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	<title>Webinsider &#187; Rafael Marinho</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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		<title>GED, taxonomia e ontologia nas empresas</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2009/07/26/ged-taxonomia-e-ontologia-nas-empresas/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 02:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade, AI, UX]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[O gerenciamento eletrônico de documentos, que hoje controla o fluxo de trabalho em grandes empresas, organiza e classifica a informação com os mesmos conceitos usados por bibliotecas milenares. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O gerenciamento eletrônico de documentos  é um conjunto de métodos que permitem gerar, controlar, armazenar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos através de um sistema digital.</p>
<p>Com o GED nós podemos tramitar documentos e informações e atribuir permissões e perfis de competências. Por exemplo: uma empresa de engenharia que lida com plantas em grandes formatos (A0, por exemplo) pode digitalizá-las, criar um controle de versões e compartilhá-las. Deste modo poderá, de acordo a necessidade, gerar cópias controladas desse documento.</p>
<p>Imagine como uma empresa petroquímica,  com centenas de dutos e encanamentos por onde passam toneladas de produtos, precisa de plantas detalhadas e atualizadas desta  estrutura.  O GED reduz custos e favorece o  compartilhamento de informações. Pode, por exemplo,  gerar cópias. Mas como funcionam essas cópias?</p>
<p>Para controlar  a integridade da informação, apenas usuários com perfis específicos podem alterar e imprimir tais documentos e para isso existem etapas:</p>
<ul>
<li>1. É feita uma proposta de alteração ou criação do documento, norma etc.;</li>
<li>2. A proposta é analisada e são feitas críticas;</li>
<li>3. A pessoa designada para tal começa a elaborar o documento;</li>
<li>4.  O documento passa pelos avaliados e comissão técnica;</li>
<li>5. Se aprovado ele passa pela direção ou presidência que irá homologar</li>
<li>6.  Após a homologação o documento é liberado no sistema e a versão anterior é substituída.</li>
</ul>
<h2>Workflow é registrado</h2>
<p>Em se tratando de documentos legais, as imagens precisam ser rasterizadas. Ou seja, é criado um bitmap que não permite a manipulação por vetores (vetorização). Deste modo temos  uma imagem teoricamente impassível de ser fraudada.</p>
<p>Todo o trâmite do documento é registrado no sistema: data e hora da atribuição, envio, saída para homologação etc. Por isso os  sistema de GED trabalham com workflows e controlam o fluxo de trabalho, mediante  permissões e competências.</p>
<p>E para que os  documentos eletrônicos sejam recuperáveis é preciso criar esquemas de indexação, com levantamento de termos e taxonomias e,  em caso mais complexo, o uso de ontologias.</p>
<h2>Taxonomia</h2>
<p>De forma mais genérica, podemos dizer que taxonomia é uma classificação. Porém a taxonomia trata de uma estrutura de organização baseada na hierarquia &#8211; vai do geral para o específico, do maior para o menor, do menos complexo para o mais complexo.</p>
<p><em>Meios de Transporte > Terrestres > Automóveis > Carros</em></p>
<p>É o conceito da Biologia para a classificação dos seres, em Reino, Filo, Sub-filo, Classe, Sub-classe, Ordem, Sub-ordem, Gênero, subgênero e espécie</p>
<p>Esse conceito é também utilizado amplamente na Biblioteconomia e na Ciência da Informação para a gestão da informação dentro de sistemas de  classificação do conhecimento</p>
<p>Essa é a estrutura para classificar os documentos em uma biblioteca ou centro de documentação desde antes do livro.</p>
<p>As primeiras bibliotecas da humanidade nasceram muito antes do livro &#8211; tivemos  blocos de argila, depois o papiro, a seda (principalmente na China), o pergaminho e por último o papel e o livro tal qual o conhecemos. A  estrutura de organização do conhecimento nas  bibliotecas é baseada em taxonomia.</p>
<h2>Ontologia</h2>
<p>Diferentemente da Taxonomia, a Ontologia não é uma estrutura hierárquica e sim associativa.</p>
<p>Ela agrega entidades de acordo as suas relações e atributos já preestabelecidos.</p>
<p>Enquanto a taxonomia verticaliza as estruturas, as ontologias as horizontalizam.</p>
