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	<title>Webinsider &#187; Paulo Rebêlo (reportagem)</title>
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	<description>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</description>
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		<title>Webinsider</title>
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	<itunes:summary>Artigos sobre tecnologia, carreira e startups com opinião e alma</itunes:summary>
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	<itunes:author>Webinsider</itunes:author>
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		<title>Windows 8: novos recursos e velhas frustrações</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/10/20/windows-8-novos-recursos-e-velhas-frustracoes/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Oct 2012 00:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
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		<category><![CDATA[windows 8]]></category>

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		<description><![CDATA[Integração nativa ao Skydrive, sincronização na nuvem e visual de tablet são os principais trunfos do Windows 8. Basta uma única conta para acessar sua vida transformada em arquivo, a exemplo do iCloud do Apple.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente tem se manifestado negativamente sobre o novo visual do Windows 8. Não existe mais o botão Iniciar e, às vezes, é preciso gastar um ou dois cliques a mais para encontrar algo.</p>
<p>Exemplo: para descobrir onde estão &#8220;todos os programas&#8221;, temos que levar o mouse até o canto inferior da tela, esperar abrir uma barra, clicar com o botão direito, depois clicar no ícone que vai aparecer ao fazer isso, para só então escolher &#8220;todos os apps&#8221;.</p>
<p>Sim, porque agora os programas são chamados de apps e a Microsoft criou sua própria Windows Store para baixar e comprar aplicativos e jogos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/10/w8b.jpg"><img class="wp-image-32028 aligncenter" style="border: 1px solid black; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="w8b" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/10/w8b.jpg" alt="" width="614" height="378" /></a></p>
<p>O botão Iniciar, um ícone do sistema operacional desde o Windows 95, sai totalmente de cena e dá espaço a uma interface com jeito de tablet.</p>
<p>É uma tentativa curiosa de aproximar o PC doméstico da mobilidade dos portáteis.</p>
<p>A interface é a mesma para usar mouse e o teclado; e também os dedos se for um telefone ou tablet.</p>
<p>A primeira reação é de isolamento. Tudo mudou de lugar, tudo parece estranho ou uma festa esquisita com novas cores e quadrados gigantes.</p>
<p>Não à toa, logo após a instalação do Windows 8, duas telas de tutorial aparecem para lhe mostrar como encontrar os botões e configurar suas preferências pessoais. Também não à toa que basta procurar no Google para encontrar soluções &#8220;alternativas&#8221; e não-oficiais para devolver o menu Iniciar ao Windows 8.</p>
<p>Curiosamente, uma dessas alternativas não-oficiais foi desenvolvida pela Samsung, a primeira grande fabricante que irá comercializar novas versões de tablets com Windows 8 pré-instalado já a partir do final deste mês.</p>
<p>O fato é que, depois de um tempo, a interface até fica interessante. Se, por um lado, demora mais para achar certas coisas e trocar algumas configurações, por outro ficou bem mais rápido abrir um site na internet, responder logo um e-mail ou enviar uma mensagem rápida para seus contatos, saber a previsão do tempo ou as últimas notícias.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/10/w8a.jpg"><img class=" wp-image-32029 aligncenter" style="border: 1px solid black; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="w8a" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/10/w8a.jpg" alt="" width="614" height="366" /></a></p>
<p>Tem coisas bem chatas, é verdade. O Internet Explorer 10 não consegue identificar que você está usando um monitor grande e quer sempre trabalhar em tela cheia, como se fosse um tablet.</p>
<p>Se você não gostar da interface nova, vai ter que sempre clicar no quadrado gigante chamado &#8220;Desktop&#8221; para voltar ao estilo do Windows antigo, mas basta um ALT+TAB apressado ou pressionar a tecla &#8220;Windows&#8221; do seu teclado para trazer de volta o visual tablet mesmo sem querer.</p>
<p>Toda essa mudança de visual é apenas o arcabouço da verdadeira aposta – e talvez única razão de existir – do Windows 8: a integração total com a nuvem.</p>
<p>A exemplo do iCloud no Mac, sua conta da Microsoft agora vai sincronizar e-mail, mensageiro (inclusive para enviar SMS para telefones), arquivos compartilhados no Skydrive, anotações, lembretes e todas as suas preferências pessoais, tendo o Windows como o quartel-general.</p>
<p>Se você ainda não sabe o que é <a href="http://www.skydrive.com" rel="externo">Skydrive</a>, integre logo sua conta a partir de agora. Vale muito a pena.</p>
<p>São 7 GB de espaço gratuito e a interface na web é bem similar a um gerenciador de arquivos. E você pode controlar tudo isso no PC ou Mac, de um jeito similar ao famoso <a href="http://www.dropbox.com" rel="externo">Dropbox</a> que os usuários de Mac tanto gostam.</p>
<p>Para o usuário final, o que importa é que esse processo todo de integração funciona de verdade. E funciona bem.</p>
<p>O grande porém é que o Windows 8 é basicamente isso.</p>
<p>Ao fazer o upgrade do Windows 7 para o Windows 8, a impressão é que a gente apenas colocou uma roupa nova no Windows 7.</p>
<p>É evidente que, na ocasião do lançamento oficial, a Microsoft vai usar o mesmo recurso da Apple quando lançou o Lion e, um ano depois, o Mountain Lion: vão falar em centenas de aprimoramentos e recursos novos, os quais a gente não consegue encontrar nem meia dúzia de verdade.</p>
<p>Para usuários mais avançados, o Windows 8 deixa muito a desejar em avanços técnicos.</p>
<p>Como o Windows 7 já é um sistema bem calibrado no quesito performance e bem ajustado aos problemas de compatibilidade, o Windows 8 apenas manteve o rumo com pequenas alterações. Não parece mais leve ou mais pesado do que o Windows 7, embora a Microsoft garanta ter otimizado o código para uma boa experiência com apenas 1 GB de RAM.</p>
<p>Problemas seculares do Windows, como o uso pouco lógico das bibliotecas DLL compartilhadas entre aplicativos e o sistema de arquivos ultrapassado (NTFS) ainda estão presentes.</p>
<p>O Windows 8 não apresenta um novo sistema de arquivos nem na versão Enterprise, uma promessa da Microsoft que daqui a pouco vai completar uma década. Com isso, o Windows continua gerando fragmentação desnecessária no disco e desperdício de espaço. Situação revertida há vários anos no Linux e no Mac.</p>
<p>Ao mesmo tempo, há uma série de pequenas melhorias com apelo ao usuário final. O Windows Explorer agora é File Explorer e ganha a interface &#8216;ribbon&#8217; que foi inaugurada pelo Office 2007, há exatos cinco anos.</p>
<p>O Windows Defender se transformou de vez em &#8220;Microsoft Security Essentials&#8221; e agora também protege contra vírus, não apenas os malwares e pragas de internet. Se você instalar outro antivírus, o Windows desativa automaticamente a solução caseira.</p>
<p>O Windows 8 tem previsão de lançamento para o dia 26 de outubro de 2012, mas a versão final está disponível desde agosto para desenvolvedores.</p>
<p>São quatro versões: Windows 8, Windows 8 Pro, Windows 8 Enterprise e Windows 8 RT. Esta última não será vendida, é específica para dispositivos e tablets com arquitetura ARM.</p>
<p>A diferença entre a versão Pro para a tradicional é apenas inclusão de ferramentas avançadas – e sem interesse para o usuário doméstico – como o Powershell, Hyper-V e outras.</p>
<p>Uma boa novidade será poder comprar o Windows 8 via download, gravar a imagem no pendrive ou DVD e instalar direto, sem precisar do disco físico ou de loja. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/10/23/como-e-por-que-instalar-windows-no-mac/">Como e por que instalar Windows no Mac?</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/07/21/por-dentro-do-mac-os-x-lion/">Por dentro do Mac OS X Lion</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/01/06/o-que-significa-migrar-do-pc-para-o-mac/">O que significa migrar do PC para o Mac</a></li>
</ul>
<p>…………………………</p>
<p>Acesse a <a href="http://ad.doubleclick.net/clk;261759762;85845762;d;pc=[TPAS_ID]" rel="externo">iStockphoto</a>. O maior banco de imagens royalty free do mundo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por dentro do Mac OS X Lion</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2011/07/21/por-dentro-do-mac-os-x-lion/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2011/07/21/por-dentro-do-mac-os-x-lion/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 13:58:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[usuário final]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça as principais novidades do novo sistema operacional da Apple, os cuidados e perigos antes de instalar, requisitos mínimos, dicas de sobrevivência na selva e como fazer um pendrive de boot para instalar o Lion em várias máquinas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo preço de um mouse sem fio (29 dólares), você já pode comprar o novo Mac OS X Lion e atualizar o seu atual Snow Leopard no Macbook, iMac, Macmini, Mac Pro ou Macbook Air. Sem sair de casa. </p>
