[ Diversos ]

Michel Lent Schwartzman

Web à vista

O avanço do Facebook

26 de junho de 2011, 20:51

O tempo gasto no Facebook comparado com o resto da web.

Por Michel Lent Schwartzman

Algo que intuitivamente a gente já vinha dizendo, que as pessoas não estavam mais navegando na internet e ficavam apenas no Facebook, foi definitivamente comprovado pelos números recentes do ComScore, em análise de Ben Elowitz da Wetpaint, sobre o tempo de navegação dos americanos.

Vejam que impressionante como o crescimento do tempo gasto no Facebook coincide com a diminuição no resto da web.

Detalhe para o último mês da amostra, quando começamos a ver uma pequena inversão na tendência. Será que os americanos já estão começando a ficar cansados do Facebook? Será o começo do declínio? (Via Business Insider)

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Sobre o Autor:

Michel Lent Schwartzman (michel@lent.com.br) é publicitário e especialista em mídias interativas. Mantém o blog Viu Isso?.

Palavras-chave relacionadas a este texto: [facebook] [Métricas] [publicidade] [usuário final]

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Comentários

4 comentário(s)


[ 1º ]
Carlos Lopes

Data : 28/06/2011 às 17:13
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Acho que os americanos já estão de saco cheio do Facebook. O site não evolui.... Daqui a pouco aparece outro e engole...

[ 2º ]
Cristhiano

Data : 27/06/2011 às 17:06
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Tenho minhas dúvidas sobre os métodos usados pelo ComScore e pelo Facebook para alcançar estes números. Tenho lido vários questionamentos sobre as técnicas de login permantente além da forma que os aplicativos sociais interegem com o Facebook... No meu ponto de vista são técnicas de multiplicação de acesso usadas como estratégia de marketing para fazer com que nós mortais tenhamos que ficar discutindo o assunto a toda hora.

[ 3º ]
Leo Cabral

Data : 27/06/2011 às 12:57
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Isso é reflexo cultural do nosso tempo.

Quando a Web começou com páginas cinzas e imagens sem alinhamento, pessoas de todos os tipos (de todos os tipos mesmo, desde estudantes do primário a engenheiros) criavam páginas pessoais que iam de receitas culinárias à hai-kais, fotos, hobbies e o que mais pudessem expressar de suas individualidades.

Hoje, essas individualidades precisam se encaixar em uma "folksonomia" de alguma rede social para ser computada, comparada e oferecer outras pessoas que tenham interesses afins não por mérito do conteúdo ou curiosidade mas por mero detalhe algoritmo. Antes você conhecia bem 10 pessoas com interesses afins e bem definidos; hoje Você tem 150 pessoas listadas como "amigos".

O que antes eram websites pessoais com páginas únicas, toscas, porém troféus pessoais em domesticação de linguagem de marcação tornou-se anos depois um mar de endereços de blogs pasteurizados por sistemas pré-configurados onde cada página é repetida à custa de templates de terceiros e onde o conteúdo que ao menos deveria salvar as atenções alheias tem mais intenção de gerar renda para o dono do que expressar originalmente pensamentos e criações próprias.

E o que era meio se torna fim. Mas o mundo não vai acabar por isso, só vai ficando mais burro e sem graça.

Data : 26/06/2011 às 23:02
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Atividade:

[...] que intuitivamente a gente já vinha dizendo, que as pessoas não estavam mais navegando na internet e ficavam apenas no Facebook, foi definitivamente comprovado pelos números recentes do ComScore, [...]


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