<p>As ontologias funcionam de maneira muito semelhante ao nosso cérebro, relacionando, agrupando e classificando entidades. A complexidade está no fato de que  pessoas diferentes pensam de formas diferentes. Se  todos os usuários tivessem o mesmo padrão mental e mesma estrutura lógica de pensamento, não haveria a necessidade de testes de usabilidade, personas, focus groups e entrevistas.</p>
<p>Deste modo, o que fosse óbvio e claro para um usuário o seria também para todos. E sabemos bem que isso não é verdade!</p>
<p>A ontologia se comporta da mesma forma. Quando  modelamos mapas mentais para a realização de um projeto ou proposta, é útil uma fase de brainstorm. E a partir dele são criadas as conexões e produzidos sentidos.</p>
<p>Diferente  da taxonomia, a ontologia está voltada para o sentido das relações,  mais do que puramente a estrutura hierárquica do que quer que seja.</p>
<h2>Aplicadas ao GED nas empresas</h2>
<p>Antes mesmo de definir como o GED será aplicado na empresa, é preciso mapear e modelar os processos da organização. Mas o que são processos?</p>
<p>Em Administração temos um modelo de gestão por processos, que é a   visão  da organização como um todo e  maior relação entre os diferentes agentes da cadeia de valor.</p>
<p>Os processos equivalem aos setores e departamentos da organização ou empresa.  Financeiro, Comercial, Produção, Materiais, Logística etc são processos e precisam ser modelados e mapeados, a fim de obtermos um ?retrato fiel? da empresa. Somente depois aplicamos modelos de estruturação e organização da informação.</p>
<p>Em Arquivologia essa etapa corresponde à organização por Fundos Arquivísticos, ou seja, a procedência dos recursos informacionais com os quais estaremos lidando, sem  misturá-los.</p>
<p>Conhecer a empresa e o funcionamento de seus processos individualmente dá mais propriedade no momento de definir qual o método mais apropriado de estruturação da informação para implantar um sistema de GED, se taxonomia e sua hierarquia vertical, ou a ontologia aplicada com associações horizontais.</p>
<p>O GED é uma forma de gerenciar o fluxo de trabalho e tem como  condição necessária que os processos (e o fluxo de cada processo) sejam conhecidos por todos os envolvidos. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tesauros, folksonomia e uma ajudinha da usabilidade</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2009/04/13/tesauros-folksonomia-e-uma-ajudinha-da-usabilidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 14:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade, AI, UX]]></category>
		<category><![CDATA[buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[Redação, edição]]></category>
		<category><![CDATA[usuário final]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada uma das soluções (uso de tags ou vocabulário controlado) tem pontos fortes e fracos. Melhora muito quando é acrescentada a indexação com usabilidade, com proposta de sugestões e boa arquitetura de informação. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Focando os dois lados da organização da informação na web, temos a cruz e a espada: se de um lado temos as tags (folksonomia), que permitem uma democratização e a ampliação nas possibilidades de busca e recuperação da informação, temos os problemas que ela causa, como polissemia, erros de grafia, flexões de gênero e número e duplicidade de termos, entre outros.</p>
<p>Defendo a ideia de que a folksonomia tanto pode levar a informação até o usuário quanto fazer com que este nunca encontre o que está procurando.</p>
<p>Por outro lado temos os tesauros (vocabulários controlados), que são cuidadosamente elaborados por profissionais para que o site e as informações que este contém mantenham uma unidade de termos e seja simples a &#8220;encontrabilidade&#8221; de informações. Porém os tesauros exigem que os profissionais sejam capacitados e dominem a linguagem do usuário.</p>
<p>Para isso é preciso que o profissional &#8220;traduza&#8221; o que o usuário quer dizer e monte uma árvore hierárquica de termos próximos, análogos e/ou relacionados, para que a busca seja eficiente. O grande problema dos tesauros é que este exige o usuário também conheça e domine os termos indexados (o que limita as possibilidades de busca do ponto de vista do usuário). </p>
<p>Geralmente o que o usuário está pesquisando não é algo que ele conheça bem; muito pelo contrário, ao entrar num site o usuário está buscando justamente aquilo que não domina ou não conhece bem. Como podemos exigir então que ele saiba os termos que descrevam o conteúdo daquilo que está buscando?</p>
