p>Devido ao crescimento do mercado de smartphones, um novo horizonte se aproxima. Por que, ao invés de usarmos números telefônicos para fazer chamadas, não utilizamos o nome do domínio como chave de acesso ? </p>
<p>Este conceito tem sido perseguido por algumas iniciativas que têm tido dificuldade de serem adotadas pelo mercado de massa, já que obrigam o registro de domínios em outras extensões que não serão o domínio principal da empresa, enquanto na mente dos usuários, os domínios .com é que são realmente conhecidos como os domínios principais das instituições. </p>
<p>Além do mais, não faz sentido obrigar empresas a registrar domínios auxiliares em outras extensões; o interesse das empresas e dos usuários é usar o domínio principal da sua empresa ou organização.</p>
<p>Um novo aplicativo para iPhone, BlackBerry e Android tem se apresentado como uma alternativa muito mais próxima dos interesses das empresas e usuários, o <a href="http://siter.com/" rel="externo">Siter.com.</a></p>
<p>Caso o usuário queira ligar para a Apple, ele disca Apple.com, o domínio que a Apple divulga e que os usuários já conhecem. Caso o usuário queira ligar para a revista Vogue, ele disca Vogue.com. A este mecanismo dá-se o nome de domain dialing.</p>
<p>O Siter.com quebra este paradigma do uso de números telefônicos como identificadores unívocos da outra parte, porém sem perder de vista o que os usuários e empresas querem: usar o domínio principal de seus negócios. O domínio que já é divulgado. O domínio que já é conhecido. Empresas e usuários não querem registrar domínios auxiliares para serem encontrados, querem sim usar o seu domínio principal.</p>
<p>O domain dialing possui benefícios secundários, como a empresa poder registrar vários telefones debaixo de um único domínio, o que por exemplo diminui a obrigatoriedade de divulgação de longas listas de filiais e cadeias de lojas. </p>
<p>Além disso, a divulgação do domínio principal da empresa permite que a empresa faça branding, já que normalmente sua marca está intimamente associada ao seu nome de domínio.</p>
<p>O domain dialing também permite que usuários de celulares intuam facilmente qual o domínio a ser usado para discar, o que deve diminuir a dependência a listas telefônicas, agendas de telefones, listas amarelas, e todo o tipo de parafernália que foi criada para resolver uma questão técnica.</p>
<p>A única maneira de substituirmos a cultura do uso dos números telefônicos como chaves de acesso a outra parte é levarmos em conta a facilidade de aceitação destas iniciativas. </p>
<p>As iniciativas para associar o mercado de registro de domínios ao mercado de telefonia tem que levar em conta o que é mais fácil e lógico do ponto de vista do mercado de massa e dos usuários. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é DNS (e DNSSEC) bem explicadinho</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/10/13/o-que-e-dns-e-dnssec-bem-explicadinho/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2007/10/13/o-que-e-dns-e-dnssec-bem-explicadinho/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 04:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Domínios]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Para que você visite um site ou envie um e-mail, um servidor DNS antes assegura se você bate na porta certa. O DNSSEC vem trazer mais segurança.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você visita um site através do seu navegador ou quando envia um email, a internet precisa saber em qual servidor o site e o e-mail estão armazenados para poder responder à sua solicitação. A informação da localização destes servidores está em um servidor chamado DNS (Domain Name Server).</p>
<p>Cada domínio possui um registro no DNS que define qual o endereço IP do servidor de hospedagem e o IP do servidor de e-mail que responderão por este domínio. O processo para a descoberta dos servidores que respondem por um domínio é denominado ?resolução do nome? ou ?resolução do domínio?.</p>
<p>O navegadores e os sistemas clientes de e-mail solicitam que a internet faça a resolução do domínio para apresentar um site, ou enviar um e-mail. Esse processo é totalmente transparente para o usuário, que apenas digita o site que quer visitar e o navegador descobre em qual servidor o site está hospedado e em seguida solicita para o servidor de hospedagem que envie a página inicial.</p>
<p>Por segurança, um domínio pode definir vários servidores DNS. O DNS primário é o primeiro sistema a ser consultado no momento da resolução do nome, caso o servidor DNS primário esteja em manutenção, o servidor DNS secundário é consultado, e assim sucessivamente.</p>
<p>Devido ao intenso tráfego da internet e devido à segurança da rede, a estrutura do banco de dados DNS é distribuída e hierárquica. Ou seja, ao invés de um banco de dados central e único com informações de todos os domínios, a resolução ocorre consultando-se diversos servidores DNS e sua resolução é hierárquica (um servidor DNS pode apontar para outro servidor DNS e assim sucessivamente).</p>
<p>A estrutura hierárquica equivale a uma árvore invertida, ou seja, existe um servidor principal que aponta para um secundário que aponta para um terceiro e assim sucessivamente. O  servidor DNS que está no topo da internet é o servidor raiz.</p>
<p><img id="image3614" height=180 alt=servidor_dns.jpg src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/servidor_dns.jpg" /></p>
<h2>Servidor raiz</h2>
<p>O servidor raiz da internet possui uma tabela que indica qual DNS será responsável pela resolução dos domínios para cada extensão de domínio (Top Level Domain) diferente. </p>