<p>Os requisitos mínimos são 2 GB de RAM e processador a partir do Intel Core 2 Duo, além de 8 GB de espaço livre em disco. </p>
<p>Até meados de agosto, o Lion só pode ser instalado via App Store, dentro do atual Snow Leopard. Você faz o download do sistema usando seu login e senha, espera baixar o arquivo de 3.7 GB e segue as instruções na tela. Muito fácil e sem burocracia ou discos.</p>
<p>Embora seja possível burlar esse esquema &#8211; <em>veja no final deste texto</em> &#8211; a Apple deverá vender um pendrive com o Lion a partir de agosto, para instalação via USB.</p>
<p>A atualização para o Lion é de uma facilidade incrível, desde que o seu Snow Leopard esteja <strong>totalmente</strong> atualizado com todos os updates disponíveis. Configurações, documentos, arquivos e programas são migrados para o Lion durante o processo.</p>
<p>Como de praxe, há diversos relatos de pessoas que não conseguiram atualizar tão facilmente, ao melhor estilo loteria. Reza o velho ditado: antes de abrir a boca do Lion, faça um backup dos seus arquivos e documentos importantes, não custa nada. </p>
<p>Para saber se todos seus aplicativos vão funcionar no Lion, você pode experimentar o <a href="http://metaquark.de/appfresh" rel="externo">AppFresh</a> e conferir os resultados.</p>
<h2>Vale a pena atualizar?</h2>
<p>Se você tiver apenas 2 GB de RAM, evite. A não ser que use o Macbook apenas para digitar textos e ler alguma coisa na internet. Não há meio termo neste sentido: 4 GB de RAM é o mínimo para se ter uma experiência interessante com o Lion. </p>
<p>Na prática e uso diário, o Lion é muito mais uma repaginação do atual Snow Leopard do que um sistema operacional novo. Ele vai fazer seu Macbook se aproximar do iOS, o sistema operacional usado no iPad e no iPhone. Para o bem e para o mal.</p>
<p>Dois novos recursos &#8212; Launchpad e Mission Control &#8212; estão ridiculamente perdidos no contexto de um notebook ou desktop. O Launchpad é ainda pior, pois é complicado organizar os ícones dos aplicativos nele e o Lion, sozinho, não faz o serviço por você. O Mission Control é a junção do Spaces e Exposé com novos ícones.</p>
<p>Se você ainda usa algum software escrito para a plataforma PowerPC (antes da era Intel na Apple), esqueça o Lion. Acabou o suporte para essa plataforma, pois até o Rosetta (emulador de PowerPC dentro do MacOS) foi aniquilado de vez. </p>
<h2>Principais novidades</h2>
<p>Como se fosse um iPad gigante, todos os aplicativos e componentes do MacOS agora podem rodar em tela cheia. Por enquanto, o recurso não vale para softwares de terceiros. Espera-se que novas versões de Chrome, Firefox, Microsoft Office&#8230; comecem a chegar para tirar proveito da novidade. </p>
<p>A ideia, supostamente, é evitar distrações e aproveitar melhor o espaço em tela. Para alguns, é uma novidade bem-vinda. Para outros, uma inutilidade retrô nos dias de hoje com resoluções de tela altíssimas e acostumados a trabalhar com múltiplas janelas. </p>
<p>Pegando carona no recurso de tela cheia, os novos gestos (gestures) do mouse e touchpad aproveitam ao máximo o uso e gerenciamento das janelas dos aplicativos. Você pode alternar entre todas as janelas ou apenas os aplicativos em tela cheia. É interessante, embora depois de brincar com isso perca um pouco a graça.</p>
<p>Ao desligar o computador, o Lion pode salvar todas as janelas abertas no momento. Ao ligar novamente o Macbook, você voltará para o mesmo lugar de antes – até mesmo a posição exata dentro de um texto ou site. Para usuários de Macbook Air (a partir dos modelos 2010), este recurso não tem muito sentido: graças ao disco SSD, o Air pode ficar em standby por quase 30 dias sem acabar a bateria. Para iMacs e Macminis, contudo, é deveras interessante.</p>
<p>Um dos novos recursos mais poderosos é o Auto Save, gravação automática do seu trabalho. Ao começar um documento, basta que você salve a primeira vez (para colocar o nome do arquivo) e pronto. Todo documento aberto e salvo uma vez será, automaticamente, sendo salvo em frações de segundos sem que você perceba.</p>
<p>É o fim do desespero quando faltar energia ou o cachorro passar por cima da tomada. Nada se perde. </p>
<p>Outro novo recurso extremamente poderoso e útil é o Airdrop. Pelo Finder – que continua horrível e até piorou – você pode visualizar outros Macs que estejam próximos de você e, assim, enviar e receber arquivos via WiFi.</p>
<p>O Airdrop só funciona entre usuários do Lion. Para uso corporativo ou em redes internas dentro de casa via roteador WiFi, é interessantíssimo.</p>
<p>No gerenciamento de arquivos, uma preciosa atualização do Lion: ao arrastar uma pasta para outra com o mesmo nome, agora o MacOS finalmente vai mesclar o conteúdo de ambas em vez de apagar o anterior e sobrescrever com a pasta nova. Só quem já passou por isso vai saber dar o devido valor a esta mais do que atrasada novidade.</p>
<h2>Internet no Lion</h2>
<p>Nos aplicativos, o Safari e o Mail são os grandes destaques. </p>
<p>Pouca gente usa Safari, com certa razão. No Lion, vale a pena experimentar um pouco esse navegador. </p>
<p>O &#8216;reader&#8217; do Safari pode armazenar links para leitura posterior, como se fosse uma pequena biblioteca. Em geral, sempre foi preciso um software externo para fazer isso. </p>
<p>Ao fazer download de arquivos, há um novo ícone no canto superior direito do Safari que lhe permite rápida visualização do progresso da transferência e outras funções. Prático e economiza tempo.</p>
<p>Ao usar o Safari em tela cheia, você fica conhecendo como funciona – na prática – os novos gestos do touchpad e mouse. Adiantar ou voltar páginas na internet ficou bem mais rápido, pois agora fica tudo em cache interno do MacOS/Safari.</p>
<p>Se o Finder piorou no Lion, o Mail ficou bem melhor. Curiosamente, os principais elogios ao Mail devem-se ao fato de a Apple ter cedido, finalmente, ao visual de três painéis adotado pelo Outlook da Microsoft anos atrás. Além do agrupamento de conversas, como ocorre no Gmail. Ganha-se em espaço de tela e velocidade. </p>
<p>O Calendário (iCal) divide opiniões. O visual ficou mais bonito, porém perdeu em simplicidade que era o trunfo da edição anterior. Mesmo problema com a agenda de endereços (Address Book) que piorou consideravelmente. </p>
<h2>Expectativas e bugs</h2>
<p>Qualquer semelhança pode até ser coincidência, mas o fato é que o Lion não é um produto pronto. Há bugs visíveis, mas nada que atrapalhe os fundamentos do novo sistema. </p>
<p>No entanto, vale frisar: boa parte dos novos recursos do Lion só estão disponíveis dentro dos componentes do Mac OS. Que são, a grosso modo, o que a maioria usa. </p>
<p>Softwares de terceiros vão precisar se adaptar aos novos gestos de mouse, tela cheia e outras firulas. A própria Apple está correndo contra o tempo, lançando updates &#8220;experimentais&#8221; do iTunes e do iWork para o Lion, por exemplo.</p>
<p>Para o mercado, é dado como certo um update geral do Lion já em agosto, para corrigir bugs que passaram neste lançamento precipitado na App Store.  </p>
<p>Há outras pequenas firulas que você irá descobrir aos poucos. Algumas úteis, outras nem tanto. Não esqueça de fazer logo sua conta no iCloud, serviço que substitui o MobileMe para sincronizar e armazenar arquivos, contatos, endereços, emails etc. Você pode acessar direto nas preferências do sistema. </p>
<h2>Como instalar do zero via USB</h2>
<p>Se você baixar o Lion pela App Store e instalar na hora &#8212; do jeito que a Apple quer &#8212; você vai perder o arquivo de instalação. Depois de instalado, o arquivo é apagado. Caso precise instalar o Lion em outro Mac, terá que fazer novo download dos 3.7 GB.</p>
<p>Para evitar isso, fique atento: depois de baixar o arquivo completo da App Store, <strong>antes</strong> de prosseguir com a instalação, abra o Finder, vá na pasta de Aplicativos e haverá ali o &#8220;Install Mac OS X Lion&#8221;. Basta copiar esse arquivo para um HD externo, como se fosse um backup. </p>
<p>Se você é um pouco mais destemido e quer instalar o Lion do zero (clean install), não é difícil. Dentro do arquivo &#8220;Install Mac OS X Lion&#8221; que você acabou de copiar agora, clique com o botão direito do mouse e escolha a opção &#8220;Mostrar conteúdo&#8221; (Show Contents) no Finder. Haverá uma pasta chamada SharedSupport e, dentro dela, o arquivo InstallESD.dmg que contém todo o sistema operacional.</p>
<p>Formate um pendrive de pelo menos 8 GB no Disk Utility, usando o sistema de arquivos padrão: MacOS Extended Journaled. Agora, crie um drive/partição qualquer no pendrive, vá na aba &#8220;Restaurar&#8221; (Restore) e use aquele InstallESD.dmg  como &#8220;origem&#8221; e arraste a única partição do seu pendrive para o campo &#8220;destino&#8221;. Clique em OK e o Mac OS irá zerar (apagar) todo seu pendrive e copiar o Lion.</p>
<p>Tenha muita atenção para restaurar no pendrive, não em outro disco, sob o risco de perder todos seus arquivos. O Disk Utility irá zerar completamente o disco de destino.</p>
<p>Aguarde a restauração terminar e, depois, é só reiniciar seu Macbook. Ao ouvir o som de inicialização, segure o botão ALT-OPTION do teclado para escolher o disco de boot. Escolha o pendrive (Mac OS X) e aguarde. Será muito parecido à instalação do Snow Leopard e você pode usar o Disk Utility para formatar discos, reparticionar e instalar o Lion do zero, sem fazer atualização.</p>