<p>Cada uma das soluções (uso de tags ou vocabulário controlado) tem pontos fortes e fracos. Um exemplo que eu sempre recomendo aos meus colegas é o do Google, Você pode pesquisar <strong>Jornal na Intnet</strong>  (com erro de grafia mesmo) e ele retorna os resultados: <em>Você quis dizer Jornal na Internet?</em> E no final da página têm-se:</p>
<p>?Pesquise também: <strong>Jornal On-line</strong>, <strong>Jornal na Web</strong>, além de publicidade: <strong>Adquira jornais com o menor preço</strong>?.</p>
<p>Analisando a estrutura acima temos uma referência cruzada que remete de um termo não usado para o termo utilizado pelo sistema (como nas bibliotecas), e simultaneamente temos o feedback de outros termos que se relacionam com o termo pesquisado.</p>
<p>Resumindo: indexação com usabilidade e boa arquitetura de informação é isso! Não forçar o usuário a decorar termos, retornar os resultados e trazer variações desses termos, além de propor sugestões. Não devemos ser inimigos da usabilidade tampouco dos nossos usuários, afinal o arquiteto de informação, o bibliotecário e os profissionais de TI estão a serviço da clareza e da organização da informação.</p>
<p>E quanto menos o usuário perceber os passos realizados pelo mecanismo de busca do site, e quanto menos for evidente a arquitetura de informação e os processos internos de classificação, catalogação e indexação, mais eficiente e eficaz será o site.</p>
<p>Afinal do que adianta dizer ao usuário que ?a pesquisa não encontrou nenhum documento correspondente?? <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O arquiteto da informação está a serviço da clareza</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2008/12/04/o-arquiteto-da-informacao-esta-a-servico-da-clareza/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 00:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade, AI, UX]]></category>
		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[usuário final]]></category>
		<category><![CDATA[web standards]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas buscam clientes e já descobriram que chamar a atenção deles agora está mais difícil. É neste campo que entra em ação o auxílio importante do arquiteto da informação.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o advento da tecnologia da informação e das redes sociais, eis que estamos em uma sociedade mais exigente. O século XXI está marcado pelo aumento exponencial da informação em todos os setores e motivado pela democracia da informação. </p>
<p>Ao mesmo tempo em que somos consumidores de informação, também a produzimos e estamos em constante processo de transformar dados em conhecimento.</p>
<p>Como conseqüência, o cidadão se torna mais exigente com o que lhe é apresentado como fato ou verdade.</p>
<p>Trazendo para o campo doméstico, nosso exempla vale até dentro da cozinha, onde não basta saber se o frango tal é da procedência da empresa X ou Y &#8211; o cliente quer saber se o frango possui o selo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que ração o alimenta e qual o impacto dos aditivos químicos na saúde do consumidor. São preocupações e reflexões novas. </p>
<p>Rótulos, marcas e a própria arquitetura de informação não passam desapercebidos pelos clientes/usuários, que buscam produtos e serviços mais específico para suas necessidades. </p>
<p>O público também tem em mente que toda informação comunicada é potencialmente passível de distorções em suas fontes e reconhece que pode ser manipulada pelo emissor.</p>
<p>Sabemos que um advogado ganha mais emperrando um processo no Fórum do que resolvendo a situação do cliente. Que um médico pode preferir uma cirurgia. E o mecânico que vai consertar a lanterna quebrada de seu carro irá se esforçar para encontrar alguns defeitos.</p>
<p>Existe uma máxima em Biblioteconomia que diz: &#8220;Informação é poder!&#8221;. Ou seja, aquele que detém informação e conhecimento tem um grande poder nas mãos. O comentário aqui não tem a finalidade de manchar a imagem de nenhuma das classes profissionais citadas, mas apenas exemplificar como a informação pode ser manipulada com intencionalidade.</p>
<p>Ao mesmo tempo, população bem informada é menos propensa a doenças, tem maiores possibilidade de galgar bons empregos e de estar sempre um passo à frente.</p>