<p>A tabela em si é muito pequena, possui apenas uma entrada para cada Top Level Domain existente. Os Top Level Domains são de dois tipos: gTLDs (Generic Top Level Domains &#8211; domínios genéricos usados no mundo todo) e ccTLDs (Country Code Top Level Domains &#8211; extensões de domínios administrados pelos países).</p>
<p>Por exemplo: todos os domínios terminados em .com serão respondidos pelos servidores da VeriSign; os domínios .br serão respondidos pelos servidores do Registro.br e assim sucessivamente. Cada gTLD ou ccTLD tem apenas uma entrada neste banco de dados. </p>
<p>Por segurança, o servidor raiz foi replicado em 13 servidores raízes diferentes espalhados pelo mundo e duas vezes ao dia seu conteúdo é automaticamente replicado.</p>
<p>Foi convencionado que cada servidor raiz seria chamado por uma letra do alfabeto (Servidor A, Servidor B etc&#8230;). Mesmo um determinado servidor raiz, o servidor raiz A, por exemplo, pode ser replicado em várias regiões do mundo, para assegurar que o tempo para a resolução de um domínio seja rápido (baixa latência).</p>
<p>Bem, então na verdade existem treze servidores raiz principais e dezenas de cópias espalhadas pelo mundo. Veja na imagem abaixo a plotagem dos servidores raizes  e suas cópias em funcionamento no mundo.</p>
<p><img id="image3615" height=290 alt=servidores_raizes.jpg src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/servidores_raizes.jpg" /></p>
<p>Os grandes provedores de acesso e empresas de telecomunicações arquivam em seus caches (memória temporária) a tabela dos servidores raiz. Portanto, a cada e-mail enviado ou site visitado os servidores raiz não são obrigatoriamente consultados. </p>
<p>Na verdade, o volume de consultas a estes servidores é muito pequeno, já que sua tabela é alterada apenas quando um novo top level domain é criado. Quem realmente processa o maior volume de queries para resolução de nomes são os servidores dos TLDs (Top Level Domains). </p>
<p>Por exemplo: um servidor raiz normalmente recebe 500 queries por dia e os servidores da VeriSign (responsável pela resolução dos domínios .com) recebem bilhões de queries diariamente.</p>
<h2>DNSSEC</h2>
<p>A estrutura hierárquica de resolução de nomes, onde um DNS aponta para outro DNS, possui um problema intrínseco de segurança. Imagine a hipótese que um provedor de acesso capture uma querie para resolução de um nome e inadvertidamente responda com um endereço errado de onde o site esteja hospedado. Neste exemplo, você poderia solicitar no seu navegador o endereço www.itau.com.br e o provedor fornecer por erro www.brasdeco.com.br, ou pior, um site phishing, que simula o site do banco Itaú.</p>
<p>Um dos maiores problemas desta hipótese é que realmente seria impossível identificar que o provedor de acesso fez isso. Portanto, para dar segurança a estrutura de resolução de nomes a IETF (Internet Engineering Task Force) criou uma extensão do uso atual do DNS denominado DNSSEC.</p>
<p>A extensão DNSSEC autentica as informações do DNS e garante que estas informações são autênticas e íntegras. Sua adoção depende de cada Top Level Domain. O Registro.br, responsável pela administração dos domínios .br já começou a permitir o registro de domínios com o DNSSEC para algumas extensões como .blog.br, .eng.br etc.</p>
<p>O mercado aguarda a liberação do uso do DNSSEC para a extensão .com.br, de longe a mais utilizada no país. O mercado bancário e financeiro devem ser os primeiros a aderir ao DNSSEC e devem solicitar para que as empresas responsáveis pela sua hospedagem façam esta implementação extra de segurança. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Não perca o domínio que você deseja registrar</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/10/03/nao-deixe-escapar-o-dominio-que-voce-deseja-registrar/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 22:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[Domínios]]></category>

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		<description><![CDATA[Siga estes dez cuidados para evitar que algum espertinho registre antes o domínio que você descobriu que está disponível. Não o digite no browser, por exemplo. Veja porque. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O registro de um domínio é concedido baseado no critério da anterioriedade, ou seja, quem fizer a solicitação primeiro, faz o registro. Por isso todos os futuros proprietários de domínios devem seguir algumas regras básicas para que o domínio de seu interesse não seja registrado por outra empresa antes da sua tentativa de registro.</p>
<p><strong>1</strong>. Após escolher um nome (o que não é fácil, considerando que os melhores nomes já estão registrados), não o divulgue absolutamente para ninguém, em especial para empresas terceirizadas ou prestadores de serviço, até que tenha certeza que o domínio de seu interesse já é seu. Qualquer prestador de serviço mal intencionado ou mesmo um funcionário descontente poderá registrar o endereço que você almeja. Seja cauteloso.</p>
<p><strong>2</strong>. Para verificar se o domínio que você deseja está disponível para registro, faça a pesquisa de disponibilidade apenas nas empresas credenciadas pela ICANN. Na América Latina existem apenas duas empresas credenciadas, ambas brasileiras: o <a href="http://www.nomer.com.br/" rel="externo">Nomer.com</a> e a <a href="http://www.locaweb.com/" rel="externo">Locaweb</a>. </p>
<p>Evite fazer a consulta de disponibilidade em empresas desconhecidas ou em pequenos revendedores. Nada impede que um pequeno revendedor analise sua consulta de disponibilidade, faça o registro do domínio que você deseja e tente vender este endereço à posteriori por um preço muito mais alto para você. Visite apenas sites que têm credibilidade atestada pela ICANN e fuja dos pequenos revendedores. <em>(Nota do editor: o autor é diretor da Nomer.com)</em></p>