<p>Esse mesmo truque do pendrive também serve para o Snow Leopard. O nome do arquivo (InstallESD.dmg) é o mesmo. <strong>[Webinsider]</strong><br />
…………………………</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Alternativas ao Microsoft Office para Mac</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2011/03/21/alternativas-ao-microsoft-office-para-mac/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 03:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
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		<category><![CDATA[Redação, edição]]></category>
		<category><![CDATA[usuário final]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicas para programas de escritório, principalmente para jornalistas, redatores, editores e escritores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe vida além do <a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/03/21/microsoft-office-2011-para-mac/" target="_blank">Microsoft Office para Mac</a>. Principalmente para profissionais que trabalham escrevendo.</p>
<p>O popular OpenOffice também tem <a rel="externo" href="http://porting.openoffice.org/mac/">versão para Mac</a>. E é praticamente idêntico ao pacote para Windows. Ou seja, se você gosta, vai continuar gostando. Se não gosta, continue longe.</p>
<p>Os aplicativos são honestos. A exemplo da opção para Windows, falta um programa de e-mail, há recursos deixados de fora e o pacote não é tão leve quanto poderia ser. Tem bugs do mesmo jeito. Mas atende a tudo que 90% dos usuários precisam.</p>
<p>Um &#8220;genérico&#8221; do OpenOffice é o <a rel="externo" href="http://www.neooffice.org/">NeoOffice</a>. É honesto, vale a tentativa, chega a ser mais interessante no Mac do que o OpenOffice.</p>
<p>Os dois, contudo, pecam pela interface. Visual espartano. Chega a dar pena olhar para janelas e ícones tão pobres no MacOS. Se visual for besteira para você, tente os dois.</p>
<p>Até o Pages é mais requintado do que o OpenOffice no Mac. E por falar nele, tente experimentar esse programa “desconhecido” dos usuários Windows. É a solução integrada ao pacote iWork (2009), da própria Apple.</p>
<p>Ao usar o Pages, você pode salvar todos seus arquivos com uma cópia em formato .doc automaticamente. Vai resolver questões de compatibilidade com seus amigos e clientes que usam Windows. Ou seja, todos eles.</p>
<p>O Pages é extremamente poderoso, basta <a rel="externo" href="http://www.apple.com/iwork/pages/">aprender a usá-lo melhor</a>.</p>
<p>A nova versão do iWork (2011) está bem atrasada. Deveria ter saído agora em março. Deverá, enfim, trazer um Pages renovado para quem escreve por ofício.</p>
<p>Na verdade, o Pages não é apenas um editor/processador de textos. Está mais para diagramador de textos diversos, inclusive, com opções de páginas bem profissionais para impressão e internet. Mas você pode configurá-lo para abrir uma nova página em branco sempre, igual ao Word. E sair digitando seus textos.</p>
<p>A resposta do iWork para o Powerpoint da Microsoft é bem conhecida entre usuários Mac. Trata-se do Keynote, um programa que sempre esteve a anos-luz do Powerpoint. Melhor, mais leve, mais interessante e mais objetivo do que a alternativa Microsoft.</p>
<p>Único problema do Keynote é a compatibilidade. Se você exportar sua apresentação para um PC, ou tentar fazer o Powerpoint do Windows ler o arquivo, as falhas vão aparecer. Depende do tipo e grau de complexidade de sua apresentação.</p>
<p>A solução é carregar seu Macbook/iPad para todo lado e, na hora da palestra ou apresentação, ligar o projetor diretamente no Mac. Só assim para respirar tranquilo, ao menos enquanto não sai o Keynote 2011 que certamente irá resolver esses problemas todos de compatibilidade com PCs e Powerpoint.</p>
<p>Para quem depende do Excel, melhor continuar com o Excel. O Numbers (do pacote iWork) é fraco, muito fraco. Espere a versão 2011. Ou use os equivalentes do OpenOffice/NeoOffice.</p>
<p>Para quem vive e respira caracteres, ou pensa em transformar literatura em profissão, uma sugestão é abolir totalmente editores de texto e migrar para o <a rel="externo" href="http://www.ommwriter.com/">OMMWriter</a>.</p>
<p>Trata-se de um programinha super simples que promete lhe ajudar a se concentrar enquanto escreve.</p>
<p>O OMMWriter não tem formatações (negrito, itálico&#8230;), não tem tabelas, não tem fontes diferentes, enfim, não tem recurso algum. É texto puro, sem firulas.</p>
<p>O programa ocupa a tela inteira do seu Mac, vem com sons e papéis de parede &#8220;relaxantes&#8221;. No início, achei uma grande besteira. Até colocar o fone de ouvido e começar a escrever deitado na rede, junto ao meu cachorro engarrafado. Maravilha.</p>
<p>O melhor de tudo: com o OMMWriter, você pode simular uma máquina de datilografar. Quase chorei com saudades da minha Olivetti ao ouvir o tec-tec-tec enquanto digitava.</p>
<p>Se textos publicitários são a sua praia, você também pode usar o OMMWriter para escrever o texto bruto e, quando tudo estiver pronto, colar no Word ou Pages para diagramar/formatar.</p>
<p>A versão do OMMWriter para Windows acaba de sair do forno. Até mês passado, era uma exclusividade Mac.</p>
<p>Para trabalhar com livros, há a opção de abolir totalmente os processadores de texto usando a seguinte combinação: OMMWriter para escrever e Adobe InDesign para editar e diagramar. Há concorrentes para o InDesign, claro. Mais conhecido deles é o QuarkExpress, também com versões para Mac e PC.</p>
<p>Muitos escritores “independentes” (leia-se: sem editoras para diagramar seus livros) resolvem pular essa etapa e escrever diretamente no InDesign, como se fosse um processador de texto.</p>
<p>É uma opção bastante viável para economizar tempo, desde que você esteja ciente de que se trata de um programa mais pesado, feito para diagramação de impressos, não exatamente para redação. Mas funciona. E bem.</p>
<p>Muitos jornais e revistas seguem esse modelo “direto”, sem processador de texto intermediário. Os redatores/editores mexem nos textos diretamente no software de diagramação, sem nunca precisar abrir o Word. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p>Conheça os planos de hospedagem da <a rel="externo" href="http://www.hostlayer.net.br/?ref=webinsider_l1">HostLayer</a>.</p>
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			<wfw:commentRss>http://webinsider.uol.com.br/2011/03/21/alternativas-ao-microsoft-office-para-mac/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Office 2010 para download gratuito em 32 e 64 bits</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2009/12/02/office-2010-para-download-gratuito-em-32-e-64-bits/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 08:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
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		<category><![CDATA[windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Instale e conheça o novo pacote da Microsoft. Novidades ainda são escassas, visual continua quase igual ao Office 2007 e as principais investidas são conter gargalos de memória e atacar concorrentes de softwares online (web apps) como Google Docs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img height="335" align="left" width="201" title="off-homebusiness_web.jpg" id="image5136" alt="off-homebusiness_web.jpg" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/off-homebusiness_web.jpg" /> Pela primeira vez, a Microsoft vai oferecer o conjunto Office em versão nativa para a plataforma de 64 bits.</p>
<p>É a única novidade realmente interessante do pacote de escritório na versão 2010, disponível para qualquer pessoa fazer o <a target="_blank" href="http://us1.office2010beta.microsoft.com/default.aspx?culture=en-US">download gratuito</a> em versão de testes (beta) e instalar a qualquer momento. Ainda não há versão em português.</p>
<p>O arquivo para download tem cerca de 700 Mb e, após instalado, vai ocupar mais ou menos o mesmo espaço do Office 2007: entre 2 e 2.5 GB em disco. Os requisitos mínimos são os mesmos do pacote anterior e é possível instalar no XP, Vista e Win7. O beta pode ser usado até outubro de 2010.<br />
Assim, você mesmo pode conferir as últimas novidades e comparar as mudanças com o atual <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/05/07/deixe-o-office-2007-com-cara-de-2003-em-um-clique">Office 2007</a>. Na versão de testes, ainda são poucas.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/05/07/deixe-o-office-2007-com-cara-de-2003-em-um-clique"> </a>Não espere velocidade, tudo é bastante embrionário neste estágio. Até a abertura inicial dos programas ainda está mais lenta do que o Office 2007 ? que por sua vez já é reconhecidamente mais lento que o Office 2003 no mesmo quesito.</p>
<p>A exemplo do <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/06/18/windows-7">Windows 7</a>, as mudanças estéticas residem nos detalhes. É o caso do menu Arquivo (File) o qual, depois de muitas reclamações, volta a ser adotado. Ajuda bastante quem não se adaptou muito bem à interface do Office 2007 ou quem ainda não migrou. Os outros menus continuam invisíveis.</p>
