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	<title>Webinsider &#187; Carlo Manfroi</title>
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		<title>Youpix: muita descontração, algum conhecimento e networking</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/07/06/youpix-muita-descontracao-algum-conhecimento-e-networking/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2012 17:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlo Manfroi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[networking]]></category>
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		<description><![CDATA[O evento une pessoas e iniciativas que estão em alta na internet e fazem parte da cultura online. Saiba o que aconteceu nesse ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/mafia.jpg"><img src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/07/mafia.jpg" alt="" title="Carlo Manfroi e a máfia da internet" width="250" height="188" class="alignleft size-full wp-image-29122" /></a>O Youpix Festival aconteceu na Bienal, em São Paulo, de 3 a 5 de julho. Foi um grande evento de celebração da <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/cibercultura/" rel="externo">cultura da internet</a>. A estrutura lembrou um pouco a <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/campus-party/" rel="externo">Campus Party</a>, com um espaço grande separado em nichos por cores, sem paredes. Além do auditório principal – o único com uma separação do restante da estrutura –, foram montados cinco palcos onde aconteceram painéis simultâneos.</p>
<p>Apresentaram-se convidados das mais diversas áreas, web celebridades, expoentes da <a href="http://webinsider.uol.com.br/tag/social-media/" rel="externo">social media</a>, pesquisadores e entusiastas. O fato dos palcos serem próximos uns dos outros atrapalhou, exigindo esforço dobrado por parte dos palestrantes e da plateia. Ficou difícil escutar.</p>
<p>O Youpix foi exatamente aquilo a que se propôs: a celebração da cultura da internet, de maneira ampla. Celebrou com diversidade, esquisitices para uns e estranhezas para outros, mas com espaço para todos.</p>
<p>Assisti a apresentações com bastante show e pouco conteúdo, assim como algumas com conteúdo bom e apáticas. As que conseguiram o equilíbrio foram proveitosas. Nos debates com alguns dos blogueiros de maior audiência da internet – do 9GAG aos brasileiros Não Salvo, Treta, Bobagento, entre outros – ficou claro como o humor é levado a sério como negócio e o grande mercado que abarca.</p>
<p>Mas não foi só de descontração e piada que viveu o Youpix. Assisti a um painel sobre um trabalho muito interessante feito nas periferias de São Paulo, o projeto Mural, em que a Folha, através de uma parceria com a organização Internacional Center for Journalists (ICFJ), abre espaço para os Correspondentes Comunitários da Grande São Paulo. Os blogueiros locais inserem notícias do dia-a-dia de suas comunidades na mídia digital, mostrando que há mais do que a violência que estamos acostumados a assistir na mídia.</p>
<p>O show da primeira noite finalizou com Rafinha Bastos. Não pude assistir, era tarde e não havia bar ou restaurante no evento (e nem perto) para abastecer um hipoglicêmico como eu. Mas, pelo que conversei no outro dia com o pessoal que estava no Youpix, acho que não perdi muito: em sua performance, Rafinha mostrou a bunda para a plateia. É isso ai. Nesse mundo globalizado, cada um oferece o que pode. </p>
<p><strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
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		</item>
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		<title>O Facebook vê e sabe quase tudo</title>
		<link>http://webinsider.uol.com.br/2012/06/28/o-facebook-ve-e-sabe-quase-tudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2012 16:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlo Manfroi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há como negar que essa rede social cresce vertiginosamente e, mesmo que indiretamente, muitas informações divulgadas na internet se encontram dentro dela, gostemos ou não.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Facebook está mudando o jeito da gente se comunicar e se relacionar, tanto da pessoa física quanto jurídica. A consultoria americana KPCB revelou dados instigantes em uma pesquisa, como o fato de que 50% do acesso ao Facebook acontecer via celular.</p>
<p>Em 2010, a revista Exame fez uma extensa reportagem com Mark Zuckerberg sobre o futuro do Facebook. Levei o artigo para sala de aula e trabalhei com meus alunos de pós-graduação em marketing digital. Por mais que projetássemos diferentes cenários para a rede social, era difícil compreender como aquelas metas traçadas e buscadas por Zuckerberg e sua equipe iriam se realizar.</p>
<p>Sintetizando o artigo da revista, o fundador da rede social mais famosa e povoada do mundo trançava o futuro de sua rede com o futuro da internet, ao propor que cada pessoa que estivesse navegando na rede estaria dentro do Facebook, mesmo sem perceber. Segundo ele, não existiria mais a necessidade de entrar, de logar no Facebook para estar na rede. Ao consumir filmes, conversar com as pessoas, fazer trabalhos escolares, enviar arquivos por e-mail ou o que quer que fosse, as pessoas estariam dentro do Facebook.</p>
<p>Na época da publicação da Exame, não duvidei que isso poderia acontecer, mas juro que avaliei como sendo um certo sensacionalismo ou narcisismo do fundador do Face. Achei que ele poderia ter sido picado por uma ânsia de onipresença e onisciência desmensurada, demonstrando uma forte tendência ao totalitarismo, ao monopólio dos meios e promovendo o controle de tudo e de todos através de sua rede.</p>
<p>Confesso que uma boa parte do projetado por Zuckerberg aconteceu e tenho alguns exemplos próprios que reforçam esse caminho. A turma de colégio do meu filho coloca a matéria de aula no Facebook. Não é uma sociedade bem organizada, porque eles nunca sabem quem irá publicar, mas sabem que, antes da prova, toda a matéria estará no perfil de um deles, para os demais poderem estudar. A internet permite isso: uma forma de “organização anárquica” que funciona.</p>
<p>O Facebook também apresenta outra experiência de caso, em que “faz o trabalho pela gente” – e esse é um dos grandes diferenciais dos serviços que desejam crescer e prosperar na internet: entregar facilidades.</p>
<p>Assim como o celular “decora” todos os telefones que precisamos em sua agenda, fazendo com que não saibamos mais a maioria dos números importantes a nós, o Facebook decora os aniversários de nossos amigos, clientes e parentes. Todos os dias estamos a um clique de não esquecer alguém, graças à integração dos perfis.</p>
<p>Por último, tem chamado minha atenção o crescimento do Facebook como chat. Há um ano, meu hábito ao chegar a Qualé Digital – depois dos “bom dia” e amenidades habituais da manhã – era checar os e-mails e logar no MSN, canal de interação com clientes. Faz um tempo que troquei o MSN e passei a logar no Facebook como prioridade, pois ali também estão minhas interações que estavam no MSN, além dos aniversários e variadas publicações.</p>
<p>No meu caso, o Facebook está derrubando o MSN – mas pode ser uma experiência isolada. Queria saber a sua, que está lendo o artigo.</p>
<p>Para finalizar, saliento que onipresença e onisciência, para mim, continuam sendo características divinas. Estão aí o Myspace, AOL, ICQ e – será? – MSN, que dominaram seus nichos por um período e sumiram ou reduziram muito suas participações, a ponto de apresentarem pouquíssima significância atualmente. Fica a dica: quem procura controlar tudo pode acabar se descontrolando. <strong>[Webinsider]</strong></p>
<p>…………………………</p>
<p><strong>Leia também</strong>:<br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/27/o-messianismo-do-google-e-do-facebook/">O messianismo (do Google e do Facebook)</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/05/27/a-falacia-do-facebook/">A falácia do Facebook</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/2012/06/27/sua-estrategia-digital-esta-no-caminho-certo/">Sua estratégia digital está no caminho certo?</a></p>
<p>…………………………</p>
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