<p><strong>3</strong>. Nunca verifique a disponibilidade de um nome digitando-o diretamente no navegador. Todo domínio que é digitado no navegador e está disponível para registro gera uma entrada Non Existing Domain (NXD) no log do provedor de acesso. Há muitos provedores de acesso que vendem esta informação para empresas que realizam domain tasting e estas podem registrar o domínio que você deseja.</p>
<p><strong>4</strong>. Nunca faça a verificação digitando o domínio em um site de buscas, como o Google, Yahoo ou outros menores. Todos estes sites também registram cada consulta. Em especial tome cuidado com os sites de busca pequenos e desconhecidos.</p>
<p><strong>5</strong>. Nunca utilize navegadores que contenham barras de navegação, plugins ou barras que completam o endereço automaticamente. A maioria das barras que são distribuidas pela internet enviam para seus servidores informações sobre sua navegação. Cuidado!</p>
<p><strong>6</strong>. Evite consultar o banco de dados WHOIS em sites que não deixam claro que não gravam o log da consulta. A priori, um funcionário de uma empresa poderia fazer um data mining nos arquivos de log e registrar seu domínio.</p>
<p><strong>7</strong>. Caso você faça seu pedido de registro, em uma empresa idônea, evite alardear que o domínio é seu até que ele tenha sido efetivamente registrado. Lembre-se que todas as empresas que fazem registros de domínios apenas executam seu pedido de registro após a liquidação do pagamento do seu pedido. Atenção especial para os pedidos com forma de pagamento com boleto bancário. Não espere a data de vencimento do boleto, pague-o imediatamente e diminua o prazo entre seu pedido e a tentativa de registro.</p>
<p><strong>8</strong>. Não imprima notas fiscais, cartões de visita e outros materiais até ter certeza que o domínio foi registrado e é seu. Não seja ansioso.</p>
<p><strong>9</strong>. No caso da abertura de uma nova empresa aconselhamos que o processo seja feito por um contador de confiança. Evite serviços baratos e desconhecidos. O barato sai caro.</p>
<p><strong>10</strong>. O mesmo se aplica à consulta de marca no INPI. Use a empresa de registro de marcas e patentes de sua confiança. Caso você não tenha uma empresa de confiança, procure empresas renomadas ou que sejam indicadas por alguém de sua confiança.</p>
<p>Caso o domínio que você deseja registrar já tenha sido registrado por terceiros, isso não implica automaticamente em má fé, já que milhares de domínios são registrados diariamente e coincidências ocorrem. Tome os cuidados descritos neste artigo e elimine as chances de ser vítima de empresas desonestas. Todo cuidado é pouco. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Internet no celular: entre o iPhone e o Dotmobi</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/09/04/internet-no-celular-entre-o-iphone-e-o-dotmobi/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 13:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade, AI, UX]]></category>
		<category><![CDATA[apple, mac]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[web standards]]></category>

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		<description><![CDATA[O acesso à internet em celulares pode tomar dois caminhos: sites no padrão .mobi, proposto por um consórcio de grandes empresas. Ou sites normais, acessíveis pelo iPhone.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso à internet através de celulares pode ser uma experiência frustrante pela soma de três fatores principais:</p>
<ul>
<li> O navegador wap embutido nos celulares tem tantas restrições que a navegação através do conteúdo é lenta e difícil.</li>
<li> A tela dos celulares atuais também restringe em muito que tipo de conteúdo pode ser apresentado.</li>
<li> A falta de conteúdo especialmente desenhado para ser acessado via wap.</li>
</ul>
<p>O Wap (Wireless Application Protocol) nunca decolou devido a estas razões. No entanto, acessar a internet através de celulares e PDAs é o santo graal da inclusão digital, já que o mercado de usuários de celulares é pelo menos quatro vezes maior que o tamanho do mercado de acesso à internet, e pelo menos duas ordens de grandeza maior (100x) que o mercado de registro de domínios.</p>
<p>Duas iniciativas distintas e concorrentes tentam mudar este cenário para proporcionar uma boa experiência de uso. A primeira iniciativa é o <a href="http://mtld.mobi/" rel="externo">.mobi </a>(chamado Dotmobi), uma extensão gTLD (Generic Top Level Domain) para domínios com conteúdo especialmente desenhado para ser acessado via celulares. </p>
<p>Na prática o Dotmobi é um domínio como qualquer outro, porém com uma qualificação do conteúdo, caracterizado para ser acessado em celulares e PDAs. A idéia é que as empresas, além de seus sites normais (.com.br ou .com), mantenham versões especiais para serem acessados por aparelhos móveis, ou seja, sites com a extensão .mobi.</p>
<p>O Dotmobi é formado por um consórcio de pesos pesados do mercado de telecomunicações, como Vodafone, Nokia, Ericsson, T-Mobile, Samsung e outros da área de tecnologia, como a Microsoft, Google e Visa. O consórcio, além de registrar os domínios .mobi, disponibiliza também ferramentas especiais para desenvolvimento de conteúdo para celulares e PDAs.</p>
<p>Um leitor atento perceberá que um nome em especial não participa do consórcio: a Apple. </p>
<p><img id="image3567" height=220 alt=Webinsider_no_iphone src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/iphone_webinsider2.jpg" /></p>
<p>A Apple seguiu outro caminho e espera que o iPhone proporcione uma experiência tão boa de acesso e navegação na internet que nenhum conteúdo especial, ou registro de domínio, tenha que ser especialmente desenvolvido para estes aparelhos.</p>
<p>O navegador do iPhone é o Safari e a navegação na internet através do iPhone é razoavelmente boa, porém cansativa, já que exige que você use seus ?dedos? e o touch-screen para fazer scroll, pan e zoons.</p>