<p>Na hora de fazer o download da versão beta ? e também na hora de comprar nas lojas ? você poderá escolher entre o Office de 32 ou 64 bits. Se você usa um XP, Vista ou Windows 7 de 64 bits, a escolha óbvia é o Office de 64 bits para não perder em gargalo de memória.</p>
<p>Para entender melhor a diferença e os recursos de plataforma 64 bits, sugerimos a leitura de <a target="_blank" href="http://www.rebelo.org/2008/11/especial-64-bits-4gb-ram/">outra reportagem nossa</a>.</p>
<p>O Office 64 bits é uma demanda antiga e que, na prática, não vai fazer diferença alguma para 90% dos usuários. Para o restante, significa não ter mais limitações de memória (ex.: número máximo de células no Excel) e teoricamente ganhar em velocidade, já que o Windows 64 bits não precisa mais emular um ambiente 32 bits no código.</p>
<p>Em termos práticos, contudo, essa emulação que ocorre nos softwares tradicionais (32-bits) dentro de sistemas operacionais 64-bits não chega a tirar 10% da performance. A diferença só se torna gritante, mesmo, em volumes muito grande de dados ? como é o caso de edição de imagens (<em>Photoshop e o Lightroom 64 bits são fantásticos exemplos</em>) e documentos, planilhas ou banco de dados gigantes.</p>
<p>Daí a maior vantagem de ter o Office 64 bits se você trabalha com documentos e dados muito grandes.</p>
<p>Além da inclusão da plataforma 64 bits no Office, a versão 2010 é mais uma tentativa (todas as anteriores foram frustradas até agora) de harmonizar sua vida de escritório offline com as ferramentas online da Microsoft, batizadas de Office Web Apps.</p>
<p>O conceito de Web Apps (<em>lembre-se de Web Services</em>) está presente há bastante tempo no mercado, mas nunca pegou direito para a Microsoft. Quem sabe agora?</p>
<p>Para quem não conhece o mundo dos aplicativos online, parece uma grande surpresa. Para quem já deu ao menos uma olhada no <a target="_blank" href="http://docs.google.com/">Google Docs</a> ou no <a target="_blank" href="http://www.zoho.com/">Zoho</a>, por exemplo, o Office Online aparenta ser pesadão demais.</p>
<p>De todo modo, é possível usar o Office online de graça e, também gratuitamente, versões &#8220;light&#8221; do Office 2010. A Microsoft tem trabalhado com o sistema de propaganda (banners) dentro dos aplicativos, caso você não tenha a licença comercial do pacote. A parte boa é que a propaganda, ao menos até agora, é apenas interna: são banners mostrando os recursos da versão paga e convidando você a experimentar.</p>
<p>Enquanto pequenos defeitos foram remendados no Office 2010, outros grandes problemas continuam presentes. É o caso do Outlook 2010, repaginado, mas com os dois mesmos problemas graves da versão 2007: continua forçando uma tosca renderização de HTML em todos seus e-mails e ainda não aprendeu a lidar de modo satisfatório com o protocolo IMAP.</p>
<p>No caso do IMAP, vale lembrar que é uma reclamação antiga, vem desde o Outlook XP e, depois, Outlook 2003. Nunca foi resolvido. Piorou no Outlook 2007 e continua ruim no 2010 &#8212; ao menos até agora. Até o Outlook Express e o Windows Live Mail trabalham melhor com IMAP do que o Outlook do Office. Neste quesito, embora seja voltado para públicos bem diferentes, o Mozilla Thunderbird continua a ser o melhor cliente para gerenciar contas de e-mail em IMAP.</p>
<p>Para os gurus de palestras que não vivem sem PowerPoint, a versão 2010 permite editar diretamente do slide uma série de arquivos de vídeo e de imagens. Alguns recursos são realmente invejáveis até mesmo para softwares dedicados de edição em termos de simplicidade e uso.</p>
<p>Talvez um dos recursos mais solicitados pela comunidade Office, contudo, continua sendo ignorado pela Microsoft: a portabilidade do OneNote, ou seja, a possibilidade de rodar o aplicativo (ou até mesmo uma edição ?light? dele) em mídias removíveis, como pendrive ou cartão de memória.</p>
<p>Apesar dos pesares, o OneNote 2010 continua excelente, embora muito longe da versatilidade da versão 2003 (a primeira e mais leve). Recursos demais, performance de menos. E sem portabilidade, algo essencial para uma ferramenta assim.</p>
<p>A previsão oficial de lançamento do Office 2010 nas lojas é junho de 2010. <strong>[Webinsider]</strong><br />
.<br />
Acompanhe o <a target="_blank" href="http://twitter.com/webinsider">Webinsider no Twitter</a>.<br />
.</p>
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		<title>Quanto vale para você o serviço de e-mail?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2009/10/02/quanto-vale-para-voce-o-servico-de-e-mail/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 14:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Domínios]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail marketing]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
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		<description><![CDATA[Se o e-mail é realmente importante para você, veja algumas alternativas para personalizar e manter seguro seu endereço principal, aquele que você não coloca em formulários na internet e nem usa em listas de discussão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está na moda dizer que e-mail virou coisa de tiozinho. Em tempos de <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/09/01/o-que-eu-aprendi-com-o-twitter-nao-tem-preco/">Twitter</a>, Facebook e Gtalk, é no mínimo curioso como o planeta inteiro entra em pânico quando o Gmail sai do ar.</p>
<p>Se o e-mail ainda é tão importante para as pessoas, por que elas preferem depender quase exclusivamente de um serviço gratuito? Muita gente garante que é porque o Gmail ainda é a melhor opção disponível.</p>
<p>Talvez seja, mas é bom ter opções. Sobretudo porque em geral só temos como referência comparativa o e-mail do provedor de acesso. Vejamos abaixo algumas alternativas para quem deseja personalizar um endereço realmente importante, daqueles que você não coloca em formulários na internet e nem usa em listas de discussão.</p>
<p>Para os novatos, uma dica rápida: POP3 é o serviço que permite baixar as mensagens para seu computador, via Outlook, Thunderbird e outros. IMAP é o protocolo que faz sincronia entre seu computador e o servidor, ou seja, ele não baixa as mensagens, você as lê em sincronia com o servidor e, se não apagar, elas continuam lá. É um protocolo mais avançado e (um pouco) mais seguro.</p>
<h2>Pobox.com</h2>
<p>O <a target="_blank" href="http://www.pobox.com/">Pobox</a> é o mais antigo do ramo. E a exemplo do Gmail, tem acertos e erros. Desde 1995 eles oferecem um endereço personalizado com dezenas de opções após a arroba, sendo o @pobox.com o mais popular e com aparência mais profissional.</p>
<p>Somos usuários desde 1996, sempre em contas pagas, com dois intervalos de cancelamento até hoje. Antigamente havia a opção gratuita, com apenas redirecionamento de mensagens, mas hoje só há planos pagos.</p>
<p>Para uso contínuo, só vale a pena contratar o serviço premium, chamado de Mailstore, onde você tem acesso a POP3, IMAP, múltiplas contas e outras firulas. Custa US$ 50 por ano e tem 10 GB de espaço. É barato se você considerar um e-mail profissional como sendo realmente importante e caso não queira depender de provedor ou do Gmail.</p>
<p>Com US$ 20 por ano, o serviço básico funciona apenas como redirecionamento. Todo e-mail para <a href="mailto:fulano@pobox.com">fulano@pobox.com</a> vai parar em outra conta (ou várias) a sua escolha. Também extremamente útil e funcional, pois você pode mudar de provedor ou de conta sem perder o seu @pobox.</p>
<p>Os planos mais baratos não dão acesso POP3 ou IMAP para você ler no Outlook ou Thunderbird. As limitações são chatas e é um pouco inaceitável que o webmail seja tão atrasado tecnicamente, quase espartano. Por outro lado, para uso offline, é melhor do que o Gmail usando IMAP e SMTP.</p>
<p>Quer testar? Vale a pena se inscrever. Os primeiros 30 dias são grátis e você não precisa se comprometer em nada, não precisa passar cartão de crédito. Só um formulário muito simples. Não gostou? A conta é cancelada automaticamente depois dos 30 dias, sem burocracias.</p>
<h2>Yahoo e Hotmail</h2>
<p>Tem gente que não larga o Yahoo por nada neste mundo. E, de certo modo, com razão. Ainda hoje, há pequenos detalhes no e-mail do Yahoo que você não encontra na concorrência. Eu citaria o gerenciamento de anexos e imagens.</p>
<p>O Yahoo Mail sempre me pareceu um pouco mais lento do que os demais, mas nada gritante. O serviço pago custa US$ 20 por ano e é voltado a quem realmente não quer largar o endereço yahoo, porque a oferta de recursos é baixa. Não tem IMAP, apenas POP3 para baixar as mensagens num Outlook da vida.</p>
<p>Os filtros saem dos tradicionais 100 para 200, mas quase ninguém usa sequer 10% disso. Se você ama o Yahoo ou não quer trocar de endereço de jeito nenhum, pagar dois dólares por mês para ter acesso POP3 não é exatamente um negócio ruim.</p>
<p>O Hotmail, apesar da antipatia generalizada e da interface deveras poluída, melhorou <strong>muito</strong>. Se antes era horrível acessar sua conta em outro navegador que não o Internet Explorer, hoje até o Google Chrome consegue gerenciar tudo perfeitamente. E embora poucos reconheçam, o Hotmail atual é mais rápido e oferece aquela já conhecida integração total com os aplicativos online da Microsoft. Bom para quem usa aqueles bagulhos Windows Live.</p>
<h2>Mandic</h2>