<p>Assim, ajudar a organizar e tornar a informação utilitária e com valor agregado não é tarefa fácil. Bibliotecários, arquivistas, cientistas da informação, arquitetos de informação e profissionais de TI dedicam anos de suas vidas para que toda essa massa informacional seja filtrada, mapeada, modelada e destinada ao cliente certo.</p>
<p>Se, ao acessar um website, se você conseguiu de primeira lançar uma palavra e encontrar o que está procurando, pode apostar que teve uma equipe trabalhando duro para levar a informação até você. E se esse trabalho nem for percebido é porque os  profissionais que atuam no segundo plano cumpriram seu papel.</p>
<p>Mesmo quem não é um usuário assíduo da internet, com certeza o é de informação, independente de onde ela esteja. São preocupações marcantes, pois as empresas buscam clientes e já descobriram que chamar a atenção deles agora está mais difícil. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bibliotecas corporativas: momento de reengenharia</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2008/09/17/bibliotecas-corporativas-em-momento-de-reengenharia/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 15:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade, AI, UX]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Intranets e GC]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho a distância]]></category>

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		<description><![CDATA[As bibliotecas corporativas podem ser cada vez mais uma fonte de conhecimento, abstração e criatividade para as empresas. E como nem toda a informação está registrada em livros, é hora de apoiar uma biblioteca 2.0. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Organizar, tratar e disseminar informações para gerar novos conhecimentos é função de toda e qualquer biblioteca, independente se pública, escolar, especializada ou universitária. E para as bibliotecas corporativas não é diferente &#8211; o que muda de um tipo de biblioteca para outra são seus clientes/usuários e a cultura organizacional. </p>
<p>Primeiramente toda unidade de informação deve transmitir através de seus produtos e serviços a missão, a visão, os valores e objetivos da organização na qual ela está inserida; do contrário não teremos uma unidade de informação dinâmica, mas sim, um depósito de documentos. </p>
<p>O conceito de biblioteca corporativa vai muito além de ser um depósito de documentos &#8211; ela atua de forma decisiva em muitos casos, pois é nela que o conhecimento da empresa está sendo gerido. </p>
<p>Atualmente atuo em uma universidade corporativa de uma grande empresa e posso dizer que as atividades realizadas ganham uma dimensão maior, visto que a biblioteca dá suporte ao desenvolvimento de novos produtos e também dá suporte à formação e capacitação da força de trabalho da empresa, além de incentivar o desenvolvimento cultural destes. </p>
<p>Este modelo tem sido adotado em muitas empresas, que passam a investir cada vez mais em informação e na formação de seus empregados. A biblioteca corporativa às vezes pode parecer uma biblioteca universitária, mas possui muitas outras especificidades. Assim, consideramos o funcionário como nosso negócio, nossa atividade e nosso cliente. </p>
<p>As bibliotecas corporativas são uma fonte de crescimento no poder de abstração, concentração, criatividade. E é sempre bom integrar o cliente/usuário através de troca de idéias, opiniões e sugestões. Afinal desenvolvemos o nosso trabalho para este fim. </p>
<p>E como nem toda a informação disponível está registrada em livros, é preciso olhar para as bases de dados disponíveis na internet, periódicos eletrônicos, outras bibliotecas e centros de documentação, cotações, informação digital etc. </p>
<p>Nesse aspecto o setor de referência se destaca pois é nele que há uma maior ligação cliente-biblioteca e onde é possível mapear as suas necessidades informacionais. Para isso é preciso que o bibliotecário tenha uma série de conhecimentos:  sobre a empresa, o ramo onde atua, as bases de dados nacionais e internacionais, o perfil do usuário, administração e um pouco de TI. Do contrário o profissional da informação terá muitos problemas ao gerir a unidade. </p>
<p>Quem sabe as bibliotecas corporativas não são a nossa porta de entrada para uma reengenharia das bibliotecas para atender os anseios da sociedade da informação e do conhecimento. Depois da web, chegou a hora de criar a biblioteca 2.0. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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