<p>As duas soluções vão sobreviver e serão concorrentes. O iPhone deverá ocupar a posição high-end do mercado, por ter mais recursos e ser mais caro. Por outro lado, a grande massa de celulares com menos recursos necessita de conteúdo. E neste caso, a melhor opção é o registro do domínio .mobi e a criação de conteúdo especialmente para estes aparelhos.  </p>
<p>A Apple mais uma vez é pioneira e posiciona sua marca no high-end do mercado, divulgada através de um incrível <em>buzz marketing</em> criado e mantido por uma legião de fãs que se identificam, ou que querem se identificar, com uma marca ?cool?. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
Mais informações:</p>
<p>1. O iPhone acessando a internet (<a href="http://movies.apple.com/movies/us/apple/iphone/tips_tours/2007/iphone_tours-safari_iref.mov" rel="externo">vídeo da Apple</a>)<br />
2. <a href="http://Dev.mobi/" rel="externo">Ferramentas para desenvolvimento de conteúdo .Mobi</a></p>
<p>. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2007/09/04/internet-no-celular-entre-o-iphone-e-o-dotmobi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>19</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Site novo com page rank 5 em poucas semanas?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/07/13/site-novo-com-page-rank-5-em-poucas-semanas/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2007/07/13/site-novo-com-page-rank-5-em-poucas-semanas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2007 15:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[Domínios]]></category>
		<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Domínios abandonados são apagados para serem vendidos de novo. Alguns deles podem ter page rank alto, que permanecem ao serem adquiridos.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas técnicas de Search Engine Optimization (otimização da posição nos instrumentos de pesquisa) são descobertas e usadas empiricamente já que o Google, o senhor de todos os instrumentos de pesquisa, divulga muito pouco sobre como seu sistema de ranqueamento funciona. </p>
<p>Quando uma técnica é testada e funciona, algumas teorias podem lhe ser atribuídas, embora estas teorias dêem embasamento racional, são apenas suposições comprovadas pela prática.</p>
<p>Uma das técnicas que eu descobri, testei e uso tem como objetivo elevar rapidamente o page rank de um site novo em poucas semanas. Esta técnica tem sua eficácia empiricamente comprovada, porém posso apenas criar hipóteses para explicar seu funcionamento.</p>
<p>Como todos nós sabemos, o sistema de ranqueamento do Google funciona como um gerenciador de reputações. Reputação de um domínio. Todos os dias, mais de 30.000 domínios gTLDs (Generic Top Level Domain, exemplo, domínios terminados em; .COM, .NET) expiram, ou seja, são deletados da base ativa de domínios da VeriSign e são disponibilizados para o mercado. A grande maioria destes domínios deletados já possui uma REPUTAÇÃO cadastrada no Google devido seu passado. Muitos domínios expirados são antigos e possuem alto page rank!</p>
<p>A técnica que descrevo é simples e permite elevar o page rank de um site novo, com page rank zero, para page rank 5, ou mais, em poucas semanas. É pouco ortodoxa, não deve ser incentivada, mas acontece na vida real.</p>
<p>Basta adquirir vários domínios expirados com page rank elevado e usar o redirecionamento HTTP 301 para transferir a reputação antiga do domínio expirado para seu novo site. Caso você queira, opcionalmente poderá usar o comando CNAME dentro do DNS e obterá o mesmo resultado.</p>
<p>Esta técnica permite rapidamente retirar um site do sandbox do Google e elevar seu page rank em poucas semanas já que transfere a reputação de um domínio para o outro. O Google divulga que ?zera? as reputações quando um domínio é deletado, porém, na prática isso não tem ocorrido. Talvez eles zerem a reputação só de alguns domínios, ou apenas apaguem o page rank mas mantenham sua data de criação.</p>
<p>O sistema da VeriSign que disponibiliza diariamente os domínios deletados teve como efeito colateral a criação de um mercado de reputações, que podem ser adquiridas, vendidas ou transferidas. A compreensão deste fenômeno é grande no exterior e diversos jogadores já atuam profissionalmente neste novo mercado.</p>
<p>Porém, este jogo só pode ser jogado pelas empresas credenciadas pela ICANN como Registrars, ou seja, distribuidores diretos de domínios gTLDs. Estes distribuidores têm acesso direto e privilegiado ao arquivo de zona de DNS da VeriSign e sabem com antecedência que domínios serão deletados e qual o page rank de cada um.</p>
<p>O processo de credenciamento de uma empresa como Registrar pela ICANN é extremamente complexo e tem diversos tipos de exigências: técnicas, administrativas, securitárias e financeiras. Muitos Registrars têm trabalhado na compra, venda e monetização de domínios deletados devido à reputação e tráfego que estes domínios possuem. Este é um novo modelo de negócios que mescla o mercado de registro de domínios, links patrocinados e search engine optimization.</p>
<p>Acredito que o mercado de Search Engine Optimization operado pelas agências deve seguir o caminho high-end do mercado, ou seja, aquela otimização básica, sem muito esforço, pão-com-manteiga, deve ser totalmente dominada pelo mercado fragmentado, onde pequenos consultores e webdesigners irão incluir SEO no seu mix de produtos.</p>
<p>E caberá às agências de SEO migrar para o segmento mais especializado do mercado, onde o valor agregado pela melhoria da posição no Google valerá tanto que SEO de resultados será pago a preço de ouro. </p>