<p>Quando foi lançado, o <a target="_blank" href="http://www.mandic.com.br/">Mandic:mail</a> ganhou ares de serviço ?premium?, para quem queria exclusividade. Ainda hoje mantém a aura exclusivista, embora minha impressão bem particular é que o serviço perdeu-se um pouco no tempo para usuários finais.</p>
<p>Hoje cada conta oferece tantos recursos (que quase ninguém se interessa de verdade) que o próprio site passa a impressão de que os clientes corporativos é quem sustentam a empreitada. Por outro lado, quantas pessoas você conhece que lhe mandam mensagem com a extensão @mandic.com.br?</p>
<p>Noves fora o paradoxo, o Mandic:mail ainda parece ser o mais avançado em recursos técnicos para quem leva o e-mail a sério demais. O plano mais simples custa R$ 60 por ano. O mais avançado (mandic:4ever) custa R$ 464 por ano, comprovando que não é algo direcionado a usuários finais.</p>
<p>Verdade seja dita, para os ultra-dependentes de e-mail há recursos bem interessantes que talvez você não encontre em outro lugar. Entre eles, o ?e-mail registrado? funciona como uma carta registrada enviada pelos Correios. Tem o mesmo valor legal, mas é pago fora do seu plano e custa R$ 4,00 por cada mensagem. Se fosse mais barato, teria mais uso.</p>
<p>Outro recurso interessante é a auto-destruição de mensagens depois de lidas, as quais não podem ser impressas, encaminhadas e nem permitem print screen. Não testamos nenhum dos dois, porque durante nosso tempo de teste do Mandic:mail os recursos ainda não existiam.</p>
<p>E aqui vem outro paradoxo. Ao mesmo tempo em que se volta ao usuário corporativo ou ultra-dependente do e-mail, sempre me pareceu desconfortável demais ter um endereço @mandic.com.br. Primeiro por fazer propaganda gratuita da Mandic (enquanto a gente paga pelo serviço) ou simplesmente por não gostar de usar o sobrenome do dono da empresa na minha conta que, teoricamente, deveria ser a conta principal de e-mail.</p>
<p>Fica ao gosto do freguês.</p>
<h2>Gmx.net</h2>
<p>Nos anos 90, o <a target="_blank" href="http://www.gmx.net/">GMX</a> foi um dos melhores, se não o melhor, serviço gratuito de e-mail. É da Alemanha, mas com os anos foi caindo, caindo, caiu. Antes havia interface em inglês, hoje há apenas em alemão. Perdeu-se no tempo, é lento e muito suscetível a spam. Usamos durante tantos anos que, ainda hoje, vez por outra vejo jurássicas matérias minhas assinadas com meu <a href="mailto:rebelo@gmx.net">rebelo@gmx.net</a> circulando por aí.</p>
<h2>Bigfoot e Runbox</h2>
<p>A exemplo do Gmx, o <a target="_blank" href="http://www.bigfoot.net/">Bigfoot</a> também já foi um dos melhores. Ainda existe, ninguém sabe como. Basicamente, tornou-se um serviço de redirecionamento e webmail, embora ofereça POP3 e IMAP para contas externas. O plano mais caro (US$ 49.95/ano) libera somente 2 GB de espaço no webmail. O mais barato sai por US$ 9.95/ano.</p>
<p>O <a target="_blank" href="http://www.runbox.com">Runbox</a> é igualmente de uma época que não existe mais. Manteve-se, sabe-se lá como, oferencendo seus serviços por US$ 49.95/ano e 10 GB de espaço. De diferente, tem recursos e vantagens abundantes.</p>
<h2>Fastmail</h2>
<p>O <a target="_blank" href="http://www.fastmail.fm/">Fastmail</a> talvez seja o único serviço de e-mail que ainda não testamos em nossa longa jornada de dependência do e-mail.</p>
<p>Tem sido bastante elogiado e oferece serviços para usuários finais e empresas, com um diferencial interessante: ainda há a opção <strong>gratuita</strong> para uma conta simples, de apenas 10 MB e, voilá, com acesso a IMAP e integração com o Hotmail se quiser. Creio ser o único gratuito com IMAP.</p>
<p>O plano mais caro sai por US$ 34.95/ano, 6 GB de espaço e vários recursos. Se você conhece o Fastmail e é usuário, relate suas experiências abaixo, no espaço para os comentários. Estamos curiosos.</p>
<h2>E-mail de provedor ou da empresa</h2>
<p>Se as pessoas soubessem como o e-mail da empresa é inseguro ? e provavelmente lido ao bel-prazer de pelo menos um gerente ou administrador de rede ? a discussão sobre privacidade corporativa nem precisaria existir. Porque os próprios funcionários deixariam de usar a conta para enviar mensagens pessoais. Para saber mais sobre isso, leia esta <a target="_blank" href="http://www.rebelo.org/archives/2008/especial-e-mail-traz-riscos-a-privacidade-e-seguranca-do-pc/">reportagem</a>.</p>
<p>Outro dia, pelo Twitter (!), uma colega reclamava de que o administrador de rede mandou zerar a caixa postal dela porque havia ultrapassado o limite máximo permitido pela empresa. Sem entrar no mérito da ignorância técnica de ambas as partes, fica a lição para quem realmente dá importância ao e-mail: é preciso guardá-los de alguma forma.</p>
<p>Se o suporte técnico de sua empresa não faz o dever de casa em lhe mostrar o caminho, é preciso trilhar por conta própria. Se a sua empresa só permite acesso pelo webmail, peça ajuda para reenviar todas as mensagens para uma conta pessoal sua. Isso pode ser feito com apenas um clique. Se você tem acesso ao Outlook, exporte as mensagens ou copie a pasta onde estão guardadas para um pendrive ou um CD.</p>
<p>Até meados desta década, eu guardava dois CDs com todos meus e-mails enviados. Coisa de 1 GB de e-mail (nada de HTML) em quinze anos de internet. Depois joguei tudo no lixo, mas aí é outra história.</p>
<h2>Domínio próprio</h2>
<p>Se você tem domínio próprio e hospeda em alguma empresa que não libera totalmente os recursos de e-mail, ou seja, contas com espaço ilimitado, acesso a IMAP/POP3/SMTP/Webmail, você está jogando dinheiro fora.</p>
<p>Logo, seja usuário final ou corporativo, não há comparação em ter um <a href="mailto:fulano@seunome.com.br">fulano@seunome.com.br</a> ou @suaempresa.com.br se você tem flexibilidade de usar IMAP e acessar suas mensagens em qualquer lugar e em sincronia com múltiplos clientes de e-mail, via webmail ou via pendrive.</p>
<p>A maior e inigualável vantagem do domínio próprio é a suposta eternidade da conta, desde que você continue pagando pelo domínio.</p>
<p>Se a empresa de hospedagem (hosting) é ruim, migre para a outra e assim sucessivamente, mas seu endereço não vai mudar. E com os serviços de redirecionamento, você pode continuar usando seu Gmail, por exemplo, caso seja fã do Google. Basta configurar que @suaempresa.com.br redirecione para sua conta do Gmail ou vice-versa.</p>
<p>Só não esqueça de sempre renovar seu domínio próprio. Uma vez perdido o domínio, recuperá-lo torna-se quase impossível. Aconteceu comigo. Um outro jurássico e-mail <a href="mailto:rebelo@pluralweb.com">rebelo@pluralweb.com</a> ainda pode ser encontrado na assinatura de várias matérias pelo Google e até mesmo aqui nos primórdios do Webinsider. Perdi e não recuperei.</p>
<p>Quem quiser comentar ou sugerir outros serviços de e-mail não citados nesta reportagem, favor usar o espaço de comentários para relatar a experiência de vocês. Não dêem bola para a geração Twitter, o mundo é dos tiozinhos e vida longa aos longos e-mails. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Máfia do Velox e maracutaias de banda larga</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2009/09/17/maracutaias-de-banda-larga-seguem-impunes/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2009/09/17/maracutaias-de-banda-larga-seguem-impunes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 00:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Larga]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[usuário final]]></category>

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		<description><![CDATA[Semanas após a GVT revelar planos para a Região Nordeste, a Oi-Telemar baixa preços e curiosamente agora diz poder oferecer velocidades maiores. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com planos de telefonia e internet banda larga, a GVT pode se tornar a primeira e única concorrente da Oi-Telemar na região Nordeste para internet ADSL. Isso depois de 11 anos da privatização da Telebrás, quando o objetivo declarado fora ampliar o leque de ofertas a partir da concorrência direta entre empresas e, assim, baixar o custo para consumidor.</p>
<p>O tempo passou, a concorrência nunca chegou e até hoje persiste a máfia com os serviços de banda larga no Brasil. Com acesso irrestrito ao sistema, funcionários ou pessoas muito bem relacionadas anunciam, por baixo dos panos, planos de conexão super rápidos para quem se arrisca a pagar ?unzinho por fora?.</p>
<p>E o mais interessante: <strong>em qualquer cidade</strong> e independente da tal ?viabilidade técnica? que as atendentes da Oi-Telemar repetidamente anunciam. Além de blogs e fóruns, há até mesmo domínios próprios (exemplos <a target="_blank" href="http://www.upgradevelox.com/">aqui</a> e <a target="_blank" href="http://www.veloxupgrade.com/site/default.php">aqui</a>) pelos quais a mutreta é oferecida, dando a entender que seja algo juridicamente legal e com respaldo da empresa.</p>
<p>Um dos exemplos ensina que o upgrade ocorre ?<em>através de uma equipe monitorada e supervisionada dentro da Velox, aumentando sua velocidade da sua internet diretamente no sistema Velox</em>? &#8230; e em outro exemplo, o mutreteiro deixa claro que ?<em>o aumento da velocidade do Velox é possível porque trabalho dentro da &#8220;Oi Velox&#8221;, portanto o aumento é feito diretamente no sistema Velox, e tenho apoio de um supervisor para fazê-lo</em>?. (sic)</p>
<p>As ofertas são das mais variadas e também estão em fóruns de discussão (alguns muito conhecidos), em blogs e sites caseiros.</p>