<p>E isso só poderá ocorrer se a agência entender profundamente, ou no mínimo, tiver um parceiro estratégico no mercado de registro de domínios e aftermarket. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que pagar US$ 14 milhões por um domínio?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/07/09/por-que-alguem-paga-us-14-milhoes-por-um-dominio/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jul 2007 05:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[Domínios]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>

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		<description><![CDATA[Direct type-in é quando você pensa em um assunto e digita direto no browser um endereço óbvio. Com o crescimento da internet, estes sites estão valendo mais pela receita que podem obter de links patrocinados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O domínio sex.com foi vendido por 14 milhões de dólares. Seu primo, o sex.net, foi vendido por 7 milhões de dólares. Os dois  custaram míseros 10 dólares por ano para serem registrados. </p>
<p>Este artigo tem como objetivo explicar o que está ocorrendo no mercado secundário de venda de domínios e a incrível valorização que alguns nomes têm obtido. Muitos empreendedores registraram nomes de domínios genéricos no início da internet com o objetivo de especular sobre a valorização destes endereços. Durante muitos anos estes domínios não tinham o menor valor comercial, porém com o passar do tempo o cenário mudou completamente.</p>
<p>A primeira grande mudança tem a ver com o volume de pessoas online. Hoje nós já somos 1,1 bilhão de usuários da rede. Apesar deste número absoluto ser muito grande, ele representa uma penetração de apenas 17% da população mundial. A rede ainda poderá crescer muito. </p>
<p>Quando um usuário de internet procura por determinado conteúdo, ele pode utilizar um instrumentom de pesquisa, como o Google, ou pode digitar diretamente no navegador um domínio que ele acredita que terá o conteúdo de seu interesse. Este tipo de navegação chama-se direct type-in. Por exemplo, imagine que alguém procura por cadeiras &#8211; então supõe que o domínio chairs.com terá o conteúdo que deseja. Como o número absoluto de internautas já é muito grande, o volume de tráfego que um domínio genérico pode ter devido ao tráfego direto (direct type-in) pode ser enome.</p>
<p>O aumento do número de pessoas online tem como consequência o aumento do tráfego direto em domínios genéricos.</p>
<p>Até o ano de 2002 este aumento de tráfego, era sentido mas não era valorizado pelo mercado. Afinal de contas, o que adianta ter tráfego se para você transformá-lo em dinheiro seria necessário criar e manter uma equipe comercial capaz de vender espaços publicitários?</p>
<p>O tráfego direto já era substancial, porém o processo para transformá-lo em receita era tão complexo e lento que o tráfego era considerado centro de custo na maioria dos projetos.</p>
<p>Porém, com o lançamento de um novo modelo de negócios, os links patrocinados, onde o anúnciante paga apenas quando clicam em seu anúncio, o panorama do mercado foi completamente alterado.</p>
<p>Os principais sistemas de links patrocinados são o Adwords, sistema que permite que você insira seus anúncios nas páginas de resposta do Google, e o Panamá, sistema que permite que você insira seus anúncios de links patrocinados nas páginas de resposta do Yahoo.</p>
<p>Os dois sistemas, tanto o Adwords quanto o Panamá, permitem que qualquer proprietário de site, ou apenas de um domínio, cadastre-se como afiliado e insira no seu site estes anúncios. O anunciante opta se deseja que seus anúncios sejam apresentados nas páginas de respostas do instrumento de pesquisa E/OU também na rede de afiliados.</p>
<p>Quando um proprietário de site cadastra-se nestes sistemas e insere o código HTML apropriado, anunciantes do Google ou do Yahoo passam a ser apresentados. Quando um visitante clica em um destes anúncios de links patrocinados, o instrumento de pesquisa recebe o valor pago pelo anunciante e paga parte desta receita para o afiliado.</p>
<p>Este sistema permite que qualquer proprietário de site ou de domínio tenha acesso imediato a milhares de anunciantes.</p>
<p>Este era o elemento que faltava para entender a valorização dos domínios genéricos. Se o domínio genérico for de fácil memorização e for representativo do seu segmento, ele terá um volume de tráfego direct type-in constante e crescente. Por outro lado, será fácil para o proprietário do domínio gerar receita com este tráfego; basta que se torne um afiliado do Google ou do Yahoo.</p>
<p>Por exemplo: imagine que um domínio genérico tenha tráfego direto de 100.000 usuários únicos por mês. Imagine que 25% dos visitantes clique em alguma propaganda de links patrocinados. Imagine também que o custo médio por clique seja de R$ 0,30/clique e que o afiliado receba 50% do valor do clique. Então este domínio gera receita mensal de R$ 0,30 x 100.000 x 25% x 50%, ou seja, R$ 3.750,00/mês. Um patrimônio que gera R$ 3.750 por mês e que tem taxa de retorno de 1% ao mês (poupança + 0,5%), tem um valor de mercado de R$ 3.750,00 x 1/100 = R$ 350.000,00</p>
<p>A soma do crescimento do tráfego direto mais a facilidade de monetizar o domínio através dos links patrocinados fez os preços dos domínios genéricos explodir !</p>
<p>Como a taxa de penetração da internet ainda é baixa e como o custo por clique das campanhas de links patrocinados tem crescido, investir em domínios genéricos é retorno garantido. Com o passar do tempo e a escassez de bons nomes de domínios para serem registrados, o mercado secundário de domínios deve tomar o lugar do mercado primário, ou seja, do primeiro registro. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p>1. A empresa líder mundial na venda de domínios no mercado secundário, também chamado de ?aftermarket?, é a <a href="http://www.sedo.com.br" rel="externo">Sedo</a>, representada no Brasil pelo <a href="http://www.nomer.com" rel="externo">Nomer.com</a>, onde você pode verificar se o domínio de seu interesse está disponível.</p>
<p>2. Veja como calcular o valor comercial de um domínio através de seu tráfego direto em e-book gratuito em <a href="http://www.avaliardominio.com.br/" rel="externo">Avaliardominio</a>. </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ser problogger é profissionalizar uma publicação</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/03/27/ser-problogger-e-conseguir-profissionalizar-uma-publicacao/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2007/03/27/ser-problogger-e-conseguir-profissionalizar-uma-publicacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 14:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[Redação, edição]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é fácil, mas é possível. A criação de conteúdo se massifica e alguns autores já passaram para o patamar daqueles que vivem de sua obra em constante evolução. Veja o que é preciso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ganhar dinheiro com a internet é o sonho de muitos e a realidade de poucos, porém esta realidade está mudando. Uma das iniciativas mais comuns com este objetivo é a criação de conteúdo. </p>
<p>As ferramentas de apoio à criação na internet permitem que editores de conteúdo independentes criem e publiquem seus textos com baixo custo e grande dinamismo. A criação de conteúdo está se massificando e os blogs são os protagonistas desta mudança. </p>
<p>O ponto fraco desta iniciativa sempre foi a pouca capacidade do gerador de conteúdo de atrair anunciantes para seu site ou blog. Esse panorama está mudando devido à disseminação dos links patrocinados. Milhares de anunciantes veiculam seus anúncios de texto no Google e no Yahoo que por sua vez os disponibilizam para suas respectivas redes de conteúdo. </p>
<p>As redes de conteúdo Adsense do Google e Content Match do Yahoo permitem que os anúncios de links patrocinados sejam veiculados em qualquer site ou blog de conteúdo e cabe ao Google e ao Yahoo vender o anúncio, cobrar do anunciante e calcular o comissionamento que a rede de conteúdo receberá.</p>
<p>Para participar de uma destas redes de conteúdo é muito fácil, basta fazer um cadastro simples, onde nenhum depósito ou requisito mínimo é exigido.</p>
<p>A partir do momento que o site ou blog de conteúdo passa a utilizar o Google e o Yahoo como seu ?departamento comercial?, um dos maiores impecilhos para a profissionalização desta empreitada foi resolvido, considerando que a publicação tenha boa audiência e saiba exibir os anúncios em bom local nas páginas.   </p>
<p>Inúmeros autores independentes passaram a gerar conteúdo, alguns de ótima qualidade, outros nem tanto, e a ganhar dinheiro com seu blog através do Adsense ou do Content Match.</p>
<p>Estes proprietários de blogs que se profissionalizaram são chamados ?probloggers?. Seu objetivo é gerar conteúdo de qualidade, receber visitas e monetizar sua operação através das redes de links patrocinados do Google ou do Yahoo.</p>
<p>Ainda há mais um elemento importante neste negócio. É a web 2.0. Diversos sites participativos, onde o usuário vota se o conteúdo é interessante ou não, passaram a ser um bom canal de divulgação aos probloggers já que eles podem gerar centenas de visitas a partir de um conteúdo realmente interessante. Cito como exemplo os sites <a href="http://www.outrolado.com.br" rel="externo">Outrolado</a> e o <a href="http://www.rec6.com.br" rel="externo">Rec6</a>. </p>
<p>No Rec6 basta apontar o link; no Outrolado você pode colocar o seu próprio Adsense, que será exibido na página de seu artigo. Nesse caso convém escrever mais, pois só os artigos exibem o Adsense do autor e os  posts com apenas links não.  </p>
<h2>Há também os parasitas</h2>
<p>Um dos efeitos colaterais deste movimento de profissionalização é o milagre da proliferação do conteúdo. Gerar conteúdo de qualidade não é fácil e assim diversos probloggers copiam artigos interessantes de outros blogs e os divulgam no Outrolado e no Rec6 como se fossem seus. Mesmo citando a fonte do conteúdo, essa atitute é uma afronta, já que rouba do gerador de conteúdo a capacidade de receber visitas NO SEU site. São probloggers parasitas.</p>
<p>Apesar destes ?espertinhos? o movimento de probloggers tem crescido rapidamente e eu aposto na sua expansão e especialização. Resta saber qual o impacto que este movimento causará nas empresas tradicionais de geração de conteúdo.</p>
<h2>Para se tornar um problogger</h2>
<p>1. Crie seu blog no <a href="http://www.blogger.com" rel="externo">Blogger</a>.<br />
2. Desenvolva seu conteúdo.<br />
3. Faça sua inscrição no <a href="https://www.google.com/adsense/login3" rel="externo">Adsense</a>.<br />
4. Insira os códigos do Adsense no seu blog.<br />
5. Divulgue cada artigo criado no <a href="http://www.outrolado.com.br" rel="externo">Outrolado</a> e no <a href="http://www.rec6.com.br" rel="externo">Rec6</a>.<br />
6. Boa sorte! <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Adwords, oportunidade para vender em outros países</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/03/03/adwords-e-oportunidade-para-vender-em-outros-paises/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Mar 2007 00:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Você tem produtos que podem atrair o interesse de compradores em outros países? Aproveite e anuncie lá. E se prepare para atender bem que você conseguir trazer ao seu site.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida, a maior oportunidade oferecida pelo Adwords neste momento é a possibilidade de veicular sua campanha em diversos países ao mesmo tempo. São 263 países e territórios à sua escolha. Caso sua empresa possua um produto ou serviço que possa ser entregue fora do Brasil, esta é a oportunidade que você estava esperando. O mercado de links patrocinados já nasceu globalizado.</p>