<p>No Nordeste, por exemplo, até hoje a Oi-Telemar só oferecia conexão de 1 MB, ao menos até o anúncio das novas velocidades agora em setembro. Com a maracutaia, você não depende da boa vontade da empresa, apenas  paga uma taxa única para essas pessoas e elas, milagrosamente, aumentam sua velocidade para 4MB, 8MB ou até mais. Viabilidade técnica? Que nada.</p>
<p>A garantia do serviço é flexível. Alguns garantem um ano de validade, outros não garantem nada. Vimos de perto várias dessas conexões funcionando, no Rio e no Nordeste, algumas por até três anos seguidos e com velocidades bem superiores ao limite contratado do plano. Funciona que é uma beleza e é um negócio e tanto.</p>
<p>A maracutaia ocorre há anos, já foi denunciada inúmeras vezes. Nada mudou.</p>
<p>Enquanto isso, quem não quer entrar na máfia resolve ligar para o suporte da operadora. Como resposta, ouve que ?não há viabilidade técnica? para velocidades maiores. Embora o vizinho, ali ao lado, esteja com 8 MB depois de pagar uma parcela única de R$ 400 para um blogueiro que se anunciava como ?alguém com acesso ao sistema da Oi-Telemar?. Há três anos.</p>
<p>A exemplo dele, há centenas lá fora.</p>
<p>Até a chegada da GVT, a conexão mais rápida na maioria dos Estados do Nordeste (1 MB) custava R$ 100 pelo plano, só da internet, sem contar a assinatura mensal do serviço de voz e outros eventuais acréscimos.</p>
<p>Agora, a Oi-Telemar diz que os novos planos do seu ?Velox Ultra? serão entre 2 MB e 100 MB. Pelos mesmos R$ 104,90 você pode contratar o plano de 14 MB.  Em tese.</p>
<p>Quem conhece a empresa, como consumidor, não acreditou muito nas notícias veiculadas pelos jornais sobre as novas velocidades de conexão. Então a gente foi lá conferir.</p>
<p>Ligamos para a central de atendimento. A primeira resposta risível é que usuários antigos do plano de 1 MB não podem simplesmente migrar para 14 MB pagando a mesma coisa, mesmo que haja a tal ?viabilidade técnica?, mas a atendende frisa que ?será preciso fazer uma verificação?.</p>
<p>Só relembrando, o valor de 14 MB anunciado é quase o mesmo do plano de 1 MB antigo. E nem podem contratar 2 MB pagando o novo valor anunciado de R$ 59,90, diz uma outra atendente, dias depois. Ao mesmo tempo, quem tem plano antigo de 300 kbps e 600 kbps (a maioria, segundo dados da própria Oi-Telemar) está feliz da vida porque, insistindo, a empresa muda para 2 MB pelo mesmo preço. Ou seja, você sai de 600 kbps para 2 MB e passa a pagar R$ 59,90 achando que fez um belo negócio.</p>
<p>As reclamações não param e, certamente, a postura da empresa pode mudar em relação aos clientes antigos. Mas não será agora. Só depois que muita gente comprar gato por lebre.Em 2006, <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/04/13/nordestinos-pagam-o-dobro-a-telemar-para-ter-1-mb">mostramos</a> como usuários no Nordeste pagavam o dobro pelo Velox de 1 Mb em relação ao Rio de Janeiro e a Belo Horizonte, também servidos pela Oi-Telemar. Operadora alegava realidade de mercado, o que comprovou-se outra firula em seguida.</p>
<p>Situação ainda pior estava na Região Norte. No Amazonas, onde a concorrência é ainda menor do que em outros Estados brasileiros, a conexão Telemar de 300 Kbps custava R$ 169. Para velocidade de 600 Kbps, os amazonenses pagavam o absurdo de R$ 329 ao mês.</p>
<p>Enquanto houver gente que pague porque não há alternativa, as operadoras vão continuar cobrando quanto quiserem. São as regras de mercado, dizem os especialistas.</p>
<h2>Cardumes</h2>
<p>As aventuras da Telefônica, em São Paulo, estão bem cobertas pela imprensa. A dor de cabeça com o Speedy é quase um quadro do CQC, beira o ridículo. E o Speedy continua sendo vendido a granel sem que a operadora tenha capacidade para suprir a demanda, mas a propaganda de uma &#8220;nova Telefônica&#8221; já está na televisão, rádio e jornal, claro.</p>
<p>Já houve até prisão de funcionários terceirizados da Telefônica que vendiam linhas para o Primeiro Comando da Capital (PCC) no presídio, segundo a polícia. (leia <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010200801.htm">aqui</a>)</p>
<p>Ainda hoje, ações que apuram supostas irregularidades no processo de privatização das telecomunicações brasileiras continuam estagnadas na Justiça.</p>
<p>Abaixo, um pequeno recorte de reportagem de Marcio Aith publicada pela Folha de S. Paulo em abril de 2009:</p>
<p><em>A Andrade Gutierrez está entre os maiores doadores eleitorais do PT. No ano passado, o braço de telefonia do grupo, a AG Telecom, foi beneficiado por um decreto presidencial que permitiu a fusão das empresas de telefonia Brasil Telecom e Oi/Telemar. [ ... ] Da fusão surgiu a gigante de telefonia BrOi, da qual a construtora é uma das controladoras. [... ] Em 2005, a Telemar, sob o comando do mesmo grupo, associou-se à Gamecorp, produtora de jogos eletrônicos que tem como sócio Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. </em></p>
<p>Com a fusão Brasil Telecom ? Oi (BrOi), o discurso é que os serviços vão melhorar.</p>
<p>Após a fusão, somente no Distrito Federal foram 1.467 demissões, mas o número nunca foi revelado pela Oi, e sim pelo Ministério do Trabalho depois de muita pressão. Muita. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do DF (Sinttel-DF), Brígido Ramos, calculou em agosto, em entrevista para os jornais do DF, que o número de demissões pode chegar ao dobro se forem somados os trabalhadores indiretos dispensados.</p>
<p>Nos demais Estados brasileiros, contudo, nem o governo tem  informações precisas e nem a empresa divulga qualquer número que seja. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
<p>Siga o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/webinsider">Webinsider no Twitter</a>.</p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma sexta-feira 13 invisível aos piratas e a Hollywood</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2009/02/13/uma-sexta-feira-13-invisivel-aos-piratas-e-a-hollywood/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 06:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Larga]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[TV, vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem tentou baixar o torrent do remake <em>Sexta-feira 13</em>, não conseguiu. Quem foi ao IMDB conferir a nota, também não conseguiu. Estratégia bem orquestrada deixou o novo filme de Jason praticamente invisível à pirataria. Por que ainda reclamam?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image4458" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2009-02-13_032559.jpg" alt="Friday the 13th" /> Hoje é a estreia mundial do remake de <em>Sexta-feira 13</em> (Friday the 13th, EUA, 2009), cujo <a href="http://www.imdb.com/title/tt0080761/" rel="externo">original</a> é de 1980 e, para quem não lembra, Jason nem aparece. O personagem surge apenas no segundo filme, de 1981. </p>
<p>A <a href="http://www.imdb.com/title/tt0758746/" rel="externo">releitura</a> de 2009 sobre Jason Voorhees inclui passagens dos quatro primeiros filmes da franquia e poderia ser apenas mais uma estreia qualquer do final de semana, a exemplo de tantas outras. Mas, não é.</p>
<p>Não pela proposital e previsível coincidência de datas, já que hoje é realmente sexta-feira 13. Enquanto a indústria de entretenimento e os estúdios de cinema se afogam em discussões inócuas sobre os prejuízos ?milionários? causados pelo download de filmes na internet, <em>Sexta-feira 13</em> é a recorrente prova de que esse discurso só convence os ingênuos e os executivos de uma era jurássica onde internet é novidade e banda larga é luxo para poucos.</p>
<p>Merece reflexão a estratégia do estúdio Platinum Dunes &#8211; a distribuidora é a New Line/Paramount &#8211; em relação ao filme. Até esta sexta-feira, praticamente ninguém conseguiu assistir ao filme antes do lançamento oficial. Muito menos baixar da internet.</p>
<p>Os primeiros votos no <a href="http://www.imdb.com" rel="externo">Internet Movie Database</a> (IMDB) só começaram a aparecer na madrugada do dia 12 para o dia 13, embora Sexta-Feira 13 tenha estreado no dia 11 em dois países, Bélgica e França. Em outros sete países, por conta do fuso horário ou pormenores de programação, a estreia ocorreu no dia 12. Caso de Argentina e Portugal, por exemplo. Brasil e o restante da maioria ficaram para o programado dia 13. (<em>uma pequena lista de países só poderá conferir nos meses seguintes, março e abril</em>)</p>
<p>O IMDB é o maior e mais crível termômetro do gosto da audiência mundial, não apenas pela monstruosa base de dados, mas sobretudo pela referência ímpar. O segundo termômetro, tão crível quanto, é o torrent.</p>
<p>Quem procurou por <em>Sexta-Feira 13</em> em torrent, só encontrou as versões sem cortes e os relançamentos do filme original de 1980 e suas continuações. Até o dia 12, o filme simplesmente não existia na rede, à exceção de um ou dois links meio fantasmas e não conferidos. Nem mesmo naquelas versões horríveis filmadas dentro da sala de cinema, com câmeras mini-DV ou celular. </p>
<p>É um caso praticamente inédito para filmes americanos do circuitão. As filmagens caseiras se tornaram quase uma obrigação nos Estados Unidos, sobretudo para as produções bastante aguardadas ou conhecidas. A cópia do DVD pode até demorar no torrent, mas as reproduções de dentro da sala se espalham na internet feito pulga em cachorro bem antes de o filme chegar aos cinemas comerciais.</p>