<p>Criar uma campanha para ser veiculada em diversos países é realmente muito fácil.</p>
<p>Listamos a seguir as precauções que você deverá tomar para executar uma campanha fora do Brasil através dos links patrocinados do Google, o Adwords:</p>
<p>1. Crie uma campanha diferente para cada país ou território.</p>
<p>2. Escolha na definição da campanha o país e o território alvo.</p>
<p>3. Escolha também o idioma específico para o qual seu anúncio será apresentado.</p>
<p>4. Crie os anúncios sempre com a lingua nativa do país. Exemplo: não caia na besteira de anunciar em inglês na França. Na França anuncie em francês.</p>
<p>5. Se possível, registre um domínio no país alvo com a extensão local. Exemplos: www.Meudominio.com.PT (para uma campanha em Portugal) ou www.Meudominio.co.uk (para uma campanha no Reino Unido).</p>
<p>6. Crie um site para cada país que você está anunciando ou transforme seu site em um site multilínguas. É muito importante que você diminua o risco percebido pelo visitante. Quando o fornecedor está em outro país, é muito maior o risco percebido pelo público no sentido de comprar e não receber, ou comprar e não ter assistência técnica. Faça tudo ao seu alcance para reduzir este risco.</p>
<p>7. Crie um &#8220;Merchand account&#8221; no país de destino, ou seja, processe o cartão de crédito do visitante em moeda local do país e obviamente retire a opção de pagamento via boleto bancário.</p>
<p>8. Crie as condições para que seu cliente compre e mantenha seus produtos com segurança.</p>
<p>Porém, lembre-se que esta oportunidade é aberta a todos e alguns anunciantes no exterior já começaram a anunciar seus produtos e serviços no mercado brasileiro. Cabe a nós explorarmos essa oportunidade e &#8220;invadirmos&#8221; outros mercados. O Brasil tem apenas 25 milhões de usuários de internet, enquanto que o número no mundo chega a mais de 1 bilhão de pessoas.</p>
<p>Não perca esta oportunidade! <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dez itens para seu link patrocinado ser aprovado</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/02/24/dez-mandamentos-para-aprovar-seu-anuncio-de-link-patrocinado/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2007/02/24/dez-mandamentos-para-aprovar-seu-anuncio-de-link-patrocinado/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Feb 2007 02:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao preparar seu anúncio de links patrocinados no Adwords do Google, confira se estes dez mandamentos estão sendo atendidos e evite que ele seja retirado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um novo anúncio de link patrocinado é criado no Adwords, ele vai ao ar imediatamente. Porém  pode ser rejeitado posteriormente se ferir as diretrizes editoriais do sistema. Veja os dez mandamentos para seu anúncio ser aprovado sempre:</p>
<p><strong>1</strong>. Verificar sempre se a URL de destino do link patrocinado e/ou da palavra-chave está com o botão de voltar funcionando corretamente.</p>
<p>Como verificar: abrir o browser no www.google.com. Colar e abrir a URL em questão no browser, esperar o download completo das informações e clicar uma vez no botão Voltar. Se o browser retornar para www.google.com, a URL está correta.</p>
<p><strong>2</strong>. Verificar sempre se não há nenhum pop-up ou pop-under nas páginas de destino. Como verificar: limpar cookies e desabilitar o bloqueador de pop-ups do browser. Depois disso, abrir a URL de destino e checar se não há a abertura de novas janelas.</p>
<p><strong>3</strong>. Evitar o uso de superlativos como &#8220;melhor&#8221;, &#8220;número 1&#8243; e &#8220;mais baixo&#8221; ou &#8220;menor&#8221; (quando for relativo a preço). Essas palavras podem ser utilizadas apenas se a informação for comprovada por uma fonte (revistas ou empresas de auditoria, por exemplo). A certificação deve estar localizada preferencialmente na página de destino do anúncio.</p>
<p><strong>4</strong>. Evitar o uso de palavras comparativas. Se estiver escrito no anúncio que seu produto é melhor que o do concorrente, a página de destino deve ter uma tabela comparativa ou um texto explicativo que comprove essa informação.</p>
<p><strong>5</strong>. Sempre verificar se as palavras estão escritas corretamente e se não há erros de concordância.</p>
<p><strong>6</strong>. Abreviações: são permitidas apenas aquelas encontradas no dicionário. Não usar pontos entre as letras de uma sigla ? por exemplo: escreva FGTS em vez de F.G.T.S.</p>
<p><strong>7</strong>. Não usar letras maiúsculas desnecessariamente. Não são permitidas palavras inteiras escritas com letras maiúsculas, a menos que sejam siglas de até quatro letras, façam parte do logotipo da empresa ou sejam o nome/modelo de um produto. É permitido, no entanto, escrever em letra maiúscula a primeira letra de cada palavra do anúncio.</p>
<p><strong>8</strong>. É permitido o uso de um único ponto de exclamação no anúncio inteiro, e ele não pode estar no título. Os demais sinais de pontuação podem ser usados mais de uma vez no anúncio, desde que não seja repetidamente ? por exemplo: &#8220;Quer comprar barato????&#8221; está incorreto.</p>
<p><strong>9</strong>. Frases que não podem ser usadas no anúncio: &#8220;Clique aqui&#8221;, &#8220;Visite!&#8221; e &#8220;Visite-nos!&#8221;.</p>
<p><strong>10</strong>. Anúncios de alguns produtos são restritos:</p>
<ul>
<li> bebidas alcoólicas: apenas vinho e champanhe podem fazer parte do texto do anúncio.</li>
<li> tabaco não é permitido</li>