<p>Não que a pirataria tenha respeitado a superstição da data. Trata-se apenas de uma ação bem orquestrada do estúdio, provavelmente em conivência assumida com a distribuidora. Há muito tempo, muito tempo mesmo, todos os setores da indústria sabem que o ?prejuízo? de filmes na internet, antes que cheguem aos cinemas, não vem das filmagens toscas de nerds com celular bacana ou mini-DV.</p>
<p>Os filmes mais quentes vazam dos DVDs promocionais enviados para críticos de cinema e imprensa especializada, dos funcionários que costumam &#8220;liberar&#8221; cópias não-autorizadas para os amigos e, sobretudo, da exibição digital em festivais ou sessões antecipadas.</p>
<p>É curioso notar como, de um lado, a indústria quer nos empurrar o download pago de filmes e músicas com <a href="http://www.rebelo.org/archives/2007/um-pesadelo-chamado-drm" rel="externo">Digital Rights Management</a> (DRM). Do outro, sucumbe ao conservadorismo e à inércia, permitindo o vazamento deliberado de DVDs promocionais que contêm os filmes inteiros. </p>
<p>Será de propósito? A Microsoft já fez isso, no passado, com seus principais softwares. Durante mais de uma década, aliás.</p>
<p>Mais curioso ainda é ler o e-mail da distribuidora, via assessoria, solicitando &#8220;atenção para os requisitos&#8221;, em relação às cabines de imprensa. Para quem não é do meio, uma rápida explicação: cabine é como chamam as sessões fechadas aos jornalistas (e eventualmente a convidados da distribuidora), sem acesso do público em geral. Um fato corriqueiro para que o leitor possa ter acesso às críticas do filme (no jornal, na revista, nos sites&#8230;) na véspera de lançamento ou, pelo menos, no dia da estreia. </p>
<p>Agora falam em requisitos como não portar celular com câmera, autorizar ser revistado antes de entrar nas salas etc. Na hora de enviar os DVDs sem proteção pelos correios, ou não ter o mínimo de cuidado com os vazamentos internos, parece não haver tantos requisitos assim.</p>
<p>E aqui fica outra dúvida. Por que os executivos de entretenimento se preocupam mais com esse tipo de pirataria, em vez de procurar oferecer mais qualidade ao <a href="http://www.rebelo.org/archives/2009/cada-um-elege-seu-cinema/" rel="externo">público fiel</a> que, mesmo diante de tantas facilidades da tecnologia e tantas dificuldades da economia, persiste em ir ao cinema? Com direito a ingressos superfaturados, programação defasada, lançamentos atrasados, salas nem sempre limpas decentemente e infraestrutura com muito a desejar?</p>
<p>Talvez porque não seja um filme. É tudo um grande teatro. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Deixe o Office 2007 com cara de 2003 em um clique</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/05/07/deixe-o-office-2007-com-cara-de-2003-em-um-clique/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2007/05/07/deixe-o-office-2007-com-cara-de-2003-em-um-clique/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 12:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Redação, edição]]></category>
		<category><![CDATA[usuário final]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Chateado com a nova interface? Não consegue encontrar aquele comando que sempre esteve ali e agora desapareceu? O atalho no teclado não funciona mais? Seus problemas acabaram.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os donos de cursinhos de informática não vão gostar da notícia. Com um simples plugin, que requer apenas um clique ? para ativar o recurso ? é possível transformar a peculiar interface do Office 2007 em algo bem familiar, trazendo de volta os menus (Arquivo, Editar, Inserir&#8230;) e os ícones tradicionais que fizeram a história dos aplicativos Office desde que se inventou o conceito de janelas no PC.</p>
<p>A empresa chinesa <a href="http://www.addintools.com" rel="externo">Addintools</a> criou um pequeno software chamado <i>Classic Menu for Office 2007</i> que é uma verdadeira jóia. Com apenas 2 Mb e sem consumir recursos do computador, funciona sem firulas nas instalações do Office 2007 e lhe mostra os menus que a Microsoft escondeu, sem opção de retorno, nos aplicativos Word, Excel e Powerpoint.</p>
<p>Apesar de discursos sobre segurança e funcionalidades, a principal novidade do Office 2007 é mesmo a interface completamente diferente, sem menus, mas com ícones gigantes e uma barra de atalhos que, supostamente, proporcionam acesso rápido às funções que você mais usa. Acontece que a barra precisa ser configurada e cada usuário pode gostar de um jeito diferente.</p>
<p>Ao instalar o plugin no Office 2007, você não perde a interface nova. Ou seja, é possível unir o melhor de dois mundos. Os menus são adicionais à interface, é possível até mesmo escondê-los com um clique. Como também é possível usar os dois ambientes de forma simultânea, já que o próprio menu pode ser adicionado à lista da sua barra de atalhos no Word, por exemplo. Veja como fica:</p>
<p><img id="image3351" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/off2007-4.jpg" alt="Lista de menus no Office 2007" /></p>
<p>O software Classic Menu for Office 2007 pode ser baixado gratuitamente e testado por 15 dias. Após o período, a taxa de registro é de US$ 29 e pode ser pago via Paypal. É o tipo de investimento que não se perde para quem tem no Office a principal ferramenta de trabalho e não quer usar o Office 2003 por um motivo ou outro. Também é possível comprar versões individuais (apenas para o Word ou Excel ou Powerpoint) por US$ 15.</p>
<p>O plugin funciona em Windows XP, Server 2003 e Vista, com o Office 2007 em inglês, francês e alemão. Não testamos com o Office 2007 em português porque não temos a versão brasileira do pacote (nem mil reais para comprar), mas quem quiser testar pode usar o espaço de comentários no final desta matéria para contar o que aconteceu. O plugin funciona independente do idioma do Windows, então é possível instalar no Windows em português com o Office 2007 em inglês. Sob sua própria responsabilidade, claro.</p>
<p>Faça o download do teste <a href="http://www.addintools.com/english/menuoffice/download.htm" rel="externo">aqui</a>. É o que estamos usando no momento e, se houvesse um categoria &#8220;Os melhores softwares na opinião do Webinsider&#8221;, hoje este ficaria no topo do ranking em produtividade e funcionalidade.</p>
<h2>Office 2007: vale a pena?</h2>
<p>Nos Estados Unidos, multiplicam-se o número de empresas que estão desinstalando o Office 2007 e voltando para a versão anterior, devido à dificuldade notória de funcionários com a interface. No Brasil, não temos dados concretos sobre a situação, mas apenas os releases da Microsoft para a imprensa sobre o &#8220;recorde de vendas&#8221; do Vista e do Office em escala mundial.</p>
<p>Supostamente, a nova interface ? nas palavras dos executivos e programadores Microsoft ? torna a vida mais fácil para o usuário, desde que ele se adapte à esta realidade. Em fóruns na internet, é comum ver gente desinstalando o Office 2007 por causa da interface e, ao mesmo tempo, gente dizendo que aprendeu a se adaptar e até aprendeu a gostar da nova usabilidade depois de um mês. Fica a critério de cada um, como sempre.</p>
<p>O grande mistério, até hoje não respondido, é por que a Microsoft não permite o uso de menus como opcional no Office 2007? No início, muitos programadores acharam que a tal da mudança fosse de verdade e que, de fato, o novo código do Office tivesse sido otimizado para a nova interface. </p>
<p>O plugin agora disponível apenas revela o que se desconfiava nos bastidores: todas as antigas funções e menus continuam lá, apenas estão escondidos e o usuário ? que paga mil reais pelo pacote ? não pode usar o aplicativo do jeito que gostaria.</p>
<p><img id="image3350" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/off2007-3.jpg" alt="Menus para Office 2007" /></p>
<p>O Office 2007 não é para qualquer um. É preciso uma máquina potente para não perder a paciência com os dois principais aplicativos: Word e Outlook. Sobretudo este último, a diferença em performance é notável desde o primeiro uso quando comparado com o Outlook 2003, enquanto no Word, apesar de mais pesado, algumas pequenas mudanças de usabilidade são bem-vindas e facilitam a vida de quem vive de escrever/editar textos. </p>
<p>No Outlook 2007, há bugs notórios e documentados pela própria Microsoft na época do lançamento,  uma mudança radical (e problemática) no jeito que o software interpreta HTML, algo que fez várias empresas adotarem o Office 2007 sem o Outlook, mantendo a versão 2003, já que é possível ter dois Words instalados, mas não dois Outlooks. Por que? Só a Microsoft sabe.</p>
<p>Para ler uma análise sobre as novidades e ter noção das exigências do Office 2007, leia <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2006/12/15/ult2870u219.jhtm" rel="externo">esta reportagem</a> completa no UOL. </p>
<p><strong>Dicas de performance &#8211; </strong> O ideal é ter 1 GB de RAM para usar o Office 2007 com performance similar ao Office 2003. Se você gosta tanto do Office 2007 a ponto de instalá-lo em um computador com 512 Mb de RAM, há duas dicas interessantes para ganhar em performance, aparentemente simples, mas que fazem diferença.</p>