<li> jogos de azar não são permitidos. A única exceção são as loterias do governo, cujos sorteios são feitos offline (Mega-Sena, Quina, Loteria Federal, Lotomania etc).</li>
</ul>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como funciona o sistema de registro de domínios</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/02/15/como-funciona-o-sistema-de-registro-de-dominios/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2007/02/15/como-funciona-o-sistema-de-registro-de-dominios/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2007 13:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Vaz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Domínios]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[A ICANN é uma organização não governamental sem fins lucrativos que congrega diversas entidades. Foi criada através de um acordo político e visa fomentar o crescimento e a estabilidade da rede.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1998 o presidente Bill Clinton reconheceu o caráter internacional da internet e transferiu a responsabilidade sobre o registro de domínios da IANA (Internet Assigned Names Authority), órgão do governo americano, para uma organização não governamental sem fins lucrativos. </p>
<p>Esta organização é a ICANN, Internet Corporation for Assigned Names and Numbers, criada através de um acordo político que congrega diversas entidades: IANA, ISOC (Internet Society), IAB (Internet Architecture Board), a UIT (Union International Telecommunication), OMPI (Organisation Mondiale de la Propriété Intellectuelle) e a INTA (International Trademark Association). </p>
<p>O objetivo da ICANN é o de fomentar o crescimento da rede, manter sua estabilidade e garantir a resolução única dos endereços.</p>
<p>A ICANN é subdividida em cinco organizações:</p>
<p><strong>ASO (The Address Supporting Organization)</strong>. Comitê responsável pela distribuição de endereços IPs no mundo.</p>
<p><strong>GAC (Governmental Advisory Committee)</strong>. Comitê que assessora a ICANN nas questões governamentais ligadas a difusão da internet em cada país.</p>
<p><strong>ALAC (At-Large Advisory Committee)</strong> ? Fórum responsável pela discussão dos aspectos relevantes aos usuários da Internet.</p>
<p><strong>gNSO (Generic Names Supporting Organization)</strong> ? Organização responsável pela coordenação da reserva e resolução de todos os domínio genéricos (Generic Top Level Domain ou gTLD), ou seja, domínios terminados em COM, .NET, .ORG, .AERO, .BIZ, .COOP, .INFO, .MUSEUM, .NAME, .PRO</p>
<p>Dica: é fácil identificar os domínios gTLD: todos têm três ou mais dígitos no final.</p>
<p>Cada nome de domínio é único e deve cair no mesmo conteúdo sempre (ser resolvido de forma única). Para que isso aconteça, o comitê gNSO escolhe uma única empresa para centralizar e ser responsável pelo banco de dados de uma determinada extensão. </p>
<p>Essas empresas são chamadas de Registries. Por exemplo, todos os domínios com final .COM estão em um único banco de dados do Registry .COM, que no caso é a empresa VeriSign. Os domínios .ORG, por sua vez, estão em um único banco de dados centralizado gerenciado pela empresa <a href="http://www.pir.org/" rel="externo">PIR</a>. </p>
<p>A ICANN também definiu que os Registries de domínios gTLD não podem vender o registro do domínio diretamente para os clientes finais; os Registries são obrigados a vender através de distribuidores credenciados chamados Registrars.</p>
<p>A lista de todos os Registries e as empresas credenciadas como Registrars no mundo pode ser encontrada no site da <a href="http://www.Internic.com/origin.html" rel="externo">Internic</a>. </p>
<p>A empresa brasileira <a href="http://nomer.com" rel="externo">Nomer.com</a> é credenciada pela ICANN para atuar como Registrar na reserva de domínios gTLD (.COM, .NET, .ORG e etc?) na América Latina. Outras empresas também oferecem a reserva destes domínios nesta região e atuam como revendedores (Resellers) de algum Registrar.</p>
<p><strong>ccNSO (Country Code Names Supporting Organization)</strong> ? É a organização que gerencia as empresas e entidades responsáveis pela reserva dos domínios nos países. Cada país pode ter seu próprio sistema de reserva de domínios chamado de ccTLD (Country Code Top Level Domain). Para identificar que um domínio é ccTLD e pertence a um determinado país, o domínio tem apenas dois  dígitos no final, como .BR para Brasil e .JP para Japão, por exemplo.</p>
<p>Além do além do .BR (Brasil), alguns ccTLDs mais conhecidos são .DE (Alemanha), .UK (Reino Unido), .FR (França), .MX (México), .PT (Portugal), .IT (Itália).</p>
<p>A ICANN delega em cada país a um Registry a responsabilidade pela manutenção da base de dados e criação da estrutura de venda de domínios. No Brasil, por exemplo, o Registry dos domínios ccTLD, terminados em .BR, é o <a href="http://registro.br" rel="externo">Registro.br</a>. </p>
<p>No caso do Registro.br não existe a figura do Registrar, ou seja, o Registro.br aceita solicitações de registro diretamente dos clientes finais, porém exige que um DNS seja fornecido em um prazo máximo de 15 dias após a solicitação da reserva. Caso você tenha um DNS, recomendamos que vá diretamente ao Registro. br, caso contrário, não. O DNS é fornecido pela sua empresa de hospedagem (host) ou por empresas especializadas no serviço de reserva de domínio.</p>
<p>Apesar da ICANN ser a principal entidade responsável pela infra-estrutura da internet, ela não tem a responsabilidade definida em seus estatutos para combater spam, combater a fraude online ou discutir a governança da internet. Seu papel é o de assegurar a estrutura de resolução de nomes, o que abre caminho para que outras organizações, coordenadas pelas Nações Unidas ou não, possam se ocupar de necessidades que a rede agora apresenta. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
</rss>