<p>Abra as opções do Word , desmarque a opção de &#8220;live preview&#8221; (visualização em tempo real) e, na parte de correção e gramática, desmarque o &#8220;contextual spelling&#8221; (correção contextual). São dois recursos que comem bastante memória. A visualização em tempo real é uma das boas novidades do novo Office. Não ajuda quem escreve muitos textos, mas ajuda quem precisa editar textos diversos e com diferentes formatações. E a correção contextual não vale tanto a pena assim, mas há quem goste. </p>
<p>Ou você pode simplesmente esquecer tudo isso, apagar o seu Office pirata e baixar a nova versão do <a href="http://www.openoffice.org" rel="externo">Open Office</a> que é gratuito e também eficiente. <strong>[Webinsider]</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quem paga a conta da internet por minuto?</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2007/01/24/quem-paga-a-conta-da-internet-por-minuto/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 14:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banda Larga]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho a distância]]></category>

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		<description><![CDATA[Ninguém duvida que a tarifação por pulsos é ultrapassada e falha, mas a cobrança por minutos do jeito que será adotada no Brasil é cruel.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em março, o sistema brasileiro de telecomunicações sofrerá a mudança mais significativa desde a privatização em 1998. As ligações serão cobradas por minutos, não mais pela medição de pulsos que está em vigor. Um pulso é contado a cada quatro minutos. O usuário de internet discada ? a maioria, que não tem banda larga ? é quem vai sentir no bolso e pagar a conta.</p>
<p>A mudança da tarifação está em debate há bastante tempo, mas acentuou-se ano passado. Inúmeras reportagens nacionais, <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/02/09/internet-em-linha-discada-tres-vezes-mais-cara/">inclusive aqui mesmo no Webinsider</a> (veja ao lado), demonstraram como a mudança beneficia apenas uma pequena parte da população, prejudicando todos os usuários de internet e, até mesmo, quem não tem computador ? mas gosta de conversar bastante ao telefone.</p>
<p>A cobrança por minutos começa com duas modalidades: a básica e a alternativa. A primeira tem franquia de 200 minutos por mês incluso no valor da assinatura mensal, indicada para quem usa pouco o telefone ou faz ligações rápidas. E a alternativa, com 400 minutos, indicada para quem faz ligação de longa duração, o que inclui internet. Em ambas as opções, o preço final sempre fica maior para o usuário, como já foi provado pelos institutos de defesa do consumidor e por analistas da indústria.</p>
<p>A conta é simples: o valor por minuto é menor do que o valor por pulso. Ocorre que o pulso atual conta quatro minutos. Na ponta do lápis, quatro minutos no valor novo sai mais caro do que o pulso no valor atual. Para se ter uma idéia, cálculos da Pro Teste mostram que uma ligação de sete minutos custará um adicional de até 127%. Ou seja, você irá pagar mais do que o dobro no plano básico. Ninguém duvida que a tarifação por pulsos é ultrapassada e falha. Contudo, a cobrança por minutos do jeito que será adotada no Brasil, é cruel.</p>
<h2>Operadoras reclamam do prejuízo</h2>
<p>Em uníssono, as teles garantem que estão gastando bilhões na transição e que ficarão no prejuízo. O cálculo feito por elas é simples de entender, também. Em um cenário ideal, a medição por minutos é mais objetiva, o consumidor poderia aprender a gastar menos se usasse o telefone menos, se falasse menos. Na vida real, porém, os números revelam uma realidade bem diferente. </p>
<p>A quantidade de usuários de internet cresce em um ritmo mais acelerado do que a adesão à banda larga, o que beneficia as operadoras. Em várias regiões do Brasil, como o Norte e Nordeste, não há nenhuma concorrência em serviços de banda larga e, por conseguinte, muita gente até gostaria de pagar por banda larga e não pode, porque a operadora não instala. Internet discada é e continuará sendo, por bastante tempo, o uso majoritário no Brasil.</p>
<p>Em entrevista recente à Folha de São Paulo, o presidente-executivo da Abrafix (Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado) disse que &#8220;se houver uma escolha racional ao longo do tempo, vai haver perda de receita para as operadoras&#8221;. </p>
<p>Ocorre que, se tratando de internet nos dias de hoje, só existe duas escolhas racionais: ou você usa ou não usa. </p>
<p>Até junho, existe a previsão de as operadoras oferecerem a tarifa fixa para internet. A idéia inicial é de ofertar 600 minutos mensais (dez horas) por R$ 7,50. É pouco. Basta calcular o uso médio de uma hora por dia (que também é pouco) e ver quanto vai custar por mês. Em termos de Brasil, porém, a ladainha é conhecida: não há garantias que as operadoras resolvam oferecer o plano. Segundo a própria Abrafix comenta, as operadoras não farão campanha publicitária desse novo plano, pois o incentivo será atrelado aos computadores adquiridos pelo programa do governo do &#8220;PC Conectado&#8221;. O consumidor terá que ligar por conta própria e tentar mudar o plano para a tarifa fixa, isto é, quando e se ela estiver disponível. </p>
<p>Não duvide se: 1) o custo-fixo de R$ 7,50 demorar mais ? ou muito mais ? do que o previsto para começar; 2) os clientes reclamarem bastante por não conseguirem mudar o plano;  3) as operadoras continuarem reclamando, depois da conversão para minutos, que estão tendo prejuízo e que vão precisar aumentar a tarifa ou o valor da assinatura mensal. </p>
<p>As operadoras continuam a massacrar o consumidor e, ao mesmo tempo, os impostos continuam a massacrar todo o setor e não tem PAC que dê jeito nem em teoria. No setor de telecomunicações, o Brasil é um dos países com os impostos mais altos do mundo. E o retorno à sociedade é este que vemos agora. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento de games para as massas</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2006/08/16/desenvolvimento-de-games-para-as-massas/</link>
		<comments>http://webinsider.uol.com.br/2006/08/16/desenvolvimento-de-games-para-as-massas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2006 15:15:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rebêlo (reportagem)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fellipenathan.com/webinsider/?p=2964</guid>
		<description><![CDATA[Microsoft vai oferecer gratuitamente uma versão reduzida do XNA Game Studio, ferramenta que permite que o usuário interessado desenvolva seu próprio game. Objetivo é fortalecer o Xbox.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o recente anúncio da Microsoft de oferecer, gratuitamente, uma versão reduzida do <a href="http://www.microsoft.com/xna" rel="externo">XNA Game Studio</a>, muita gente começa a se mexer de ansiedade na cadeira. De acordo com a empresa, a ferramenta poderá ser baixada a partir desta semana e vai servir para desenvolver seu próprio game &#8211; sem recursos de última geração &#8211; para rodar no PC e na plataforma online do Xbox, o console de jogos da Microsoft. Serão jogos mais simples, cujo fator diversão dependerá mais da criatividade do autor do que da tecnologia propriamente dita.</p>
<p>Nos anos 80 e durante a primeira metade da década seguinte, o sonho de todo guri fanático por fliperama era de trabalhar em revista de videogames ganhando a vida como ?piloto? de testes ? como se chamava a profissão na época. Em todo o Brasil, centenas de jovens mandavam cartas, análises e guias completos de estratégia, sonhando por um lugar ao sol em que poderiam passar o dia inteiro jogando as novidades que os outros só iriam conhecer meses depois.</p>
<p>Com o XNA Game Studio Express, esse icônico romantismo de criar seu próprio game sem dificuldades pode voltar à tona. Quem tem boa memória deve lembrar, ainda, do sucesso que os jogos em modo texto (da linha Zork / Zorkzero, por exemplo) faziam no início da popularização do PC, quando gráficos e cores ainda eram ficção científica para o usuário comum.</p>
<p>Um recente levantamento interno da Microsoft indicou que são os jogos online, esses mais simples e sem firulas cinematográficas, os responsáveis por quase metade dos compradores optarem pelo Xbox nos Estados Unidos. Pela internet, é onde você pode baixar e jogar clássicos como Street Fighter, Fantastic, Arkanoid, Donkey Kong, Double Dragon e vários outros que fizeram a cabeça e torraram as moedinhas dos marmanjos de hoje.</p>
<p>Segundo o comunicado da Microsoft, desenvolver os jogos será de graça, mas para realmente tentar se tornar conhecido na profissão, a taxa para ?converter? seu game criado no PC para Xbox e hospedar na plataforma online &#8220;Live&#8221; é de US$ 99 por ano, mas o game pode ser rodado no PC sem custos extras. O XNA Express, como o nome já diz, é a versão ?expressa? (light) do conjunto de ferramentas de desenvolvimento utilizado pela própria Microsoft na criação de jogos de última geração.</p>
<p>A aposta é arriscada. Na época de ouro do Playstation 1, por exemplo, a Sony tentou vender um kit de desenvolvimento para a plataforma, sem sucesso. Outras fabricantes, até agora, também não encontraram muito respaldo popular em iniciativas do gênero. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>.</p>
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